Durante a sua investigação, Matthew Williams descobriu que não há diferenças biológicas entre quem comete um crime de ódio e quem não o faz. A diferença está nas experiências vividas e na escolha: “Da mesma forma que podemos escolher odiar podemos decidir não o fazer”.

[shortcode_split_text]

Tinha o sonho de ser jornalista, mas um crime de ódio mudou o rumo da sua vida. Tudo aconteceu à porta de um bar gay em Londres, no final dos anos 90, onde tinha ido festejar com amigos o final da época de exames.

Saiu para ir fumar e um indivíduo aproximou-se para lhe pedir lume. Nem teve tempo de agarrar no isqueiro, surgiram mais dois e, em poucos segundos, foi agredido com um soco e insultado pela sua orientação sexual.

Desde aí, tem-se dedicado a estudar o ódio e os crimes que dele resultam e é considerado um dos maiores especialistas do mundo em formas contemporâneas de ódio e cibercrime.

Professor de Criminologia na Universidade de Cardiff e diretor do HateLab (um centro de dados sobre discurso de ódio e os crimes), Matthew Williams conversou connosco sobre a linha ténue que separa o preconceito e o ódio, tema do seu livro A Ciência do Ódio (Contraponto).

a ciência do ódio

A Ciência do Ódio (Contraponto) 20,90€

Entrevista: Matthew Williams

A guerra na Ucrânia tornou ainda mais relevante o tema do seu livro, pois se há períodos em que o ódio prospera são os conflitos.

Sem dúvida. Comecei a pensar no livro por causa do Brexit e da eleição de Trump, depois veio a pandemia, que trouxe consigo o ódio contra os asiáticos, e achei que era o momento certo para o escrever. Agora, temos a Ucrânia. Quanto mais instabilidade houver, mais ódio se gerará. Tudo o que destabiliza e cria stresse tende a ser seguido por um período de intenso preconceito e de aumento dos crimes de ódio.

Como se combate isso?

Durante a guerra é muito difícil, há muito sofrimento, mas é importante que apoiemos as pessoas que estão a passar por ela. Mas o combate tem de começar antes das crises. Começa nas escolas, sobretudo antes dos 11 anos.

Os estudos mostram-nos que, quanto mais convivermos com pessoas diferentes de nós (de outra raça, de outro género, de outra religião ou de uma orientação sexual diferente da nossa), mais tolerantes seremos, porque deixamos de ver a diferença como uma barreira. A mistura social reduz o preconceito, porque acaba com os estereótipos negativos e faz com que percebamos que somos todos iguais, mesmo sendo de outra cor, sexo ou religião.

As redes sociais facilitaram o ódio?

No livro, chamo às redes sociais acelerador. Existem vários, mas as redes sociais são um marco diferenciador em relação ao passado.

Quando me perguntam se há mais ódio hoje, tenho dificuldades em responder, no entanto, a velocidade com que o ódio se espalha atualmente é muito maior. É difícil escapar-lhe quando estamos numa rede social.

Anteriormente, se fôssemos vítimas de ódio no pátio da escola, em casa sentíamo-nos seguros; hoje, vai connosco para todo o lado, o que pode ser traumático.

Com a tecnologia que temos hoje, um novo Hitler seria devastador - Matthew Williams, professor de Crimonologia

Têm um efeito ampliador?

Claro e, para muitos utilizadores, especialmente os mais jovens, essa constância pode ser traumática. Mas há outros aspetos importantes nas redes sociais que são os algoritmos. Estes alimentam os nossos preconceitos, porque toda a pesquisa que fazemos tende a refletir o que gostamos.

Tornamo-nos uma commodity, ou seja, somos vendidos e o pior de nós é refletido na informação que nos chega através de posts e das pesquisas no Google. É como se os nossos preconceitos fossem validados e torna-se um círculo vicioso.

Isso já me aconteceu. Como cientista, queria perceber como é que os antivacinas construíam o seu discurso e comecei a ver vídeos no TikTok e, de repente, só tinha sugestões sobre o tema... Só consegui sair deste loop cancelando a conta.

As redes sociais deviam ser controladas?

São difíceis de controlar. Os algoritmos são desenhados para serem caixas negras e funcionam para estarmos agarrados às redes sociais, apresentando-nos a informação que acham que queremos ver e que, com o tempo, se torna cada vez mais extremista.

Na época das redes sociais, um ditador como o Hitler teria ainda mais impacto?

Sem dúvida. Imaginem o Joseph Goebbels com redes sociais. Com a tecnologia que temos hoje, um novo Hitler seria devastador. Por exemplo, o Facebook teve um papel determinante no genocídio dos rohingyas em Myanmar porque ajudou a demonizar esta minoria. Não havia literacia em redes sociais no país e as pessoas acreditaram em tudo o que viam sem questionar.

A forma de ódio que mais vemos nas redes sociais é a misoginia, que supera o racismo e a homofobia. Para mim, é muito preocupante que, ainda hoje, o sexismo seja a forma mais relevante de preconceito - Matthew Williams, professor de Crimonologia

O Meta permite “discursos violentos que mencionassem a morte aos invasores russos”. Como é que vê essa situação?

O que temos visto é um aumento de discurso contra os russos no geral e é triste, porque não foi o povo que decidiu a invasão. Na altura dos atentados do Estado Islâmico, que levaram ao aumento do ódio contra os muçulmanos, as autoridades alertaram para esse facto, agora não estão a fazê-lo.

Tenho alunos russos que estão a sofrer abusos nas redes sociais e nem querem falar por causa do sotaque. É preciso afirmar veementemente que esta não é uma guerra dos russos, mas de um homem. No que diz respeito ao Putin, não se pode agir como ele tem agido e esperar ser respeitado no mundo.

No livro diz que aprendemos a odiar. O que faz as pessoas odiarem?

Nascemos sem preconceitos e sem ódio, mas com a capacidade de odiar. É inquestionável que todas as pessoas têm preconceitos e, se o negarmos, estamos a mentir a nós próprios. Não temos capacidade para absorver toda a informação sobre todos os grupos e, por isso, criamos estereótipos negativos e preconceitos.

Contudo, podemos decidir o que fazer com esses preconceitos, podemos afastarmo-nos deles e suprimi-los. Um dia depois dos atentados em Londres, ao entrar no metro, vi um asiático com uma mochila e o meu primeiro pensamento foi que era uma bomba, mas estava simplesmente a ser preconceituoso.

O preconceito afasta-nos de outras pessoas; já o ódio é basicamente um preconceito que foi nutrido e que leva a uma atitude, a um crime.

