Flores, sol e roupas menos pesadas – esperamos nós. A inspiração que precisa para março está nesta galeria. Veja o que tem no armário e comece a conjugar.
[shortcode_split_text]*Durante este ano, a Saber Viver vai dar-lhe a inspiração que precisa para saber o que vestir quando já não sobrarem ideias. Conjugações de padrões, tecidos e peças que provavelmente já tem no armário, mas que não usa porque estão no fundo da gaveta ou porque provavelmente acha que já estão fora de moda.
É verdade que com as temperaturas que têm estado, parece que já estamos na primavera (consequência das alterações climáticas que agora manifestam-se com uma aparente troca de estação).
Embora não seja possível saber ainda como vai arrancar a estação, a verdade é que já podemos olhar para as tendências e perceber o que queremos/vamos usar.
Entramos no mês de março com algumas sugestões:
• Já pode mostrar um pouco das pernas. Ainda não se sabe ao certo como será esta primavera (se quente, se mais fria), mas os calções, saias e vestidos são um must-have. Tanto em ganga como malha, use e abuse destas peças.
• As saias compridas e as gabardinas não arredam pé. Sugerimos que as utilize nos dias de chuva, com botas Chelsea e camisolas de malha quentinhas.
• Com dias mais soalheiros, usamos também mais padrões. Não tenha medo de misturá-los!
20 looks para usar em março
Uma mão cheia de morangos, uma tablete de chocolate e marshmallows q.b. Podia ser uma receita duma sobremesa, mas são apenas alguns dos ingredientes mais comuns em perfumes gourmands. Falamos-lhe sobre esta família de fragrâncias cada vez mais utilizada.
[shortcode_split_text]Ao caminharmos pela rua, um aroma açucarado e guloso prende-se no ar. Daqueles que, só de o sentirmos, ficamos com diabetes. Pode vir duma pastelaria francesa, de onde saem, a cada meia hora, croissants quentinhos, macarons vibrantes e éclairs deliciosos; pode ser dum café dinamarquês, no qual um latte aquece a alma e um bolo nos surpreende pela sua fofura. Não sabemos bem. Afinal, este não é mais do que um cenário imaginado na nossa cabeça. O mesmo que passa pela mente dum perfumista quando dá vida a uma fragrância gourmand.
Com ingredientes como a baunilha, café, caramelo, chocolate, pistáchio e outros comuns em sobremesas, esta família com notas gustativas, às quais também conseguimos ter acesso provando, tornou-se irresistível.
Mylène Thioux, diretora perfumista da Equivalenza, define-os como “envolventes, sofisticados e aconchegantes ao mesmo tempo”, acrescentando que expressam “modernidade, ousadia e sensualidade”. Cláudia Camacho, reconhecida como a primeira perfumista independente em Portugal, adianta ainda que “são muito vendidos como aromas prazerosos, sensuais e nostálgicos”, apesar de considerar, pessoalmente, o contrário.
“Quando alguém se senta ao meu lado com esta família muito carregada no perfume, sou capaz de me levantar e ter de procurar outro local”, confessa. Perguntamos-lhe porquê. Além duma questão de gosto pessoal, afirma considerar que “70 por cento dos perfumes lançados não têm um equilíbrio entre estas notas”. E, tal como uma sobremesa, quando o açúcar é demasiado, torna-se enjoativo.
“Estas notas sempre foram trabalhadas, mas como secundárias. Foi com o perfume Angel [da Mugler] que passaram a ser entendidas e trabalhadas como notas principais dum perfume”, começa por esclarecer. “Vivíamos uma tendência completamente minimalista na área da perfumaria antes desta fragrância, com uma presença muito forte nos anos 80 e 90, surgir. Esta família goumande já existia anteriormente, mas foi popularizada por este perfume”, adiciona.
A sua diferença seduziu um elevado conjunto de pessoas, que trocaram os seus favoritos por este aroma marcante.
Um perfume para cada um
Não é, claro, para todos. “Reflete uma personalidade ousada, intensa e conte porânea”, avança Mylène Thioux. Tam- bém Cláudia Camacho acredita serem adequados para os que “procuram deixar marca”. Ainda assim, defende que nem sempre “retrata fielmente” quem os escolhe. “Digo, honestamente, que muitos dos que utilizam este tipo de perfume estão a usar o errado, porque não tem muito que ver com elas; deveriam ir para famílias mais amadeiradas, como os famosos chipres, ou para notas oceânicas”, admite. “Há um abuso excessivo do doce, que muitas vezes não abona à favor da personalidade da pessoa”, termina.
