Manter ossos fortes é essencial ao longo de toda a vida e vai muito além do consumo de cálcio. A vitamina K desempenha um papel central na regulação da mineralização óssea e na manutenção da microarquitetura óssea, contribuindo para a força e densidade dos ossos, além de apoiar a coagulação normal do sangue.
[shortcode_split_text]Para muitas pessoas, consumir regularmente alimentos ricos em vitamina K, como espinafres, couve, brócolos e outros vegetais de folha verde, pode ser um desafio. Nem sempre é fácil incluir estas opções em todas as refeições, especialmente no dia a dia agitado, ou quando não se é muito fã de verduras.
É nesta lacuna que a atenção à vitamina K2 se torna importante, pois esta forma ativa garante que o cálcio seja direcionado corretamente para o tecido ósseo, em vez de se acumular nos vasos sanguíneos.
MK-7: a forma mais bioativa da vitamina K2
Entre as formas de vitamina K, a K2 na configuração trans MK-7 é considerada a mais bioativa. Diferente da vitamina K1 e da K2 MK-4, a MK-7 permanece mais tempo no organismo, garantindo níveis estáveis no sangue e maior disponibilidade para ativar proteínas dependentes de vitamina K, como a osteocalcina. Esta ativação é essencial para a homeostase do cálcio e para o transporte eficiente do cálcio do sangue para os ossos.
Direcionar o cálcio para os ossos
A vitamina K2 desempenha um papel essencial na distribuição do cálcio para o tecido ósseo. Os nossos ossos estão em constante renovação, sendo continuamente destruídos e reconstruídos. Este processo depende da idade, da atividade física e da alimentação.
A partir dos 30-35 anos, é normal começar a perder massa óssea, tornando a atenção à saúde óssea ainda mais importante. A vitamina K2 apoia o transporte do cálcio para os ossos através da ativação da osteocalcina, uma proteína produzida pelos osteoblastos (as células formadoras de osso). Esta ativação é essencial para transportar o cálcio do sangue e dos vasos sanguíneos para o tecido ósseo, contribuindo para a manutenção da função óssea normal.
Como garantir a ingestão diária
Se incluir verduras na alimentação diária nem sempre é possível, poderá recorrer a fontes práticas de vitamina K2 em forma de suplemento alimentar, à venda em farmácias. Esta forma ativa é facilmente absorvida e pode complementar uma alimentação equilibrada, ajudando a manter os ossos fortes e saudáveis ao longo da vida.
A vitamina K é lipossolúvel, o que significa que é melhor absorvida quando consumida com alguma gordura saudável, como o azeite. Este cuidado ajuda a garantir que a vitamina K chegue de forma eficaz à corrente sanguínea e possa exercer os seus efeitos benéficos nos ossos.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas - O Dilema, da SIC.
Num ambiente muito intimista e cheio de significado, a modelo portuguesa Luísa Oliveira junta a mãe e a avó numa sessão fotográfica para celebrar o Dia da Mãe e eternizar os laços que as une. Entre conversas, gargalhadas e rotinas de skincare, revelam que a verdadeira beleza nasce do afeto, da cumplicidade, da partilha e da leveza de se sentirem bem na própria pele.
[shortcode_split_text]À conversa com Luísa Oliveira
Nesta entrevista falámos de cuidados de beleza que passam de geração em geração, de afeto e das memórias que trazem brilho à vida.
Num dia dedicado a celebrar o amor, saímos com a certeza de que são os momentos mais simples que se transformam nas memórias mais bonitas.
» Este shooting junta três gerações da tua família. O que representa para ti?
Poder fotografar, que é das coisas que mais adoro fazer, ao lado da minha mãe e da minha avó foi muito especial. Aliás, foi a primeira vez que o fizemos juntas, de forma profissional claro, e tenho a certeza que será uma memória guardada pelas três com muito carinho. Representa continuidade. É como ver o tempo materializado numa imagem. Ficamos com um registo do que vem de trás, do que somos hoje e do que levamos connosco para o futuro. Tenho muito orgulho nesta nossa ligação e neste primeiro trabalho em conjunto.
» O Dia da Mãe costuma ter um significado especial na tua família?
Sempre foi um dia vivido com proximidade. Não tanto pelos gestos grandes, mas por tentarmos estar todos juntos, almoçar em família e ficarmos à mesa pela tarde fora. Estes dias, no meio das rotinas caóticas e apressadas de cada uma, ajudam-nos a parar e lembram-nos do que realmente importa.
» Há alguma memória de infância com a tua mãe ou avó que te tenha vindo à cabeça durante esta sessão?