Todos nós podemos ser haters, mas, da mesma forma, podemos escolher não odiar - Matthew Williams, professor de Crimonologia

Os haters são pessoas normais?

Sim. Quando fui atacado por ser gay, achei que era muito diferente das pessoas que me atacaram e que haveria diferenças biológicas cerebrais que os fariam sentir ódio, mas, na minha jornada profissional, descobri que se tivesse crescido na comunidade deles, se tivesse experienciado coisas que eles viveram ou sido exposto à religião de forma diferente, poderia cometer crimes de ódio.

Todos nós podemos ser haters, mas, da mesma forma, podemos escolher não odiar. Eu próprio fui homofóbico e tinha vergonha de ser gay.

Cresci numa pequena vila no País de Gales, com uma cultura masculina muito vincada, e sabia que se assumisse a homossexualidade a minha vida tornar-se-ia um inferno. Claro que, depois, consegui reprogramar-me e a vergonha deu lugar ao orgulho.

Mas é um processo difícil?

Muito difícil e desconfortável. Temos de estar comprometidos e conhecermos bem o nosso preconceito. Cresci nos anos 70 e 80, quando havia uma cultura de racismo e de homofobia.

Felizmente, hoje, as coisas estão diferentes e o meu sobrinho de 10 anos está a crescer numa sociedade mais tolerante. Na Europa, estamos mais atentos ao ódio e isso deve-se sobretudo à II Guerra Mundial. Mas ainda há muito por fazer.

Até porque a extrema-direita está a crescer por todo o Velho Continente.

Sim, e, por isso, digo que é um trabalho inacabado. Não é preciso muito para que um país dê um passo atrás. Quando temos problemas como a covid-19, uma guerra, uma crise financeira (que iremos enfrentar novamente), a extrema-direita capitaliza os temas fraturantes para crescer, instigando o medo.

Em Portugal, por exemplo, assiste-se à demonização dos ciganos assente em mentiras e desinformação.

Receia o futuro?

Estou mais preocupado com as alterações climáticas do que com o ódio, até porque aquelas vão criar escassez e esta gera ódios. Mas eu vejo sempre o copo meio cheio, caso contrário não poderia estudar este tema, seria deprimente. A maior parte dos seres humanos são decentes e boas pessoas.

O que é para si saber viver?

É amar mais e odiar menos. Não podemos dar nada por garantido e temos de ser críticos das narrativas que instigam o ódio. Além disso, é preciso apostar na educação das crianças e na literacia sobre as redes sociais, isto pode salvá-los.

A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº 263, maio de 2022.

Moder, lamber, salivar, chupar... são verbos que associamos ao ato de comer, mas também os usamos na vida sexual. Juntos, comida e sexo, podem ser altamente eróticos...

[shortcode_split_text]

Sejam bem-vindos a esta noite única de gastronomia e prazeres sensoriais, uma viagem culinária onde celebramos a arte da comida e a sua profunda ligação ao prazer, vitalidade e bem-estar. A nossa seleção promove a circulação sanguínea, a saúde do coração e o equilíbrio hormonal, melhorando o bem-estar e a felicidade.” É desta forma que a nutricionista Esther Blanco dá início ao jantar Food x Sex, organizado pela Satisfyer, empresa de dispositivos de bem-estar sexual. “Saboreiem cada mordidela e reservem tempo para apreciar as texturas, aromas e nuances subtis de cada prato”, recomenda a nutricionista...

Comida e sexo

No Hidden Factory Barcelona, um estúdio criativo especialista em gastronomia está tudo pronto para a experiência que quer comprovar que sexo e comida estão muito mais ligados do que pensamos. Atrás do balcão que separa a cozinha da sala, está o chef Xavier Morón, um dos fundadores do estúdio e que fi­cou responsável pela elaboração dos pratos pensados em conjunto com Esther Blanco.

Quando vai à mesa pela primeira vez, apresenta-se com uma frase taxativa: “Para mim, sexo e comida são a mesma coisa: prazer.” “Quando comemos, sentimos prazer a salivar, morder, chupar, engolir. Sensações que estão também muito associadas ao sexo”, acrescenta Megwyn White, séxologa e diretora de educação da Satisfyer.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Satisfyer (@satisfyercom)

Neste jantar não se pensou apenas no sabor e nas propriedades benéfi­cas dos alimentos; toda a apresentação, da mesa aos pratos, foi feita para estimular todos os sentidos. Exemplo disso é o pão de açafrão que tem a forma de uma vulva e a mistura de azeite e CBD que se assemelha a uma vela que arde para conseguirmos molhar o primeiro.

O açafrão fornece antioxidantes e tem sido associado a efeitos positivos no humor. Já o azeite é rico em gorduras saudáveis e o CBD pode ter efeitos relaxantes, reduzindo os níveis de stresse, fator que pode interferir no desejo sexual, e tem ainda efeito anti-inflamatório. Esta combinação pode criar um ambiente descontraído e útil para estimular os sentidos e a ligação emocional”, realça Esther Blanco.

O nosso paladar desenvolve-se à medida que amadurecemos, o mesmo acontece com a sexualidade

Dopamina e endorfinas

Esta ligação da comida ao sexo não é coisa nova, a­final estamos a falar de dois instintos primários dos humanos. “Na verdade, a parte do cérebro que está ligada à fome é a mesma que está associada à luxúria, portanto, quando associamos os dois podemos melhorar a nossa vida sexual e estimulamos todos os sentidos. O paladar é um sentido hedónico e incorpora o olfato e também o tato. Convém lembrar que 80% do nosso gosto vem do nariz”, a­firma Megwyn White.

“Sem comida e sexo que razão teríamos para viver? A nossa vida seria muito aborrecida!”, exclama, entre sorrisos, a sexóloga. A diretora de educação da Satisfyer garante que já comeu “pratos totalmente orgásmicos“ e, tal como no sexo, “alguns alimentos ajudam-nos a obter uma boa dose de dopamina, o chocolate é um exemplo, e de endorfi­nas, caso dos alimentos picantes, que nos dão uma sensação de bem-estar por todo o corpo. Além disso, a nossa boca é uma das áreas mais íntimas e comer pode ser muito sensual”.

chocolate e frutos vermelhos

© Pexels

Vida erótica

Folhas de ostra vegetal ao estilo tailandês com um toque de pimenta-verde, gengibre e coco. Foi o prato que se seguiu. “Não usem talheres ou a mão”, recomenda Xavier Morón. Mas o momento mais ousado foi quando chegou à mesa o carpaccio de melancia com molho ponzu e beterrabas-baby. O chef pede-nos a costa das mãos e foi lá que colocou os ingredientes, ditando: “Só é permitido usar a boca!”.

