Nunca foi tão fácil comunicar, mas nunca foi tão difícil sentirmo-nos verdadeiramente ligados.
[shortcode_split_text]A sociedade modifica-se e com ela modificam-se também as relações e as formas de interagirmos, de estarmos conectados e de construirmos intimidade. Estamos mais conectados do que nunca. Enviamos mensagens ao longo do dia, partilhamos fotografias, reagimos com emojis, seguimos a vida do outro em tempo real. Estamos acessíveis quase permanentemente. Mas afinal, qual o impacto da Internet na intimidade, no vínculo e no desejo?
O ciberespaço como lugar de erotismo
É inegável o quanto a Internet facilita as comunicações, os encontros, as informações e as relações a uma velocidade incomparável. No mundo da Internet não existem fronteiras. A Internet facilita, sem dúvida, o encontro entre indivíduos. Constrói-se um mapa interacional, do qual a acessibilidade, os baixos custos e as oportunidades fáceis permitem maiores possibilidades relacionais e formas diversas de interação sexual.
A Internet cria uma ilusão de anonimato e distância que reduz os travões internos (a vergonha, o medo de rejeição e as consequências das respostas e ações). Quando os travões desaceleram, a imaginação ganha espaço. Escondidos atrás de um ecrã, os elementos vão expressando de forma mais imediata e veloz os seus desejos, interesses e preferências. A troca rápida de mensagens, o ping pong constante de sedução e provocação, as revelações pessoais que acontecem mais facilmente intensificam a ativação emocional e corporal, escalando o desejo.
Na verdade, atrás de um ecrã, mostramos partes de nós que demoraríamos mais tempo a revelar cara a cara. Para tal, necessitaríamos de maior profundidade relacional, intimidade e segurança emocional. Pelo contrário, através da internet, a sensação de que a situação não é vivida de forma verdadeiramente real, motivada pela distância física, diminui o peso da responsabilidade e do compromisso, e desta forma promove a desinibição, que potencia o desejo sexual.
Por outro lado, através da internet, o que não é dito é preenchido pela fantasia. Cada mensagem trocada funciona, na verdade, como um convite à projeção emocional e sexual. A rapidez com que as mensagens são trocadas criam uma sensação emocional de sintonia e exclusividade. A antecipação face a cada troca de mensagem ativa o desejo.
Os elementos vão estando em constante produção de dopamina e em constante perceção de conexão que potencia a imaginação, a fantasia e o desejo. O cérebro reage como se a ligação fosse íntima, mesmo na ausência de uma presença física e da construção de uma verdadeira intimidade.
Conexão não é intimidade
A conexão digital cria uma sensação de presença, mas não garante o encontro. Trocar mensagens, reagir a histórias ou manter uma conversa contínua ao longo do dia pode permitir uma sensação de proximidade. Mas conexão não é intimidade. Intimidade exige algo mais exigente e menos imediato.
A intimidade implica presença, risco e vulnerabilidade. Exige tolerar o desconforto de ser visto, cara a cara, pele com pele, escutado e ser afetado pelo outro.
Saltamos de conversa em conversa, de notificação em notificação, sem profundidade suficiente para que algo nos toque verdadeiramente. A relação torna-se contínua, mas não necessariamente profunda. A tecnologia permite falar sem olhar, confrontar sem testemunhar o impacto no outro e afastamento. Falamos mais, mas expomo-nos menos.
Dizemos coisas importantes por mensagens, porque é mais fácil gerir a ansiedade quando não temos o outro à nossa frente. Por um lado, a conexão digital acalma, distrai constantemente, permitindo preencher os vazios. Por outro, silenciamos essa conexão, porque o afastamento pode ser justificado pela pressa do quotidiano. O digital facilita o contacto, mas também facilita a evasão emocional.
Pelo contrário, a intimidade confronta. Obriga a tolerar a frustração, as diferenças, os mal-entendidos. A intimidade não vive da rapidez, mas sim da capacidade de permanecer, mesmo quando é desconfortável.
Talvez por isso confundamos tanto conexão com intimidade. Porque a conexão é fácil, imediata, sempre disponível. A intimidade é lenta, vulnerável e, por vezes, assustadora. A conexão faz-nos sentir acompanhados. A intimidade faz-nos sentir vistos.
Infidelidade digital e regulação emocional
Muitas traições contemporâneas começam no espaço digital e raramente apenas por desejo sexual. Muitas vezes, tratam-se de tentativas de regulação emocional, ou seja, procurar sentir-se visto, desejado ou especial.
A tecnologia torna estas experiências mais acessíveis, mais rápidas e mais fáceis de experienciar. Uma conversa que começa inocente pode transformar-se num espaço de intimidade emocional paralela, especialmente quando algo está a falhar na relação principal. Mas nem sempre!
São as microtraições que englobam pequenos gestos, aparentemente inofensivos, que mesmo que não contemplem o envolvimento físico ou emocional com outras pessoas, quebram subtilmente o contrato implícito da relação que estabelecemos com a pessoa parceira. Este conceito descreve todos os comportamentos que podemos ter e que poderão indicar que estamos interessados em alguém fora da nossa relação (muitas vezes em contexto online), ou seja, comportamentos afetuosos que acontecem fora da relação com a pessoa parceira.
Por exemplo:
- conversas na Internet omitidas da pessoa parceira;
- trocar mensagens com uma ex-relação;
- fazer likes em fotografias de outras mulheres e homens com intenção de sedução ou flirt;
- manter perfis activados em aplicações de encontros;
- apagar mensagens ou registo de conversas com outras pessoas;
- jogos de sedução com outrem, mesmo que não tenha a intenção de materializa-los
Tantas vezes por detrás de um comportamento de microtraição, poderá existir a necessidade de validação, massagem ao ego, aumento de estima, etc. Não é pouco frequente estas microtraições resultarem em situações de infidelidade conjugal.
O desejo precisa de espaço
O mesmo contacto que acende o desejo, por inicialmente ocorrer na desinibição, na novidade e nos jogos de sedução, pode, com o tempo, apagar o desejo.
O desejo não cresce na saturação, mas sim no intervalo. No início de uma relação, o contacto constante pode ser combustível. As mensagens frequentes, as respostas rápidas, a sensação de estar sempre no pensamento do outro. Tudo isto alimenta a excitação e o entusiasmo que vive no mistério. O outro não está totalmente disponível, ainda está a aproximar-se. O desejo sexual alimenta-se desta tensão criada entre proximidade-afastamento.
Mas o que no início aproxima, pode mais tarde sufocar. Quando a conexão se torna permanente, o espaço diminui. Já não há espera, nem falta, nem distância suficiente para que o desejo se reorganize. Quando tudo é partilhado em tempo real (sejam pensamentos, emoções, irritações ou rotinas), o outro deixa de ser alguém que se reencontra, para passar a ser alguém que nunca se ausenta. E o desejo precisa da possibilidade da ausência.
