Le Défilé pode ser assistido em direto da Semana da Moda de Paris no centro comercial Colombo, às 20h.
[shortcode_split_text]Pelo oitavo ano, a L’Oréal Paris celebra o empoderamento feminino, a beleza e a moda ao desfilar na Semana da Moda de Paris com figuras icónicas, entre elas, Kendall Jenner, Jane Fonda e Eva Longoria. O desfile, que ocorre junto ao Hotel de Ville, será transmitido pela primeira vez em direto na praça central do Centro Comercial Colombo no dia 29 de setembro, às 20h.
Sessões de maquilhagem
Mas o momento não fica por aqui! Entre as 16h e as 22h, há espaço para sessões gratuitas de maquilhagem realizadas por make-up artists profissionais.
Além disso, em parceria com o Continente e a Wells, quem efetuar compras de pelo menos dois produtos L’Oréal Paris nas lojas do Colombo, poderá receber um um batom Color Riche personalizado. A personalização decorrerá na Praça Central, mediante apresentação dos talões de compra.
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A praça história do Hotel de Ville testemunhou diversas manifestações durante a Revolução Francesa e foi o berço dos protestos pela igualdade salarial durante o século XIX. Por isso, não há melhor local para o Le Défilé L’Oréal Paris, que este ano abraça o lema francês “Liberdade, igualdade, sororidade".
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas – O Dilema, da SIC.
Cuidar da pele depois dos 50 não é tentar apagar o tempo, é celebrar a maturidade com confiança, firmeza e luminosidade. Pensando nisso, L’Oréal Paris criou Age Perfect Colagénio Expert Dia, um creme de dia que combina ciência avançada e que promete resultados visíveis desde a primeira aplicação, estimulando a produção natural de colagénio para uma pele mais tonificada e radiante.
[shortcode_split_text]Durante muito tempo, acreditou-se que a beleza feminina atingia o auge na juventude. Hoje, as mulheres provam que a confiança cresce com a experiência. A beleza madura é mais profunda: está ligada à liberdade de escolhas, à atitude e à serenidade de não viver para agradar os outros. É certo que com o passar dos anos há certas mudanças que acontecem na nossa pele, como a diminuição do colagénio, proteína responsável pela estrutura, firmeza e elasticidade da pele, que nos deixam por vezes mais inseguras.
Aos 50 anos, a perda de colagénio pode chegar aos 30%, resultando em flacidez, contornos menos definidos e menor densidade cutânea. A boa notícia? Há cosméticos que devolvem à pele, não só aquilo que esta realmente precisa aos 50 anos, como também ajudam a aumentar a autoestima e a confiança às mulheres.

A inovação que chega às camadas profundas
Muitos cremes contêm colagénio em partículas grandes demais para penetrar na pele, atuando apenas na superfície. O Age Perfect Colagénio Expert Dia, de L'Oréal Paris, vai mais longe. No coração da sua fórmula está o péptido de microcolagénio, 30 vezes mais concentrado que na versão anterior.

Com apenas 3 nanómetros, mil vezes menor que um poro da pele, penetra profundamente, ativando os fibroblastos e estimulando a produção natural de colagénio. Idêntico a fragmentos de colagénio humano, o péptido é reconhecido pela pele, potencializando a regeneração de dentro para fora. O resultado? Uma pele mais firme, tonificada e com textura mais densa, camada a camada.
Ingredientes que fazem a diferença
- 3% Péptidos de microcolagénio: reativam a produção de colagénio na origem, restaurando visivelmente a firmeza.
- 2 % Niacinamida: reduz manchas da idade e devolve luminosidade à tez, dermatologicamente recomendada.
Resultados que se veem e se sentem
A textura agradável e a fórmula avançada do creme proporcionam sensação imediata de preenchimento e conforto. Com o uso contínuo, oferece:
- Reafirmação da pele;
- Melhora da elasticidade e densidade;
- Contornos faciais mais definidos;
- Redução visível de manchas da idade;
- Tom de pele uniforme.
Ritual de beleza diário: simples e eficaz
Reunimos alguns dos artigos de moda, beleza, bem-estar e lifestyle que pode encontrar no interior da sua Saber Viver de outubro. Agarre-a já nas bancas!
[shortcode_split_text]A edição de outubro da Saber Viver já está nas bancas e, nas suas folhas, traz uma série de artigos que não vai querer perder.