Este momento transporta-nos para cenas ousadas de séries e ­filmes – quem não se lembra do corpo de Samantha do Sexo e a Cidade transformado num tabuleiro de sushi ou até de John a alimentar a vendada Elizabeth, em Nove Semanas e Meia? Isto leva-nos a questionar Megwyn White sobre incluir alimentos no ato sexual. “Integrar essa prática pode ser incrivelmente erótico. Nela, existem vários elementos que podem apimentar a vida sexual: o exibicionismo, que nos faz sentir o corpo como objeto de desejo, e a exploração da nudez sem que esta nos deixe desconfortáveis”, descreve a sexóloga.

casal sexo

© Canvapro

Comida excitante

A excitação sexual que envolve comida é apelidada de sitofi­lia (sito significa, alimento, enquanto filia é sentir uma inclinação por algo). “Isto não tem de ser um fetiche, pode ser apenas a criação de um ritual em torno de uma experiência que realmente melhora a conexão mente-corpo”, exempli­ca Megwyn White. Mas atenção ao espalhar comida no corpo, evite fazê-lo nas partes genitais. “É uma zona muito sensível e pode irritar-se com facilidade. O açúcar pode ser muito irritante e causar infeções fúngicas”, esclarece a sexóloga Megwyn White, que aconselha a “pintalgar o corpo com chocolate (há próprios para o efeito), juntar morangos e usar a língua para o provar. O mel também é uma boa opção, tal como o chantilly”.

Para mim, sexo e comida são a mesma coisa: prazer - chef Xavier Morón

Os óleos vegetais, como o de coco, também podem ser usados no corpo e podem ser a desculpa para passar a uma massagem sensual. “Práticas como essas desbloqueiam os sentidos e, à medida que estivermos mais conscientes de todos esses tipos de experiências sensoriais, melhor será a nossa vida sexual. É importante o contacto visual, a respiração lenta e profunda. É estar presente nos nossos corpos, o que faz com que nos afastemos do stresse do mundo”, ensina Megwyn White.

Voltando ao jantar, o des­file de pratos continua com risoto de edamame e trufas primaveris, vaca maturada com cogumelos, terminando com as sobremesas de chocolate. Para ­finalizar, Megwyn White lembra mais duas semelhanças entre sexo e alimentação: “Ambos podem ser viciantes e, tal como o nosso paladar se desenvolve à medida que amadurecemos, a sexualidade também. Vamos ­ficando mais confortáveis com o sexo, sabemos o que queremos, deixamos a inibições e conseguimos expressar melhor o que gostamos.”

A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº288, junho de 2024.

Dizem que “tudo o que fazemos, recebemos em dobro”. Por isso, por que não cuidar do nosso corpo e pele com bondade, preparando-a para a estação quente?

[shortcode_split_text]

Mesmo antes de Harry Styles nos recordar que devemos tratar as pessoas com bondade (e encontrar um lugar onde nos sintamos bem), já a Rituals o fazia, através de The Ritual of Karma. Porém, sempre foi mais longe, lembrando-nos, constantemente, que também o devemos fazer com a nossa pele.

Afinal, é esta a nossa verdadeira “casa”. É nela que habitamos e nos mantemos protegidos durante toda a vida. Por isso, devemos cultivar energia positiva, pois apenas dessa forma conseguiremos colher essa mesma positividade.

© Rituals

Composta por cuidados de corpo hidratantes, produtos de banho, proteção solar e fragrâncias para a casa, a linha enriquecida com chá branco, flor de lótus e o complexo exclusivo Hydra Boost - à base de aloe vera, esqualano e algas, que ajuda a acalmar a pele desidratada e seca, além de proporcionar flexibilidade e elasticidade à pele -, serve como um convite à prática do karma positivo, num ciclo contínuo de bondade.

Energia positiva em 3 passos

Para atingirmos esta plenitude a que a Rituals nos instiga, em especial nesta época de verão, são necessários três passos na rotina de bem-estar pessoal: preparar, proteger e prolongar.

the ritual of karma

© Rituals

Passo 1

Com o termo “preparar” como palavra de ordem, há uma novidade da qual não se vai querer despedir no fim da estação, da mesma forma que não vai conseguir dizer “adeus”, de ânimo leve, à época balnear.

Falamos do Óleo de Duche Karma, que combina a frescura da flor de lótus com os benefícios do óleo de amêndoas doces, rico em ácidos gordos insaturados. Além de nutrir em profundidade, graças a este ingrediente, limpa, hidrata e acalma a pele, sem qualquer resíduo oleoso, devido às vitaminas A e E presentes.

rituals the ritual of-karma

© Rituals

Também a pensar no verão, é importante incluir na rotina a esfoliação, com o Esfoliante de Corpo Karma 94% de origem natural, combinando-o com a Espuma de Duche Karma.

Passo 2

A proteção solar é absolutamente essencial para dar bondade à sua pele, garantindo que lhe retribui, tal como dita o karma. Seja em spray, como o Sun Protection Milky Spray SPF50, ou em creme, o que importa é que esteja sempre protegida.

rituals the ritual of-karma

© Rituals

Todos os produtos desta gama são resistentes à água, não deixam manchas brancas e têm uma fórmula hidratante de textura ligeira que não deixa a pele pegajosa. É ainda adequada a diversos tipos de pele e pensada para o uso diário.

Passo 3

Queremos que o bronzeado se mantenha na nossa pele o maior tempo possível, como uma memória dos bons momentos que a estação quente nos traz. Por isso, é importante apostar em produtos que ajudem a prolongar a cor, ora com a Máscara de Corpo, a Loção After Sun em gel ou o Shimmering Body Oil, que deixa a pele com um efeito nacarado e um aroma inesquecível, graças a três óleos nutritivos, subtis minerais e à fragrância estival da flor de lótus e do chá branco.

© Rituals

Descubra a coleção completa nas lojas Rituals ou na plataforma online da marca especialista em produtos de luxo para o corpo e casa.

As famosas aulas de Jean-Pierre de Oliveira, professor de Yoga, estão de regresso e com um novo palco: o 8Marvila, em Lisboa. A primeira será já a 21 de junho, Dia Mundial da Yoga, às 19 horas.

[shortcode_split_text]

Na era da ansiedade, do cansaço mental e do burnout, a prática de yoga surge como um refúgio de paz e harmonia. O yoga ajuda a acalmar a mente, a equilibrar as emoções tumultuosas que possamos ter e, claro, torna-nos mais fortes e flexíveis fisicamente. Por outras palavras: traz-nos uma sensação de bem-estar geral.

