Para celebrar o World Wellness Weekend, o espaço receberá um conjunto de atividades que promovem um estilo de vida mais saudável e tranquilo.
[shortcode_split_text]Vivemos constantemente a 200 km/h, sempre numa corrida contra os ponteiros do relógio. Mas é necessário abrandar. Aliás, precisamos de parar; de nos reconectarmos com o nosso “eu” interior. E este fim de semana é ideal para o fazermos.
A propósito do World Wellness Weekend, uma iniciativa sem fins lucrativos que decorre em 160 países e inspira um estilo de vida saudável e práticas mais conscientes, o The Spa by Corinthia Lisbon promove um programa especial de 19 a 21 de setembro.

Um programa relaxante
Esta sexta-feira, às 18 horas, poderá experimentar uma aula de ioga pensada particularmente para as mulheres em menopausa, ao promover o equilíbrio, relaxamento e, de uma forma geral, o bem-estar. Leve roupa confortável e um tapete de ioga ou toalha e prepare-se para um conjunto de exercícios de respiração guiada e posições gentis que ajudam a lidar com os principais sintomas desta fase.

Já no sábado, dia 20, pelas 10 horas, irá realizar-se uma sessão de pilates, adequada a todos os níveis. Por isso, se nunca experimentou esta modalidade, mas tem curiosidade, está na altura de lhe dar uma oportunidade.

Também neste dia haverá uma sessão de alongamentos para todo o corpo, de forma a libertar as tensões que se acumulam no dia a dia.

Para marcar qualquer uma das sessões, deve contactar o spa por email ou telefone.
Até levitar
Guiado pela life coach Bárbara Taborda, o Corinthia Lisbon antecipou a iniciativa com uma aula de ioga junto à piscina para um conjunto de influenciadores e imprensa nacional, no qual a Saber Viver esteve presente. A esta, seguiu-se uma experiência inovadora e imersiva de floating sound healing, conduzida por Sónia Garcia.


Uma prática que consegue acalmar até as mentes mais agitadas e restaurar a paz interior, de forma profunda. Pode também experimentá-la mediante reserva, através do contacto telefónico ou email do spa.
Deverá fazê-lo com antecedência e ter em conta que é adaptada para grupos.
New Balance reinventa o modelo 471 com uma nova silhueta pensada para o estilo dos dias “off”.
[shortcode_split_text]Setembro é quase um novo janeiro. Um recomeço, um regresso à rotina e uma boa desculpa para atualizar o guarda-roupa. E nada melhor para assinalar este momento do que a New Balance, que traz de volta as icónicas sapatilhas 471 para dar estilo aos dias ou momentos off.
Entre ritmo e pausa: o segredo do estilo Off Day
O Off Day é aquele momento em que, livres de códigos rígidos e formalidades, damos espaço à expressão pessoal através dos looks. É quando o conforto se alia ao estilo de forma natural e cada peça escolhida reflete o nosso estado de espírito mais autêntico.
Sem pressas nem pressões, os looks ganham ousadia, misturam texturas, resgatam clássicos e brincam com tendências, criando combinações inesperadas que dizem mais sobre nós do que mil palavras. Nos dias off, vestir-se torna-se um ato criativo e intuitivo — uma extensão do nosso bem-estar. E é aqui que entram as sapatilhas New Balance 471.
Quando o retro encontra o contemporâneo
A marca de desporto acaba de relançar no mercado o modelo New Balance 471, um clássico de inspiração retro que combina a herança dos anos 70 com uma estética atual. Com perfil baixo, linhas elegantes e detalhes icónicos como a língua em espuma exposta e os atacadores oversized, é pensado para ser confortável, acessível e adaptável a qualquer look.
Uma nova silhueta urbana
Mais do que um relançamento, a silhueta do modelo New Balance 471 devolve o espírito dos modelos de corrida dos anos 70 à cidade. Uma combinação perfeita de história e modernidade, pensada para o dia a dia: do escritório ao cocktail: o 471 acompanham cada momento!
No trabalho, combina com um power suit e camisa clássica, garantindo sofisticação sem perder o conforto. Ao fim do dia, para um café ou cocktail com amigas, basta trocar o blazer por um casaco oversized e optar por uma camisa mais descontraída, adaptando-se ao ambiente com estilo.
No fim de semana, o 471 brilha com calças de ganga largas, hoodie desportivo e acessórios minimalistas, criando um look urbano e casual. E combinados com silhuetas oversized, sobreposições criativas e detalhes desportivos, criam visuais modernos, descomplicados e cheios de personalidade.
Para a noite, é simples: substitua as calças por uma saia plissada ou umas calças elegantes e combine com um top mais ousado. As sapatilhas New Balance 471 mostram que a verdadeira versatilidade está nos detalhes: o mesmo par de sapatos acompanha todas as ocasiões, sem esforço e sempre com estilo.
Conforto que se vê, estilo que se sente
A combinação do nylon superior com a entressola em EVA garante conforto e leveza, enquanto os materiais premium, como camurça e pele, conferem um toque sofisticado. O modelo chega em novos tons de rosa suave, bege e branco, uma paleta que respira frescura e se integra facilmente em qualquer estética, do ganga descontraído ao tailoring minimal. O resultado é um essencial de guarda-roupa, pronto para se adaptar a qualquer visual urbano.