Não ausência como lugar de abandono, mas sim como um lugar de uma separação saudável. Uma diferenciação emocional, um espaço de separação entre um Eu e um Tu com território próprio, com um tempo interno seu, onde então o outro pode ser imaginado, desejado, convocado e não apenas consumido na proximidade contínua.
Quando estamos em contacto constante, o vínculo pode fortalecer-se, mas o desejo e o erotismo empobrece. E este é o verdadeiro desafio das relações e de uma intimidade vivida no real, onde a hiperconectividade poderá afastar o casal.
Claro que um casal que passa a viver a sua relação no offline pode usufruir de jogos de sedução que poderão passar por mensagens, sexting, que poderão potenciar o desejo. Contudo, a hiperconectividade pode reduzir o mistério, a curiosidade e a sensação de separação saudável entre dois indivíduos.
O desejo alimenta-se da tensão entre proximidade e distância. Quando a relação se torna excessivamente funcional, monitorizada e previsível, algo do erotismo perde vitalidade. A ausência, quando vivida em segurança, também protege o vínculo. Não se trata de afastamento emocional, mas de permitir que cada um exista como sujeito inteiro, não permanentemente disponível.
O telemóvel como termómetro do vínculo
Os comportamentos digitais funcionam atualmente, em muitos casais, como um verdadeiro termómetro relacional. Para parceiros com uma vinculação mais ansiosa, a ausência de resposta pode ser sentida como ameaça ao vínculo. O silêncio não é neutro, é vivido como distância, desinteresse ou rejeição. Já parceiros com um padrão mais evitante, tendem a sentir a disponibilidade constante como uma pressão ou invasão. A exigência de resposta imediata pode ser percebida como perda de autonomia. Assim, o afastamento digital surge como uma forma de autorregulação emocional.
Quando estes dois movimentos se encontram, instala-se facilmente um ciclo negativo: quanto mais um procura o contacto para se sentir seguro, mais o outro se afasta para respirar. E quanto mais se afasta, mais o primeiro intensifica a procura.
No contexto digital, estes ciclos tornam-se particularmente rápidos e intensos. Por exemplo, um parceiro envia várias mensagens ao longo do dia, à procura por proximidade. O outro responde de forma breve ou demora a responder, sentindo-se sobrecarregado. O primeiro interpreta o silêncio como desinteresse e reage com acusações (protesto emocional). O segundo sente-se criticado e afasta-se ainda mais.
Desta forma, o que parece uma discussão sobre o “uso excessivo do telemóvel” é, na realidade, um ciclo entre o protesto de ligação e a retirada emocional. Sem consciência deste padrão, o casal fica preso numa dança dolorosa em que ambos sofrem, mas nenhum deles se sente verdadeiramente visto.
Quando a pornografia online impacta o casal
A pornografia online entrou silenciosamente na vida dos casais. Não pediu licença, não foi discutida entre si, não fez parte dos acordos explícitos. Tornou-se acessível, privada e invisível, até ao dia em que deixa de ser.
Para muitos, a pornografia é apresentada como algo individual, separada da relação. Um consumo solitário, rápido e sem consequências. Mas no contexto do casal, nada do que envolve o desejo é neutro. O desejo nunca existe fora da relação, mesmo quando é vivido a sós.
A pornografia online oferece estímulo imediato, variedade ilimitada e ausência de risco emocional. Não exige negociação, frustração, vulnerabilidade ou espera. O outro está sempre disponível, sempre desejante e sempre ajustado à fantasia. E isso tem impacto. Em alguns casais, a pornografia pode funcionar como complemento, como fantasia ou espaço partilhado. Mas noutros casos, poderá instalar-se como um substituto silencioso da intimidade sexual.
Quando o corpo se habitua a estímulos intensos, rápidos e sempre novos, o desejo relacional poderá parecer mais lento, mais exigente ou insuficiente. Para quem descobre o consumo, podem surgir sentimentos de rejeição, comparação, inadequação ou traição.
O problema central para o casal não é a pornografia em si, mas o silêncio que a rodeia. Quando não é falada, pensada ou integrada na relação, poderá tornar-se num terceiro elemento na relação.
As redes sociais como palco do amor moderno
As redes sociais tornaram-se no grande palco do amor contemporâneo. É ali que o encontro começa, que o interesse é testado, que o desejo se insinua e que as relações se anunciam ou ocultam. Ama-se sob luzes artificiais, diante de uma plateia invisível, mas sempre presente.
Neste palco, o amor é observado, medido e validado. Um “gosto”, uma visualização, uma resposta rápida podem ser lidos como sinais de afeto. Da mesma forma, a ausência destes, pode ser sentida como uma rejeição. O vínculo passa a ter métricas. O sentimento passa a ter indicadores.
Ama-se em stories, em fotografia escolhidas para mostrar, em frases pensadas para ser vistas. Mostra-se o amor como quem encena. O ângulo certo, o momento certo, a versão mais desejável da relação. Não há espaço para o conflito, para o tédio, para a frustração. Esses ficam fora de cena. Raramente são partilhados, embora continuem a existir. Como em qualquer casal.
As redes sociais favorecem um amor performativo. Não apenas vivido, mas exibido. Não apenas sentido, mas comunicado. E nesse processo, o outro corre o risco de se transformar num espelho. Ou seja, alguém que confirma a nossa desejabilidade, o nosso valor, a nossa narrativa pessoal.
No amor encenado, há pouco espaço para a imperfeição, para o desencontro ou mesmo para o ritmo lento que a intimidade exige. Tudo pede resposta, presença e visibilidade.
Talvez o desafio do amor moderno não seja abandonar o palco, mas recordar que o essencial não acontece nele. O amor real vive nos bastidores, onde não há aplausos, filtros, audiência ou likes. Onde ninguém está a assistir e ainda assim, escolhemos ficar.
Há uma nova forma de cuidar da pele que acompanha o tempo em vez de o contrariar. A linha Hyalu B5 Suractivated de La Roche-Posay traduz essa abordagem num cuidado que hidrata, reforça e protege a pele, preservando a sua estrutura, conforto e vitalidade ao longo do dia.
[shortcode_split_text]Há um momento em que a pele muda de ritmo. Com o tempo, surgem alterações progressivas, como a perda de luminosidade, aumento da visibilidade de linhas e redução da densidade da pele. É por isso que o cuidado com a pele também precisa de evoluir, deixando de ser pontual e passando a ser contínuo, como uma rotina diária adaptada às suas necessidades.
A nova abordagem da La Roche-Posay com Hyalu B5 Suractivated nasce exatamente aqui, numa lógica de complementaridade entre três gestos essenciais: o Hyalu B5 Suractivated Sérum, que atua em profundidade e ajuda a reidratar e preencher; o Hyalu B5 Suractivated Creme, que reforça e prolonga esse efeito ao longo do dia; e o Hyalu B5 Suractivated Creme FPS30, que acrescenta a proteção diária indispensável contra os raios UV, um dos principais fatores de envelhecimento precoce da pele.