Este mês recordamos o legado do designer italiano Giorgio Armani, falamos de como o wellness se tornou um símbolo de estatuto e explicamos o conceito mankeeping. a maquilhagem que vamos ver em todo o lado.
Descubra ainda as causas e como minimizar a queda de cabelo pós-verão e as peças-chave, as cores, os acessórios e os padrões desta estação.
Tudo isto e muito mais para ler nas páginas da sua revista – já nas bancas.
Nas páginas da Saber Viver de outubro
As cores da estação
As folhas caem, as temperaturas diminuem e os dias parecem mais curtos. Não existem dúvidas de que o outono está aqui. Receba-o com as cores desta estação .
Giorgio Armani. Grazie Maestro
Não foi só o meio da moda que ficou infinitamente mais rico com a passagem de Giorgio Armani por este planeta. A elegância simples, despojada de artifícios, que o designer italiano ensinou ao mundo estende-se a áreas como a arquitetura e a arte, refletindo uma forma de estar serena e sofisticada, essencial em todas as eras.
Tons outonais
Assim que damos as boas-vindas à estação fria, o nosso mood altera-se imediatamente. Ansiamos por aconchego, texturas densas, além de cores profundas e luxuosas e luxuosas, sem exceção no universo da beleza.
Em queda livre
Perder entre 50 e 100 fios de cabelo por dia é perfeitamente normal. No entanto, quando passamos a deixar pistas da nossa presença por todo o lado, chega o momento de ativar os alarmes e perceber as suas causas.

Quando é que o wellness se tornou a nova it bag?
Carrie Bradshaw apregoava que gostava do dinheiro onde podia vê-lo, pendurado no armário. Oh, pobre Carrie – sabia lá ela que o luxo moderno não se veste, mas pratica-se. São manhãs de pilates, smoothies verdes com colagénio, sessões de LED facial, caminhadas na Natureza e rituais pensados para equilibrar corpo, mente e espírito. Já não contamos pares de Manolos, mas horas de sono REM. Afinal, a moda passa; o bem-estar, se cultivado, é intemporal.
Procura-se: "Chief Male Maintenance Officer"
Requisitos: paciência infinita e talento para tudo parecer natural. Benefícios: teletrabalho e café gratuito. Remuneração: compatível com experiência.
Cool cities
Este mês levamo-la a viajar pelos spots mais trendy de quatro cidades europeias. Guarde consigo, caso esteja nos seus planos aproveitar os fins-de-semana para umas escapadinhas neste inverno.
Inspirámo-nos na coleção outono-inverno 2025/2026 de Dior e antecipámos as tendências da estação. Ora veja.
[shortcode_split_text]Casacos esculturais, golas, folhos, capas de veludo, vestidos longos, rendas... A nova coleção outono-inverno 2025/2026 da Dior relembra-nos o quanto a moda é livre de estereótipos e nos convida à transformação e expressão do que somos ou do que queremos ser.
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Por isso, só fazia sentido incorporarmos estas peças magníficas no nosso editorial de Moda de setembro, que pode ver abaixo.
Editorial de Moda: Espírito Livre
Créditos
Produção e styling: Bárbara Marinho
Fotografia: Dulce Daniel
Modelo: Nika Sobolevskaya
Cabelos: Rui Rocha
Maquilhagem: Luísa Magalhães
Digitech & light assistant: Luís Pedro Ferreira
Retouching: Do Retouch
Vídeo: Diogo Almeida
O certame está de volta à capital com uma lista variada de atividades de entrada livre. Saiba tudo aqui.
[shortcode_split_text]Dizer que a Semana da Moda de Lisboa consiste na apresentação das novas coleções dos designers nacionais não está errado, no entanto também não está totalmente correto. A ModaLisboa é muito mais do que passerelles; é onde diferentes públicos se encontram para partilhar experiências e conhecimentos.
Por este motivo, todas as edições do certame contam com exposições, conversas, workshops e muito mais. Descubra tudo o que pode fazer, de forma gratuita, na ModaLisboa Base.