Gabby Thomas mostra que o estilo vai muito além da pista
A campeã mundial de sprint Gabby Thomas é a nova embaixadora do 471 e prova que os dias off podem ser tão cheios de estilo quanto de atitude.
Com estas sapatilhas nos pés, cada look fica confortável, descomplicado e pronto para a acompanhar em qualquer situação, entre momentos descontraídos no estúdio ou ao ar livre.
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O modelo New Balance 471 já está disponível no site e em lojas selecionadas, pronto para acompanhar quem quer seguir o ritmo do dia a dia, mas sempre no seu próprio compasso, com estilo e conforto em perfeita harmonia.
Pode parecer uma conjunção impossível, mas garantimos que não há nada a temer. Neste outono, aventure-se em looks com preto e azul marinho. Veja como combinar.
[shortcode_split_text]A resposta à questão "posso combinar preto com azul marinho?" divide opiniões no mundo da moda desde sempre. Enquanto uns acreditam que é impossível, outros defendem que não só é possível, como é uma combinação elegante e intemporal.
Na verdade, desde os anos 40 que o preto e o azul marinho são vistos juntos, em outfits sofisticados e estruturados, e, este outono, estes tons regressaram às passarelas numa dança de minimalismo e simplicidade.
Se quer aderir a esta tendência, nós ajudamos. Ora veja.
Combinações (im)prováveis
A primeira vez que vimos estes tons a serem combinados foi nos 40 e 50, em particular por designers como Pierre Balmain e Christian Dior.
Ambos colocaram o preto e o azul marinho em outfits estruturados e elegantes, típicos da época. Enquanto o preto se mantinha nos acessórios, como chapéus, luvas, sapatos e cintos, o azul marinho ficava-se pelas peças de roupa, como vestidos e blazers.
Atualmente, esta combinação de cores surgiu em maior destaque para a próxima estação fria. Se quer descobrir como a adaptar ao seu dia a dia, nós mostramos-lhe como o pode fazer.
Como combinar
Quando estiver a planear o seu look com preto e azul marinho, lembre-se: o mais importante é ter confiança. No mundo da moda, não existem regras, por isso, porque não combinar um blazer e calças de tons diferentes, mas semelhantes?
Para saídas à noite ou festas, sugerimos que opte por usar um vestido preto, curto ou comprido, com um blazer ou casaco em azul marinho. Finalize com joias douradas e sapatos de salto alto.
Pode ainda optar por usar as cores ao contrário, ou seja, um vestido azul escuro com acessórios pretos, como botas e carteiras.
Se não quer um look tão arriscado, recomendamos que escolha peças de roupa em azul marinho, e termine com acessórios pretos - assim, consegue conjugar as duas cores de forma simples.
Nos dias mais quentes, por exemplo, um vestido ou macacão em azul são a escolha acertada, conjugados com sabrinas, sandálias ou sapatos de salto alto, enquanto que na estação fria deve escolher um sobretudo ou gabardina também em azul, mas com botas ou ténis.
E sim, pode combinar estes dois tons com outras cores, como branco, bege ou vermelho, a escolha é sua. Et voilá!
Inspire-se nestes outfits com preto e azul marinho
Este artigo foi publicado originalmente em 2023.
Sabia que os piolhos e lêndeas preferem os cabelos limpos e bem tratados? E que ganham tonalidade depois de morderem o couro cabeludo? Descubra mais sobre estes pequenos parasitas que tanto incomodam e cujos surtos surgem, normalmente, no fim e no início do ano escolar.
[shortcode_split_text]É no verão (com a chegada do tempo quente) e no início do ano escolar que os piolhos e lêndeas surgem e se propagam rapidamente. O cabelo das crianças é o alvo preferido destes parasitas – de acordo com uma equipa de investigadores portugueses da Universidade Nova de Lisboa, 30 a 50% das crianças em idade escolar, entre os 3 e os 12 anos, são infestadas. Apesar de pequenos, estes bichos podem tornar-se os piores inimigos dos filhos e dos pais.
Para a ajudar a desmistificar os piolhos e lêndeas, reunimos vários mitos e verdades sobre esta praga. Saiba também como acabar com ela.
Mitos e verdades sobre os piolhos
• Os piolhos não estão relacionados com a higiene pessoal. Podem fixar-se em qualquer tipo de couro cabeludo, esteja este mais ou menos limpo;
• O comprimento do cabelo é indiferente, uma vez que o foco do contágio por piolhos é o couro cabeludo e não os cabelos;
• Estes pequenos bichos não saltam, o contágio ocorre através do contacto direto entre cabeças. Sendo, por isso, as escolas os principais locais de contaminação devido às brincadeiras de proximidade, troca de roupas, chapéus, escovas, entre outros;
• São incolores. Ganham tonalidade apenas depois de morderem o couro cabeludo e à medida que aumentam de volume.