Sabendo a importância do yoga para a nossa saúde mental e física, Jean-Pierre de Oliveira, professor de yoga reconhecido por integrar novas abordagens ao yoga, como o Hot Yoga e o Yoga Funcional, regressa assim com as suas populares aulas comunitárias por donativo livre.

© fragosomario.com

As novas sessões terão lugar no 8Marvila, em Lisboa, e uma parte dos donativos recolhidos será destinada à AMI, uma organização dedicada à assistência médica internacional e à luta contra a pobreza. No passado, estas aulas colaboraram com vários projetos de ajuda em países em desenvolvimento, como o Thirst Project, que combate a crise de água potável no mundo.

© fragosomario.com

O que podemos esperar

Nestas aulas podemos esperar uma comunidade diversa de praticantes de yoga, cada um com a sua origem, experiências e perspetivas de vida. No fundo, o evento procura fomentar o interesse pelo bem-estar mental e físico, a abertura para o espiritual, a tolerância e o respeito pelo outro e a conexão humana.

© fragosomario.com

Poderá ainda experimentar os tapetes do Paulo The Cork Man, uma marca portuguesa sustentável especializada em cortiça. Na compra de cada tapete, parte do valor será revertido para a AMI.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por PAULO THE CORK MAN (@paulothecorkman)

Como posso participar?

Para participar, basta confirmar a presença para o e-mail info@yoga-spirit.pt, levar um tapete de yoga e fazer um donativo conforme as suas possibilidades.

Quando: 21 de junho, Dia Mundial de Yoga, às 19h; 28 de julho, das 10h30 às 12h00; 11 de agosto, das 10h30 às 12h00; 20 de outubro, das 10h30 às 12h00; e 17 de novembro, das 10h30 às 12h00.

Ter um cabelo digno de um anúncio de televisão não é assim tão idílico. Tudo começa com a rotina, os cuidados certos e os produtos que usa no banho (e não só). Se quer ter um cabelo mais brilhante, não ignore estas regras.

[shortcode_split_text]

Quanto não daríamos para termos os cabelos que vemos na televisão? Não se deixe enganar. Na verdade, o segredo está na forma como lava, trata, seca e cuida todos os dias do seu cabelo e dos erros (graves) que condenam a saúde capilar.

Porém, há regras que pode estabelecer para tornar o seu cabelo mais brilhante e cheio de luz. Antes de ir para o banho, leia isto.

7 regras de ouro para um cabelo mais brilhante

1. Tudo começa no champô

Há um mito sobre cabelos que deve ser esclarecido de uma vez por todas. Lavar o cabelo todos os dias não faz mal, nem prejudica a sua saúde. O problema é se o seu champô tiver silicone, parabenos e outros químicos que prejudicam, significativamente, o seu couro cabeludo. Se, por exemplo, o seu champô fizer muita espuma, então não é um bom indicador.

© Canva

Procure por um champô biológico, por exemplo, sem estes químicos e não deixe de olhar para os rótulos. Um cabelo bem lavado e com o champô certo vai ser sempre brilhante.

2. Acabe a lavagem com água fria

É difícil, principalmente no inverno, rodar a torneira para o lado da bolinha azul, porém, tente fazê-lo, pelo menos, no final do duche. Acontece que a água fria fecha as cutículas do cabelo e reduz a oleosidade, ao mesmo tempo que acalma o couro cabeludo. Além disto, o cabelo fica mais macio e, consequentemente, mais brilhante, uma vez que a sua hidratação natural é evidenciada com este passo.

Atenção: a água não tem de estar gelada, até porque o efeito pode ser o contrário. Opte por água morna, mais para o frio, mas de forma a que não seja incomodativo.

3. Porque não dar coloração ao cabelo com um gloss?

As tintas podem ser agressivas para o cabelo, mas há uma técnica que pode ser mais benéfica do que pensa. O gloss é uma técnica, realizada em salões ou em casa, que foi criada para dar mais luz e brilho ao cabelo sem danificar a sua estrutura. Funciona como uma espécie de top coat, ou finalizador, para o cabelo (tal como nas unhas) que traz uma camada de brilho e que protege ao mesmo tempo.

© Canva

Além disto, dá um tom natural ao cabelo e é ideal para quem pinta o cabelo pela primeira vez, ou para quem quer uma ligeira mudança no seu tom natural.

4. Tenha a escova de cabelo certa consigo

© Canva

Segundo o site InStyle, uma escova de cabelo demasiado agressiva pode levar a que o seu cabelo se parta e irritar o couro cabeludo. Quando for comprar este acessório, escolha uma escova com cerdas naturais ou de pelo de javali, uma vez que são macias o suficiente para distribuir os óleos naturais do cabelo, tornado-o mais brilhante.

5. Ao secar o cabelo, não o esfregue

© Canva

Quantas vezes não pega na toalha com as duas mãos, coloca o cabelo no meio, e esfrega para trás e para a frente? Isto faz com que fique frizado (e por isso mais baço e sem vida) e que parta mais facilmente. Em vez disto, com a toalha, amasse o cabelo devagar e tire o excesso de água.

6. Use condicionador seco

Depois do champô seco, surge o condicionador seco para hidratar e deixar o cabelo brilhante. Segundo a Cosmopolitan, enquanto o champô seco impede que os óleos naturais do cabelo desçam da raiz até meio, o condicionador seco hidrata e não pesa.

7. Faça uma máscara uma vez por semana

© Canva

É a regra de ouro dos hairstylists e é essencial para ter um cabelo nutrido e, consequentemente, mais brilhante. Basta fazer uma vez por semana para dar ao cabelo um shot de brilho e vitalidade. Coloque a máscara nas pontas do cabelo durante 10 ou 15 minutos (veja nas indicações do produto) e escove no banho.

Além de ficar mais saudável, o cabelo fica com mais movimento.

Conhecia todos estes passos para deixar o cabelo mais brilhante?

A versão original deste artigo foi escrita por Marta Chaves e publicado em 2018.

Talvez o lugar mais desafiante de uma relação passe pela necessidade de assumir a nossa voz e de colocar os nossos limites face às exigências das relações.

[shortcode_split_text]

Um amor saudável necessita de duas pessoas diferentes e separadas entre si, num lugar de interdependência em que estas duas pessoas necessitam uma da outra, mas não se abandonam na sua individualidade. Contudo, todos sabemos que navegar uma relação poderá tornar-se, em diversos momentos, tremendamente desafiante. Requer a capacidade constante de comunicação, de honestidade, de intimidade, de autorregulação, mas também a capacidade de definir limites saudáveis.

O que significa estabelecer limites saudáveis?