Sim, muitas memórias, na verdade. Durante esta sessão fotográfica, senti que trocámos os papéis. Elas duas olhavam para mim como porto seguro, apoio e talvez inspiração. E percebo cada vez mais que, independentemente da fase de vida e dos papéis que exercemos na família, existe um cuidado e um amor silencioso que está e estará sempre presente.
» O que aprendeste com a tua mãe e avó que hoje levas contigo no dia a dia?
A minha mãe é o meu maior exemplo de vida e de amor incondicional. Muito daquilo que sou hoje devo-o ao que vivi e aprendi com os meus pais. Destaco, acima de tudo, a importância da família, o respeito pelo próximo e o cuidado e atenção para com os outros. Também tive o privilégio de aprender muito com a minha avó, na verdade com os quatro avós que tenho a sorte de ainda ter presentes na minha vida. Com eles, aprendi a sorrir sempre à vida, a dar sem esperar em troca, a relativizar e a viver o tempo com mais leveza.
» Se pudessem dizer uma coisa uma à outra neste Dia da Mãe, o que seria?
Obrigada por tudo aquilo que são e pelo que me ensinaram a ser.
» O que achas que estas fotografias representarão daqui a 10 ou 20 anos?
Um testemunho de amor. Uma memória eternizada, que continua viva e que conta a nossa história sem precisar de palavras.
» Que mensagem gostariam de deixar a outras mães, filhas e avós?
Que valorizem o tempo que têm juntas. É nos momentos mais simples que estão as memórias mais bonitas e são essas que ficam para sempre.
» Há algum ritual de cuidado de pele que tenha sido passado de geração em geração?
O cuidado diário é algo que sempre vi em casa. Limpar, hidratar e respeitar a pele de forma consistente. Sei que o beber muita água, ter uma alimentação cuidada e ter qualidade de sono também são fundamentais para estarmos bem.
» Mas a vossa pele conta, por certo, histórias diferentes. Como cuidam dela?
Hoje temos necessidades diferentes, sim, mas uma base comum: cuidar com consciência e escolher produtos eficazes que correspondam e tratem as necessidades da nossa pele em cada fase diferente. Eu, por exemplo, uso a gama Vinoperfect para ajudar nas manchas de acne e trazer mais luminosidade à pele, a gama Vinoclean quando procuro uma limpeza profunda e a gama Vinopure quando tenho épocas com mais acne. A minha mãe foca-se mais na prevenção e nas primeiras manchas que vão surgindo com o tempo e vai alternando entre a gama Vinoperfect e a Resveratrol-Lift (antiaging). E a minha avó procura atenuar manchas mais escuras e uniformizar a pele - também vai alternando a Vinoperfect com a Premier Cru. No entanto, o produto que une as três é, sem dúvida, o Sérum Luminosidade Antimanchas Vinoperfect. É aquele essencial que já não dispensamos nas nossas rotinas diárias.
Três gerações, um mesmo gesto de cuidado
A beleza pode mudar com o tempo, mas há gestos que permanecem intactos. Luísa Oliveira, a mãe e a avó mostram que cuidar da pele é também uma forma de cuidar do vínculo que as une.
Sérum Luminosidade Antimanchas Vinoperfect
Para tratar as manchas cutâneas, a Caudalie desenvolveu a linha Vinoperfect, uma gama muito completa composta por um sérum, um creme de dia, creme de noite, cuidado aclarador contorno ocular, espuma micro-peeling. creme de mãos e uma máscara de efeito peeling.
O produto-estrela desta linha é o Sérum Luminosidade Antimanchas que é capaz de reduzir em 63% o tom das manchas, em qualquer fotótipo, e pode ser usado por todos os tipos de peles, mesmo as mais sensíveis, em mulheres grávidas ou a amamentar. Como se não bastasse, além destes benefícios é um produto não fotossensibilizante, ou seja, pode ser utilizado mesmo com exposição solar.
No segredo desta fórmula está a viniferina, um poderoso antioxidante, desenvolvido pela Caudalie e proveniente da seiva da videira, capaz de regular o processo de pigmentação e a sobreprodução de melanina. Quando associada a outros ingredientes ativos, a viniferina é capaz de estimular a renovação celular, inibir a síntese de melanina e a expressão dos genes da pigmentação.
O resultado é uma linha capaz de prevenir e corrigir todos os tipos de manchas, sejam estas causadas pelo sol, luz azul, acne, gravidez, desequilíbrios hormonais e envelhecimento.
Equilibrar ambições pessoais com a carreira é um desafio que Cláudia Ganhão, Filipa Monte e Cila Santos transformaram em sucesso. No Dia da Mãe, conhecemos estas três mulheres que não se anulam em nenhum dos seus papéis.