ModaLisboa base: atividades de entrada livre
Fast talks
1 de outubro, das 17h às 19h
MUDE - Museu do Design

Esta edição, as talks moderadas por Rui Maria Pêgo - de entrada livre, com registo obrigatório - assumem-se como espaços de pensamento crítico e de debate aberto à comunidade. Crafting the BASE: Reframing Heritage in Contemporary Design, com Guta Moura Guedes (Experimenta), Olga Noronha e Isabel Costa (Burel Factory), propõe um olhar sobre a herança e a materialidade, interrogando de que forma técnicas ancestrais podem oferecer respostas aos desafios da sustentabilidade, da inovação e da permanência.
Já Branding the BASE: A New Strategy for Independent Businesses, com Federico Poletti (IED Milano), Carolina Santos (Alameda Turquesa) e Mariana Matos (Parlamento), centra-se na construção de estratégias para a autonomia de negócios independentes, num setor marcado pela velocidade e pela pressão do sucesso imediato.
Exposição Beat by be@t
1 a 5 de outubro
MUDE – Museu do Design

O beat by be@t regressa à Lisboa Fashion Week com um programa colaborativo que procura soluções mais sustentáveis e circulares para resolver os desafios prementes da indústria. Na exposição desenhada para a ModaLisboa Base são apresentados quatro projetos têxteis circulares desenvolvidos por equipas compostas por designers de Moda e pequenas e médias empresas têxteis.
Adidas x sportino ModaLisboa Kick Off Party
2 de outubro, das 19H às 22H
Sportino Chiado

A Adidas e a Sportino são as anfitriãs da Kick Off Party da ModaLisboa esta edição. A festa que marca o início da Lisboa Fashion Week acontece na loja Sportino Chiado (Rua Nova do Almada, 85), e tem como objetivo celebrar a moda, claro, elevar a fasquia para os dias da Semana de Moda que seguem.
Exposição LaBscapes, de Olga Noronha
4 e 5 de outubro
MUDE – Museu do Design

Também no MUDE poderá ver a mostra expositora de Olga Noronha. “LaBscapes engloba obras site-specific e abordagens mistas, tanto escultóricas como uma série de Lab Paintings ©, resultado do desenvolvimento de novos materiais em laboratório a que Olga Noronha se tem dedicado desde 2018, e que surgem para expressar as variações imprecisas de cor e a mistura de sentidos e emoções”, lê-se no site da ModaLisboa.
Instalação SOLO E TEAR – Da Terra à Tecelagem Digital
3 a 5 de outubro
Praça do Comércio

Viajamos até à Praça do Comércio para ver SOLO E TEAR – Da Terra à Tecelagem Digital, uma instalação MODAPORTUGAL by CENIT/ANIVEC que reflete a transição entre tradição e inovação na indústria têxtil, simulando um sistema inteligente que aprende, analisa, cria e transforma, e ilustrando como a inteligência artificial está a remodelar a cadeia de valor têxtil, da fibra ao produto final.
A instalação irá ainda transmitir, em direto, os desfiles Lisboa Fashion Week do Pátio da Galé.
Fashion House
2 de outubro, das 12H às 17H
3 a 5 de outubro, das 12H às 20h
Palacete Gomes Freire

A Fashion House, uma das novidades da ModaLisboa Base, foi criada para ser um espaço dinâmico e relacional, onde diferentes públicos se encontram. Segundo a organização, “a Fashion House é o meeting point de designers, imprensa, key opinion leaders e comunidade, transformando-se em espaço de convergência onde se ensaiam novas formas de partilha. Um showcase de crafts convoca herança cultural, práticas sustentáveis e inovação tecnológica, demonstrando como o passado e o futuro podem coexistir no mesmo gesto”.
Conta com uma pop-up store, lounge, happenings, lançamentos e outros eventos especiais, como a performance de João Magalhães, no sábado.
ModaLisboa Avenida
2 a 5 de outubro, das 10h às 21h
Avenida da Liberdade
Durante a Lisboa Fashion Week a avenida lisboeta será a casa de workshops, conversas, cocktails e iniciativas em colaboração com designers em ateliers, lojas, restaurantes e hotéis. Há atividade acessíveis apenas por convite e vários eventos de entrada livre que pode descobrir na programação completa, aqui.
OFF Lisboa Fashion Week

O OFF Lisboa Fashion Week, powered by contracoutura, está de volta com o objetivo de apoiar talentos emergentes e estabelecer ligações entre criativos internacionais e o ecossistema.
