Queremos que revisite (com olhos de ver) o seu armário e veja tudo o que não está a ser usado. Pegue nas peças mais simples e use-as no dia a dia. Esta semana, veja como usar padrão vichy.
[shortcode_split_text]* Todas as semanas, a Saber Viver dá-lhe sugestões de looks simples para cada dia da semana. Seja para recriar com peças que já tenha no armário ou para completar com algumas compras da estação, inspire-se nestas tendências.
Foi na cidade de Vichy, em França, que o padrão que junta quadrados de duas cores ganhou popularidade por ser produzido em massa. Como era de baixo valor e podia ser usado dos dois lados, começou por servir de toalha de mesa, ora em casa, ora em piqueniques, mas rapidamente chegou ao mundo da moda, estampando todo o tipo de peças, mesmo no grande ecrã.
Judy Garland usou-o em O Feiticeiro de Oz, em 1939, e Brigitte Bardot em E Deus Criou a Mulher, nos anos 50, mas dita a história que foi Katherine Hepburn quem imortalizou o padrão, quando o vestiu em Casamento Escandaloso.
Como pode ver, as referências associadas a estes quadrados são muitas e, por isso, decidimos homenagea-lo com um conjunto de looks para a primavera-verão. Conheça-os.
5 looks para 5 dias da semana: padrão vichy
Este mês, a chef Teresa Cameira sugere-lhe um snack rápido e fácil de confecionar para acompanhar uma bebida fresquinha. Veja o passo a passo.
[shortcode_split_text]Dias compridos pedem convívios de fim de tarde, em que a brisa mais quente já sabe bem com uma bebida fresca na mão. Para a acompanhar, não faltam opções de petiscos crocantes que embalam o ritmo, mas, de certo, nenhuma tão original quanto uma massa crocante.
Sim, imagine massa daquela que utilizaria como acompanhamento, mas numa versão finger food e crocante! Muito fácil de fazer, perfeitamente adaptável aos sabores que preferir, precisa de poucos ingredientes e apenas de 20 minutos para estar pronta. Acompanhei com um refrescante molho de iogurte, mas ficaria igualmente delicioso com um molho de tomate bem simples.
Aceita o desafio?
Massa crocante
No Dia Mundial Sem Tabaco, 31 de maio, voltamos a falar de auriculoterapia, um método que, quando aplicado a um fumador, promete resultados em 15 minutos. Será eficaz? Esta foi a nossa experiência.
[shortcode_split_text]Deixar de fumar é um desafio enorme para quem, durante anos e anos, se tornou refém do tabaco. Há quem culpe a rotina por isso, outros o stresse ou as interações sociais, no caso de quem tem mais dificuldade em deixar de fumar em contextos sociais, por exemplo. Pois bem, saiba que a auriculoterapia pode ajudá-la a travar esse vício.
Antes de entender exatamente em que consiste, é importante reforçar que o ponto de partida para uma terapia bem-sucedida é, sem dúvida, a vontade da própria pessoa em deixar de fumar, pois sem força de vontade os resultados podem ser comprometidos. Mas vamos por partes.
Em que consiste a auriculoterapia?
Tal como o próprio nome dá a entender, é uma terapia que consiste em choques na orelha (do latim, auricula). É um tipo de tratamento que estimula as áreas do cérebro responsáveis pela ansiedade, pelo stresse e pela irritabilidade, as mesmas que alimentam o desejo de fumar.
Desenvolvida por Paul Nogier nos anos 80, recorre à eletroestimulação auricular, atuando no Sistema Nervoso Central de forma a reequilibrar a energia necessária para o bom funcionamento do corpo.
Reconhecida pela OMS como uma terapia alternativa complementar, a auriculoterapia tem base na Medicina Tradicional Chinesa e pode ser utilizada para tratar dores, contraturas ou distensões musculares, problemas reumáticos, respiratórios, digestivos ou hormonais, e ainda a ansiedade ou depressão.
Aqui, falamos-lhe desta terapia quando utilizada como um recurso para quem procura deixar o vício do tabaco.
Como se processa o método Viver Sem Fumo?
O método Viver Sem Fumo baseia-se nesta terapêutica. Em apenas 15 minutos, promete deixar uma sensação de bem-estar, serenidade e provocar uma certa estranheza ao sabor e cheiro do tabaco. Porquê? Porque tem um efeito desintoxicante.
“Como será possível querer-se alcançar determinados objetivos estéticos, se a toxicidade dos compostos do tabaco compromete grandemente a qualidade da pele?”, questionou-se a fundadora do método. Partindo deste reconhecimento, Cristiana Machado decidiu aplicar os conhecimentos adquiridos na supressão e inibição da dependência tabágica de forma a fazer aquilo que considera uma “limpeza de dentro para fora”.