[shortcode_split_text]Conciliar a vontade de ser mãe com o desejo de avançar na carreira continua a ser um desafio para muitas mulheres. Porém, não é impossível. Cláudia Ganhão, Filipa Monte e Cila Santos são três exemplos de mulheres portuguesas que orgulham-se do equilíbrio que encontraram entre a vida profissional e a vida pessoal, transformando projetos com identidade própria em negócios de sucesso.
Conversámos com estas mulheres inspiradoras para conhecer melhor o seu percurso.
Cláudia Ganhão, especialista em Organização Pessoal Minimalista
Após quinze anos na indústria farmacêutica, a sofrer de um burnout e a sentir que vivia sem tempo para si ou para a família — é mãe de Lourenço, de 13 anos, e de Laura, de 15 anos — Cláudia Ganhão decidiu, em 2018, com 41 anos, despedir-se e dar um novo rumo à sua vida.
Depois de sair do piloto automático, “percebi quem eles [Lourenço e Laura] são de verdade”, confessa Cláudia Ganhão. “Antes estava sempre a correr e via-os de forma mais superficial. Quando abrandei, comecei a reparar nos detalhes, no que sentem, no que pensam, na forma como são únicos. Aprendi que não precisam de mais coisas minhas… precisam de mais presença minha”.
Hoje, Cláudia é especialista em Organização Pessoal Minimalista, autora do livro O teu minimalismo e fundadora da A.M.E. – Academia de Mulheres em Evolução, que tem como objetivo promover mudanças reais e sustentáveis, através do desenvolvimento de uma mentalidade de crescimento, de hábitos saudáveis, organização e autoconhecimento, que permitam às mulheres sair do modo piloto automático e viver com mais tempo, foco e leveza.
“Espero, acima de tudo, que os meus filhos sintam que não precisam de viver em esforço constante para serem felizes”, afirma. “Que percebam, através do exemplo, que é possível escolher um ritmo mais leve. Que nem sempre o caminho mais rápido é o mais certo. E que parar, ajustar e recomeçar faz parte.”
“Se eles crescerem a saber que podem escolher o que querem, o que não querem, o que faz sentido para eles, então sinto que já lhes dei uma base muito bonita. Porque, no fundo, é isso que pretendo: que construam uma vida que faça sentido para eles… e não apenas uma vida que pareça certa aos olhos dos outros.”
Filipa Monte, fundadora da MyApplePie
Filipa Monte, mãe de Manuel (18 anos), Duarte (16 anos), e Maria Rita (13 anos), é farmacêutica comunitária há 25 anos e fundadora da MyApplePie. O projeto foi criado em homenagem à sua tia Lúcia Corvo, mente por trás da receita original da tarde de maçã que brilhava nas reuniões familiares. Filipa certificou a cozinha onde produz as tartes e dedica-se a preservar a essência da receita original, transformando um legado familiar num negócio com identidade própria.
“Desde sempre que procuro viver com intenção e com um profundo sentido de propósito ao serviços dos outros”, conta à Saber Viver. “Ao longo de mais de duas décadas à frente de uma farmácia, aprendi a decidir com rigor, a assumir responsabilidades sem hesitação, a gerir a incerteza e a manter o foco, mesmo quando o caminho se revela incerto. Quando criei a MyApplePie, em 2021, trouxe comigo essa disciplina, mas também a coragem de recomeçar, de dar forma a um sonho com identidade e emoção, numa fase da vida em que muitos acreditam que já está tudo traçado.”
É precisamente esta fusão entre estrutura e vontade de criar que inspira Filipa a ser a mãe que é hoje. “A mulher de negócios ensinou-me que o erro não é um desvio, mas parte do percurso; que a consistência, silenciosa e persistente, supera qualquer talento momentâneo; e que crescer implica aceitar o desconforto como aliado”, partilha.
“Como mãe do Manuel, do Duarte e da Maria Rita, procuro transmitir-lhes esses valores, não através de palavras, mas pelo exemplo diário, mostrando-lhes que na vida podemos ter vários projetos, que com trabalho e muita dedicação podemos realmente fazer a diferença na vida das pessoas.”
“Acredito que a forma como vivo pode inspirá-los a valorizar o que realmente é importante na vida! Que a verdadeira realização não está apenas nas conquistas visíveis, mas na integridade com que se vive, na coragem de se manterem autênticos e na capacidade de encontrar significado no que fazem”, reflete, acrescentando: “Na realidade, são eles que me inspiram todos os dias! São miúdos muito trabalhadores (o Manuel desde os 8 anos que me ia ajudar na farmácia!), empreendedores, desportistas, bons alunos e que acreditam que podemos, com trabalho e determinação, alcançar o que quisermos! E amor! Que nunca falte o amor em tudo a que nos propomos!”