Da programação destacamos Wide Shades Exhibition: “1rst of the Month”, na Rua da Boavista 80, que reúne uma exposição coletiva e DJ set, com instalações de Wesley Barros e Hana Vuckovic, cerâmica de Patrícia Sousa e um showcase de arquivo de Moda.
De 2 a 5 de outubro, dê um salto à Pop-up @ Cyber Café, onde poderá encontrar marcas como Chaos Kid, Inês Gordo e Nexus Studio e passar um bom serão acompanhada de DJ sets, entre as 18H30 e as 21H. A 4 de outubro, a programação continua com o Brunch contracoutura convida, na Rua do Vale Formoso 21A, numa união de música e gastronomia para celebrar a inauguração do novo espaço.
De 1 a 5 de outubro, o certame volta a preencher o Pátio da Galé, entre outros pontos de Lisboa, com novas propostas de designers, workshops, talks e muito mais.
[shortcode_split_text]A ModaLisboa retorna a casa para mais uma edição, repleta de novas coleções, conferências, exposições, workshops e showcases há muito aguardados. Entre 1 e 5 de outubro, o Pátio da Galé, na capital, veste-se a rigor para os vários desfiles que ali vão acontecer, mas as atividades, algumas de entrada gratuita, não ficam por aqui, invadindo outros pontos da cidade, como o MUDE - Museu do Design, o Palacete Gomes Freire, o Moldo Studios, a Avenida da Liberdade e a Praça do Comércio.
O mote da 65ª edição
“O que acontece quando nos detemos naquilo que sustenta, em vez daquilo que se exibe? Que camadas simbólicas, materiais e económicas habitam as fundações de um sistema criativo? E que possibilidades se abrem quando deixamos de olhar a Moda apenas como forma e passamos a entendê-la como campo expandido de produção de conhecimento, de memória e de futuro?”.
É desta premissa que nasce ModaLisboa Base. Da urgência de “repensar a criação não como expressão isolada, mas como prática sustentada por infraestruturas humanas, tecnológicas, territoriais, emocionais”, lê-se em comunicado, e de reconhecer o poder da base, estrutura invisível mas crucial que sustenta o ecossistema da moda.
“BASE torna-se, assim, um exercício de construção crítica: sobre o que criamos, como criamos, com quem criamos, e a que custo”, avança a organização.
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Calendário de desfiles
A ModaLisboa Base apresenta um calendário com 23 apresentações de moda e 53 designers e marcas nacionais e internacionais.
Os desfiles arrancam já a 30 de setembro, na Embaixada de Itália em Lisboa, com uma noite dedicada aos novos nomes da rede IED – Istituto Europeo di Design. ED:Repeat the Action reúne peças de Carlotta Gadda, Haiqi Zhou, Daniele Dargenio, Simone Smeriglio, entre outros designers, propondo uma reflexão sobre a repetição como ferramenta de transformação, aproximando educação e indústria.
Passamos para o dia 2 de outubro com a estreia da Fashion House, no Palacete Gomes Freire, com novos nomes da Semana de Moda, com happenings performáticos de Roselyn Silva, Ana Margarida Feijão, e Gandaia.
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De 3 a 5 de outubro, regressamos ao Pátio da Galé com o concurso Sangue Novo supported by Seaside, Alves/Gonçalves, 2B, Luís Onofre, Gonçalo Peixoto, Kolovrat, Carlos Gil, DuarteHajime, Valentim Quaresma, Dino Alves e Luís Carvalho.
Como sempre, temos apresentações fora do núcleo. No MUDE - Museu do Design, há três apresentações exclusivas: BÉHEN e Olga Noronha, no sábado (a mostra de Olga Noronha será aberta ao público entre 3 e 5 de outubro), e Nuno Baltazar, no domingo. Também a apresentação do projeto editorial da APICCAPS, Portuguese Soul, será off location, no Moldo Studios, e Constança Entrudo preparou um lançamento especial no novo espaço Castle Hi Hi Hi.
Há ainda a estreia da Workstation Design supported by Jean Louis David, que vem consolidar o papel da plataforma de experimentação na afirmação de novas linguagens de Moda, com ARNDES, Bárbara Atanásio, Mestre Studio, Çal Pfungst, Francisca Nabinho e Gabriel Silva Barros.