Uma abordagem que se organiza em duas rotinas complementares, manhã e noite, que ajudam a mantê-la mais hidratada, protegida e uniforme.
Rotina matinal: hidratar e proteger
De manhã, o objetivo é hidratar a pele e protegê-la contra os raios UV. A rotina combina o Hyalu B5 Suractivated Sérum com o Hyalu B5 Suractivated Creme FPS30.
Rotina noturna: hidratar e reforçar
À noite, o objetivo é hidratar e reforçar a pele, ajudando-a a recuperar do stresse diário. A rotina combina o Hyalu B5 Suractivated Sérum com o Hyalu B5 Suractivated Creme.
Conheça, em detalhe, os três cuidados e veja como integrá-los na sua rotina.
Hyalu B5 Suractivated Sérum: o momento em que a pele começa a “responder”
O Hyalu B5 Suractivated Sérum de La Roche-Posay é um cuidado intensivo que promove a hidratação da tez e melhora a sua qualidade. Na sua fórmula, podemos encontrar três tipos de ácido hialurónico, vitamina B5 (pantenol) e ectoína.

Este sérum contribui para a hidratação, o conforto e a melhoria da qualidade da pele, ajudando a reforçar a sua resistência às agressões diárias:
- Hidratar a pele em diferentes níveis;
- Preencher visivelmente linhas finas e sinais de fadiga;
- Melhorar a elasticidade e a sensação de conforto;
- Apoiar os mecanismos naturais de reparação cutânea;
- Reforçar a resistência da pele às agressões ambientais.
É aquele momento em que a pele parece recuperar alguma densidade e conforto, quase como se “acordasse” mais equilibrada.
Aplicação: aplicar sobre pele limpa e seca, antes do creme. Algumas gotas são suficientes para rosto, pescoço e decote.
Hyalu B5 Suractivated Creme: quando o cuidado se transforma em estrutura
Se o sérum trabalha a intensidade, o creme trabalha a continuidade. O Hyalu B5 Suractivated Creme de La Roche-Posay fixa, prolonga e consolida os resultados, garantindo uma sensação de pele mais uniforme e confortável.

