Fazer a mala para as férias é sempre complicado. A pensar nisso, deixamos-lhe algumas sugestões perfeitas para aproveitar as últimas semanas de verão.
[shortcode_split_text]A estética inspirada pelo estilo boémio dos anos 70 ganha novos contornos com influências do minimalismo, do artesanato e do upcycling, e traduz-se em visuais que transmitem liberdade, conexão com a Natureza e uma suave rebeldia.
É esta a proposta da Saber Viver para umas férias cheias de boas energias e memórias inesquecíveis. Inspire-se no nosso editorial de moda, na galeria abaixo.
Looks boho para as férias
Créditos
Produção e styling: Margarida Figueiredo
Fotografia: Mário Príncipe
Modelo: Emily Rybar
Cabelos e maquilhagem: Joana Moreira
Agradecimentos: Casas da Duna
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº302, agosto de 2025.
A 22 e 30 de agosto, nos jardins do Palácio Nacional de Queluz, a Noite Internacional dos Morcegos é celebrada com um passeio para conhecer estes mamíferos voadores.
[shortcode_split_text]Se está à procura de um plano diferente para fazer em família, e se sempre quis saber mais sobre morcegos, o programa À Noite no Jardim foi criado para si.
Nas noites de 22 e 30 de agosto, os jardins do Palácio Nacional de Queluz, um espaço repleto de história e natureza, abrem os portões, exclusivamente, para os participantes do evento. Esta será uma oportunidade rara para observar e conhecer melhor estas misteriosas criaturas de hábitos noturnos durante um passeio que assinala a Noite Internacional dos Morcegos, celebrada mundialmente a 24 de agosto.
A atividade será conduzida pelo biólogo Mário Carmo e irá contar com uma palestra sobre morcegos e um passeio ao cair da noite, altura em que estes mamíferos começam a sobrevoar os jardins do palácio.
Durante aproximadamente duas horas, os participantes serão convidados a descobrir esta espécie, como vive, como caça e por que motivo é essencial ao equilíbrio dos ecossistemas. Poderão, igualmente, ouvir os sons que os morcegos emitem, usando tecnologia de ultrassons e descobrindo o que é a ecolocação.
Quando: 22 e 30 de agosto.
Onde: Jardins do Palácio Nacional de Queluz, Sintra.
Preço: 10 euros para jovens dos 6 aos 17 anos e 12 euros para adultos. Bilhetes disponíveis aqui.
Carolina Andrade e Sousa, fisioterapeuta, professora de power pilates e fundadora da Power Clinic, mostra-lhe como praticar pilates em qualquer lugar.
[shortcode_split_text]Quando a rotina começa a pesar e a desgastar, nada como uns dias (ou semanas) de férias. Aquela viagem que sempre quisemos fazer, aquele museu que sempre quisemos visitar, aquele experiência que queremos tirar da wishlist. Contudo, não precisamos de revirar totalmente a nossa rotina habitual quando vamos de férias: é importante continuar a comer bem e a fazer exercício, por exemplo.
É aqui que o pilates entra, porque, pois pode ser praticado em qualquer lugar, com ou sem material. Basta um colchão e roupa adequada. Mas será que é o mais indicado para si? Comecemos pelos conceitos básicos.
O que é o pilates?
O pilates foi criado por Joseph Pilates, há cerca de 100 anos, e baseia-se em seis pilares: concentração, centralização, fluidez, respiração, precisão e controlo. Com estes Pilates sempre em mente, “os praticantes desenvolvem uma maior consciência e um maior controlo do corpo”, explica Carolina Andrade e Sousa, fisioterapeuta, professora de power pilates e fundadora da Power Clinic, à Saber Viver.
Tipos de Pilates
Existem vários tipos de pilates, explica a professora, nomeadamente:
Power Pilates
É uma fusão de Pilates clínico com treino funcional, dado exclusivamente por fisioterapeutas. Combina os benefícios posturais do pilates clínico com a maior intensidade e exigência do treino funcional. No fundo, é um estilo de pilates mais dinâmico, mais desafiante. Difere do pilates tradicional sobretudo na intensidade e na dinâmica. No power pilates as aulas têm um ritmo mais elevado. É para suar!
Pilates Clássico
Baseia-se fielmente nos exercícios originais desenvolvidos por Joseph Pilates, respeitando a ordem, ritmo e princípios do método clássico. Foca-se no controlo, fluidez e precisão dos movimentos, muitas vezes com repertório no chão (matwork) e com atenção à respiração e alinhamento postural.