Da boca ao coração
Independentemente disso, têm sido “uma grande tendência no mundo da perfumaria”, revela a diretora perfumista da Equivalenza, que lançou recentemente Les Gourmandises, uma coleção composta por quatro fragrâncias que nos fazem viajar pelas memórias e reviver bons momentos à volta da mesa, a fazer bolos em família ou até encontros românticos.
Estas associações estão frequentemente por trás da envolvência e comunicação dos aromas, numa clara fusão entre olfacto e paladar — “dois sentidos intimamente ligados”, como lembra Cláudia Camacho. A união da Lancôme à Patisserie é um exemplo claro dessa estratégia.
Para apresentar o La Vie Est Belle Vanille, a marca traduziu as notas olfactivas num éclair gourmet. O resultado foi um doce exclusivo e requintado, que combinava “a baunilha caramelizada, jasmim luminoso e cremosidade dos almíscares brancos” presentes na fragrância.
Esteve disponível em Lisboa durante cerca de um mês, mais do que inicialmente previsto, graças ao sucesso da colaboração. Foi durante o outono que esta parceria viu a luz do dia. Não por acaso. Habitualmente, a família gourmande é pensada para os meses mais frios, uma vez que, por serem perfumes quentes e doces, funcionam como um abraço aconchegante.
Contudo, esta premissa tem vindo a ser refutada, podendo ser utilizados ao longo de todo o ano quando combinados com notas frescas. “Um gourmande leve com citrinos ou musk funciona na primavera; um frutado com elementos aquáticos pode ser adequado para o verão; e no inverno, podemos acrescentar-lhe profundidade com notas amadeiradas, especiadas, baunilha ou couro”, garante Amna Al Habtoor, fundadora da insígnia de fragrâncias unissexo Arcadia, em declarações à Vogue Arabia. Não é por acaso que comemos gelado mesmo nos dias mais frios. O segredo está sempre nos ingredientes que lhe adicionamos.
Perfumes gourmands para juntar ao toucador
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº309, fevereiro de 2025.
Cada relação é diferente, todas sabemos disso, mas o zodíaco pode dar uma ajuda na hora de descobrir quem é melhor para si. Este mês, veja a compatibilidade de Peixes no amor.
[shortcode_split_text]Será que esta é a pessoa certa para mim? Podemos complementar-nos da melhor forma? Somos compatíveis emocional, fisicamente e espiritualmente? Se já deu por si a fazer estas questões, saiba que não está sozinha.
Hoje, mostramos-lhe a compatibilidade Peixes, para que possa descobrir se deve ou não relacionar-se com este signo, de acordo com o seu. Ora veja.
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A compatibilidade Peixes com outros signos do zodíaco
Fonte: Constelações – Guia ilustrado de Astrologia de Carlota Santos (Marcador).
Nem só no amor surgem sinais de relações tóxicas. O mesmo acontece na amizade, embora seja, por vezes, mais difícil de identificar.
[shortcode_split_text]Falamos muitas vezes sobre “bandeiras vermelhas” nas relações amorosas, mas esquecemo-nos que também as amizades podem erguer algumas e agitá-las, lá no alto, com bastante intensidade. Afinal, a toxicidade não está apenas presente em dinâmicas de casal.
Contudo, é mais difícil apercebermo-nos de detalhes prejudiciais para a nossa saúde mental com os nossos amigos. Quer dizer, quando é que um comentário passa de uma brincadeira inocente, fruto da intimidade e confiança construídas ao longo dos anos, para uma crítica maldosa? Onde fica o limite? Quão estreita é essa barreira?
A linha é ténue. Por isso, quando uma amizade deixa de nos trazer felicidade, devemos questionar se continua a fazer sentido mantê-la.
Não é por acaso que o afirmamos. De acordo com um estudo, uma relação saudável e positiva está associado a menores níveis de stress e picos de pressão arterial, além de melhores mecanismos para lidar com as emoções.
Deste modo, ajudamo-la a identificar as bandeiras vermelhas nas amizades, pela sua saúde mental e bem-estar.