Além dos desfiles
Fashion House
Palacete Gomes Freire
2 de outubro, das 12h às 17h
5 de outubro, das 12h às 20h
Mais uma estreia da ModaLisboa Base, concebida para ser um espaço de entrada livre (com alguns momentos reservados a convidados) dinâmico e relacional, onde diferentes públicos se cruzam e reconhecem a criação como território comum. Aqui poderá encontrar uma pop-up store, dedicada a designers e marcas nacionais, showcases de tecnologia e herança cultural, bem como um lounge & meeting point.
ModaLisboa na Avenida
Avenida da Liberdade
2 a 5 de outubro
Em parceria com a Associação da Avenida da Liberdade e com o apoio do programa Portugal Events, do Turismo de Portugal, a Semana de Moda de Lisboa expande-se para uma das avenidas mais populares do país com quatro dias de workshops, cocktails e diversas intervenções culturais em ateliers, lojas, restaurantes e hotéis, que aproximam públicos vários e propõem novas formas de encontro.
Fast Talks
MUDE - Museu do Design
1 de outubro, das 17h às 19h
Não existe ModaLisboa sem Fast Talks, é certo. Esta edição, as conversas de entrada livre (com registo obrigatório) acontecem no MUDE - Museu do Design, a 1 de outubro. Crafting the BASE: Reframing Heritage in Contemporary Design, com Guta Moura Guedes (Experimenta), Olga Noronha e Isabel Costa (Burel Factory), propõe um olhar sobre a herança e a materialidade, interrogando de que forma técnicas ancestrais, muitas vezes ligadas a práticas regionais e ritmos lentos, podem oferecer respostas aos desafios da sustentabilidade, da inovação e da permanência.
Já Branding the BASE: A New Strategy for Independent Businesses, com Federico Poletti (IED Milano), Carolina Santos (Alameda Turquesa) e Mariana Matos (Parlamento), centra-se na construção de estratégias para a autonomia de negócios independentes, num setor marcado pela velocidade e pela pressão do sucesso imediato, para pensar modelos de crescimento consistentes, conscientes e duradouros.
Entrar na universidade é um momento de viragem na vida de muitas famílias e pode representar a primeira saída de casa dos pais. A síndrome do ninho vazio surge, muitas vezes, nesta fase. Como preparar e gerir este desafio?
[shortcode_split_text]Quando Diogo se candidatou à universidade, os pais sabiam que havia a possibilidade de ser colocado numa cidade longe de casa. Faro era uma das primeiras opções. “Obviamente ficámos felizes por ele ter entrado no curso que queria [Biologia, na Universidade do Algarve]. Mas só tinha 17 anos e nunca tinha vivido numa cidade. Cresceu num meio rural, não muito longe de Lisboa, mas, ainda num ambiente muito controlado, onde todas as pessoas se conhecem”, relata Cátia Jorge, jornalista de saúde.
Como se costuma dizer, “foi criado por uma aldeia”. De repente, “imaginá-lo sozinho numa cidade grande” era uma ideia assustadora para os pais. Na verdade, não houve muito tempo para pensar. A notícia de que o filho tinha sido colocado chegou apenas uma semana antes de as aulas começarem. “Tivemos uma semana para lhe arranjar quarto, tratar das matrículas, fazer a ‘trouxa’ e instalá-lo. Não houve muito tempo para irmos fazer o reconhecimento do terreno.”
Os pais deixaram-no instalado na véspera de as aulas começarem e “ele teve de se orientar sozinho” sem conhecer ninguém, e a viver num apartamento com quatro estranhos na mesma situação que ele.
Nas primeiras semanas, Cátia e o marido, Luís, não conseguiram dormir. “Sempre que lhe ligava e ele não atendia ou demorava para responder, eu criava o pior cenário na minha cabeça. Foi muito angustiante”, conta a mãe. E o facto de estar a ser praxado “com brincadeiras nem sempre seguras foi um sufoco”, sublinha.
Crescimento mútuo
A ida dos filhos para a faculdade “marca um rito de passagem importante tanto para os filhos como para os pais. Para os jovens, surgem desafios ligados à autonomia, gestão do tempo, responsabilidades e construção de uma nova rede de apoio”, explica Catarina Lucas, psicóloga e diretora do Centro Catarina Lucas.