Cila Santos, CEO da Hit Nails e da Elite Mind and Business
As dificuldades que viveu durante a sua infância e adolescência não foram suficientes para matar o espírito de lutadora de Cila Santos. Em plena crise de 2008, fundou com o marido, Bruno Rosado, a Hit Nails, uma marca portuguesa que se tornaria uma referência no setor da beleza.
Quando questionada sobre como ensina os seus filhos — Eduarda e Santiago, hoje com 20 e 13 anos, respetivamente — a transformarem os obstáculos em oportunidades, a mulher de negócios é assertiva: não acredita em ensinar apenas com discursos bonitos, mas sim com consistência, atitude e exemplo, todos os dias.
“Os meus filhos cresceram a ver a verdade, a ver os nossos dias bons, mas também os dias difíceis. E isso, para mim, é educação emocional real, através do exemplo e do estímulo positivo”, diz. “Na minha casa não se foge dos problemas, enfrenta-se, resolve-se e aprende-se. Eu mostro-lhes que errar não é fraqueza, é caminho. E que cair não é vergonha… Vergonha é ficar no chão à espera de melhorar."
"Faço questão que eles percebam que os obstáculos não aparecem para nos travar, aparecem para nos preparar, para fortalecer o nosso caráter. E, o mais importante de tudo, ensino-os a não serem vítimas nas suas vidas. Porque, quando alguém se coloca no papel de vítima, abdica do poder de mudar.”
“Não quero criar filhos para caberem em padrões, quero criar filhos que tenham coragem de construir os seus próprios caminhos. A forma como eu vivo é o meu maior ensinamento. Porque eles não ouvem só o que eu digo eles absorvem quem eu sou. Se olharem para mim e virem uma mulher que não se anulou, que não viveu presa ao medo da opinião dos outros, que teve coragem de recomeçar, de mudar, de lutar pelo que acredita… então sei que estou a plantar as sementes certas”, conclui.
Atualmente, Cila é também CEO da Elite Mind and Business, a primeira escola de negócios para a área da beleza, autora do livro A Tua Verdade Incomoda e criadora do Método CILA, com o qual mentora milhares de mulheres em Portugal e no estrangeiro, inspirando outras mulheres a criarem os seus negócios e a liderarem com autenticidade, coragem e propósito.
Reunimos alguns dos artigos de moda, beleza, bem-estar e lifestyle que pode encontrar no interior da sua Saber Viver de maio. Agarre-a já nas bancas.
[shortcode_split_text]Na edição de maio descubra como preparar a pele para o sol de verão, tudo o que vamos querer usar nas estações quentes, dos pés à cabeça, o que é uma glowcation, tendência crescente no que toca a férias e viagens.
Isto e muito mais para ler na sua SV de maio, já nas bancas.
Nas páginas da Saber Viver de maio
Older and wiser
Esquecemo-nos, durante muitos anos, que a moda — e as mulheres — não têm um prazo de validade. Porém, somos recordadas de que somos nós quem dita o fim da nossa história, com cada vez mais exemplos à frente da câmara ou em cima da passerelle que exibem orgulhosamente os cabelos brancos e as rugas.
Ballerina Capuccina
Um híbrido entre a elegância de umas sabrinas e a praticidade de umas sapatilhas. São assim as sneakerinas, facilmente identificáveis pelos detalhes elásticos, atacadores femininos e materiais acetinados.
Quem vê caras não vê corações
Guardamos memórias na face como se fossem fotografias de momentos felizes em forma de manchas na pele. No entanto, podemos recordá-las apenas de cabeça, minimizando o aspeto destas marcas com os cuidados certos.
Eduardo, mão de tesoura
Pedimos que lhes cortem uns (bons) centímetros ou ansiamos para que cresçam sem parar, numa constante busca por reinvenção. Sempre indecisas quanto ao comprimendo dos nossos fios, percebemos, esta temporada, que não importa o tamanho, apenas a leveza e movimento que replicam.
Ready for a glowcation?
Mistura férias com skincare e bem-estar e é já uma das grandes tendências de 2026 em matéria de viagens. O que é, como é e, acima de tudo, para quem é?
Recuperar a saúde íntima
stigma associado à saúde íntima, ao envelhecimento e à menopausa, levam a um atraso no diagnóstico de doenças. Existem várias alternativas e tratamentos que melhoram a autoestima e a qualidade de vida.
Próximo destino? Andorra
Saímos de Lisboa com a esperança de ver neve, descansar e desfrutar de um dos melhores destinos de inverno. Ficámos apenas três dias e regressámos com vontade de voltar.
Mais formação, outros desafios, novas tendências. Como fatia grande do tecido social e da vida de cada um de nós, o mundo do trabalho muda e pede adaptação constante. Tanto da parte de quem contrata como de quem é contratado.