Durante o tratamento estimulam-se pontos específicos que correspondem às áreas do cérebro responsáveis pela vontade de fumar, assim como pela ansiedade, stresse e irritabilidade. Ao ativar estes pontos, são libertados vários neurotransmissores, como a serotonina e a dopamina, que aumentam a sensação de bem-estar e que modulam o sistema endócrino.
Assim, finalizado o procedimento, os músculos relaxam e o stresse diminui, despoletando um processo de desintoxicação e de bem-estar.
Para além dos fumadores que procuram um estilo de vida mais saudável, este método pode também ser aplicado a quem deseja simplesmente trazer alguma tranquilidade e calma à sua vida.
Um choque na orelha depois
A convite da Viver Sem Fumo, a Saber Viver foi experimentar o método de que tanto se fala. Saiba como correu.
Cristiana Machado, formada em Auriculopunctura na Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa – CHINARTE e mentora deste método de auriculoterapia, recebeu-nos na sua clínica em Lisboa.
Nesta que foi a primeira conversa, falámos sobre como funciona o método e, principalmente, sobre os hábitos de consumo de tabaco, aquilo que em termos técnicos a especialista denominou como smoking triggers, isto é, os gatilhos que desencadeiam o ato de fumar.
No meu caso, apercebi-me que fumar é um hábito que mantenho principalmente em contextos sociais, mais do que propriamente pela adição à nicotina. Automaticamente pensei que deixar de fumar seria relativamente simples. Contudo, refletindo melhor sobre o assunto, percebi que estava enganada, pois não podia simplesmente abdicar da minha vida social para que esse gatilho não fosse ativado.
A solução passaria então por aprender a desassociar o cigarro a determinados contextos, ambientes e situações, seja a uma saída à noite com amigos, uma festa ou como ocupação em momentos de tédio, por exemplo quando estou à espera de um autocarro.
Ao longo da sessão, Cristiana foi dando dicas sobre como lidar com os smoking triggers que me foram identificados e nas circunstâncias em que poderiam surgir. Claro que, da teoria à prática vai uma enorme força de vontade.

Tal como explicou a especialista, “há que entender quais são os hábitos comportamentais, as rotinas e o nível de dependência de cada um. Tão importante como o tratamento é o comportamento que se adota após a realização do mesmo, e que haja um bom planeamento desse processo”.
Assim, após esta análise completa, profunda e detalhada, passámos então para o tratamento em si: os choques. Para além dos pontos específicos da orelha, são dados choques também no nariz (de forma a interferir com o cheiro do tabaco) e no pulso.
Mas como se processa ao certo? “Identificam-se os pontos associados às regiões do córtex cerebral que se pretendem atingir. Só depois é que nesses pontos são aplicados pequenos eletroestímulos, que irão saturar alguns neurotransmissores e, consequentemente, reeducar o cérebro para a desabituação tabágica”, explica Cristiana Machado.
Todo o processo é bastante rápido e praticamente indolor, sente-se apenas uma pequena pontada.
Após ter recebido os choques, fui avisada que poderia sentir um sabor intenso na língua e que isso seria a nicotina a sair do meu corpo. Senti, de facto, um sabor metálico na boca, mas durou apenas alguns minutos.
Terminada a consulta, antes de sair do consultório foi-me dada ainda a suplementação RenewBreath. Uns comprimidos à base de compostos 100% naturais que ajudam na supressão dos desejos e sintomas da privação de nicotina e na desintoxicação do corpo.
No primeiro contacto com o tabaco após esta experiência, isto é, com fumadores à minha volta, o cheiro não me incomodou de todo. Contudo, após a primeira recaída (sim, aconteceu cerca de três semanas após o tratamento), senti o sabor do tabaco na boca como se fosse a primeira vez que estivesse a fumar. Foi desagradável e nada prazeroso. Ou seja, o contrário do que é suposto ser para um fumador.
Voltei à clínica para uma sessão de reforço e, desde então, ainda não voltei a ceder à tentação. Um dia de cada vez.
De acordo com Cristiana Machado, o método Viver Sem Fumo tem uma taxa de sucesso de 92%.
De mãos dadas com a marca de cosmética O Boticário, procurámos perceber porque nem sempre acreditámos (ou ainda não acreditamos) que o corpo feminino é uma festa e desmistificámos alguns tabus sobre a sexualidade feminina.
[shortcode_split_text]Chegadas aos 30 ou 35 anos, muitas mulheres nunca viram a sua vulva. Sim, nunca pegaram num espelho e admiraram as suas partes íntimas e privadas – talvez por pensarem que são tão íntimas e privadas que até o são para elas mesmas. Não tiveram curiosidade em vê-la ou saber como é. Algumas sentiram mesmo vergonha, ansiedade ou até desconforto apenas com a ideia de o fazer.