7 sinais nas amizades que não deve ignorar
1. Existe um desequilíbrio
Numa relação, é necessário haver sempre dois pratos em pé de igualdade. A balança tem de estar equilibrada, sem que uma das pessoas coloque mais esforço do que outra. Se é quem faz sempre os convites para uma saída ou inicia uma conversa, deve questionar o desequilíbrio da amizade, especialmente se sentir que, caso não dê o primeiro passo, nada acontecerá.
2. “Eu, eu, eu”
Algumas pessoas não o conseguem evitar: falam, falam, falam, e nunca conseguem sair do palco. E o tema, claro, é sempre as suas vidas, os seus trabalhos, os seus problemas. Mesmo quando existe um desvio nesse assunto, conseguem arranjar forma de retornar a esse. “Isso faz-me lembrar quando eu...”, dizem, tornando, mais uma vez, o tópico sobre si.
Uma relação só é possível quando existem (pelo menos) dois lados. Deste modo, se a sua amiga nunca pergunta por si e mantém o foco sempre nela, a dinâmica fica em desequilíbrio.
Merece ser vista e ouvida por quem, supostamente, gosta de si, por mais banais que sejam as suas novidades. É também para isso que servem os amigos.
3. Só se lembra da amizade quando está mal
Tal como o casamento, as amizades servem para os bons e os maus momentos. Por isso, se a sua amiga apenas lhe envia mensagens ou liga quando sente que a vida se está a despedaçar e precisa de ajuda, talvez seja boa ideia repensar o conceito de amizade. Especialmente, se, quando está com dificuldades, ela desaparece.
4. Apenas aparece nos bons momentos
Está sempre pronta para ir às compras, ao cinema ou a festas. No entanto, quando tem um dia mau e precisa da sua amiga, não pode contar com ela. Quando a diversão sai, ela também.
5. Em competição constante
Uma amizade deve ser sobre estar lá uma para a outra e celebrar as vitórias. Todavia, se quando algo de bom acontece na sua vida, em vez de a apoiar, a sua amiga torna a questão numa espécie de competição, será realmente sua amiga?
6. É continuamente forçada a escolher
Os ciúmes são difíceis de gerir para algumas pessoas. Porém, nunca deve ter de ser obrigada a escolher entre uma pessoa e outras coisas que gosta de fazer. Se a sua amiga quer que o mundo gire sempre em seu torno, em vez criar espaço para que possa praticar outros interesses sozinha ou com outros amigos, talvez seja hora de ter uma conversa séria com ela.
Esta comunicação é particularmente pertinente quando, depois de decidir seguir a sua própria vontade – afinal, é maior e vacinada -, recebe tratamento de silêncio ou é alvo de um comportamento agressivo e manipulador.
7. Não respeita os limites
Não precisamos certamente de a recordar, mas “não” é uma frase por si só. Por isso, quando define que não quer falar mais sobre determinado tema, os outros têm apenas que o respeitar. Quando não o fazem, será que se importam assim tanto consigo e os seus sentimentos?
Claro, que, por vezes, pode acontecer que a sua amiga passe, sem querer, a linha que estabeleceu. Todavia, se o faz constantemente e se sente desrespeitada, pode ser uma bandeira vermelha a ser agitada com força.
O olhar entra numa nova era: mais longo, mais definido e surpreendentemente leve. A Máscara de Pestanas Telescopic Extensionist, da L’Oréal Paris, prova que o impacto também pode ser elegante.
[shortcode_split_text]Durante muito tempo, o volume foi o centro da conversa quando o tema era máscaras de pestanas. Mas a beleza, tal como a moda, move- -se por ciclos, e o olhar contemporâneo pede agora outra sofisticação: comprimento, definição e elegância. É nesse território que se posiciona a nova Máscara de Pestanas Telescopic Extensionist da L’Oréal Paris, pensada para quem procura um efeito inspirado nas extensões, sem abdicar de naturalidade nem de conforto no dia a dia.
Fiel ao ADN de precisão da linha Telescopic, um verdadeiro clássico da marca, esta nova versão eleva a fasquia ao conjugar tecnologia e performance. A fórmula com pigmentos e fibras alongadoras envolve cada pestana da raiz à ponta, prolongando-as fio a fio e intensificando a definição e a cor. O resultado são umas pestanas super alongadas, até +5 mm mais perto das suas sobrancelhas, criando um olhar mais aberto, expressivo e imediatamente mais intenso.