[shortcode_split_text]Se há área da vida onde o chamado generation gap (conflito de gerações ou, numa expressão ligeiramente mais suave, ‘debate geracional’) é notório é no meio laboral. Numa empresa tradicional, pessoas de todas as idades têm de, em nome de um propósito comum – o trabalho que tem de ser feito – encontrar uma linguagem única, mesmo que as expressões usadas possam ter formatos e sonoridades diferentes.
A chegada da geração Z (os nascidos entre 1997 e 2012) ao mercado de trabalho, marcada já por uma pandemia (do Covid-19) que veio revolucionar a forma como todos trabalhamos, tem sido um enorme desafio para empresas que estavam habituadas a compromisso firme e lealdade cega. Nativos digitais e absolutamente empenhados em pôr a sua saúde mental em primeiro lugar, os funcionários da geração Z em nada se assemelham aos seus pais – membros da geração X, os ‘filhos’ do movimento yuppy que cresceram formatados para o sucesso e para os sacrifícios que ele muitas vezes exige.
E isso não é mau nem bom; é apenas uma nova realidade que obriga a que as empresas se atualizem. Adeptos de horas e locais de trabalho flexíveis (teletrabalho ou regime híbrido são condições básicas para a escolha do empregador) e implacáveis no que toca aos seus tempos livres, os jovens na casa dos 20 estão a obrigar as empresas a alterar a sua postura, o que nem sempre é totalmente entendido pelas gerações mais velhas.
Talvez por isso uma das novas tendências no meio laboral seja o regresso dos empregados com mais de 50 anos, que compensam em empenho e capacidade de entrega a menor agilidade digital que possam ter.
Nova geração, novos valores
Para entender melhor estas e outras tendências que estão a surgir no mundo laboral – como o microshifting (trabalhar em blocos de tempo intercalados em vez das habituais oito horas seguidas) – e a forma com nos afetam a todos, independentemente da idade e do número de anos no ativo, conversámos com Margarida Casa Nova, psicóloga e Senior Human Resources Specialist na indústria farmacêutica. Com largos anos de experiência a ‘gerir pessoas’, começou precisamente por nos falar da abordagem mais light que a geração Z tem em relação ao trabalho.
"É uma geração da era digital que cresceu num mundo fortemente conectado e tecnológico", começa por dizer a psicóloga. "As empresas têm que se adaptar para conseguirem recrutar e reter os melhores, uma vez que, caso não exista flexibilidade no que diz respeito aos horários e ao local de trabalho, muitos jovens acabam por não aceitar propostas de trabalho e mesmo que as aceitem, acabam por não ficar muito tempo nas organizações, o que leva a uma enorme rotatividade e a uma necessidade de se estar constantemente a recrutar para as mesmas vagas."
"Outra tendência que se verificou nos últimos anos é a importância dada pela geração Z a trabalhos com propósito e sentido de missão e a valorização de um ambiente de trabalho saudável. Optam por organizações alinhadas com os seus valores e não abdicam do equilíbrio vida pessoal-trabalho".
Uma geração com um conjunto de valores diferentes dos seus antecessores que, por isso, requisita novas condições de trabalho. "Quem está agora a entrar no mercado de trabalho valoriza benefícios relacionados com a flexibilidade (de horários, possibilidade de fazer trabalho remoto...), de saúde e bem-estar (seguros de saúde, reembolso de despesas médicas e relacionadas com a atividade desportiva, apoio psicológico, programas de saúde física e mental...), de desenvolvimento pessoal (comparticipação nas despesas relacionadas com educação e formação profissional...), assim como a oferta de cartões para complementar o salário, pagamento de transportes (passes sociais, TVDE, mobilidade verde’ como bicicletas e trotinetes, estacionamento...)", refere Margarida Casa Nova, acrescentando: "Sendo uma geração da era digital, convém mencionar ainda a contribuição das empresas em gastos relacionadas com a Internet para fins profissionais e a comparticipação para aquisição de equipamento de apoio ao teletrabalho (secretárias, cadeiras ergonómicas...)".
Importante também para esta geração é sentirem que são tratados como os seres individuais que são: "Os benefícios têm de ser flexíveis e ir ao encontro das necessidades de cada trabalhador, permitindo uma personalização dos mesmos de acordo com os seus interesses. O salário continua a ser importante, mas ter um leque apetecível de extras pode ajudar as empresas a transmitir a ideia que se preocupam com os seus funcionários e com as diferentes dimensões da sua vida", remata a psicóloga.