Mas é compreensível. Embora tenhamos dado passos significativos em direção a uma maior liberdade sexual, ainda vemos o corpo, em especial a genitália, com vergonha. Afinal, sempre ouvimos dizer que não devemos tocar-lhe, explorá-la ou mostrá-la.
Apesar de tentarmos sair deste jogo de escondidas, sentimo-nos, por isso, ainda inibidas a aproveitar, muitas vezes, um momento caliente no seu esplendor. A culpa, podemos afirmá-lo, é do conservadorismo que, mesmo em pleno século XXI, continua a toldar as nossas mentes e nos faz acreditar que o sexo é definido de forma heteronormativa e falocêntrica.
Aliás, à luz da religião, este é visto apenas como meio de procriação, e a mulher deve ser recatada e do lar, subserviente ao seu marido e, claro, virgem até ao casamento. Por isso, não há abertura ao prazer. Este é relegado para segundo plano, enquanto o do homem é colocado em cima da cama, tornando-se, em tantos casos, o culminar e o ponto final da relação sexual.
Uma conversa sobre o prazer
A Saber Viver juntou-se à marca O Boticário para refletir sobre temas como a sexualidade feminina, a liberdade e autoconfiança em relação ao corpo, a mulher como protagonista do próprio prazer, assim como desconstruir tabus e preconceitos que colocam barreiras para uma sexualidade plena e feliz.
Busca pelo autoconhecimento
Sozinha ou com um parceiro, tocando diretamente no clitóris, levando para o quarto um brinquedo sexual ou cruzando as pernas e balouçando, com roupa ou debaixo das cuecas: existem dezenas de estímulos e posições para explorar o próprio prazer e todas elas trazem benefícios para a saúde e empoderam-nos.
“A masturbação pode ser uma forma muito importante de descoberta, facilitando o acesso ao orgasmo durante o sexo”, explica Vânia Beliz, sexóloga. No entanto, salienta que “não deve ser vista como substituta, mas, sim, aliada”.
Contudo, as vantagens não se ficam por aí. Falar de uma viagem pelo desejo é falar também de uma melhoria da qualidade do sono e e de uma maior facilidade em adormecer, redução do stresse e ansiedade, alívio das dores menstruais e auxílio na concentração.
É ainda uma fonte de emancipação e selfcare, uma vez que permite descobrir cada milímetro de pele que nos faz ficar com as maçãs do rosto rosadas, aceitar o nosso corpo e aumentar a autoconfiança.

Este conhecimento é fulcral para sermos mais livres sexualmente e nos libertarmos de preconceitos e estigmas que persistem a perdurar. Porém, “é importante não nos culpabilizarmos por não nos conseguirmos soltar como gostaríamos”, refere a especialista.
Apesar de estarmos mais conscientes e informadas, “muitas vezes as crenças acabam por se sobrepor”. Por esse motivo, “devemos fazer as pazes com o nosso corpo e resistir a tantas pressões que, depois, se transformam em frustração”, além de não esquecer que “todos os corpos podem dar e sentir prazer”.
Para isso, é preciso ir à descoberta e comunicar o que gostamos, queremos ou fantasiamos, além de como o desejamos. Sem medos ou vergonha. Só assim conseguiremos ter prazer e gritar a plenos pulmões ‘ahhh’.
Pôr os pontos nos is
Com tanta informação disponível, é preciso separar o trigo do joio. Vânia Beliz coloca um ponto final em alguns mitos.
A toma da pílula está relacionada com a perda de desejo?
Existem muitas pílulas! Se sentirmos perda de libido, podemos sempre mudar ou tentar outra forma de contraceção.
A falta de desejo que muitas mulheres experimentam deve-se ao facto de este medicamento influenciar as nossas hormonas, podendo, por isso, provocar falta de desejo, diminuição da lubrificação na excitação… Mas nada que não se resolva com aconselhamento específico.
Existem vários tipos de orgasmos?
Na minha opinião, existem, sim, diversas formas de chegar ao orgasmo. Diferentes formas de estimulação do corpo que nos podem fazer chegar ao orgasmo. Um destino com variados caminhos.
Nem todas as mulheres conseguem atingir o orgasmo?
Muitas nunca tiveram um orgasmo. Para o atingirmos, precisamos de chegar ao nosso nível máximo de excitação e, para isso, precisamos de manter o foco em algo que promova a excitação. É, por isso, que as fantasias são tão importantes.
Não precisam de ser algo concretizável, muitas vezes servem apenas como motor para conseguirmos ter mais prazer.