Este creme atua na continuidade dos resultados e na manutenção da qualidade da pele ao longo do dia:
- Manter a hidratação de forma prolongada;
- Suavizar visivelmente linhas de expressão;
- Melhorar a elasticidade e a textura;
- Reforçar a barreira cutânea e a sua função protetora;
- Conferir um aspeto mais uniforme e preenchido à pele.
A textura é confortável e envolvente, sem pesar, garantindo continuidade ao cuidado iniciado pelo sérum.
Aplicação: aplicar após o sérum, em rosto, pescoço e decote.
Hyalu B5 Suractivated Creme FPS30: proteção diária da qualidade da pele
O Hyalu B5 Suractivated Creme FPS30 de La Roche-Posay associa cuidado anti-idade e proteção solar diária de largo espetro, um dos principais fatores na prevenção do envelhecimento precoce da pele

Mais do que proteção, atua na prevenção e manutenção da qualidade:
- Protege contra raios UV, responsáveis pela degradação de colagénio e elastina;
- Reduz o risco de fotoenvelhecimento, incluindo perda de firmeza e aparecimento de linhas;
- Mantém a hidratação e o conforto ao longo do dia;
- Contribui para uma pele mais resistente às agressões externas;
- Simplifica a rotina ao unir cuidado e proteção num só gesto;
- Apoia a manutenção dos resultados dos restantes cuidados.
Aplicação: de manhã, como último passo da rotina. Reaplicar em caso de exposição solar prolongada.
Quando a rotina faz mais do que cuidar
A eficácia da linha Hyalu B5 Suractivated de La Roche-Posay não está apenas nos ativos de cada produto, mas na forma como funcionam em conjunto numa rotina de cuidado.
O sérum hidrata e prepara, o creme hidrata e reforça esse efeito, e o creme FPS30 protege contra os raios UV, um dos principais fatores de envelhecimento precoce. Em conjunto, estes passos ajudam a manter a pele mais hidratada, protegida e com uma aparência mais uniforme.
A L’Oréal Paris acaba de lançar o Laser Sérum Revitalift Triple Laser com Melasyl™, um cuidado que atua sobre manchas, rugas e falta de luminosidade em simultâneo com resultados que prometem ser visíveis em apenas 7 dias.
[shortcode_split_text]Num momento em que o skincare promete respostas para quase tudo, são poucas as fórmulas que conseguem realmente ir além da promessa. É nesse território, entre inovação e eficácia, que se posiciona a mais recente aposta da L’Oréal Paris, pensada para simplificar o cuidado dos sinais de envelhecimento.
Com o passar do tempo, a pele muda. O metabolismo abranda, a luminosidade perde intensidade e surgem sinais que tendem a tornar-se mais visíveis: rugas mais marcadas, uma tez menos uniforme e manchas escuras que persistem ao longo do tempo.
A atriz Cláudia Vieira, embaixadora da L’Oréal Paris, representa esta nova fase da marca, mais próxima da realidade do dia a dia, onde o cuidado existe, mas nem sempre se traduz nos resultados desejados.

No centro desta inovação está o Melasyl™, uma molécula cosmética de anti-pigmentação distinguida como uma das melhores invenções do ano pela Time Magazine. Desenvolvida ao longo de 18 anos de investigação, atua na origem da hiperpigmentação, ajudando a intercetar o excesso de melanina antes de se transformar em manchas visíveis.
Os resultados associados a este ativo posicionam-no como uma nova referência no cuidado da pele: demonstrou uma eficácia superior face a 10 ingredientes de referência no combate às manchas, incluindo vitamina C, resveratrol, niacinamida, ácido kójico, arbutina ou ácido tranexâmico, com resultados mais rápidos, mais intensos e mais luminosos, respeitando todos os tons de pele.
É neste contexto que surge o Laser Sérum Revitalift Triple Laser com Melasyl™, um cuidado de tripla ação que atua em simultâneo sobre manchas, rugas e falta de luminosidade.

Uma resposta direcionada às manchas (e não só)
O Melasyl™ distingue-se pela sua ação preventiva e eficaz, atuando antes que as manchas se instalem. O resultado traduz-se numa pele mais uniforme, luminosa e equilibrada, independentemente do tom.
A fórmula combina ainda um derivado de vitamina C, que ajuda a melhorar a luminosidade e a suavizar rugas, e niacinamida, conhecida por uniformizar e refinar a textura da pele, uma combinação que reforça a eficácia global do cuidado.
Resultados visíveis que evoluem ao longo do tempo
Os estudos apontam para uma melhoria rápida e consistente:
- Pele mais luminosa desde a primeira aplicação;
- Redução visível das manchas escuras;
- Resultados a partir de 7 dias;
- Aparência mais uniforme e rejuvenescida com o uso contínuo.
A potência de um sérum, o conforto de um creme
Pela primeira vez, a gama Revitalift Laser apresenta uma textura híbrida, que alia a eficácia concentrada de um sérum ao conforto de um creme. O resultado é uma aplicação sensorial e envolvente, com hidratação que pode prolongar-se até 100 horas.
A embalagem com sistema twist & pump ajuda a preservar a integridade dos ativos, garantindo a dose certa em cada aplicação sem desperdício e com eficácia otimizada até à última gota.
Conheça a rotina Triple Laser antienvelhecimento
A proposta da L’Oréal Paris assenta numa rotina simples e eficaz, estruturada em dois passos essenciais.
Corrigir
O Laser Sérum Revitalift Triple Laser com Melasyl™ é o passo central da rotina. Atua em profundidade na redução de manchas, melhora a luminosidade e suaviza rugas, preparando a pele para os cuidados seguintes.