Pilates com grandes equipamentos
Utiliza máquinas como o Reformer, Cadillac ou Chair, que oferecem resistência controlada através de molas. Estes equipamentos permitem adaptar os exercícios a diferentes níveis de prática, aumentando ou reduzindo a dificuldade, e são especialmente úteis na reabilitação ou para aprofundar a técnica.
Benefícios do pilates
“Os benefícios vão muito para além da boa forma física”, explica Carolina Andrade e Sousa. “Embora promova a tonificação muscular, a mobilidade e a força geral, também melhora a postura, o equilíbrio e a coordenação, diminui o stresse e as dores” e “ajuda a aumentar a consciência corporal e a prevenir lesões”.
Adaptado a todas as idades e diferentes níveis de capacidade física, “a sua prática regular contribui para um corpo mais funcional no dia a dia, com movimentos mais eficientes e menos sobrecarga nas articulações. Por isso, é uma excelente ferramenta tanto para a reabilitação como para a manutenção da saúde e bem-estar físico e mental”.
Mas antes de praticar sozinha...
“É importante lembrar que, embora muitos dos exercícios pareçam simples, são bastante técnicos e exigem uma execução controlada e consciente”, alerta a fisioterapeuta, pois há sempre o risco de lesões.
“Como fisioterapeuta, costumo desaconselhar a prática autónoma, especialmente em pessoas com dores crónicas, problemas posturais, lesões musculoesqueléticas ou outras condições clínicas específicas. Nestes casos, o acompanhamento de um profissional certificado é fundamental para adaptar os exercícios às necessidades individuais, garantir uma progressão segura e tirar o máximo benefício da prática", explica.
Se, ainda assim, a pessoa quiser mesmo praticar sozinha, aqui ficam alguns cuidados importantes:
- Escolher fontes confiáveis: seguir vídeos ou programas criados por instrutores certificados e com formação sólida.
- Respeitar os seus limites: nunca forçar um movimento ou postura que cause dor.
- Dar prioridade à qualidade e não à quantidade: fazer menos repetições com boa técnica é sempre melhor do que fazer muitas com má execução.
- Evitar adaptações criadas por conta própria, pois podem alterar completamente o objetivo do exercício.
6 exercícios de pilates para experimentar nas férias
O que leva um elemento do casal a trair? Porque é que casais felizes também traem? A compreensão da infidelidade não é uma forma de justificar, mas de melhor compreender, para melhor prevenir.
[shortcode_split_text]A infidelidade é um tema que desperta curiosidade, indignação e dor. Contudo, seria redutor definir a infidelidade como falta de amor ou má índole de quem trai.
Na verdade, a infidelidade é uma janela que nos permite ter acesso à profundeza complexa dos relacionamentos. Observar a infidelidade e melhor compreendê-la à luz da ciência, permite aos casais melhor compreenderem o que poderá estar na sua base e, desta forma, prevenir algo que traz consigo uma capacidade absolutamente esmagadora e destrutiva do vínculo relacional.
Na verdade, sabemos hoje que a infidelidade envolve uma multiplicidade de fatores, uma mistura de biologia, psicologia, contexto social e relacional. E por isso mesmo podemos definir que a infidelidade não começa na cama, mas antes de tudo, na mente, no nosso cérebro.
Afinal, o que é a infidelidade?
Talvez seja importante definir infidelidade como todos os comportamentos que ultrapassam o acordo (implícito ou explicito) ou os limites da relação com o parceiro atual, ou seja, quando a circunstância da conduta não está contemplada no acordo existente entre casal.
Neste sentido, uma infidelidade corresponde a tudo aquilo que quebra o contrato entre estas duas pessoas, recordando-nos que este contrato e tudo o que nele cabe (o eu, o tu, o nós, o que está dentro, o que está fora, o que nos separa, o que nos aproxima, os terceiros elementos, os limites, etc.), poderá e deverá ser revisitado e renegociado ao longo de todo o ciclo de vida do casal. A forma como cada um olha para uma atitude, um comportamento, uma necessidade, um desejo, poderá ser diferente consoante a fase de vida de cada casal.
Podemos falar de alguns tipos de infidelidade:
Física: quando se verifica um envolvimento sexual fora da relação atual;
Emocional: quando se investe intimidade e afeto noutra pessoa que não o parceiro atual;
Virtual: quando se verificam interações eróticas online, incluindo pornografia ou mensagens sugestivas, com teor erótico ou sexual.
Como Esther Perel indica, atualmente podemos ter um caso extraconjugal deitados na cama ao lado das nossas pessoas parceiras.