Apesar de muitas mulheres não conseguirem atingir o orgasmo, isso não significa que não exista prazer.
O que inibe a líbido?
- Educação e preconceitos;
- Stresse;
- Ansiedade;
- Alguns medicamentos;
- Experiências sexuais negativas;
- O modo como vemos o nosso corpo.
Além disso, “ao longo da vida, podem surgir outros fatores inibidores do nosso desejo, caso da gravidez, do pós-parto e do envelhecimento”, explica a sexóloga Vânia Beliz.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº284, fevereiro de 2024.
Usar óculos com proteção UV, chapéu com abas e evitar a exposição solar nas horas críticas. Descubra a importância de não esquecer os cuidados com os olhos no verão.
[shortcode_split_text]Com a chegada do verão, proteger a pele dos raios ultravioletas com a aplicação de protetor solar é já uma rotina. Mas será que nos lembramos da necessidade de proteger os olhos? Se ainda não pensa nisso, está na hora de começar a fazê-lo.
“O sol emite radiação eletromagnética, da qual apenas uma parte consegue atravessar a camada de ozono e chegar até nós, mas a exposição solar contribui para o aparecimento de doenças oculares e para o envelhecimento do olho”, refere Ana Fernandes Fonseca, oftalmologista na clínica ALM Oftalmolaser.
Vários estudos têm demonstrado que as pessoas mais expostas à luz solar têm uma maior tendência para desenvolverem algumas doenças oculares. Mais do que a ação aguda dos raios UV sobre os olhos (que provoca uma queimadura na superfície ocular do tipo da que é causada na pele), é o efeito cumulativo de longos períodos expostos à luz solar que tem um efeito mais pernicioso sobre a visão.
“O sol traz malefícios à visão, pode levar a alterações imediatas e pode ter efeitos cumulativos que só ao fim de alguns anos se manifestam”, alerta Manuel Monteiro Grillo, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO). “Especialmente os raios ultravioletas (UV) podem levar ao aparecimento de alterações agudas da córnea e da conjuntiva. A exposição continuada ao sol pode também levar ao aparecimento de cataratas e contribui decisivamente para o agravamento da degenerescência macular ligada à idade”, diz o médico oftalmologista.
A importância dos cuidados com os olhos no verão
Para uma maior proteção dos olhos é essencial “o uso de óculos de sol com proteção UV, idealmente com lentes de proteção UV 100% ou com a maior percentagem possível.
É importante que as pessoas percebam que, para prevenir os malefícios do sol na visão, não devem estar expostas ao sol entre as 11h e as 16h, altura em que os raios UV são mais fortes”, explica Manuel Monteiro Grillo. E que tipo de óculos de sol escolher?
“Devem ter a sigla CE, que atesta que estão de acordo com a norma EN ISO 12312-2:2015”, refere Ana Fernandes Fonseca. Já o tipo de lente que se deve escolher “depende da refletividade da luz solar onde vão ser usados.
Contudo, todos devem ter filtros UV de aproximadamente 100%, já que o uso de lentes escuras sem essa proteção provoca a dilatação da pupila, fazendo com que o olho absorva ainda mais os raios UV”, acrescenta a oftalmologista.

Lentes polarizadas ou espelhadas?
As lentes também devem ser grandes e ficar o mais próximas possível dos olhos, “de preferência com uma armação de formato envolvente, de modo a que a luz solar não passe pelas laterais dos óculos. Contudo, as que têm curvaturas acentuadas podem proporcionar alguma distorção das imagens periféricas, não sendo as mais indicadas para a condução de veículos”, informa Ana Fernanda Fonseca.
As lentes polarizadas “diminuem a exposição à radiação refletida, permitindo um maior conforto e nitidez visuais”. Segundo a oftalmologista, “a cor da lente não influencia diretamente a qualidade da proteção. As lentes muito escuras e as lentes espelhadas podem diminuir ligeiramente a acuidade visual, não sendo as mais indicadas para a condução de veículos, mas são ótimas para condições de elevada refletividade, como na neve”.
Chapéus e bonés
Manuel Monteiro Grillo não tem dúvidas ao afirmar que “o uso diário de óculos de sol é imperativo para ajudar na prevenção dos malefícios que o sol pode trazer à saúde ocular. Mas os chapéus com abas e/ou palas também são uma ajuda na proteção dos olhos”.
Este acessório proporciona uma boa barreira sobre a radiação solar direta pela sombra que dá, mas não protege contra a radiação solar refletida nas superfícies que nos rodeiam. Opinião semelhante tem Ana Fernandes Fonseca, que reforça a importância do uso de chapéu com abas largas, especialmente, “em condições de níveis elevados de radiação ultravioleta, como nas grandes altitudes, na neve, na praia, em ambientes com grandes extensões de água (como mar, rios, lagos ou barragens) onde, além da radiação direta, ainda somos expostos à radiação refletida nestas superfícies”.