A aplicação é parte essencial da experiência. A escova escultora, equipada com mais de 300 cerdas, foi desenhada para trabalhar cada pestana individualmente: separa, alonga e curva com precisão, mesmo nas mais curtas ou difíceis de alcançar. O acabamento é limpo e uniforme, permitindo construir intensidade camada a camada.

Comprimento que acompanha o ritmo da vida real
Mais do que um efeito bonito ao espelho, a Telescopic Extensionist foi pensada para resistir ao quotidiano. A sua fórmula garante até 24 horas de duração, mantendo as pestanas alongadas. Uma aliada segura para dias longos, agendas cheias e emoções à flor da pele.
O conforto não fica em segundo plano. Esta máscara é adequada para utilizadoras de lentes de contacto, tornando-se uma opção fiável para o uso diário, sem comprometer a performance.

Porque é que a Telescopic Extensionist se destaca?
• Fórmula que dura 24 horas.
• Comprimento extremo com efeito extensões: As fibras alongadoras aderem a cada pestana, criando um efeito visivelmente mais longo e elegante.
• Pestanas super alongadas: até +5 mm mais perto das suas sobrancelhas.
• Escova de alta precisão: Mais de 300 cerdas que separam e definem cada pestana, sem colar.
• Segurança e conforto: Adequada para utilizadoras de lentes de contacto.

Aprenda a potenciar o efeito
Para um resultado natural, aplique a máscara com movimentos suaves da raiz às pontas. Se desejar intensificar o olhar, construa o efeito com camadas adicionais, deixando secar ligeiramente entre aplicações. A escova de precisão permite reforçar o comprimento sem perder definição.
Mais do que maquilhagem, a Telescopic Extensionist de L’Oréal Paris traduz um novo luxo acessível: pestanas longas, definidas e naturais, que elevam o olhar sem excessos e acompanham todos os momentos do dia. Porque, no fim, o verdadeiro impacto está nos detalhes, pestana a pestana.
De 12 a 15 de março, o certame volta a preencher o Pátio da Galé, entre outros pontos de Lisboa, com novas propostas de designers, workshops, talks e muito mais.
[shortcode_split_text]O Pátio da Galé volta a receber, entre 12 e 15 de março, mais uma edição da ModaLisboa, na qual serão apresentadas as propostas outono-inverno de renomados designers portugueses, mas não só. Outras atividades, como exposições, workshops, talks e showcases, algumas de entrada gratuita, também são presença habitual no programa da Lisboa Fashion Week. Contamos-lhe tudo.
O mote da 66.ª edição
Pebbling — um conceito oriundo da cultura digital e observado originalmente no comportamento animal — dá tema à 66.ª edição da ModaLisboa, presented by OMODA & JAECOO e coorganizada com a Câmara Municipal de Lisboa. Este termo refere-se ao gesto de oferecer algo com o intuito de criar ligação: os pinguins, por exemplo, oferecem pedrinhas uns aos outros, enquanto os humanos, em contexto digital, enviam memes e vídeos. Mas, e na vida real?
“Num mundo hiperconectado, onde os fluxos digitais aproximam mentes mas frequentemente intensificam experiências de isolamento dos corpos, este gesto mínimo ganha uma nova centralidade. A mediação tecnológica deixa de ser neutra e passa a participar ativamente na construção das relações, influenciando a forma como agimos, nos percebemos e nos ligamos ao outro”, afirma a organização.
“É neste corpo de interação constante que a Moda se afirma como prática material e simbólica profundamente relacional. Não apenas vestimos corpos: operamos dentro de sistemas, culturas e tecnologias. Cada objeto, cada superfície, cada interface participa de uma rede mais ampla, onde humano, máquina, ambiente e matéria coexistem como agentes ativos.”
Calendário dos desfiles
Os desfiles arrancam a 13 de março, com Kolovrat (entrada livre), no CAM — Centro de Arte Moderna Gulbenkian, e continuam no Pátio da Galé com as propostas dos vencedores do concurso Sangue Novo, de DriOnADream, Francisca Fabinho e Çal Pfungst (entrada livre), através da Workstation Design apoiada pela Jean Louis David, e do projeto be@t Inspired by Nature, do CITEVE.