Para os pais, “pode ser um momento de ansiedade, medo da distância e da perda de controlo, mas também de confiança no percurso que ajudaram a construir”. A especialista defende que este “é um momento de crescimento mútuo, onde se aprende a manter o vínculo, mesmo com novas formas de estar”. Como gerir esta dualidade de sentimentos? Se, por um lado, é preciso confiar e deixar os filhos prosseguirem os seus objetivos, por outro, é difícil ajustar tudo o que esta mudança implica.
Cátia Jorge diz que o primeiro ano foi um enorme desafio para Diogo. “É uma estrutura de ensino muito maior e com muito mais gente do que as que estava acostumado. Além das saudades de casa, teve de se adaptar a uma rotina que não conhecia. Lavar, es- tender e arrumar a sua própria roupa. Cozinhar, fazer compras, trocar os lençóis da cama. Partilhar um frigorífico, um fogão, uma casa de banho.” E, em cima de tudo isto, estudar e cumprir as suas obrigações enquanto estudante: preparação para exames, entregas de trabalhos, etc. “Sinto que aprendeu a valorizar a casa enquanto lar. Sempre que vinha passar fins de semana ou férias, desfrutava do seu cantinho e sabia-lhe verdadeiramente bem.”
A psicóloga clínica Carolina Chaves acrescenta que “é preciso garantir que os filhos não se sentem desprotegidos porque vão entrar num mundo novo, com rotinas, pessoas e expectativas novas”. É importante fomentar a independência e ajudar nessa fase, mas também em todo o percurso universitário. “Este acompanhamento e esta proximidade fazem a diferença. Os pais podem participar ativamente e demonstrar interesse naquilo que o filho está a aprender e no seu desempenho académico. Isto revela envolvência e suporte emocional naquela que é a fase em que o jovem vai aprender as bases para exercer a sua profissão.”
Síndrome do ninho vazio
Quando esta mudança é acompanhada pela saída dos jovens de casa dos pais, pode surgir a conhecida síndrome do ninho vazio, relatada frequentemente na literatura como o período de mudanças na vida do casal após a saída dos filhos de casa. Catarina Lucas confirma que este pode ser “um dos primeiros momentos em que os pais se deparam com a sensação de ‘ninho vazio’, especialmente se os filhos ocupavam grande parte da rotina e atenção. Embora ainda não seja uma saída definitiva, em alguns casos, marca efetivamente o início dessa fase e a altura em que o casal precisa de se reencontrar”.
É inevitavelmente um período de adaptação em que o casal precisa de “valorizar o reencontro a dois, redescobrindo interesses partilhados, retomando conversas e projetos adiados”. É também uma boa fase “para cuidar da relação, promover o autoconhecimento e dar um novo sentido à parentalidade, agora mais distante, mas ainda presente”.
Uma das formas de gerir esta eventual mudança é através da antecipação. A psicóloga clínica considera que é importante que o casal se prepare previamente e invista na relação, “para não correr o risco de, quando os filhos saem de casa, olharem para o outro e já não o reconhecerem como o seu parceiro”.
São muitas as realidades, todas elas diferentes, e no caso de Cátia e Luís, têm outro filho, Guilherme, dez anos mais novo, muito próximo do irmão. Mas, ainda assim, o 'ninho' ficou mais vazio. “É o nosso filho mais velho e, no final do dia, é sempre menos um prato que pomos na mesa, é menos um beijo de boa noite. É o armário da roupa quase vazio, uma secretária sempre arrumada. Custou muito. Sempre que regressava a casa, levava mais qualquer coisa. Num fim de semana, levou a bicicleta, no outro, a prancha de surf e, de repente, a casa foi ficando com menos vestígios de Diogo”, partilha a mãe.
Foi também preciso gerir as saudades que o irmão sentiu. “Desde sempre que partilham quarto e os primeiros tempos foram muito difíceis. Só de falarmos o nome dele, o mais novo desatava a chorar.” Cada vez que ia ao supermercado, ele queria trazer qualquer coisa para o irmão. “Um chocolate, um pacote de gomas. E guardava tudo debaixo da almofada dele. Escrevia recados em post-its que escondia também debaixo da sua almofada. Na escola, a professora sentia que estava mais triste e perguntava o motivo.”