Fonte: Paranix
Este artigo foi publicado originalmente em 2016 e atualizado.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas – O Dilema, da SIC.
Baixa autoestima, fadiga constante e medo em falhar são alguns dos sintomas do burnout académico, mas será que o conseguimos identificar a tempo?
[shortcode_split_text]O regresso às aulas, em setembro, é sempre uma altura de muitas emoções. Tristes pelas férias e o verão terem terminado, entusiasmados por comprar novo material escolar e ansiosos por voltar a ver os amigos na escola. Mas setembro também traz coisas menos boas, como a pressão para ter boas notas, o medo e a ansiedade de falhar, e o cansaço inerente às várias horas de aulas e estudo.
É assim que emerge o burnout académico, e cada vez mais cedo, alerta Cátia Silva, psicóloga clínica especializada em ansiedade, burnout, depressão, PHDA e autoestima. Porque ao contrário do estigma, este não é apenas "falta de vontade” nem uma “birra adolescente”, mas sim "um estado de exaustão emocional, mental e física provocado por um excesso de exigência escolar, muitas vezes acumulado ao longo de meses ou anos".
"É quando o estudo, que devia ser um espaço de descoberta e autonomia, se transforma num campo de batalha interno. Este fenómeno afeta adolescentes e universitários, mas cada vez mais as crianças também. Temos visto casos em que o burnout começa no ensino básico, sobretudo quando há uma cultura de hiperexigência instalada desde cedo: testes constantes, explicações após as aulas, pouco tempo livre, excesso de atividades extracurriculares, pressão para ser 'o melhor' e, por vezes, o peso adicional de expectativas parentais difíceis de suportar”.
Sintomas de burnout académico
Nem sempre é fácil identificar o burnout académico, pois os sintomas podem ser confundidos com outras patologias, ou mesmo com preguiça ou rebeldia, mas há sinais a que devemos estar atentas, nomeadamente:
- Baixa autoestima e autocrítica excessiva;
- Fadiga constante, mesmo após descanso;
- Irritabilidade, isolamento ou apatia;
- Dificuldade de concentração e memorização;
- Medo excessivo de falhar ou de “não ser suficiente”;
- Queixas físicas (dores de cabeça, problemas de sono, náuseas);
- Perda de interesse pelo estudo ou atividades que antes gostava.
“Saber identificar estes sintomas é primordial para prevenirmos, e a melhor prevenção começa na forma como olhamos para o sucesso académico e como o comunicamos às crianças e jovens. Se a mensagem for: 'só vales pelo que consegues', abrimos caminho para a ansiedade e para o burnout. Mas se validarmos o esforço, a curiosidade e o equilíbrio, ajudamos a criar um ambiente onde o erro é permitido e o descanso é legítimo” refere a psicóloga.
Estratégias que podem ajudar
Se uma criança ou jovem já apresenta sinais de burnout, o mais importante é criar um espaço de escuta segura, sem julgamento, pressão, ou soluções imediatas.
- Promover rotinas equilibradas com tempo para descanso, lazer, sono e socialização;
- Evitar sobrecargas com explicações e atividades extracurriculares em excesso;
- Falar sobre emoções relacionadas com a escola, validando medos e frustrações;
- Encorajar pausas e momentos criativos entre períodos de estudo;
- Reforçar a autoestima com base no valor pessoal e não apenas no desempenho.
“Para os pais, pode ser difícil aceitar que o filho 'precisa de parar' ou 'está a sofrer com a escola', mas reconhecer isso é um gesto de coragem e de amor. O burnout académico não é sinal de fraqueza. É sinal de que o sistema precisa de ser repensado e que os nossos filhos precisam de ser ouvidos antes de serem cobrados” conclui Cátia Silva.
É difícil esconder uma vida agitada. O stresse estampa-se no nosso rosto, sem que o consigamos conter, resultando, de acordo com as redes sociais, na cortisol face: aspeto mais inchado, sem contorno definido e uma tez sem luminosidade. Mas será mesmo assim?
[shortcode_split_text]Contrariamente ao que tendemos a acreditar, o stresse é uma resposta natural ao perigo e, portanto, benéfica. Mantém-nos alerta e, por consequência, protege-nos de situações que poderiam colocar a nossa vida em risco. O problema é quando não conseguimos diferenciar uma clara ameaça à nossa integridade física, nomeadamente um ataque de um qualquer animal feroz, de algo quotidiano como a apresentação de um projeto no trabalho.
No entanto, são estas pequenas (grandes) situações que nos deixam, no dia a dia, com a respiração acelerada, tremores nas mãos ou insónias. Afetando cada vez mais pessoas por todo o mundo - em Portugal, uma em cada três pessoas dos 15 aos 74 anos sofre desta condição, de acordo com o estudo TGI da Marktest –, o stresse foi classificado pela Organização Mundial da Saúde como a “epidemia do século XXI”.
Intimamente relacionado com este “estado de preocupação ou tensão mental causada por uma situação difícil”, como a instituição o define, está o cortisol, a designada hormona do stresse, que fez muitos influenciadores carregar no botão de gravar. Porquê? Devido às alegações de que está por detrás do inchaço, perda de firmeza e opacidade da tez do nosso rosto, em particular, de manhã.