Bárbara Atanásio e Arndes (entrada livre), também através da Workstation Design apoiada pela Jean Louis David, Gonçalo Peixoto, Carlos Gil, Dino Alves e Portuguese Soul by APICCAPS integram a agenda de desfiles de sábado, dia 14, a acontecer no Pátio da Galé. Já Béhen preparou uma private viewing da nova coleção.
No MUDE — Museu do Design esperam-nos as criações de Ricardo Andrez, no sábado, e de Rosalyn Silva, no domingo. A fechar mais uma edição de ModaLisboa estarão ainda DuarteHajime, Luís Onofre, Nuno Baltazar, Valentim Quaresma e Luís carvalho.
Estado de co-presença
A campanha desta edição desenvolve-se como um percurso coletivo e evolutivo. Exemplo disso é o primeiro objeto visual apresentado pela organização, resultado dos contributos da comunidade ModaLisboa nos comentários do Instagram, recolhidos e acompanhados por Carincur e João Pedro Fonseca, da ZABRA, onde palavras, frases, emojis e interações começaram a transformar uma esfera inicialmente neutra.
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A campanha continuará a alterar-se até ao início do certame, incorporando novas participações nesta publicação.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas - O Dilema, da SIC.
Volume intenso, efeito lifting visível desde a raiz e elevação duradoura: a nova Lash Sensational Body da Maybelline promete transformar o momento mais tenso da rotina de maquilhagem no mais satisfatório.
[shortcode_split_text]Somos milhares de milhões à face da Terra, mas há algo que nos une: a forma como aplicamos máscara de pestanas. Inclinamos ligeiramente a cabeça, abrimos de forma instintiva a boca, pausamos a respiração e fazemos figas, mentalmente, para não piscarmos os olhos no preciso momento em que encostamos a escova. O foco é absoluto. A tensão é palpável.
No entanto, assim que terminamos o gesto, a expressão muda drasticamente. Não conseguimos esconder um sorriso de satisfação. Ao espelho, vemos umas pestanas esculpidas e curvadas, com efeito lifting visível desde a raiz. Simplesmente, a definição de perfeição. A culpada? A nova Lash Sensational Body da Maybelline.
Curvatura e elevação até 24 horas
Este efeito não irá desaparecer em breve. De longa duração, a máscara levanta as pestanas até 24 horas, proporcionando um volume e elevação significativos durante todo o dia e noite (mas prometa-nos que a retira quando for dormir!).
O aspeto cuidado é duradouro, mesmo depois de longas horas a dançar como se ninguém estivesse a ver. Afinal, é resistente a manchas, descamação, transferências e suor.
Com uma fórmula sedosa, leve e modulável, desliza suavemente por cada pestana, distribuindo o produto de forma homogénea, sem grumos. Graças à sua escova flexível Body Curve, com formato de ampulheta, adapta-se à linha natural das pestanas e permite uma aplicação precisa. Não terá dificuldade em alcançar todas, mesmo as mais tímidas e difíceis.
Além disso, o resultado é modulável e adapta-se a qualquer visual. Para uma maquilhagem natural, ideal para o dia a dia, aplique uma camada ou multiplique-as até obter um look intenso e dramático para uma saída com amigas.
A Lash Sensational Body está disponível por 13,99€.
Estaremos a confundir amor com dependência emocional ou medo de perder o outro? No Dia dos Namorados, Helena Paixão, psicóloga clínica, reflete sobre o amor incondicional romântico e o que torna uma relação saudável.
[shortcode_split_text]Crescemos rodeados de histórias que nos ensinaram que o amor verdadeiro tudo suporta, tudo perdoa e tudo aguenta. Filmes, músicas e narrativas culturais repetem a ideia de que, quando o amor é “a sério”, é incondicional.
Mas será mesmo assim? Ou estaremos a confundir amor com resistência, apego ou medo de perder? Do ponto de vista psicológico, esta é uma questão central porque a forma como entendemos o amor influencia diretamente a forma como nos relacionamos, colocamos limites e cuidamos de nós.
O que significa, afinal, amor incondicional?
O conceito de amor incondicional está, sobretudo, associado às relações parentais, sobretudo na relação cuidador–criança. É um amor que não depende do comportamento do outro para existir. A criança pode errar, testar limites, falhar e continua a ser amada.
Nas relações românticas, a lógica é diferente.