Todos estes conselhos são válidos também para as crianças. O uso de óculos de sol e chapéu também é imperativo nos mais novos, bem como evitar a exposição nas horas críticas.

Quando deve visitar o oftalmologista?
A frequência com que os nossos olhos devem ser examinados difere com a idade e com doenças associadas.
• Os adultos saudáveis deverão fazer pelo menos um exame oftalmológico entre os 20 e os 40 anos, desde que não surjam sintomas.
• Pessoas com a pele mais escura deverão fazer exames mais frequentes para despiste de glaucoma (pelo menos de quatro em quatro anos).
• As pessoas diabéticas ou com outras doenças que sejam um fator de risco para problemas oculares devem ser também examinadas com maior frequência (uma vez por ano).
Fonte: adaptado de Sociedade Portuguesa de Oftamologia
Quem está mais exposto aos efeitos nocivos do sol?
• Pessoas que, por questões profissionais, estão mais expostas ao sol;
• Quem vive junto à praia (onde há maior reflexo de luz solar na água e na areia);
• Indivíduos que vivem perto da linha do Equador;
• Quem vive em zonas de maior altitude;
Fonte: adaptado de Sociedade Portuguesa de Oftamologia
Rídulas mais acentuadas, pele a repuxar e desconforto são sintomas de uma pele que pode estar seca ou desidratada. Felizmente, há uma solução em comum para ambos os cenários. Ora veja.
[shortcode_split_text]São oito horas da manhã. Estamos prestes a sair de casa e olhamos uma última vez para o espelho, apenas para termos a certeza de que a maquilhagem está impecável. No entanto, a nossa atenção desvia-se para as linhas de expressão que se começam a formar em redor dos olhos e na testa. Mas sabia que estas "rugas" podem ser um simples sinal de desidratação cutânea?
Afinal, o nível de hidratação da pele não é constante, devido a fatores diversos. Por isso, é de extrema importância fornecermos a dose adequada de água diariamente para termos uma pele saudável, resistente a possíveis agressores e com aquele glow natural que tanto gostamos.
Desidratação ou secura?
Pele desidratada
A pele desidratada caracteriza-se como um estado passageiro da pele, que ocorre quando existe carência de água na epiderme, podendo afetar até as peles mais oleosas. Desconforto, perda de luminosidade, rugas mais acentuadas e repuxamento são alguns dos sintomas de uma barreira cutânea comprometida. Isto acontece por vários motivos, sendo a poluição, o stress e o frio alguns deles.
Por outro lado, uma pele hidratada apresenta menos sinais de fadiga, linhas de expressão menos evidentes, maior conforto e proteção, e potencia a biodisponibilidade de outros bioativos. Além disso, é a base ideal para uma maquilhagem uniforme e duradoura.
Ver esta publicação no Instagram
Pele seca
Já a pele seca define-se como um tipo de pele, uma condição crónica caracterizada pela sensação de desconforto, descamação e repuxamento, derivada da produção insuficiente de sebo e de óleos essenciais (lípidos) nas camadas superficiais da epiderme. Como consequência, esta fica mais desprotegida e propensa à secura cutânea.
Um boost de hidratação
Nada é mais importante do que a ingestão de água para a saúde da nossa pele em ambos os cenários. No entanto, podemos contribuir para o processo de hidratação de outras formas, através de cuidados de rosto ricos em ativos hidratantes. É por este motivo que Madalena Demoustier, criadora de conteúdos digitais, utiliza a gama EAU Thermale da Uriage, que tem como ingrediente principal o ácido hialurónico, na sua rotina de skincare diária.
O seu produto preferido? O Sérum Booster H.A, o aliado perfeito para a secura cutânea.
Além de hidratar, suavizar, preencher e confortar a pele em apenas alguns segundos (só com três gotas!), o Sérum Booster H.A melhora ainda a qualidade da mesma, deixando-a com um efeito "pele de pêssego", tudo graças à textura ligeira e não colante.
@madalena_dd É assim que começo a minha rotina, com o Sérum Booster H.A. da Uriage. A minha pele fica radiante e com uma sensação de frescura que não tem igual! Esta gama também pode ser usada de noite e proporciona um brilho na pele para, assim que acordar, estar mais pronta que nunca para o dia! @URIAGE #uriage #uriageportugal #SkinReset #SerumBoosterHA ♬ som original - Madalena
O segredo está...