“Não és feia, apenas tens cortisol face, assume-se em vários vídeos partilhados nas redes sociais, nos quais são comparadas imagens com a cara arredondada e volumosa, que garantem corresponder ao “antes”, e, resultando, de acordo com as depois, com as maçãs do rosto e queixo definidos. Mas o que significa este termo? “A chamada cortisol face não é um termo clínico reconhecido, mas sim uma expressão informal, popularizada nas redes sociais, para descrever as alterações visíveis no rosto associadas ao stresse crónico e aos elevados níveis de cortisol”, começa por explicar Luís Uva, médico dermatologista.
Impacto do cortisol
Também conhecida como face em lua cheia, costuma referir-se a uma combinação de pele inflamada, pálida ou baça, olheiras acentuadas, perda de firmeza e contorno facial menos definido”, descreve. Além disso, “a curto prazo, pode manifestar-se através de episódios de acne, vermelhidão, rosácea exacerbada, comichão ou mesmo eczemas”, menciona o dermatologista, justificando: “isto acontece porque o stresse ativa o sistema nervoso simpático, levando à libertação de mediadores inflamatórios e ao aumento da produção sebácea”.
“Quando os seus níveis estão persistentemente elevados, o impacto na pele é profundo: reduz a produção de colagénio, afeta a regeneração celular e compromete a capacidade de a pele reter água, tornando-a mais seca e sensível”, acrescenta. A longo prazo, contribui, então, para a aceleração do envelhecimento cutâneo. “A nível molecular, interfere com a síntese de colagénio e elastina, proteínas essenciais para a firmeza e elasticidade da pele. Promove também o stresse oxidativo e a inflamação crónica de baixo grau, o que acelera o processo de degradação celular.
O resultado é uma pele mais fina, com rugas precoces, perda de luminosidade e flacidez”, completa. Deste modo, apesar de sublinhar não ser um termo médico, o dermatologista admite que o conceito “traduz uma perceção real de alterações cutâneas associadas ao estilo de vida”. Ainda assim, declarar que afeta todos os que experienciam stresse é falacioso.
“Embora elevados níveis de cortisol possam levar a um inchaço facial, é habitualmente visto em distúrbios endócrinos severos e não relacionado com o stresse que a maioria das pessoas sente no seu dia a dia”, sublinha Vijay Murthy, especialista em medicina funcional, em declarações à plataforma digital Healthline. Aliás, “em grande parte dos casos, o stresse quotidiano não é suficiente para elevar o cortisol aos níveis necessários para se manifestar de uma forma tão dramática”, acrescenta, esclarecendo que “seria preciso uma persistente e anormal sobreprodução de cortisol, que não é comum em situações típicas de stresse”.
Selma Souto, endocrinologista, esclarece que este tipo de sintomas, assim como “rubor facial, hematomas fáceis, estrias avermelhadas na região abdominal e fraqueza muscular nos antebraços e coxas”, podem ser indicativos de uma situação clínica conhecida por síndrome de Cushing, que resulta de um aumento dos níveis de glicocorticoides (hormonas de stresse, nas quais se inclui a cortisona e o cortisol). Esta doença, que requer atenção médica, é comum entre pessoas que tomam medicamentos para o tratamento de doenças alérgicas, como “hidrocortisona, prednisolona, deflazacort, metilprednisolona, dexametasona, ou imunomediadas”, pode ler-se no site da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo.
Porém, “quando resulta da produção de quantidades excessivas de glicorticoides pelo nosso próprio corpo (Cushing endógeno), falamos de uma doença rara, estimando-se que afete 40 a 70 pessoas por cada milhão”, refere ainda.
Manifestações comuns do excesso de cortisol
- Acne
- Fadiga
- Irritabilidade
- Redução da libido
- Pele oleosa e fina
- Alterações menstruais
- Dificuldade em dormir
- Redução da concentração
- Dificuldades de cicatrização
- Alterações da memória e do humor
- Aumento do peso corporal e depósitos de gordura em determinadas zonas
Aparência do stresse ou stresse com a aparência?
Este conceito parece, no entanto, levantar algumas questões. Estaremos, mais uma vez, a criar problemas onde não existem? Estaremos a colocar ainda mais pressão na nossa aparência? Mais do que isso: estaremos a enquadrar características normais como problemas médicos quando não existe necessidade disso?
Tal como o envelhecimento, com o qual temos tanta dificuldade em lidar, sinais comuns de fadiga e stresse são interpretados como sintomas a diagnosticar, tratar e prevenir mesmo quando não existe uma patologia clínica subjacente. E a cortisol face é prova disso mesmo.
Neste cenário, não só a saúde e o bem-estar se tornam uma obsessão, mas também a aparência da saúde. Não podemos acusar quaisquer indícios de que estamos a ter uma semana especialmente complicada, dormimos mal ou não conseguimos simplesmente gerir o caos que a nossa vida, por vezes, é. Afinal, isso seria admitir a derrota; uma falha num mundo em que todos parecem ter uma vida organizada, estável e sob controlo. Isto traz, claro, mais pressão e, por consequência, um stresse extra, gerando um círculo vicioso e sem fim.