Proteger e prevenir
Durante o dia, o Revitalift Laser Triple Action Creme de Dia SPF 25 completa o ritual. A proteção solar assume aqui um papel essencial na prevenção do aparecimento de novas manchas e no agravamento das existentes, enquanto mantém a pele hidratada e confortável ao longo do dia.

A lógica é clara: corrigir e proteger. Dois gestos essenciais que atuam em sinergia, ajudando não só a melhorar visivelmente a pele, como a preservar os resultados ao longo do tempo.
Esta rotina da L’Oréal Paris reforça uma abordagem mais completa ao cuidado cutâneo. Uma solução que não se limita a tratar sinais isolados, mas que atua de forma integrada na uniformização da tez, na luminosidade e na melhoria progressiva da aparência global.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas - O Dilema, da SIC.
Há detalhes que podem ter passado e outros que ficaram pelo caminho. Confirme nesta lista se já tem tudo o que precisa e se não está a saltar nenhum passo.
[shortcode_split_text]Com tanto planeamento, esforço e dedicação em torno do dia do casamento, não se aventure ao ponto de olhar para trás e arrepender-se. E não aceite estar menos do que maravilhosa.
Siga as nossas dicas e truques e certifique-se que não lhe falta nada.
• Tal como não contrata o fotografo sem primeiro ver o seu trabalho/portfólio, não faz sentido saltar o teste de maquilhagem com o seu maquilhador, até para se certificar que ele percebeu aquilo que tinha imaginado. Vá preparada com todas as ideias e inspirações de maquilhagem do que quer para este dia.
• O dia do casamento não é o momento indicado para experimentar coisas novas. E não nos referimos apenas à maquilhagem, mas, também, novos produtos e tratamentos - não se arrisque a criar uma alergia. Seja fiel a si mesma, o objetivo será mostrar a melhor versão de si própria.
• Tenha sempre consigo uma garrafa de água. É a maneira mais simples e fiável de conseguir uma pele hidratada e livre de impurezas. Além disso, a água ajuda a que se sinta mais fortalecida, e mantém longe as dores de cabeça, para que se possa concentrar nas muitas outras coisas que estão a acontecer à sua volta!
• Não se esqueça dos retoques. Com tanta coisa a acontecer - dança, conversa, abraços e beijinhos - é quase impossível não se ter de retocar. Veja com o seu maquilhador qual é o kit que vai levar consigo durante a noite e aproveite para pedir ajuda a uma das suas madrinhas, amigas ou irmã para ficar encarregue de estar atenta a esses pormenores.