Enquanto casal também foi preciso fazer alguns ajustes, conta a mãe. “Em primeiro lugar, tentar apaziguar as inquietações um do outro. O pai é muito ‘galinha’ e sofreu muito em silêncio. Às vezes acordava a meio da noite e já não conseguia voltar a dormir. Era fácil perceber o motivo.” As questões noturnas somavam-se: “O que estará a fazer a esta hora? Será que está a dormir? Será que se tem alimentado bem? Será que está feliz? Será que está a gostar?”.
Eram muitas as vozes que invadiam a cabeça — e a casa — de madrugada. Além disso, ter um filho a estudar fora implica um reajuste orçamental muito grande, partilha. “São cerca de mil euros de despesas extra, pelo que é sempre preciso esticar para que nada falte. É óbvio que nos privámos de algumas coisas. Menos refeições fora, menos compras por impulso, pensar muitas vezes antes de gastar dinheiro em coisas que não sejam realmente necessárias.”
Por muito que tentem, os pais nunca estarão verdadeiramente preparados para este 'ninho vazio', afirma Carolina Chaves. “Mas é fundamental não esquecer que antes de haver um filho, já existia um casal que começou num namoro, num relacionamento e que construiu uma história a dois. Esta é uma boa altura para os pais se re- descobrirem e se apoiarem.” Não só enquanto casal, mas também socialmente, através de novas partilhas com amigos. “Esta preparação deve ser feita ao longo da vida, antecipadamente, dentro do que é possível e naquela que é a sua rede de suporte familiar.”
Como gerir melhor a distância?
Algumas das estratégias sugeridas pela psicóloga Catarina Lucas:
- Aceite a mudança como parte do crescimento;
- Mantenha uma comunicação aberta e sem cobranças;
- Confie na educação que foi dada e dar espaço para os filhos se descobrirem.
Para os pais
- É importante investir no autocuidado;
- Procurar apoio emocional, se necessário;
- Cultivar outros papéis para além da parentalidade.
Para os filhos
- Criar rotinas;
- Pedir ajuda quando necessário;
- Manter o contacto com a família ajuda a tornar esta fase mais leve e segura.
Confiar e ajudar
Os pais podem — e devem ajudar — mostrando-se disponíveis e presentes, mas é fundamental “respeitar e não invadir o espaço de que os filhos precisam para crescer”, explica Catarina Lucas. Confiar é a palavra de ordem. “Tivemos de confiar na educação que lhe demos e acreditar que ele seria capaz de tomar as melhores decisões. Se não podemos controlar tudo quando eles estão debaixo da nossa asa, mais difícil se torna quando estão longe. Mas fizemo-lo perceber que maior liberdade é sempre sinónimo de mais responsabilidade”, explica Cátia.
Os pais reforçavam a ideia de que Diogo estava em Faro com uma missão, que era fazer um curso e que, pelo meio, havia tempo para o resto: “para viver o espírito académico, para ir jantar, sair com os amigos e namorar”. Os pais não deixaram de o advertir para eventuais perigos. “Estando, pela primeira vez, a viver numa cidade, recomendámos-lhe que evitasse andar sozinho, sobretudo quando saía à noite. Que não se colocasse em situações cujo desfecho não podia controlar, que pusesse a segurança sempre em primeiro lugar e conhecesse os limites. Os seus e os dos que o rodeiam.” E pediram-lhe, essencialmente, que “cuidasse de si, sem ser indiferente aos outros, que pedisse ajuda quando precisasse, mas que fosse capaz de perceber também quando eram os outros a precisar”.
Cátia e Luís pediram ainda ao filho que lhes ligasse “sempre que se sentisse sozinho, assustado ou precisasse de falar, de mandar um grito ou dizer um palavrão. Aconteceu algumas vezes”.
Catarina Lucas confirma tudo isto: é importante manter o contacto regular, ouvir sem julgar e confiar nas capacidades dos filhos, tudo são formas importantes de apoio. “É natural que sintam saudade ou preocupação, mas é essencial que consigam transformar esse sofrimento em incentivo, reforçando a ideia de que estarão sempre ali, mesmo à distância”.
Na verdade, esta é uma excelente oportunidade de reformular o vínculo entre pais e filhos, baseado agora “mais na confiança do que na supervisão. Os pais podem preparar-se revendo o seu papel, investindo em interesses próprios e aceitando que esta separação faz parte do ciclo natural da vida e do desenvolvimento saudável dos filhos”. Os filhos ganham mais independência e os pais aprendem a acompanhar de longe, “com mais escuta e menos controlo”. As múltiplas formas de comunicação tornam a distância menos dolorosa. É um facto.