Encontrar soluções para a cortisol face (e nao só)
Tudo isto traz também para cima da mesa possíveis soluções para minimizar os sintomas e tentar manter os níveis de cortisol equilibrados. “O primeiro passo é, inevitavelmente, atuar na raiz do problema: gerir melhor o stresse. Técnicas de relaxamento, como meditação, mindfulness, exercício físico regular e uma boa higiene do sono são fundamentais”, avança Luís Uva.
Selma Couto acrescenta que “deve ainda ser evitado o consumo excessivo de álcool e cafeína”. Manter uma dieta equilibrada e variada, rica em antioxidantes, na qual priorizamos alimentos anti-inflamatórios, nomeadamente legumes, fruta, peixe e especiarias como a pimenta-preta, curcuma e gengibre, também é crucial. “O que se passa no organismo reflete-se inevitavelmente na pele”, recorda o dermatologista.
Já de uma perspetiva dermatológica, “é essencial manter uma rotina de cuidados de pele adequada, focada na hidratação, na proteção solar e na utilização de ativos antioxidantes e regeneradores – como a vitamina C, o retinol e os peptídeos. Em casos mais marcados, pode ser necessário recorrer a tratamentos médicos, como peelings, lasers ou bioestimulação com injeções de ácido hialurónico e vitaminas”, frisa o médico.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº302, agosto de 2025.
Atualmente, o suicídio é a a terceira causa de morte entre jovens dos 15 aos 29 anos globalmente, mas não tem de o ser para sempre.
[shortcode_split_text]O Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, assinalado a 10 de setembro, convida-nos a refletir sobre um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade: compreender, prevenir e intervir no sofrimento psicológico extremo. Entre as manifestações mais preocupantes encontram-se a automutilação e as condutas suicidas, expressões dolorosas de um mal-estar profundo, ainda demasiado ausente do debate público.
A automutilação deve ser entendida como uma estratégia de regulação emocional. Muitas pessoas recorrem à dor física como forma de lidar com emoções insuportáveis. Embora, na maioria dos casos, não constitua uma tentativa de suicídio, este comportamento não deve ser minimizado: é um fator de risco importante para o desenvolvimento de pensamentos e atos suicidas, sobretudo quando não existe rede de apoio familiar, social ou clínico.
O suicídio, tal como mostram inúmeras investigações, é fruto da interação complexa entre fatores biológicos, psicológicos e sociais. Não surge de forma súbita: é um processo cumulativo, frequentemente antecedido por sinais de alerta que passam despercebidos. A prevenção exige, por isso, uma abordagem integrada, envolvendo famílias, escolas, profissionais de saúde e a comunidade em geral.
Um dos maiores obstáculos continua a ser o estigma. Persistem mitos e preconceitos que dificultam a procura de ajuda e alimentam o isolamento de quem sofre. A ciência mostra que falar abertamente sobre o suicídio não aumenta o risco, mas sim o contrário: abre espaço para a compreensão, facilita a identificação precoce de situações de perigo e promove caminhos de apoio.
A literacia em saúde mental, o reforço de serviços especializados e a criação de respostas de proximidade são investimentos urgentes. Prevenir implica conhecimento, empatia e ação concertada.
Os números ajudam a dimensionar a urgência
• Mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos em todo o mundo — cerca de 1 em cada 100 mortes;
• É a terceira causa de morte entre jovens dos 15 aos 29 anos globalmente;
• Cerca de 73% dos suicídios ocorrem em países de baixo e médio rendimento;
• Para cada suicídio consumado, ocorrem em média 20 tentativas;
• Houve avanços: a taxa global ajustada por idade caiu 40% entre 1990 e 2021 (de 15 para 9 por 100 mil habitantes), com maior redução entre as mulheres (~50%) do que entre os homens (~34%);
• Mas certas regiões apresentam tendências preocupantes de crescimento: América do Norte (+33%), América Latina e Caribe (+25%) e Sudeste Asiático (+10%).
Neste Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, importa reafirmar uma ideia essencial: os comportamentos automutilantes e suicidas não são fraqueza nem escolha individual, mas sim a expressão de uma doença silenciosa que exige atenção imediata. O desafio é grande, mas a mensagem é clara: só com uma resposta séria, científica e comprometida poderemos reduzir a incidência destes fenómenos e, sobretudo, salvar vidas.
Texto escrito por Nora Cavaco, psicóloga clínica, pós-doutorada em Intervenção Precoce no Autismo e doutorada em Educação Infantil e Familiar, responsável do Centro Clínico Al Ghrab.
Enquanto um dos setores mais poluentes do mundo, a indústria da moda vê-se a braços dados com um desafio: arranjar alternativas inovadoras e criativas para combater o desperdício. Aqui, apresentamos-lhe algumas soluções encontradas, em especial, no território português.
[shortcode_split_text]Comecemos pelos números: estima-se que sejam necessários 2700 litros de água doce, ou seja, o correspondente à quantidade média que uma pessoa bebe em dois anos e meio, para fabricar uma T-shirt de algodão. Chocante? Ainda não terminámos.