Os 3 determinantes da infidelidade
A ciência vai-nos indicando 3 principais determinantes para o comportamento infiel. São eles:
O cérebro
A forma como as nossas hormonas funcionam, as emoções, o cérebro, poderá levar-nos, sob determinadas características, a comportamentos de infidelidade.
A psicologia
A mente que fomos desenvolvendo através das nossas experiências tornam-se numa espécie de impressão digital sobre a forma como pensamos o mundo, como o vivemos, como pensamos sobre o nosso self sexual ou romântico. Nem sempre quem trai está insatisfeito no relacionamento, pelo contrário.
Contudo, alguns fatores pessoais poderão entrar em cena perante determinadas circunstâncias:
Narcisismo e sentimento de merecimento – sentir-se merecedor e colocar as suas necessidades em primeiro lugar. “Eu posso, logo faço”;
Ausência de empatia – incapacidade ou dificuldade em colocar-se no lugar do outro; Idealização do outro e desvalorização do parceiro atual;
Impulsividade – Tomar importantes decisões, que trazem grandes consequências, quando o seu cérebro está alterado pelo adrenalina e pelo desejo de gratificação e recompensa; Procura por novidade, emoção e adrenalina; Necessidade de fugir de problemas pessoais ou da rotina.
A cultura
O ambiente e contexto à nossa volta, assim como as mensagens sobre sexo, amor e adultério que vamos integrando dentro de nós, constituem as nossas crenças ou opiniões sobre a infidelidade ou sobre o ser infiel.
O determinante ambiental ou contextual mais significativo consiste na possibilidade de podermos trair. Neste sentido, a ciência indica que quanto mais fácil é que aconteça (proporcionar-se contextualmente), mais o poderemos fazer.
Por norma, a infidelidade estaria associada aos três A’s - Affordable (acessível economicamente), Acessible (acessível contextualmente/proximidade), Anonymous (garantir o anonimato), - na forma como poderão moldar o comportamento adúltero.
O desejo como motor da infidelidade
O ser humano sente a necessidade de encontrar a resposta a dois impulsos absolutamente essenciais. Por um lado, o impulso de procurar novidade e excitação, e por outro lado, a necessidade de vínculo e de segurança.
A dopamina, enquanto neurotransmissor associado à recompensa e ao prazer, é ativada pela novidade, incluindo de novo parceiros sexuais. A oxitocina, conhecida como a “hormona do amor”, fortalece a ligação e o cuidado com quem já conhecemos.
Por norma, o nosso cérebro prioriza o vínculo (na verdade, um dos primeiros mecanismos para garantir a sobrevivência da nossa espécie), perante a aventura e novidade, exceto em algumas condições psicológicas e emocionais específicas:
- Insatisfação emocional: sentir-se invisível, não valorizado ou desconectado;
- Insatisfação sexual: rotina, ausência de desejo ou incompatibilidade;
- Necessidade de novidade: busca de adrenalina, curiosidade, ego;
- Cenários de vida: crises existenciais, luto, mudanças de vida;
- Modelos familiares: padrões aprendidos ou normalizados na infância;
- Oportunidade e contexto: viagens, redes sociais, álcool, proximidade com colegas de trabalho.
Muitas vezes pensamos que uma infidelidade tem mais a ver com uma química sexual, mas na verdade, poderá na prática envolver muito mais o depositar na terceira pessoa (com uma manifestada intensidade) os nossos anseios, as nossas esperanças, as nossas fantasias, os nossos medos, as nossas emoções à flor da pele, os lugares da nossa imaginação e, portanto, as nossas representações mentais que ativam a excitação e consequentemente o desejo!
Mais do que com sexo, a infidelidade tem mais a ver com a nossa mente e com tudo o que a ativa nesse sentido!
O viés da emoção
Um estudo desenvolvido por Artur Aron e Donald Dutto, em 1974, procurou explorar e compreender a natureza da atração sexual, ficando conhecido pela Experiência da Ponte.
Neste estudo, recrutaram alguns homens para atravessar duas pontes diferentes: uma ponte suspensa, alta e instável e uma outra ponte baixa e estável. Pediu-se a uma mulher atraente que abordasse os homens após a travessia da ponte, oferecendo o seu contacto telefónico.
Verificou-se que os homens que atravessaram a ponte alta demonstraram maior probabilidade de ligar para a mulher, concluindo-se que o seu cérebro tinha confundido a excitação da travessia da ponte com a atração sexual pela mulher.
O estudo sugeriu que a interpretação das nossas emoções pode ser influenciada pelo contexto e atribuições erróneas acerca da excitação. Ou seja, que o nosso cérebro poderá confundir diferentes fontes de excitação.