• Dê luz ao seu corpo. Se o seu vestido for mais cavado nas costas, cai-cai ou assimétrico, vai querer aplicar uma loção com algum brilho intransferível, o que vai ajudar a criar uma transição mais suave da sua maquilhagem. Tenha especial atenção durante o verão às marcas do sol.
• Tenha o cuidado de não abusar do iluminador. Algumas noivas não gostam de se ver tão “luminosas” nas fotografias e esse efeito pode ser rapidamente confundido com uma pele oleosa.
• Evite a todo o custo o uso de pinças, pelo menos duas semanas antes de seu casamento. Com o stresse e os nervos, são muitas as noivas que exageram na depilação das sobrancelhas.
• Aplique o blush nas maçãs do rosto. Muitas pessoas pensam erradamente que o blush deve ser aplicado numa linha diagonal sob as maçãs do rosto a subir até às têmporas, como se fazia nos anos 70.
• No que toca aos olhos, a cor preta está proibida. Recomendamos a aplicação de tons acastanhados, cinzas, azul marinho e roxos profundos. Além disso, opte por uma sombra em creme em vez de em pó como a cor de base.
• A tendência mais popular agora é fazer extensões de pestanas, que são ligadas individualmente às pestanas naturais. Mas a recomendação é que a aplicação seja feita duas semanas antes do dia do casamento, para o caso de poder ter uma reação alérgica ao adesivo e para garantir que se sente confortável.
• As unhas não devem ser deixadas para último. Se fizer gel ou gelinho, tente fazer a marcação com uma semana de antecedência do casamento para que durem mais tempo e não se note o crescimento. Se for manicure normal, então tem de ser apenas uns dias antes para o verniz não começar a sair.
• Prepare alguns snacks para ter consigo. O dia do casamento é longo e até chegar ao copo de água tem muitas horas pela frente. Mais uma vez, peça à madrinha ou damas de honor que tenham consigo alguns snacks práticos (como barras de cereais ou bolachas em pequenos pacotes).
Kit de sobrevivência
Por último, será uma boa ideia preparar um kit com alguns produtos que não podem faltar, como por exemplo:
• Perfume
• Desodorizante
• Escova de dentes
• Pasta de dentes
• Pensos rápidos
• Afinetes
• Toalhitas
• Comprimidos
Já tem tudo preparado para o grande dia?
Artigo atualizado e originalmente publicado a 22 de julho de 2015.
Com a nova linha Triphasic Progressive [GENTECH™], a René Furterer define o cuidado antiqueda através de uma abordagem onde ciência avançada, eficácia e sensorialidade se cruzam numa resposta dirigida às causas hormonais e hereditárias da perda de cabelo.
[shortcode_split_text]A queda de cabelo há muito que deixou de ser uma preocupação exclusivamente masculina. Atualmente, é uma das queixas mais frequentes entre as mulheres, sobretudo a partir dos 30 anos, quando fatores como alterações hormonais, stresse e predisposição genética começam a refletir-se na densidade e no volume. O cabelo perde corpo, a risca torna-se mais visível e o afinamento instala-se de forma discreta, mas progressiva.
Mais do que uma questão estética, a queda de cabelo tem um impacto direto na autoestima e na forma como nos sentimos no dia a dia. Talvez por isso, a procura por soluções eficazes nunca tenha sido tão elevada. É neste contexto que a René Furterer apresenta o que promete ser uma das mais relevantes inovações dos últimos anos no universo capilar: a nova gama Triphasic Progressive [GENTECH™].
Uma nova abordagem científica à queda hormonal e hereditária
Após 10 anos de pesquisa, os Laboratórios René Furterer lançam uma nova geração de cuidados antiqueda desenvolvidos para atuar sobre os marcadores genéticos responsáveis pela queda de cabelo.
O estudo envolveu a análise de mais de 22 mil genes, permitindo identificar três marcadores diretamente ligados ao enfraquecimento e à perda progressiva do cabelo, abrindo caminho a uma abordagem mais direcionada e sofisticada do cuidado capilar.
No centro desta inovação está a tecnologia exclusiva [GENTECH™], desenvolvida para agir simultaneamente sobre diferentes causas da queda de cabelo, prolongando o ciclo de vida do fio, preservando a densidade capilar e estimulando o crescimento saudável.
Entre os ingredientes-chave destaca-se o extrato de Iris, para uma ação de longevidade que atua sobre o marcador genético [OR8D1] e prolonga a vida do cabelo, tornando o cabelo mais forte e vigoroso durante mais tempo. O extrato de copaifera, com ação preventiva, contribui para proteger o folículo piloso da destruição celular, assegurando a sobrevivência do cabelo nas zonas localizadas de queda, enquanto o laurato de glicerilo atua sobre o marcador genético [DHT], frequentemente ligado à miniaturização do bolbo capilar, com uma ação global para travar a queda. O cabelo fica mais abundante, e o couro cabeludo reequilibrado.
Resultados em três meses
Os resultados são expressivos e respondem a uma das maiores preocupações de quem enfrenta queda capilar: após três meses de utilização, a marca registou um aumento de até 11 mil cabelos, uma linha capilar mais densa e até mais 2 mm de crescimento da hairline. Além disso, 80% dos fios mantiveram-se na fase de crescimento e a eficácia antiqueda foi comprovada em 100% dos utilizadores testados.
Mais do que os números, aquilo que distingue a gama Triphasic Progressive [GENTECH™] é a forma como transforma o cuidado capilar numa experiência completa e sensorial, fiel ao ADN da René Furterer. Inspirada no método criado pelo fundador da marca, “preparar, lavar e tratar” , esta rotina foi pensada para devolver intenção ao gesto diário, convertendo-o num verdadeiro ritual de tratamento e recuperação do cabelo.
A rotina capilar pensada para fortalecer e densificar
Porque o futuro do cuidado capilar começa no couro cabeludo
O protocolo foi pensado para três meses de utilização contínua, com aplicação 2x por semana no primeiro mês e 1x por semana nos dois meses seguintes. Uma rotina estruturada que acompanha o cabelo de forma progressiva, ajudando a recuperar densidade, força e vitalidade ao longo do tempo.
Num momento em que a ciência e a beleza caminham lado a lado, a gama Triphasic Progressive [GENTECH™] da René Furterer reforça um posicionamento pioneiro no cuidado capilar, com uma solução altamente especializada pensada para responder a uma das maiores preocupações contemporâneas relacionadas com o cabelo. Porque hoje cuidar da saúde capilar vai muito além de disfarçar a queda — trata-se de compreender a sua origem e atuar de forma direcionada sobre ela.
A chegada da primavera é, geralmente, motivo de alegria, menos para quem sofre de rinite alérgica. Mariana Couto, imunoalergologista no Hospital da Ordem da Trindade, revela o essencial a saber sobre a alergia ao pólen.