Em 2020, foram necessários nove metros cúbicos de água, 400 metros quadrados de terra e 391 quilogramas de matérias-primas para fornecer vestuário e calçado a cada cidadão da União Europeia. Isto equivale a aproximadamente 90 banhos de dez minutos, um campo de basquetebol e quatro frigoríficos. Valores brutais que colocam o setor têxtil na posição de terceira maior fonte de degradação da água e de utilização dos solos, de acordo com os dados partilhados no site do Parlamento Europeu.
É, por isso, crucial tomar ações concretas para fazer face ao impacto ambiental. Com isso em mente - e sabendo que, na Europa, as pessoas consomem em média cerca de 26 quilogramas de produtos têxteis e deitam fora cerca de 11 quilogramas, todos os anos -, a UE traçou um conjunto de estratégias que visam atingir uma economia circular até 20250, através da redução de resíduos têxteis, aumento do seu ciclo de vida e promoção da reciclagem.
Algumas marcas seguem já este caminho em direção à sustentabilidade, de forma inovadora e consciente. A Cura by the Sea é um desses exemplos.
“Tudo começou quando a Joana [Faustino, co-fundadora da marca de roupa] se fartou de ver várias caixas na despensa do hotel [You and the Sea, do qual é proprietária, em conjunto com as suas duas irmãs] cheias de lençóis de grande qualidade, de 100% algodão, que tinham pequenas manchas ou rasgões e, portanto, não podiam ser utilizadas no hotel”, recorda Arjan Kuil, co-fundador da insígnia. “Eram demasiado bons para desperdiçar”.
Desta forma, convidaram alguns artistas a dar-lhes uma nova vida, ainda antes de imaginarem que, um dia, a Cura by the Sea seria um projeto sólido. De velhos lençóis, esquecidos num qualquer canto do edifício, nasceram camisas “com técnicas artesanais únicas”, de edição limitada, que o co-proprietário diz terem sido “um sucesso”. Depois, não pensaram duas vezes antes de decidirem lançar a marca e vendê-la online, fazendo-a crescer a olhos vistos.
Até à data, conseguiram “colecionar e guardar aproximadamente 600 lençóis de dois hotéis”, a partir dos quais esperam criar “mais de 1500 camisas”, anuncia Arjan. Para já, foram produzidas “entre 200 e 400” peças, pelo que ainda há muito material com o qual podem ser criativos, seja a fazer mais camisas ou uniformes para restaurantes, o mais recente passo dado pela Cura by the Sea.
O que a insígnia faz - transformar velhos lençóis em novos itens de vestuário - é apenas uma das formas de tornar a moda (um pouco) mais verde. Ao processo dá-se o nome de upcycling, que a Sociedade Ponto Verde define como a “transformação de materiais para reincorporação num produto com maior ou igual valor acrescentado”. E existem, cada vez mais, opções no mercado que partem deste conceito para agitar este que é um dos sectores mais poluentes do mundo.
Do enxoval para o guarda-roupa
Béhen é uma delas. Depois de um mestrado em Londres, onde foi incentivada a questionar o seu papel enquanto designer e “criar sempre com um propósito”, e um estágio numa marca Fair Trade, na Índia, Joana Duarte, a fundadora, regressou a Portugal com vontade de “criar um projeto ligado à dimensão da criação com impacto”.
“Ainda não sabia exatamente sobre o que seria esse projeto, mas foi no meio dos enxovais e bordados da minha avó e de ouvir muitas vezes que ‘ia tudo para o lixo, porque já ninguém queria’ que surgiu [a marca], de forma muito ingénua e sem um plano propriamente definido, mas com uma enorme vontade de mudar a perceção da nova geração sobre estes materiais e técnicas artesanais”, conta a fundadora.
Em pouco tempo, essa estrutura apareceu e, em março de 2020, apresentou a sua primeira coleção na plataforma Lab da ModaLisboa, captando, de imediato, a atenção da imprensa internacional.
Os holofotes não se desligaram e, por consequência, no ano seguinte, foi distinguida no concurso The International Sustainable Fashion Design, graças ao seu percurso pautado pela união entre tradição e modernidade, que se traduz em peças que buscam no passado a visão do futuro.
Resgatados, inicialmente, das arcas da avó e o enxoval da família, e, atualmente, envolvendo “arcas e gavetas de muitas outras pessoas, de norte a sul do país”, que chegam até si através de “feiras, armazéns antigos ou simplesmente de pessoas que sabem” o que fazem e “oferecem peças dos seus enxovais”, os materiais ganham uma nova vida em coordenados únicos e cool.
Perguntamos-lhe, desta forma, se se sente, de algum modo, limitada durante o processo de criação. “Sim e não”, responde, esclarecendo: “Não posso simplesmente encomendar 100 metros de tecido quando trabalho com materiais antigos ou técnicas como a tecelagem manual, mas acredito que, para uma criatividade sustentável e sustentada, os limites são importantes. Obriga a olhar com mais atenção para os materiais e a encontrar soluções fora da caixa, mas é um exercício constante de adaptação”.