Os nossos limites são as fronteiras que estabelecemos com as outras pessoas, de modo a podermos atender às nossas necessidades físicas e emocionais, ao que pensamos, ao que precisamos, ao que sentimos ou mesmo até ao que sonhamos.

Na verdade, é como se se tratasse de uma linha clara que demarca um espaço com limites próprios, distinguido de forma transparente entre nós e a outra pessoa. Os nossos limites pessoais remetem, então, para algo importante e necessário para nós, remetem na sua essência para o que de mais autêntico existe em nós, como os nossos valores e até identidade.

© Pexels

Tudo na vida é um diálogo e uma relação e, por isso mesmo, em cada situação que experienciamos, em que comunicamos e vivemos com uma outra pessoa, é importante partir do princípio que nesse contexto existe sempre o nosso espaço pessoal, o espaço pessoal da outra pessoa e um espaço comum onde nos encontramos como resultado da comunicação e da interação que estamos a estabelecer nesse momento com o outro.

Neste sentido, os nossos limites posicionam a forma como entendemos onde começa e onde termina o nosso espaço na relação com outro e vice-versa. Os nossos limites pessoais tratam-se, então, de escolhas conscientes que fazemos para nós, de como poderemos melhor preservar o que nos é importante, de como percebemos que as relações com os outros deverão ser no nosso entender e de como poderemos não nos abandonar e perder enquanto estamos no espaço mútuo daquela relação/interação.

© Unsplash

Não se tratam por isso de ameaças, nem de ultimatos. No contexto de uma relação amorosa, trata-se de amar o outro bem, mas sem nos perdermos de quem somos verdadeiramente. O espaço de complementaridade numa relação é importante, assim como o espaço da individualidade. Contudo, quando o espaço da individualidade desaparece, significa que também desaparece quem somos, passando a relacionarmo-nos num espaço de invisibilidade e abandono de nós mesmos, com claras consequências para a nossa saúde mental, bem como para a saúde da relação.

Deste modo, a capacidade de colocar limites pessoais surge bastante associada à nossa autoestima, verificando-se que as pessoas que apresentam uma autoestima mais elevada tendem a apresentar a capacidade de estabelecer limites pessoais fortes e coesos.

Talvez um dos principais pontos a considerar sobre a colocação de limites numa relação é que estes criam saúde emocional e relacional e que, identicamente, são colocados por pessoas com saúde emocional e relacional. Neste sentido, estamos a falar de algo absolutamente essencial para navegar qualquer que seja a relação com qualidade.

Uma relação segura e conectada não passa por abrir mão da nossa expressão de individualidade para manter a conjugalidade
Sílvia Courinho, psicóloga Sílvia Courinho, psicóloga

Por outro lado, quando desenvolvemos uma identidade sólida de nós mesmos, de nos ouvirmos, de nos conhecermos, adquirimos uma maior noção e consciência de quem somos, das nossas emoções e dos nossos limites, e passamos a comunicar e a dar-nos a conhecer ao outro, colocando a nossa voz.

Nestes momentos, estabelecer limites poderá tornar-se um verdadeiro desafio e até assustador, na medida em que implica sermos verdadeiros e honestos, sem percebermos como o outro nos poderá receber perante a diferença do nosso posicionamento, da nossa perspetiva e do nosso sentir. Até porque, ao longo da vida, somos muitas vezes confrontados com a ideia de que é a nossa semelhança com o outro que nos permite ser compatíveis, que nos permite viver uma relação de forma satisfatória ou mesmo conduzir a menor tensão e conflito na mesma, experienciando a diferença entre nós e o outro como problemática, embaraçosa, perigosa ou geradora de divergências, e conduzindo à inexistência de harmonia.

© Unsplash

Sermos honestos e autênticos é, na verdade, essencial para a nossa vida e saúde mental, mas pode transformar-se por vezes num profundo ato de rebeldia e audácia! Este movimento implica a não aceitação do outro, a crítica, o julgamento, a incompreensão e o tão temível abandono. E por isso mesmo conduz-nos tantas vezes ao conformismo, ao silêncio, a uma adaptação a algo em não acreditamos ou não concordamos.

Contudo, e porque o preço a pagar implica o nosso bem-estar, a nossa integridade e autenticidade, o caminho mais fácil não é de todo, necessariamente, o caminho mais são! Os nossos limites são uma expressão do que ilumina a nossa alma, são o que nos permite amar sem nos perdermos, definir as regras de como desejamos ser tratados e respeitados, de como queremos ser e existir naquela relação (seja qual for o tipo).

O estabelecimento de limites saudáveis numa relação não deverá pressupor um conjunto de regras rígidas e inflexíveis

No entanto, poderá ser importante referir que os nossos limites poderão mudar dependendo do nosso estado emocional, da forma como nos vamos sentindo ligados à pessoa com quem estamos a interagir, do lugar em que se encontra aquela relação ao longo do seu ciclo de vida, do nível de stress e tensão que experienciamos, ou mesmo diante do facto das nossas necessidades não estarem a ser respondidas conforme necessitamos.

Os nossos limites poderão manifestar-se em múltiplas áreas - física, emocional, material, sexual, intelectual e ambiental - e poderão ser diferentes consoante os diferentes papéis que vivenciamos (ex.: conjugalidade, parentalidade, amizade, profissional, etc).

Por outro lado, o estabelecimento de limites saudáveis numa relação não deverá pressupor um conjunto de regras rígidas e inflexíveis. É necessário estarmos conscientes do que necessitamos e do que consentimos ou não, contudo, os limites que estabelecemos poderão ser linhas permeáveis e flexíveis, tornando toda a dinâmica relacional mais equilibrada, na qual ambos os elementos sentir-se-ão considerados, vistos e escutados.

© Canva

Desta forma, estabelecer limites saudáveis poderá passar por:

  1. Preservar as nossas necessidades, os nossos problemas ou questões, emoções, responsabilidades, prioridades, sonhos e tempo, aumentando a nossa autoconsciência;
  2. Consciencializarmo-nos do que conseguimos fazer, ser ou estar, não devendo aceitar mais do que conseguimos dar conta em cada momento. Não somos super-heróis ou homens e mulheres elásticos!;
  3. Ter consciência do nosso espaço individual, da nossa liberdade e direitos;
  4. Observar quais são as pessoas, gestos, palavras, comportamentos, situações que não nos fazem sentir bem, respeitados ou considerados, em que os nossos direitos e necessidades são ultrapassados ou mesmo violados;
  5. Colocar a nossa voz e dizer Não - poderá ser das palavras mais importantes e necessárias para preservar e conter a nossa saúde mental e integridade.

Como estabelecer limites saudáveis?

Os nossos limites permitem a nossa preservação. Contudo, poderão implicar comunicação; diálogo face ao que aceitamos ou não, ao que gostamos ou não, ao que permitimos ou não.