Microshifting & regresso dos 50+
Depois de expressões como ‘trabalho remoto’ e ‘híbrido’ terem entrado no léxico de todos, será que é altura de aprendermos novas palavras, como microshifting? Trata-se da substituição das habituais oito horas seguidas de trabalho por turnos (shifts) curtos mas altamente produtivos. Será esta uma nova tendência com capacidade, também ela, de ser adotada pela nova geração?
"O microshifting pode fazer sentido quando um trabalhador precisa de se focar para completar uma tarefa de A a Z sozinho. No entanto, em contexto de equipa pode ser complicado. Porque, apesar de a maioria dos funcionários desejarem horários de trabalho flexíveis, têm de existir momentos de comunhão com os colegas para partilhar dúvidas e procurar soluções em conjunto. O sucesso – ou não – do microshifting dependerá, obviamente, dos setores de atividade em causa, do grau de autonomia dos trabalhadores e da necessidade de colaborar com outros para a resolução de questões no seu dia a dia. Nenhum homem ou mulher é uma ilha numa empresa..."
Ninguém é uma ilha e toda a experiência é bem-vinda. Com skills comprovados, compromisso à prova de bala e sem os caprichos habitualmente associados à geração ‘mimimi’ (a Z), muitas empresas estão a recrutar trabalhadores na casa dos 50 anos, tradicionalmente considerados novos demais para se reformarem mas demasiado velhos para começarem um novo emprego. Menos digitais que os mais jovens, têm social skills – por exemplo, falar ao telefone não é um problema, ao contrário dos mais jovens que comunicam quase exclusivamente através de SMS ou chats.
Aqui, a nossa especialista em recursos humanos não hesita em concordar nas vantagens que podem existir na contratação de pessoas mais velhas: "O regresso das pessoas com mais de 50 anos ao mercado de trabalho é uma clara mais-valia porque traz de volta profissionais com bastante experiência acumulada e com maior estabilidade emocional, uma vez que já passaram por períodos de escassez de trabalho e/ou eventual desemprego, o que os torna mais resilientes e com maior capacidade de lidar com a pressão do que a geração Z. Além disso, os profissionais 50+ valorizam a estabilidade e a permanência na empresa, ao contrário da geração Z, que, muitas vezes, à primeira contrariedade acaba por entregar a carta de demissão."
"Outro papel importante que os profissionais mais velhos podem ter é transmitir aos mais novos o seu conhecimento acumulado dando-lhes orientação no que diz respeito às competências interpessoais necessárias para a função e para a sua progressão de carreira. Por outro lado, os mais novos também podem ajudar os mais velhos no uso das novas tecnologias. O ideal é, por isso, ter uma panóplia diferenciada de idades numa empresa".
O fim anunciado do trabalho presencial e outras questões
Gerir expectativas é sempre uma das tarefas mais difíceis quando se lida com pessoas, seja em que área for, mas, muito marcadamente, no campo profissional. "Quando se faz recrutamento, nunca é fácil gerir as expectativas dos candidatos face à vaga que temos para oferecer principalmente em posições de entry-level", sublinha a nossa expert em recursos humanos.
"Muitos candidatos vêm do ensino superior com ideais irrealistas no que diz respeito ao mercado de trabalho em Portugal. A nível de gestão de pessoas o mais desafiante será a questão da motivação visto que, por defeito de formação, sei que é impossível uma pessoa estar sempre 100% feliz".
Já referimos que, mais do que um requisito, a possibilidade de trabalhar remotamente é uma condição de permanência na empresa para muitos jovens. Estará então o trabalho presencial em vias de extinção? "Na verdade, fala-se muito do regresso ao trabalho presencial. Em Portugal será uma questão dramática visto que, com a crise imobiliária, muitos jovens optaram por sair do Grande Porto e da Grande Lisboa. A acontecer, tal regresso irá sobrecarregar os acessos aos centros urbanos e zonas empresariais. Não sei como as empresas irão gerir essa questão, porque e, caso insistam nessa hipótese, tenho ideia de que haverá fugas de cérebros para empresas da União Europeia que tenham políticas mais favoráveis no que ao trabalho remoto diz respeito."
"Outra tendência a ter em conta é o papel da inteligência artificial no mundo empresarial e a forma como se deverá lidar com a preocupação crescente que a mesma irá tornar redundantes alguns postos de trabalho".
Em jeito de conclusão, há a referir um aspeto que não perdeu nenhuma relevância: as soft skills. Margarida Casa Nova concorda: "Apesar de o mercado de trabalho se ter alterado bastante nos últimos anos, principalmente no pós-pandemia, penso que as soft skills não mudaram assim tanto e podem mesmo ser mais importantes do que as competências técnicas. Um trabalhador deve ser empático, ser bom comunicador, ter pensamento crítico, ser adaptável à mudança e procurar soluções em vez de se focar nos problemas. Caso tenha estas competências de certeza que terá sucesso no decorrer da sua vida professional".