[shortcode_split_text]A alergia ao pólen é a alergia de primavera por excelência. No último século, assistimos a um progressivo e surpreendente aumento da prevalência da rinite alérgica a pólenes, tendo passado de uma doença rara para se tornar a condição imunológica mais frequente no ser humano hoje em dia.
De facto, a rinite é a mais prevalente das doenças alérgicas e afeta atualmente cerca de 30% dos portugueses.
Sintomas
Os sinais e sintomas da alergia ao pólen são muito semelhantes aos que ocorrem nos quadros de constipação e consistem em:
- Múltiplos espirros;
- Pingo no nariz;
- Congestão nasal;
- Comichão no nariz e olhos;
- Ocasionalmente tosse;
- Outros sintomas respiratórios - em cerca de 40% das pessoas alérgicas a pólenes surge também asma alérgica.
Prevalência dos pólenes em território nacional
Em Portugal, os pólenes existem todo o ano, mas são mais frequentes nos meses de fevereiro a outubro, sendo os picos mais elevados nos meses de maio a julho.
Nos meses de outono e inverno observam-se quantidades mais baixas, e de algumas espécies específicas, como é o caso do cipreste. O pólen das gramíneas, também conhecidas como fenos, é de longe o que provoca mais alergias em Portugal.
Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o pólen de plantas com flores muito coloridas, ou de tamanho grande (como é o caso do pinheiro), raramente estão implicados nas alergias. O pólen que provoca alergia é habitualmente invisível ao olho humano.
Serei alérgica ao pólen?
Quando um doente sofre de sintomas de rinite e/ou conjuntivite e/ou asma em dias de sol, sobretudo com vento, e melhora nos dias de chuva, é muito provável que sofra de alergia a pólenes.
Para o comprovar e para saber qual o(s) polen(es) envolvidos, é fundamental recorrer a um médico alergologista, que irá analisar o problema e realizar exames - testes na pele (prick) ou, por vezes, análises ao sangue, ou até mesmo exames respiratórios para a asma.
É muito importante o doente ter conhecimento de quais os pólenes que lhe provocam alergia, para prever quais os meses em que terá sintomas, uma vez que a concentração de pólenes de cada espécie tem épocas próprias.
Conhecendo a época de polinização dos pólenes a que o doente é alérgico é possível escolher medicamentos antialérgicos (anti-histamínicos, sprays nasais, etc.) para essa fase, de forma a impedir o aparecimento dos sintomas.
Esta solução é temporária e não cura a doença, mas permite o conforto do doente. Porém, é importante alertar para os perigos da automedicação. Um dos maiores riscos de se utilizar erradamente medicamentos é tomar doses desadequadas e excessivas que podem originar efeitos laterais indesejáveis.
A Organização Mundial de Saúde alerta para outros perigos, tais como:
- Diagnóstico incorreto da doença;
- Atraso e possível agravamento no tratamento da mesma;
- Escolha de tratamento desadequado;
- Duração inadequada do tratamento, etc.
No caso da alergia ao pólen, assistimos à progressão da rinite para sinusite, ou até mesmo asma, quando a doença não é devidamente tratada. Caso a doença seja mais grave, pode optar-se por fazer vacinas antialérgicas – imunoterapia específica, em injeção ou sprays orais.
Apostar na prevenção
Não é possível evitar completamente os pólenes nas épocas em que estão dispersos no meio ambiente exterior, mas algumas medidas ajudam a proteger de quantidades maiores. São elas:
- Conheça o boletim polínico que divulga as previsões de quantidades de pólen em cada semana em Portugal e evite zonas de maior concentração polínica;
- Evite estar ao ar livre nas primeiras horas da manhã, pois é quando há maior quantidade de pólen, sobretudo em dias de muito vento e sol;
- Evite abrir as janelas de casa no horário da manhã (areje antes a casa da parte de tarde);
- Ao chegar a casa, tome um duche e mude de roupa;
- Não deixe a roupa a secar no exterior, prefira o interior de casa ou use a máquina de secar;
- Vá para o trabalho ou escola de carro e mantenha as janelas fechadas. Use filtros anti-pólenes para o ar condicionado;
- Quando viajar de mota, utilize capacete integral;
- Evite cortar a relva;
- Utilize óculos escuros para combater os sintomas oculares;
- Atenção aos desportos de ar livre, campismo, caminhadas na Natureza, etc. Evite-os quando forem previsíveis maiores contagens de pólen;
- São preferíveis atividades e férias na praia se for época de polinização.
De concertos a peças de teatro, sem esquecer exposições, atividades para as crianças, cinema e festivais, não perca pitada do que o mês tem para oferecer.
[shortcode_split_text]Maio chega com vários eventos imperdíveis. Do regresso limitado dos filmes Top Gun ao grande ecrã a festivais de música, passando por peças de teatro infantis, uma talk sobre a menopausa e uma sessão de cinema com direito a tricô, há muito para descobrir na agenda deste mês.
O que fazer e onde ir em maio
Na semana em que se celebrou pela primeira vez o Dia Mundial da Língua Portuguesa, sugerimos alguns livros que nos mostram a riqueza da nossa língua. São dez, mas podiam ser muitos mais, dos mesmos e de outros autores.
[shortcode_split_text]Uma língua, várias latitudes. É desta forma que podemos caracterizar a língua portuguesa, cujo primeiro dia mundial se celebrou no dia 5 de maio, e à riqueza geográfica juntam-se vários sotaques que a tornam tão variada e dão origem à lusofonia.
O português está entre as 10 línguas mais faladas do mundo, e a primeira no hemisfério sul, e esta é só mais uma razão para ser celebrada.
Sugerimos-lhe dez livros que poderiam ser muitos mais, destes e de outros escritores. Boas leituras!
10 livros que celebram a língua Portuguesa
Com a chegada do bom tempo, começa também a temporada mais animada do ano: casamentos, batizados, sunsets e festas de verão, trazendo consigo a inevitável questão: o que vestir? É o momento ideal para apostar em peças versáteis e de qualidade que permitam criar diferentes looks, adaptando-se às diferentes ocasiões.
[shortcode_split_text]A nova estação convida a tecidos leves, padrões delicados, texturas confortáveis e uma paleta de cores que evoca dias longos e luminosos, mas também a um olhar mais apurado, onde a escolha de cada peça deixa de ser um gesto impulsivo para passar a ser o melhor investimento para as festas que se aproximam.
No Freeport Lisbon Fashion Outlet e no Vila do Conde Porto Fashion Outlet irá encontrar essas peças-chave, que mais do que acompanharem as tendências, são escolhas com identidade, que permitem reinventar e criar looks diferentes, elegantes e cheios de personalidade para cada mood e ocasião.
O vestido perfeito
Dos modelos mais fluidos e românticos aos cortes mais estruturados, um bom vestido com um tecido de qualidade e atenção ao detalhe transcende tendências passageiras, valoriza a silhueta e adapta-se a diferentes ocasiões. Com uma simples mudança de acessórios, garante versatilidade e elegância ao longo do tempo.