O amor entre adultos pressupõe reciprocidade, escolha consciente e responsabilidade emocional. Não é apenas um vínculo afetivo, é uma relação entre duas identidades autónomas. Por isso, falar de amor romântico incondicional pode ser não só irrealista, como potencialmente perigoso.
Quando o “amor sem condições” se transforma em autoabandono
Muitas pessoas permanecem em relações que lhes causam sofrimento acreditando que amar é aguentar. Aguentar a indiferença, a falta de cuidado, a desvalorização emocional ou até comportamentos abusivos. Nestes casos, o amor deixa de ser um espaço de crescimento e passa a ser um lugar de sobrevivência e toxicidade.
Do ponto de vista psicológico, isto acontece muitas vezes quando o medo de perder é maior do que o medo de se perder a si próprio, a autoestima está fragilizada, existe um padrão de vinculação inseguro ou quando se confunde intensidade emocional com amor.
Amar sem condições, nestes contextos, não é um amor saudável, é muitas vezes uma tentativa de garantir vínculo a qualquer custo.
Amor saudável implica condições?
As “condições” num amor adulto não são exigências rígidas ou jogos de poder. São limites emocionais básicos como respeito, segurança, cuidado, responsabilidade afetiva e coerência entre palavras e ações.
Quando dizemos “Eu amo-te, mas não aceito ser desrespeitada." ou “Eu escolho estar contigo, mas não à custa da minha saúde emocional.”, não estamos a amar menos. Estamos a amar de forma mais consciente.
O amor saudável não elimina conflitos, mas cria espaço para reparação. Não exige perfeição, mas exige compromisso emocional.
A diferença entre amar e precisar
Um dos grandes desafios nas relações românticas é distinguir amor de necessidade emocional. Quando precisamos do outro para nos sentirmos inteiros, validados ou seguros, tendemos a aceitar mais do que devíamos. O amor maduro nasce da escolha, não da carência. Não significa que não precisemos de vínculo. Todos precisamos. Significa que o outro não pode ser a única fonte de valor pessoal, segurança ou identidade.
Quando o amor é vivido como dependência, qualquer ameaça à relação ativa ansiedade, controlo ou submissão. Quando é vivido como escolha, permite liberdade e crescimento mútuo.
Amar não é perder-se
Do ponto de vista terapêutico, uma das frases mais comuns em contexto de consulta é: “Eu já não sei quem sou fora desta relação.”
Quando o amor exige que nos anulemos, silenciemos emoções ou ignoremos limites internos, deixa de ser amor e passa a ser um padrão relacional desadaptativo. Amar alguém não implica abdicar de si. Pelo contrário, relações saudáveis fortalecem a identidade, não a diminuem.
O amor romântico saudável é um amor com presença, escolha e responsabilidade emocional. É um amor que aceita imperfeições, mas não normaliza o sofrimento. Que compreende falhas, mas não ignora padrões destrutivos.
É um amor que diz: “Escolho-te, enquanto esta relação for um lugar seguro para ambos.” E isso não o torna frágil. Torna-o adulto.
Amar bem também se aprende
Muitos de nós não aprendemos a amar de forma segura. Aprendemos a adaptar-nos, a agradar, a ficar, a insistir. Questionar a ideia de amor incondicional nas relações amorosas é um passo importante para relações mais saudáveis com os outros e connosco próprios. Amar não é resistir a tudo. Amar é escolher cuidar e continuar quando o amor é fonte de respeito, admiração, intimidade e crescimento mútuo. E, talvez, isso seja a forma mais profunda de amor que existe.
Temos presentes para todos os gostos, originais, acessíveis e até para quem quer gastar um pouco mais do que é suposto. Descubra as nossas sugestões de prendas para o Dia dos Namorados e entre já no mood.
[shortcode_split_text]É tão difícil acertar no presente ideal para um homem como para uma mulher. Neste Dia dos Namorados não deixe tudo para a última da hora e inspire-se nas nossas sugestões para conseguir acertar em cheio no presente que vai oferecer.
As coleções especiais para assinalar a data multiplicaram-se pelas marcas e são mais que muitos os produtos que querem tornar o Dia de São Valentim numa data inesquecível. Desde relógios, bijutaria, calçado, bombons e presentes para os dois, inspire-se nestas ideias para surpreender no dia mais romântico do ano.