Na fórmula com 1,5% de ácido hialurónico puro e natural, que vai atuar nos sinais de desidratação e reparar a barreira cutânea com a ajuda de dois tipos de ácido hialurónico: um de médio-baixo peso molecular, que hidrata e preenche; e um de muito baixo peso molecular, que estimula a atividade celular, melhorando a qualidade da pele.
É ainda formulado com a patente LN modul, que atua ao nível da barreira imunológica; extrato de Flor de Marshmallow, que equilibra e protege a barreira cutânea; 10% de Água Termal de Uriage, que atua na defesa natural da mesma; e Aquaxyl, que potencia a ação hidratante dos ingredientes combinados. E um dos pontos mais importantes é que este sérum pode ser usado em todos os tipos de pele, até nas mais sensíveis.
Os nosso favoritos da gama EAU Thermale
A gama EAU Thermale pode ser encontrada em farmácias, parafarmácias, espaços de saúde e no site da marca.
Até 3 de junho, a boutique da Dior, em Lisboa, será a casa de diversas obras de arte da artista portuguesa Joana Vasconcelos.
[shortcode_split_text]Um local de sonho e, mais do que nunca, um refúgio encantador - é assim que a boutique da maison francesa, localizada no coração da capital portuguesa, epicentro do luxo e da moda, é descrita. E a verdade é que não é para menos.
No exterior, a imponente fachada do edifício emblemático reflete o espírito da arquitetura tradicional portuguesa; Uma vez lá dentro, somos recebidos por uma decoração elegante e refinada, valorizada pelos códigos Dior, do clássico parquet de Versalhes aos grafismos do cannage.
Um espaço que combina sofisticação e ousadia não só pela decoração interior, mas também pelas obras de arte de Joana Vasconcelos que podemos encontrar em toda a extensão da boutique. Uma continuação do diálogo entre a artista portuguesa e Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da Dior, iniciado aquando do desfile de Pronto-a-Vestir Outono/Inverno 2023-2024 da casa francesa.
Damos especial destaque à grandiosa escultura suspensa ao longo da escadaria de vinte metros de altura, mas há mais.

As peças de Joana Vasconcelos na boutique Dior em Lisboa.
Sublimadas por tecidos, rendas, bordados e composições em crochet, a esta peça fascinante juntam-se outras tantas da artista portuguesa: um lagarto, um caracol, uma lagosta, uma vespa, duas rãs e até um lobo pontuam os diferentes espaços da loja, criando uma experiência inesquecível a quem a visita.
A exposição estará na boutique até 3 de junho.
Kelly Bailey, nova embaixadora da marca de cuidados de rosto, partilhou connosco os seus produtos essenciais para uma pele luminosa e sem manchas.
[shortcode_split_text]Atriz, modelo, it girl, mãe... Kelly Bailey vive uma vida preenchida e feliz. A atriz luso-britânica, considerada uma das mais promissoras da sua geração, estreou-se na ficção aos 17 anos com a novela A Única Mulher, e desde aí que nunca mais parou. Entre longas horas de gravação, tempo com a família e férias merecidas em destinos exóticos, a jovem de 26 anos sabe que uma boa rotina de cuidados de rosto é essencial para proteger a pele contra todas as agressões a que a mesma está exposta diariamente, nomeadamente os raios solares.
"A minha profissão exige que tenha alguma preocupação com a minha imagem. Afinal, a minha expressão facial e corporal são uma ferramenta de trabalho. Além disso, adoro skincare e, por isso, não dispenso os meus queridinhos Vichy, marca da qual sou embaixadora com muito orgulho", contou à Saber Viver, partilhando ainda a sua rotina de preparação de pele nos dias em que está frente à câmera.
O impacto do estilo de vida na pele
Tal como a atriz, a marca francesa sabe que a nossa pele é um órgão vital em constante mudança que necessita de cuidados personalizados, da puberdade à menopausa. Por isso, faz da sua missão fornecer soluções para todos, independentemente das suas necessidades, tipos e fotótipos de pele e de couro cabeludo, em cada fase da vida. Porque o estilo de vida que levamos tem, sim, um grande impacto na saúde cutânea.
Há mais de 40 anos que os Laboratórios Vichy investigam os efeitos do expossoma, a explicação científica para o impacto que o estilo de vida de cada pessoa tem sobre a pele, acelerando (ou não) o seu envelhecimento. Há três fatores principais de expossoma: ambientais (raios UV e visíveis, alterações climáticas e poluição); sociais (stress oxidativo, má alimentação, falta de sono e tabaco) e alterações hormonais.