Os limites que colocamos poderão nem sempre ser verbais, poderão ser físicos quando optamos por nos distanciar de uma relação que se revelou tóxica, por exemplo. Contudo, muitas vezes poderão requerer a necessidade da nossa voz, que nos mostremos, e nesses momentos poderemos comunicar desta maneira:

  1. Eu sinto ____________ (emoção).
  2. Quando ____________ (observação).
  3. Porque _____________ (o meu valor/princípio).
  4. Eu preciso de ________ (o meu limite).

Por exemplo, “Sinto-me irritada por perceber que na nossa relação nem sempre existe espaço para a nossa individualidade, algo que para mim sempre foi importante existir e ser preservado. Permite-me, desta forma, cuidar de outras relações que são igualmente importantes para mim, nomeadamente a relação comigo mesma, e por isso preciso que respeites esta minha necessidade”.

O objetivo é perceber quais são as nossas necessidades, quais são as linhas que para nós não poderão ser ultrapassadas (para compreendermos quais são, poderemos estar atentos e escutar as nossas emoções. Elas falam por si quando nos sentimos aborrecidos, tristes, zangados, frustrados, ignorados, etc) e comunicar. Comunicar efetivamente o que sentimos, o que precisamos, e se a nossa pessoa parceira se sente disponível para o fazer ou responder.

© Unsplash

Neste diálogo tão necessário, não conseguiremos controlar a reação do outro. Apenas conseguimos controlar aquilo que está do nosso lado, em nós.

Por isso, para que este diálogo se possa tornar mais fácil, poderá ser importante não esquecer que do outro lado também está alguém que tem necessidades e desejos, e que necessita igualmente de ser escutado e respeitado. Deste modo, poderá ser importante trazer para cima da mesa da relação a dimensão de uma responsabilidade emocional e honestidade radical, assim como empatia e compaixão pelo nosso lugar e pelo lugar do outro.

Não obstante, quando o outro continua a ultrapassar a linha que já assinalámos e comunicámos ser vermelha, cabe a nós a decisão do que deverá acontecer. Poderá ser importante clarificar as consequências de uma transgressão contínua dos nossos limites, que esta significa desrespeito e que o respeito é um pilar de extrema importância para ser desconsiderado numa relação a dois!

As relações felizes e saudáveis têm limites

Em todas as nossas relações necessitamos de estabelecer limites. Na verdade, se desejamos realmente construir uma relação saudável e manter uma conexão coesa, teremos de nos arriscar com coragem e mostrarmo-nos, colocar a nossa voz e não ignorar aquilo que para nós é um valor que deverá ser preservado.

Contudo, numa relação saudável, como vimos, existem sempre duas pessoas com necessidades e formas de sentir distintas e, deste modo, o grande desafio relacional consistirá em preservar os espaços, as opiniões, as perspetivas e necessidades, por vezes também distintas, um do outro, e preservarmos com respeito este espaço de existência mútua.

Este lugar de diferença e de expressão de quem somos, queremos ou precisamos é talvez a mais bonita linguagem de amor, de respeito por nós e pelo outro. Permite-nos crescer e ao outro, possibilitando relacionamentos nutridos e fortalecidos de uma forma profunda e sólida, equilibrada, mas não estática.

© Unsplash

Livres, criativos e flexíveis, em que o sentido de interdependência (“eu preciso de ti, tu precisas de mim e não abandonamos o nosso sentido de pessoa na relação íntima e profunda que procuramos construir”) prevalece. Desta forma, uma relação consciente e conectada requer encontrar e construir um equilíbrio (em constante movimento) entre a nossa necessidade de conexão e a nossa necessidade de separação e de ser pessoa sólida.

O amor é uma chama que requer fogo, mas também oxigénio para arder. A construção deste equilíbrio a dois passará por um processo de consciência e intenção, requerendo uma comunicação clara sobre os nossos limites e necessidades, assim como uma negociação e renegociação sucessivas face às diferenças, criando (ou por vezes não) cedências refletidas entre os dois elementos.

Neste sentido, uma relação segura e conectada não passa por abrir mão da nossa expressão de individualidade para manter a conjugalidade, do mesmo modo que não passará por abdicar de uma relação para manter a individualidade.

Estes serão sempre dois impulsos e movimentos centrais para todos os seres humanos numa relação. Sem nos perdermos ou anularmos, conseguimos existir individualmente e ser verdadeiramente interdependentes. Para tal, a nossa voz e os nossos limites são o cimento essencial que permitirá construir esta casa de amor de forma mais sólida.

Psicóloga, terapeuta familiar e de casal, Sílvia Coutinho procura promover em terapia relações com maior conexão emocional, com famílias, casais e a nível individual. Adora refletir e escrever sobre as emoções mais profundas que todos sentimos quando nos relacionamos e acredita ser através destas relações, vividas de forma saudável, que conseguimos também individualmente potenciar o nosso bem-estar, equilíbrio e felicidade. É ainda autora do livro 'O Poder da Relação'.

Dizem ser uma das grandes tendências deste verão, mas será que o crochet saiu alguma vez verdadeiramente de moda?

[shortcode_split_text]

Os vestidos com padrões florais estão para a primavera como o crochet está para o verão. À medida que as temperaturas vão subindo, a roupa em crochet começa a sair do do fundo do baú, ao mesmo tempo que os looks inspirados no estilo boho, começam a inundar as redes sociais.

Uma das técnicas mais conhecidas do crochet são os coloridos granny squares, expressão inglesa que se traduz para "quadrados da avó", e podemos encontrá-los em almofadas, cobertores e, claro, peças de roupa como coletes, casacos e até saias. Por outro lado, temos criações mais minimalistas, nas quais reina apenas uma cor, para um visual mais elegante.

Como se usa

Para a estação quente, aposte nos vestidos compridos. Pode combiná-los com umas sandálias rasas ou com uma sabrinas de mesh, e uma mola elegante no cabelo. Para um jantar romântico, troque os sapatos rasos por umas sandálias de salto, acrescente uma carteira de mão e uns brincos a gosto.

Tops e coletes de crochet são igualmente populares no verão. Basta conjugá-los com umas calças, que podem ser de ganga ou de linho, por exemplo, e umas sapatilhas e está pronta para ir passear.

Já num ambiente de escritório, mais formal, sugerimos camisas e blusas de cores neutras, que pode combinar com qualquer parte de baixo, de acordo com o dress code do seu local de trabalho.