Porque, apesar de as necessidades se alterarem, os valores humanos não perdem solidez.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº307, janeiro de 2026.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo? A Saber Viver diz-lhe o que esperar para o horóscopo mensal de maio.
[shortcode_split_text]Descubra o que o próximo mês lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo mensal de maio: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas – O Dilema, da SIC.
Quem é que não tem memórias de infância que envolvem subir às nespereiras de casa dos avós e ficar a comer nêsperas até a barriga doer? Há alguma coisa na nêspera que nos traz excelentes recordações e nos enche de nostalgia.
[shortcode_split_text]Quando não as vemos caídas nos jardins de nossa casa, as nêsperas são produzidas, em Portugal, entre abril e maio, sobretudo no Algarve. Como é um fruto bastante resistente a pragas, é uma boa opção, lá está, para plantarmos no quintal e vermos as suas folhas aparecerem no outono e os frutos amadurecerem na primavera.
Este fruto oval, alaranjado, de casca fina e polpa sumarenta tem, segundo se lê na Tabela da Composição dos Alimentos do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, um baixo valor calórico (cerca de 51 calorias por cada 100 g) e um teor de potássio considerável.
Além disso, é composta por cerca de 86% de água, o que a torna hidratante e ideal para dias quentes. Rica em pectinas (fibras alimentares), atua na regulação do colesterol e, por ser uma excelente fonte de vitamina A, dá saúde às mucosas e à pele.
A nêspera do mercado para casa
Se não tem a sorte de ter uma nespereira no quintal, quando comprar nêsperas, opte por frutos intactos, com uma cor uniforme e sem zonas moles, isto porque se trata de uma fruta sensível com um tempo de vida pós-colheita relativamente curto.
À temperatura ambiente, as nêsperas mantêm-se entre seis e nove dias, enquanto, no frigorífico, duram até 15 dias.
Chá da eterna juventude
A maior parte das pessoas que gosta de comer nêsperas não sabe que as suas folhas são benéficas para a saúde. No Japão, as folhas da nespereira (Eriobotrya japonica) são muito usadas para fazer chá. O estudo Biological Activities of Extracts from Loquat (Atividade Biológica do Extrato de Nêspera, em português), publicado no Jornal Internacional de Ciência Molecular, concluiu que as folhas de nespereira contêm triterpenoides, compostos conhecidos pelas suas propriedades antialérgicas, anti-inflamatórias e antienvelhecimento.
Além de serem, muitas vezes, usadas nas fórmulas de cremes contra a acne pelas suas propriedades anti-inflamatórias, as folhas de nespereira, consumidas em chá, são benéficas para os pulmões, acalmando a tosse, por exemplo, para a diabetes e os rins, e os seus antioxidantes combatem os radicais livres.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº 251, maio de 2021.
Selecionámos várias ideias de experiências para que, neste dia especial, as mães dediquem algum tempo a si mesmas e se mimem como merecem! De restaurantes, a workshops e tratamentos de beleza, estas são as nossas sugestões.
[shortcode_split_text]O Dia da Mãe celebra-se todos os anos no primeiro domingo do mês de maio, mas todas sabemos que mãe só há uma, e que é importante mimá-la cada vez que podemos.
No entanto, nem sempre é possível, daí ser fundamental celebrar este dia e planeá-lo com todo o carinho e dedicação.
Para tal, reunimos várias experiências para todos os tipos de mães, desde beauty lovers a amantes de uma boa refeição.
Pronta para cuidar de quem sempre cuidou de si? Veja as nossas sugestões em baixo.
Ofereça experiências para o Dia da Mãe
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº311, maio de 2026.
Com a agenda social a ganhar ritmo, a dúvida sobre o que vestir torna-se constante. Entre peças-chave e acessórios indispensáveis, reunimos as sugestões ideais para responder a todos os convites da estação.
[shortcode_split_text]A primavera traz consigo dias mais longos, temperaturas suaves e uma agenda social que começa a ganhar vida. É a estação perfeita para explorar looks leves, elegantes e cheios de personalidade. Se está à procura de inspiração para diferentes ocasiões, reunimos sugestões que equilibram tendência e intemporalidade, ideais para quem quer fazer escolhas acertadas no momento de fazer compras.
Festa de casamento: o clássico que nunca falha
Para quem prefere um estilo mais clássico, a chave está em investir em peças intemporais com cortes impecáveis. Vestidos midi ou longos em tecidos fluidos, como seda ou renda, são sempre uma escolha segura. Tons neutros, como bege, azul-marinho, verde suave ou rosa antigo trazem sofisticação sem esforço. Complemente com sandálias elegantes de salto fino, uma clutch estruturada e joias discretas.