Cátia explica: “Fazíamos umas videochamadas, às vezes na hora do jantar. Com o tempo foi custando menos porque percebemos que foi ganhando autonomia, foi criando o seu núcleo de amigos e já não estava sozinho”. Diogo terminou o curso há dois meses, voltou a casa e os pais sentem que esta foi uma experiência enriquecedora para todos. “Para ele, que foi menino e voltou homem. E para nós, que no meio de algumas incertezas e inseguranças e, eventualmente, alguns erros, percebemos que criámos um bom miúdo. Responsável, generoso, determinado, com a cabeça arrumada e o coração no lugar certo.”
O jovem quer seguir a área de embriologia e candidatou-se a mestrado na Universidade de Lisboa. “Se entrar este ano, vai continuar a estudar. Se não entrar, diz que quer ter alguma experiência de trabalho na sua área. Foi bom recebê-lo de volta em casa, mas não sabemos por quanto tempo”, conclui a mãe.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº303, setembro de 2025.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas – O Dilema, da SIC.
Provavelmente sim. Siga as recomendações e tome nota: o transporte de mais de 5% do peso corporal é prejudicial à saúde das suas costas.
[shortcode_split_text]A má distribuição do peso, graças ao seu formato, e o conteúdo transportado são dois dos principais fatores na mala das mulheres a contribuir para uma carga prejudicial para a coluna.
O alerta é feito pela associação Spine Matters, que lembra a importância de selecionar regularmente o que se carrega na mala, mas também de uma escolha mais atenta das suas caraterísticas no momento da compra.
Em Portugal, as dores nas costas levam cerca de 400 mil portugueses por ano a faltar ao trabalho, de acordo com a campanha Olhe pelas Suas Costas. Mais: estas são responsáveis por 50% dos casos de incapacidade física na população adulta, lê-se no mesmo comunicado.
Siga as recomendações de Luís Teixeira, presidente da Spine Matters, médico ortopedista e especialista em patologia da coluna, para poupar as suas costas.
9 conselhos para que a carteira não lhe prejudique a coluna
1. Reduzir o peso da carteira. O ideal é que o peso da mala não ultrapasse 5% do peso do seu peso (se pesar 60 kg, por exemplo, deve carregar uma mala no máximo de 3 kg).
2. Fazer um check-up diário à mala. Coloque na carteira apenas o que é necessário e que sabe que vai mesmo precisar no dia a dia.
3. Dar preferência a malas mais pequenas. Evite usar malas muito grandes. Quanto maiores forem, maior a tendência para transportar mais objetos.
4. Trocar de ombro frequentemente. Evite carregar a mala de um lado só. "Alternar o peso entre os ombros ajuda a manter o equilíbrio e pode prevenir lesões musculares e articulares", explica o médico cirurgião Luís Teixeira.
5. Optar por alças confortáveis. "Quanto mais almofadada a alça, melhor", recomenda o especialista. É importante que escolha alças mais confortáveis, de preferência almofadadas para darem o máximo de conforto e apoio.
6. Distribuir melhor o peso. Utilize malas com alças transversais (com duas alças) e mais largas que ajudam a distribuir melhor o peso pelos dois ombros;
7. Economizar espaço. Na bolsa com os produtos de higiene e beleza, se utilizar, dê preferência a frascos de menor dimensão que sejam mais leves e ocupem menos espaço;
8. Não acumular tudo numa só carteira. Se costuma andar com agendas ou blocos de notas, opte por utilizar uma mala específica onde carrega todos esses itens de forma a equilibrar o peso;
9. Praticar exercício físico que ajude a fortalecer os ombros como ioga, pilates ou exercícios com pesos leves. De vez em quando, "pode caminhar sem mala para equilibrar o seu andar natural, por exemplo, quando sair para almoçar ou ao fim de semana, pode deixar a carteira de lado e caminhar com os braços soltos no seu balanço natural", explica Luís Teixeira.
Atenção! Nem sempre as dores de costas estão associadas à má utilização da mala. Quando persistentes ou transformadas em rigidez ou formigueiros, torna-se fundamental consultar um especialista.