É-o também devido à imprevisibilidade dos materiais que lhe chegam às mãos, não só no que diz respeito à quantidade, como qualidade ou estado de conservação.
“Há materiais que ficam meses à espera de ‘encontrar a peça certa’ ou o projeto ideal”, nota. “Estamos sempre a experimentar, a fazer testes, a errar. Há muitos tecidos que não conseguimos aproveitar por estarem demasiado danificados, mas é uma questão de dar tempo e tentar pensar noutra forma de os usar”, adiciona.
“Existe também todo um lado de restauro. Aprendi muito com a minha avó e com a minha mãe sobre como tratar tecidos antigos desde segredos para tirar manchas até formas de reparar pequenos buracos ou imperfeições”, completa.
Recetividade da moda sustentável
Este tipo de peças exige, então, “um cliente que entenda o valor de algo único ou limitado”. “Procuram peças mais exclusivas e a limitação de quantidade torna-se uma mais-valia, não uma dificuldade”, repara Joana Duarte.
Contudo, tem consciência de que “há países onde este tipo de trabalho ainda não é visto como algo de luxo, precisamente por já ter tido uma vida anterior”, embora existam também “há muitos contextos onde essa ideia já foi ultrapassada, e onde se reconhece o valor que estas peças trazem em termos de história”.
Em Portugal, no entanto, há ainda um longo caminho a percorrer para alargar mentalidades relativamente à moda sustentável, considera Joana Campos Silva, consultora de comunicação e moda circular.
“Os consumidores veem benefícios em comprar produtos ultrabaratos que, além de não respeitarem o direto dos trabalhadores, trazem consigo químicos nocivos proibidos na Europa”, frisa, lembrando uma grande reportagem do canal privado SIC, que dava conta que chegam a território nacional, “por dia, cerca de 40 aviões com artigos de plataformas como a Shein e Temu”.
“Acreditamos que a sustentabilidade é sobre dar muitos pequenos passos, pelo que podemos dizer que existimos para inspirar e motivar”, declara Arjan Kuil, cofundador da Cura by the Sea.
E é este o esforço - de gerar curiosidade, apresentar-se como uma boa alternativa e criar esperança no futuro - que diferentes marcas, de uma forma ou doutra, têm feito para mostrar que vale a pena caminhar nesta direção.
Benedita Formosinho, fundadora da insígnia homónima, por exemplo, vende novelos de fio reciclado ecológico, além de peças de roupa sustentáveis e intemporais, de forma a “contribuir para uma informação consciente da comunidade em geral, sentindo nas suas mãos este poder transformador”, revela.
“Consideramos que, assim, podemos também fomentar o dar asas à imaginação e criatividade de cada um, além de contar a história deste fio em cada cinta do novelo”, acrescenta.

Fundadora, designer e CEO Benedita Formosinho e Perpétua Formosinho, responsável pela sustentabilidade e pelo desenvolvimento estratégico da marca
O resultado é fruto do projeto de circularidade implementado para colocar um ponto final no desperdício gerado na produção, que inclui “pequenos retalhos de tecidos resultantes do corte das peças”, muitos deles de “materiais nobres, manta alentejana, burel, fibras orgânicas…”, afirma.
“Os desperdícios são enviados do nosso atelier e dos nossos parceiros de confeção para a empresa de reciclagem, quando se atinge um volume viável para a sua introdução no processo fabril, procedem à separação, reciclagem, cardação e fiação. Novos cones de fio são usados no desenvolvimento de novas peças, dando assim uma nova vida ao nosso “lixo” para entrar novamente nas nossas escolhas”, clarifica a mente por trás da marca.
Alternativas criativas
No entanto, não é só de desperdícios têxteis que se faz novo vestuário. “A Indústria portuguesa é muito inovadora e tem soluções múltiplas para os diferentes desafios, seja para dar resposta ao consumo excessivo de água, seja pela pegadas emissões GEE ou no combate ao resíduo têxtil”, destaca Joana Campos Silva.
“O Be@t (projeto de bio economia da têxtil) e a Fibernamics estão a fazer grandes apostas em novos materiais e há inúmeras soluções. Temos fibra que vem da casca da banana, ananás, leite e até do pêlo de cão. E há hoje acabamentos têxteis, que parecem pele, que vêm de resíduos de outras indústrias, como a cortiça, café ou a baga da uva”, salienta.
A Loewe e a H&M são algumas das referências com um alcance internacional que investiram neste campo. A primeira, em conjunto com a Pyratex - especialista na produção de tecidos de base natural, derivados de recursos biológicos renováveis e reciclados -, anunciou, em junho deste ano, que iria aproveitar as cascas de laranjas para dar vida às suas novas coleções. Já a sueca de fast fashion, introduziu, em 2019, seda de laranja, pele de ananás e espuma de algas na linha Conscious Exclusive.