A rotina de skincare antimanchas de Kelly Bailey
Ver essa foto no Instagram
A atriz não vive sem os seus "queridinhos" Vichy, nomeadamente sem o Sérum B3 Antimanchas, o Creme de Dia Antimanchas com FPS50 e o Creme de Noite Antimanchas com retinol puro, todos da gama LIFTACTIV B3, ideal para acelerar a renovacão celular, melhorar a firmeza e elasticidade da pele, e ainda prevenir e reduzir manchas, tudo pontos influenciados negativamente pelo expossoma. Além disso, a gama contém ingredientes apaziguantes e hidratantes, exatamente o que a pele necessita antes da aplicação da maquilhagem, e ainda proteção solar, imprescindível para quem viaja tanto em trabalho como a atriz.
A gama LIFTACTIV B3 é adequada a todos os tipos de pele, até a mais sensível, e eficaz em todos os tipos de manchas, incluindo melasma.
As palavras da diretora da Saber Viver na edição de junho da revista.
[shortcode_split_text]Desfrutar de um copo de vinho enquanto vê o pôr do sol numa praia, deixar-se adormecer (despreocupadamente) na areia, acordar sem horário fixo e rir descontroladamente naqueles lanches de verão entre amigos. Estou certa de que nestes últimos dias o seu pensamento já fugiu para um destes cenários tão típicos das férias e já disse várias vezes para si mesma "Aguenta. Está quase!" E, de facto, está.
Por isso, é que esta edição especial vai ajudá-la a planear o verão e o seu merecido descanso com muitas ideias e estratégias para que nada a preocupe quando chegar o momento de desligar. A começar pelas sugestões de looks, acessórios e fatos de banho e biquínis para receber o calor; a maquilhagem que vai querer usar... tudo isto para que quando fizer a mala de viagem leve a sua boa disposição, mas também um brilho extra para se sentir ainda mais confiante e feliz na sua própria pele.
Preparámos um roteiro sobre Zanzibar, um destino de sonho a ter em conta se estiver a procurar férias fora de Portugal e temos também muitas dicas de hotéis, restaurantes e espaços para conhecer no nosso País.
Para os mais pequenos, criámos um Especial Crianças com ideias de atividades para se divertirem em família, livros infantis e também um shopping com as peças mais giras desta estação.
Por fim, há que dizer que esta edição também é dedicada a Portugal, ou não fosse junho o mês do nosso País. Revelamos histórias de mulheres portuguesas que se destacam nas mais diversas áreas, com percursos realmente cativantes e inspiradores. E damos a conhecer também alguns dos melhores projetos de moda e beleza que por cá se fazem.
Espero que esta nossa (sua!) Saber Viver lhe traga a máxima informação para antecipar as suas férias e programá-las com tranquilidade para que depois possa fazer jus ao real significado de dolce fare niente. Boas leituras!
A edição de junho da Saber Viver já está nas bancas, num local perto de si.
No Mês Internacional da Masturbação, relembramos como os brinquedos sexuais são uma ótima forma de explorar o corpo e a sexualidade. mesmo que, por vezes começar a utilizá-los possa ser intimidante. A Saber Viver falou com duas sexólogas para ensiná-la a usar um vibrador. Descubra tudo neste guia.
[shortcode_split_text]São inúmeros os tabus que rodeiam o uso de brinquedos sexuais. Por exemplo, a crença de que estes são apenas utilizados por mulheres sem parceiro ou por mulheres em relações, mas com sexo insatisfatório, não podia estar mais longe da verdade.
De facto, todos os géneros podem optar por usar um vibrador, aliás, é essencial. Este ajuda na autodescoberta pessoal, tanto a nível genital como sexual. Pode usá-lo sozinha, recorrendo à masturbação, ou em casal, e é uma boa forma de descontrair, relaxar e diminuir um pouco a tensão do dia a dia.
A Saber Viver entrevistou a sexóloga e diretora de educação da Satisfyer, Megwyn White, e a sexóloga e psicóloga clínica Vânia Beliz, para desmistificar o uso do vibrador e, também, para criar um guia de como utilizar o mesmo da forma mais correta.
Como pode um vibrador melhorar a vida sexual
Para além de lhe permitirem perceber o seu corpo, os vibradores "podem ser muito úteis para treinar a vagina nos casos de desconforto, visto que podem prolongar a penetração caso o parceiro não consiga manter a ereção para a mulher chegar ao prazer", afirma a sexóloga Vânia Beliz.
Megwyn White acrescenta que os vibradores podem também ser uma boa forma de aceder ao ponto G ou à próstata, visto que aumentam o fluxo sanguíneo nos genitais.
A sexóloga e diretora de educação na Satisfyer afirma também que "a maioria destes produtos são melhorias do prazer e podem surpreender e encantar o/a seu/sua parceiro/a , introduzindo sensações àquelas que podem ser demasiado tímidos para tentar".