As joias perfeitas: as joias ocupam um lugar muito especial quando falamos dos looks para ir a um casamento. São essas peças que acompanham o momento, captam a luz e dão o toque final ao look. Pérolas, brincos em dourado, colares delicados, pulseiras finas e elegantes com detalhes coração. Designs intemporais que funcionam hoje, amanhã e daqui a muitos anos, e que se encaixam naturalmente nos estilos mais tradicionais.

1. Brincos 17,95€; 2. Ganchos 17,95€; 3. Brincos 19,95€; 4. Pulseira 12,95€ 5. Carteira 39,95€; 6. Colar e brincos 49,95., Tudo Bijou Brigitte.
Casamento ao final do dia: elegância com leveza
Quando o casamento acontece ao entardecer, o dress code permite um toque mais descontraído, sem perder a elegância. Aqui pode apostar em vestidos com tecidos acetinados ou com ligeiro brilho funcionam muito bem à luz dourada do fim de tarde. As cores podem ser mais ousadas coral, lavanda ou até padrões florais sofisticados.
As joias perfeitas: brincos médios ou ligeiramente statement, colares com pontos de luz ou pedras coloridas e anéis elegantes. Um equilíbrio entre sofisticação e descontração.

1. Anel 17,95€; 2. Colar 10,95€; 3. Brincos 10,95€ 4. Conjunto de pulseiras 14,95€ 5. Colar 19,95€ 6. Brincos 9,95€; 7. Carteira 34,95€. Tudo Bijou Brigitte.
Sunset vibes: espírito boémio e descontraído
Para quem não perde uma sunset party, o estilo boémio é o protagonista. Vestidos fluidos, estampados étnicos ou florais, e conjuntos leves em tecidos naturais são ideais. Franjas, rendas e crochê acrescentam textura e autenticidade ao look. Nos acessórios, aposta em peças artesanais, chapéus de aba larga e sandálias rasas ou plataformas.
As joias perfeitas: peças em materiais como madeira, missangas, franjas em tecidos, colares em camadas, brincos grandes e texturizados e pulseiras múltiplas. Misture peças diferentes (pendentes de flores com pendentes de frutas, por exemplo). O mix & match é bem-vindo.

1. Anel 14,95€; 2. Carteira 29,95€; 3. Colar 17,95€; 4. Pulseira 12,95€ 5. Brincos 19,95€. Tudo Bijou Brigitte.
Festa na praia
Eventos à beira-mar pedem looks práticos, frescos e elegantes sem esforço. Vestidos soltos, conjuntos de linho ou um top ou fato de banho combinado com saia são sempre excelentes escolhas. Opte por cores claras, branco, areia, azul- mar ou padrões tropicais suaves. Nos pés, sandálias planas ou espadrilles são ideais para a areia. Acessórios como malas de palha e óculos de sol completam o visual com charme e funcionalidade.
As joias perfeitas: joias de verão com elementos ligados ao mar, como conchas, estrelas, tartarugas, búzios, sem esquecer as pedras coloridas e as pérolas que lhe dão muita personalidade.

1. Mola para o cabelo 12,95€; 2. Brincos em prata 925 19,95€; 3. Colar 19,95€; 4. Brincos em prata 925 29,95€; 5. Brinco de orelha 2,95€; 6. Colar 17,95€. Tudo Bijou Brigitte.
Spring party/cocktail
Para um cocktail primaveril, aposte em looks românticos. Vestidos curtos, fluidos em cores leves, como o amarelo-manteiga, e combine com umas mules em tons dourado.
As joias perfeitas: peças românticas que lembram a primavera, desde fios compridos com pendentes até chokers delicados com detalhes florais. Nos brincos, aposte em modelos statement como argolas trabalhadas, brincos compridos com elementos como flores — as tulipas são uma excelente opção. As pulseiras devem seguir a mesma linha descontraída. Joias discretas, hiperfemininas, mas com presença, pensadas para acompanhar o momento sem lhe tirar protagonismo.

1. Brincos 6,95€ 2. Pulseira 14,95€ 3.Pulseira 17,95€ 4. Anel 12,95€ 5. Colar 17,95€; 6. Argolas 17,95€ 7. Carteira 39,95€. Tudo Bijou Brigitte.
As joias ganham um papel essencial na construção de looks versáteis e cheios de personalidade, adaptando-se com facilidade às diferentes ocasiões da estação. Assim, mais do que simples acessórios, as joias tornam-se protagonistas na transição entre ambientes, estilos e momentos, conferindo identidade e equilíbrio a cada look primaveril.
Inspire-se na galeria de peças que preparámos para si.
