1. Elie Saab na Stivali, 1280€ (PVP 3200€); 2. Boss, 279€ (PVP 399€); 3. Pinko, 327€ (PVP 495€); 4. Zadig Voltaire, 298€ (PVP 445€).
Acessórios essenciais
Se o vestido define o tom, são os acessórios que contam a história final de um look. Uma carteira elegante, um par de sapatos bem escolhidos ou joias delicadas têm o poder de transformar qualquer look.

1. Clutch entrançada, Lottusse, 329€ (PVP 495€); 2. Sapatos, Guess, 89,90€ (PVP 140,90€); 3. Carteira, Furla, 229€ (PVP 353€); 4. Sapatos, Salvatore Ferragamo na Stivali, 450€ (PVP 750€); 5. Sandálias, Aquazzura na Stivali, 357€ (PVP 595€); 6. Carteira, Michael Kors, 299€ (PVP 350€).
Joias intemporais
Investir num acessório statement é, por isso, tão essencial quanto escolher o vestido certo. Peças versáteis e intemporais acompanham diferentes ocasiões e reinventam looks ao longo das estações.

1. Anel, Tous, 119€ (PVP 249€); 2. Pulseira, Swarovski, 89€ (PVP 149€); 3. Brincos, Swarovski, 107€ (PVP 179€); 4. Brincos, Tous, 59€ (PVP 129€); 5. Colar, Swarovski, 258€ (PVP 430€); 6. Pregadeira, Swarovsky, 258€ (PVP 430€).
Ritual de beleza
Num look verdadeiramente memorável, há elementos que não se veem de imediato, mas que fazem toda a diferença. Um bom perfume e uma pele bem cuidada são a base invisível da elegância, aquele toque final que completa qualquer produção com subtileza e sofisticação.

1. Máscara labial, Dr.Jart+ em The Cosmetic company Store, 17,50€ (PVP 25€); 2. Protetor solar em stick, Dr.Jart+ em The Cosmetic company Store, 19,60€ (PVP 28€); 3. Burberry Her Eau de Parfum, Burberry na Perfumes & Companhia, 142,55€ (PVP 203€); 4. Si Passione Red Musk Eau de Parfum, Armani na Perfumes & Companhia, 130,85€ (PVP 186,95€); 5. Sérum Smart Clinical, Clinique na The Cosmetic Company Store, 76,50€ (PVP 127,50€); 6. Le Parfum Absolu, Elie Saab na Perfumes & Companhia, 99,40€ (PVP 142€); 7. Conjunto de Gloss, Bobbi Brown em The Cosmetic Company, 35,70€ (PVP 59,50€).
Fatos descontraídos
Apostar na leveza do linho e do algodão é a escolha acertada para os dias de calor. Mais do que uma alternativa aos fatos formais, são peças de investimento que transitam entre diferentes contextos, mantendo a sofisticação e a durabilidade ao longo dos anos.

Polo, Lion of Porches, 40€ (PVP 79,99€); Blazer, Lion of Porches, 55€ (PVP 109,99€); Calças, Lion of Porches, 55€ (PVP 109,99€); Loafers em camurça, Lottusse, 195€ (PVP 295€); Sapatos, Gioseppi Zanotti na Stivali, 510€ (PVP 850€).
Clássico contemporâneo
É num fato de alfaiataria em tons neutros que encontramos o equilíbrio perfeito entre tendência e intemporalidade. É aquele coordenado versátil que se reinventa em cada estação.

Fato, Boss, 489€ (PVP 699€); Camisa, Façonnable, 91€ (PVP 130€); Sapatos, Prof, 110€ (PVP 149); Gravata, Hackett, 55€ (PVP 85€); Lenço, Hackett, 30€ (PVP 49€).
A pensar nas exigências da estação, no Freeport Lisbon Fashion Outlet e no Vila do Conde Porto Fashion Outlet encontra os looks e os produtos de beleza que combinam estilo contemporâneo com acabamentos premium, ideais para quem procura destacar-se com elegância em qualquer ocasião.