Tanto Megwyn White como Vânia Beliz afirmam que a masturbação como fonte de prazer é fundamental. A sexóloga portuguesa confirma que "os vibradores são frequentemente uma ferramenta essencial para quem procura tirar o máximo partido da sua prática de masturbação".
De facto, e de acordo com a sexóloga norte-americana, "um estudo no Journal of Sex and Marital Therapy revelou que não só a masturbação é comum na maioria das mulheres, como as que se masturbam com mais frequência sentem uma grande satisfação na sua vida sexual em geral".
Mas este não é o único benefício da masturbação. Na verdade, há muitas outras:
- Apoio às ligações neurais dentro do cérebro e do corpo, que podem realmente ajudar um orgasmo individual com um parceiro;
- Aumento da tonificação dos músculos do pavimento pélvico que são necessários para a continência;
- Aumento da circulação para todo o corpo;
- Melhoria dos efeitos emocionais, incluindo a autoestima e confiança;
- Períodos mais fáceis;
- Melhoria do sono;
- Alívio da ansiedade;
- Libertação de hormonas como as endorfinas, a serotonina e a oxitocina.
Megwyn White conclui que o prazer e os orgasmos estão associados à longevidade, visto que "está provado que ajudam a viver mais tempo". Assim sendo, a masturbação é um dos melhores recursos para explorar o próprio potencial natural de cura do corpo.
Como escolher o melhor vibrador
Material
Antes de saber qual é o melhor formato de vibrador para si, é preciso saber quais os materiais adequados.
Existem brinquedos sexuais porosos e não porosos, e de acordo com a diretora de educação na Satisfyer "os vibradores porosos são feitos de materiais mais baratos, de plástico macio com buracos microscópicos", enquanto que "os brinquedos não porosos consistem em materiais seguros para o corpo tais como silicone, alumínio, plástico ABS, ou vidro".
Megwyn White não aconselha a utilização de vibradores feitos de materiais porosos, visto que estes acabam por acumular bactérias, causando irritação nos órgãos genitais.
Tamanho, funcionalidade e design
O mais importante, de acordo com as duas sexólogas, é escolher um brinquedo com o qual se sinta à vontade e que cumpra os seus requisitos de utilização.
Por exemplo, se tenciona usar o vibrador no chuveiro é fundamental escolher um produto que seja à prova de água. Já se pretende manter o brinquedo na mesa de cabeceira e tem receio que alguém o veja, um design mais discreto é uma característica importante a ter em consideração.
Por fim, não se esqueça de se perguntar que tipo de sensação procura. Vânia Beliz reforça que "a variedade é enorme, por isso nada como explorar as potencialidades de cada brinquedo sexual e escolher o que mais se adequa à sua intimidade".
Megwyn White aconselha a optar "por um vibrador com estimulador de clitóris maior para uma sensação mais difusa ou por um brinquedo com estimulador mais pequeno para uma sensação mais focalizada".
Dicas para iniciantes
Algumas dicas para usar um vibrador.
1. Limite distrações, como telemóveis, por exemplo, e crie um ambiente de prazer para si, que a convide a relaxar;
2. Tenha uma objetivo em mente ao explorar o seu corpo com o vibrador, pois as intenções ajudam-na a orientar a sua experiência e a obter mais do brinquedo;
3. Faça uma pesquisa sobre as características de cada vibrador;
4. Se necessário, prepare-se com lubrificante. O lubrificante pode ser aquecido, ou arrefecido, dependendo do seu estado de espírito. Vai querer escolher um lubrificante à base de água se planeia brincar com produtos de silicone ou um lubrificante de silicone ou híbrido para dispositivos de metal e vidro;
5. Também pode usar o vibrador para estimular zonas erógenas do corpo, como os mamilos, o pescoço ou o interior das coxas;
6. Os vibradores também podem ser uma excelente forma de mostrar ao seu parceiro(a) o que prefere, usando um dispositivo como guia, estimulando as áreas em que pretende que se concentrem em vez disso;
7. Caso seja usado com vários parceiros/as, não se esqueça de o proteger com um preservativo;
8. Não utilize o mesmo brinquedo no ânus e vagina. Essa mudança de sítio pode provocar infeções por levar bactérias de um órgão para o outro.
Como limpar corretamente um vibrador
De acordo com Megwyn White, o melhor é fazer a higienização antes e depois da utilização. Desta forma certifica-se que prolonga a vida do mesmo e elimina todas as bactérias.
A única forma de o conseguir é com a limpeza e existem produtos específicos para o fazer. No entanto, se não tiver acesso aos mesmos, pode também optar por água e sabão, garante Vânia Beliz.
"Se houver peças removíveis, não se esqueça de as lavar separadamente para ter a certeza que o sabonete entra em todos os cantos e recantos", remata a sexóloga norte-americana.