Questiona-se como é possível ou como funciona? Fátima Esteves, diretora do curso Engenharia Têxtil, na Universidade do Minho, elucida-nos: “A utilização de resíduos vegetais (agro-alimentares, por exemplo), nomeadamente as cascas de frutos, restos vegetais da produção florestal, papel, cartão, palhas da produção de cereais, têm como objetivo a utilização da sua base de celulose para a produção de fibras artificiais celulósicas, como a viscose ou a liocel. Também os materiais têxteis pós-consumo podem ser usados como fonte de celulose para produzir estas fibras que, habitualmente, são produzidas a partir da madeira (normalmente, eucalipto). Deste modo, tudo o que seja resíduo de base vegetal (celulósica) pode ser utilizado na produção destas fibras”.
Além disso, “estes resíduos vegetais também estão a ser utilizados como fonte de corantes naturais. É o caso da casca de laranja, das folhas de oliveira, por exemplo”. Ainda assim, “sua aplicação continua a ser residual, dadas a características destes compostos: menos resistentes a certos fatores do que os sintéticos”, lamenta a profissional.
Arrojadas e inovadoras, as soluções para combater o ritmo desenfreado da indústria da moda multiplicam-se. E é necessário que aconteça. “Os recursos do nosso planeta não são infinitos. O ciclo de crescimento desenfreado que vemos atualmente em muitos setores tem de parar. E precisamos de abrandar. Precisamos de ser criativos no uso do que temos”, remata Arjan Kuil.
Sempre que a semana começa tem vontade de ir chorar para a casa de banho do escritório? Não está sozinha. Mas não desespere. Existem soluções para sobreviver à segunda-feira.
[shortcode_split_text]Sabia que a segunda-feira é o dia mais triste da semana? Investigadores da University of Vermont Complex Systems Center, que analisaram publicações no Twitter entre 2008 e 2023, confirmaram o que já suspeitávamos.
"O humor tende a melhorar ao longo da semana, sofrendo um pico no sábado, antes de entrar em queda brusca no início da nova semana", relata o site Quartz, de acordo com os tweets analisados.
Às palavras mais comuns e frequentemente utilizadas na amostra de 50 milhões de publicações analisadas neste estudo (até 2017), os investigadores atribuíram classificações, numa escala de 1 a 9, conforme o nível de felicidade (o hedonometer). As conclusões não deixaram margem para dúvidas. Ao sábado as pessoas demonstraram sensações de felicidade superiores face aos outros dias da semana. À segunda-feira, acontecia o inverso. A partir de terça, os ânimos começavam a subir, neste carrossel de emoções que se repete todas as semanas. Mas será que tem de ser assim para sempre?
Não se resigne. Torne o primeiro dia da semana tão feliz como os outros. Siga estes conselhos, aprenda a sobreviver à segunda-feira e sinta-se sempre bem.
É possível sobreviver à segunda-feira? Sim!
1. Segunda-feira é dia de...
Estipule que segunda-feira é o dia de yoga, o dia de se reunir com as suas amigas ou a noite de cinema. A vida não se cinge ao trabalho e o mundo continua a girar no primeiro dia da semana. Lembre-se (sempre) disso.
2. Não durma demasiado no fim de semana
Sabemos que acordar sem o som infernal do despertador é um dos melhores momentos do fim de semana. Mas quebrar exageradamente as rotinas da semana significa ter de readaptar-se às mesmas. Além disso, acordar mais cedo é uma oportunidade para planear atividades. Se passar o fim de semana a dormir vai sentir que este passou a voar e não fez nada de especial. Resultado: a segunda-feira vai ser pior.
3. Programe a semana fora do escritório
O percurso escritório/casa e casa/escritório pode levar a sentimentos de tédio e monotonia. Vá ao cinema, visite exposições, jante com as suas amigas, conheça um bar giro depois do trabalho. Desta forma, a ideia de ter de enfrentar mais uma semana vai ser muito menos dolorosa. Bem pelo contrário.
4. Prepare a segunda-feira na sexta-feira
A lentidão cerebral de segunda-feira conjugada com o trabalho acumulado só pode gerar stresse, ansiedade e tristeza. Na sexta-feira adiante aquilo que puder para a semana seguinte. O dia de segunda vai ser muito mais calmo.
5. Sinta-se bonita (mas leve roupa interior extra confortável)
Não ceda à tentação de vestir o primeiro trapo que lhe aparece. A filosofia do "perdido por cem, perdido por mil" só vai piorar a disposição de segunda-feira. Quando uma mulher se sente bonita, os dias tornam-se mais fáceis. E se, ao mesmo tempo, puder estar confortável, melhor. A fórmula perfeita.
6. Aposte em alimentos que acalmam
Abacate, salmão, amêndoas e chocolate negro. Faça por nutrir o seu corpo com alimentos bons e equilibrados, que ajudem a controlar os níveis de stresse. O seu humor e energia vão agradecer.
7. Tenha cuidado com o que come durante o fim de semana
É natural que tenha mais cuidado com o que come durante a semana e que seja mais permissiva ao sábado e domingo. Ainda assim, faça-o de forma moderada. A forma como nos alimentamos influência a nossa disposição e, se comer demasiado açúcar e produtos processados, vai sentir-se muito mais cansada.






