Inspire-se nestas imagens

  • Instagram@oliviatully28
    1 / 9
  • Instagram@katie_moulton
    2 / 9
  • Instagram@ harliwilbanks
    3 / 9
  • Instagram@amandadjerf
    4 / 9
  • Instagram@realm.designs
    5 / 9
  • Instagram@_jessicaskye
    6 / 9
  • Instagram@made.this.myself
    7 / 9
  • Instagram@stitchedbyanangel
    8 / 9
  • Instagram@constancypense_
    9 / 9

Que a proteção solar não é apenas um tema no verão já todas sabemos e finalmente assimilámos. Mas e se lhe dissermos que além dos raios UVA e UVB existe outro inimigo da pele – a luz azul. Já ouviu falar?

[shortcode_split_text]

O sol é um grande aliado da nossa saúde, já ninguém duvida dos seus efeitos no nosso bem-estar, melhoria do humor, energia e sono. Mas assim como pode ser o nosso melhor amigo, também se pode transformar no pior inimigo quando se trata da exposição solar. O segredo para desfrutar do sol sem correr riscos de efeitos negativos, como a hiperpigmentação, o fotoenvelhecimento ou queimaduras solares, está em escolher um protetor solar que seja eficaz, seguro e adequado às necessidades de pele.

© Eucerin

Luz azul, uma inimiga invisível

Sempre ouvimos falar das consequências que os raios UV podem causar na pele, mas existe outro tipo de radiação que também nos afeta de forma muito negativa e à qual estamos expostos todos os dias (e até dentro de casa!): a luz azul.

Este tipo de radiação, além de prejudicar a pele, acelera o envelhecimento, o aparecimento de manchas e perda de elasticidade. E o pior é que é uma radiação que nos está muito próxima e não nos apercebemos dos efeitos nocivos: nos ecrãs dos computadores, telemóveis... Quando estiver horas e horas ao computador ou a fazer scroll no telemóvel, lembre-se disto!

O melhor aliado

Assim como já percebemos que é crucial proteger a pele da radiação solar, é importante estarmos cada vez mais conscientes que devemos protegê-la também dos efeitos da luz azul. A pensar nesta necessidade, a marca Eucerin desenvolveu um novo protetor solar: o Hydro Protect Fluido Ultralight FPS 50+ com uma fórmula criada a pensar no conforto e saúde de todos os tipos de pele, incluindo a pele sensível.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Eucerin (@eucerin)

O novo Hydro Protect Fluido Ultralight FPS 50+ é o resultado de uma combinação de ingredientes que reforçam a proteção solar e reparam a barreira cutânea, e de ativos específicos para as necessidades de cada tipo de pele, como é o caso do Ácido Glicirretínico que suporta os mecanismos naturais da pele de reparação do ADN e os Filtros Solares UVA/UVB que pela ação de amplo espectro protegem a pele da radiação UVA/UVB.

© Eucerin

E como se fosse ainda pouco, a sua fórmula contém também ingredientes de ação antienvelhecimento, como o Licochalcone A, um derivado do alcaçuz chinês, cuja potente ação anti-inflamatória e antioxidante neutraliza os radicais livres que influenciam o envelhecimento e a hiperpigmentação e apazigua a pele.

Com fórmulas mais verdes, sem microplásticos e ciclometicone, e embalagens com plástico reciclado, o Hydro Protect Fluido Ultralight FPS 50+ contribui para a preservação do ambiente.

Por que deve começar a usar já este produto?

Hidrata intensamente: adaptados às diferentes necessidades da pele, até a mais sensível;

Confere uma sensação refrescante à pele: previne eficazmente o envelhecimento cutâneo associado à exposição solar e contém ingredientes ativos que respeitam e equilibram cada tipo de epiderme;

Textura ultraligeira de absorção imediata: oferece uma boa tolerância cutânea e ocular;

0 % resíduos: é rapidamente absorvido, não deixa a sensação colante e deixa um acabamento invisível sem manchas brancas.

Hydro Protect Fluido Ultralight FPS 50+, Eucerin

© Eucerin

A nossa rotina para receber o sol

Estes são os 3 passos fundamentais para uma adequada proteção solar.

1. Escolher um produto que proteja da radiação UV e Luz Azul e que seja adaptado ao tipo de pele e necessidades específicas;

2. Aplicar protetor solar suficiente e replicar em intervalos regulares;

3. Aplicar protetor em todo o corpo, sem esquecer as zonas mais facilmente esquecidas.

Umas com muitos anos de história, outras lançadas mais recentemente, as seguintes marcas de cosmética fazem jus à frase o que é nacional é bom. Ora veja.

[shortcode_split_text]

Dos cuidados capilares em barra ao skincare criado na Comporta, este cosméticos made in Portugal partilham, além da origem, outros aspetos em comum: a preocupação pelo planeta e o foco no slow beauty.

Reconhece este nomes?

Marcas portuguesas de cosmética

  • Bam and Boo

    Bam and Boo

    Usar Bam and Boo é como viajar até aos Açores e sentir o poder do solo vulcânico e dos seus minerais. Esta marca, apoiada na ciência, desafia-nos a entrar em sintonia com o nosso ritmo interior e a beneficiar de um ritual de cuidados de pele que inclui os ingredientes mais puros dos Açores. As suas fórmulas integram ativos naturais provenientes de espécies botânicas e recursos marinhos, desde algas e plantas ricas em antioxidantes a aloés hidratantes, selecionados através de práticas sustentáveis.

    1 / 9
  • Oryza Lab

    Oryza Lab

    A Oryza Lab é uma marca com uma abordagem inovadora e holística no cuidado da pele baseada na rizoterapia (terapia do arroz) que combina as tradições de cultivo de arroz da Comporta com o know-how da cosmética francesa. Além dos diversos produtos com base nos ingredientes ativos do arroz, também desenvolvem tratamentos personalizados, massagens nos próprios spas. Além da qualidade das suas fórmulas, destacam-se pelas texturas sensoriais e fragrâncias naturais e refinadas.

    2 / 9
  • Dvine

    Dvine

    A Dvine nasceu em 2014, na Universidade do Porto, e é conhecida pelos seus cosméticos com ingredientes biológicos e notas aromáticas provenientes das vinhas e encostas do Douro. As suas fórmulas aliam ativos extraídos da vinha e da uva a ingredientes de alta performance antienvelhecimento.

    3 / 9
  • Musa Natural Cosmetics

    Musa Natural Cosmetics

    Musa é uma marca 100% natural, com produtos fabricados de forma artesanal, com ingredientes da região do Fundão. Com uma gama de produtos para corpo, rosto, cabelo e lábios, pretende ser uma inspiração para quem quer cuidar da pele de forma natural.

    4 / 9
  • Castelbel

    Castelbel

    Dos sabonetes de luxo às fragrâncias, dos cremes corporais às velas perfumadas, as embalagens dos produtos desta marca portuense, fundada em 1999, parecem autênticos postais. Mas não é só ao design que se deve o seu sucesso. A qualidade dos ingredientes e a aposta nos detalhes aliada à capacidade de se adaptar às tendências sem nunca perder o seu ADN fazem da Castelbel uma marca diferenciadora. A mais recente novidade é a coleção Tiles inspirada na azulejaria, nos aromas, nas cores e no ambiente de Portugal.

    5 / 9
  • Benamôr

    Benamôr

    Entre as icónicas marcas de cosmética portuguesa está a Benamôr, fundada, em 1925, por um misterioso boticário que criava pomadas para maleitas no seu laboratório no Campo Grande, em Lisboa. Diz a história que as suas receitas de beleza artesanais eram baseadas em perfumes únicos naturais cultivados sob o sol de Portugal, como o limão, a rosa, o aloé vera e o óleo de amêndoa. Algumas das fórmulas originais continuam inalteradas, mas é uma marca que continua a surpreender com novos produtos e a fascinar-nos com o seu packaging vintage, romântico e colecionável.

    6 / 9
  • Couto

    Couto

    Nasceu em 1918, mas só em 1932 a marca Couto se tornou conhecida através da icónica pasta de dentes medicinal. Ao longo dos anos evoluiu para outro tipo de produtos, desde cremes de rosto e mãos, cuidados para a barba, mas mantém o design original e retro a que sempre nos habituou.

     

    7 / 9
  • D’Aveia

    D’Aveia

    Criada no ano 2000 pela mão de um laboratório português de cosmética dermatológica, a D’Aveia destaca-se pela integração de ingredientes naturais como a aveia, o arroz e o milho nas suas fórmulas e pelos seus produtos dirigidos à higiene íntima, hidratação e cuidados específi cos da pele. Pensada para toda a família, o seu foco consiste em reforçar as defesas da pele, preservando e restabelecendo o equilíbrio fisiológico.

    8 / 9
  • Soft & Co

    Soft & Co

    Formulada à base de ingredientes exclusivamente vegetais e essenciais — 100% Vegan, a Soft & Co é uma marca de cuidados de corpo comprometida com a preservação do ambiente e focada no conceito de beleza holística. Com produtos para todas as idades e necessidades da pele, fabricados em Portugal, são várias as gamas com resultados reconhecidos ao nível da prevenção do envelhecimento da pele.

    9 / 9

Queremos que revisite (com olhos de ver) o seu armário e veja tudo o que não está a ser usado. Pegue nas peças mais simples e use-as no dia a dia. Saiba o que vestir para celebrar o regresso das festas populares.

[shortcode_split_text]

* Todas as semanas, a Saber Viver dá-lhe sugestões de looks simples para cada dia da semana. Seja para recriar com peças que já tenha no armário ou para completar com algumas compras da estação, inspire-se nestas tendências.

O regresso dos Santos Populares e os vários feriados que se avizinham servem de mote para experimentar novas combinações, em looks que materializam o verão e cheiram a manjerico.

Se já fez a lista de arraiais a não perder este ano, mas ainda não escolheu o coordenado para dançar toda a noite ao som dos sucessos de Toy, Quim Barreiros ou Rosinha, veja as nossas sugestões.

Se gosta de percorrer todos os bairros históricos e salta de arraial em arraial, opte por usar umas sapatilhas e evite sandálias abertas, por causa das multidões. Para além disso, prefira vestidos e conjuntos de duas peças e evite macacões e jardineiras.

Na galeria encontra várias opções para usar nesta semana de festa. Conheça-as.

5 looks para 5 dias da semana: vestir os Santos Populares

  • Madrinha da marcha

    santos populares 5x5

    Madrinha da marcha

    Um vestido leve, fresco e comprido é a peça-chave para aguentar o calor provocado pela multidão. Para acompanhar a explosão de cores dessa peça-chave, combine-o com com uns brincos irreverentes e uma carteira ao ombro, em tons de laranja. Nos pés, prefira uns mules bege.

    Vestido, Maria de la Orden, 250€
    Mules, Stradivarius, 25,99€
    Brincos, Zara, 15,95€
    Carteira,Calvin Klein, 109€

    1 / 5
  • Ode a Santo António

    Ode a Santo António

    Em homenagem à figura mítica dos Santos na capital, este look junta um vestido100% de linho a umas sandálias fechadas à pescador, ou, se preferir, à Santo António. Combine o conjunto com uma carteira lavanda e uns óculos de sol no mesmo tom.

    Vestido, Calli, 105€
    Sandálias, Parfois, 29,99€
    Carteira, Tous, 199€
    Óculos de sol, Polaroid na Otica Otima, 45,34€

    2 / 5
  • Meu rico manjerico

    Meu rico manjerico

    Inspirado na cor de um manjerico, este coordenado leva o verde para umas calças confortáveis, cool e descontraídas, ideal para quem gosta de simplificar na hora de sair de casa. Combine com uma t-shirt branca e, nos pés, uns ténis, ou não seriam as noites de verão longas. Caso o tempo arrefeça, adicione um blazer bege.

    Calças, H&M, 19,99€
    T-shirt, MO, 4,99€
    Brincos, 4 Leaf Clover, 575€
    Sapatilhas, Adidas, 100€
    Blazer, Reserved, 49,99€

    3 / 5
  • Festa é festa

    Festa é festa

    Embora pareça verão, a verdade é que ainda estamos na primavera. Assim, e em jeito de despedida, elegemos as flores como protagonistas deste look de festa popular. Um conjunto de saia e top que combina bem com umas sabrinas, mules ou outro calçado, desde que seja raso. Junte uns óculos de sol escuros e uma pequena carteira e está pronta para dançar “toda a noite, toda a noite”.

    Top, Mango, 22,99€
    Saia, Mango, 25,99€
    Sabrinas, Malone Souliers, 595€
    Carteira, Lefties, 14,99€
    Óculos de sol, Rayban 223€

    4 / 5
  • Noiva popular

    Noiva popular

    Os casamentos de Santo António são uma tradição antiga e que tem sobrevivido aos tempos. Nesta combinação, onde o branco está obviamente em destaque, os apontamentos de cor, como os brincos dourados, são essenciais para dar um toque casual ao clássico vestido branco. Para aliviar a formalidade do look – e aquece-la -, leve um casaco de ganga.

    Vestido, Benetton, 49,95€
    Casaco de ganga, Arket, 149€
    Brincos, Cinco, 59€
    Sabrinas, Bershka, 25,99€

    5 / 5