Deste modo, o desejo tem muito mais a ver com as nossas emoções, as representações mentais que fazemos do outro e de nós mesmos. Ou seja, a nossa excitação, emoção ou desejo estariam muito menos relacionados com a terceira pessoa do que com a forma como a nossa mente funciona internamente.
Quando conhecemos um novo alguém, podemos sentir uma emoção intensa de adrenalina e entusiasmo, que poderá estar diretamente ligada à adrenalina do proibido do que está ali a acontecer no encontro, com a incerteza de a terceira pessoa nos desejar ou não, dado o impacto da música vibrante que está a passar no contexto e incendeia o ambiente, do cocktail exótico que pedimos e que não é usual bebermos, das esquinas novas do bar ou restaurante que ainda não conhecemos.
Nesse momento, temos a tendência em atribuir a excitação ao novo alguém e não à novidade e excitação que o contexto novo e desconhecido provoca em nós, principalmente quando, depois, comparamos com a pessoa parceira que já conhecemos de cor.
É neste contexto que temos a tendência de agigantar e idealizar a emoção intensa da novidade (o desejo intenso que estamos a sentir, aumentado com o facto de ser proibido), a idealização da terceira pessoa e a desvalorização da nossa pessoa parceira (a visão sobre a pessoa parceira pode tornar-se distorcida, enquanto o novo surge perfeito e ideal).
Nesse momento, é como se conhecêssemos um novo alguém em cima da ponte alta e instável do estudo de Artur Aron e Donald Dutto.
A emoção à flor da pele de tudo o que está a acontecer naquele momento alimenta o cérebro de químicos de novidade e recompensa (dopamina), e faz o nosso coração disparar com maior velocidade, o que depois acabamos por designar como paixão.
Ou seja, a representação mental que fazemos da paixão e que acaba por entrar em conflito com o nosso vínculo atual e que podemos acabar por ceder, transgredir ou não responder com os limites que seriam tão necessários de ser colocados nesse momento!
O que podemos aprender com isto?
A infidelidade é um dos acontecimentos mais dolorosos que um casal pode enfrentar. Quebra a confiança e coloca dúvidas profundas sobre o amor, deixando feridas que podem demorar a cicatrizar. Muitos imaginam que a traição é o início do fim de uma relação. Mas, na verdade, ela costuma ser mais um sintoma do que a causa do afastamento.
Não é a doença em si, mas o sinal de que algo não está bem (individualmente ou relacionalmente). Muitas vezes pode haver amor, mais ainda assim, existir distância emocional, frustração ou um vazio que nem sempre se sabe nomear. Em alguns casos, a infidelidade surge como uma tentativa (desajeitada e dolorosa) de suprir o que falta. Por outro lado, vivemos numa época em que a promessa do ter tudo e da satisfação imediata está sempre presente, o que pode gerar frustração quando a relação não oferece, a todo o momento, a intensidade ou a novidade.
Desta forma, diante de uma situação de infidelidade ou mesmo no lugar de prevenção, é essencial os casais refletirem sobre o que a situação revela sobre o relacionamento, sobre cada um dos elementos ou sobre as necessidades que consideram estar a ser ou não respondidas na sua relação.
Exige, deste modo, uma comunicação honesta e disponível (criar espaço para falar sobre fantasias, insatisfações e desejos sem medo de julgamento); que o casal esteja atento e não se esqueça de cultivar a intimidade emocional e sexual (em consulta observamos, muitas vezes, desleixo diante da intimidade do casal), perceber sinais de desconexão para que não se transformem em muros; reequilibrar a necessidade de vínculo com a necessidade de novidade e aventura dentro do relacionamento com a pessoa parceira (o que deixaram de fazer, que novas aventuras poderão trazer para dentro da relação, o que estimula a mesma dopamina que a novidade externa provocaria); expressar reconhecimento e afeto regularmente (pequenos gestos reduzem a sensação de invisibilidade que pode alimentar a infidelidade); entender o seu padrão de vinculação (a ciência indica que pessoas com padrão inseguro ansioso e evitante poderão apresentar maiores dificuldades em manter uma intimidade estável e salutar); e trabalhar questões pessoais (como depressão, ansiedade, baixa autoestima, etc).
Por outro lado, os casais deverão nas suas conversas honestas refletir sobre a gestão de riscos e limites, ou seja, em como poderão limitar situações de risco (ambientes com muita intimidade física ou emocional com terceiros); procurar ser realistas sobre situações que poderão verificar-se tentadoras (compreender que ninguém é totalmente imune ajuda a reconhecer que cada elemento deverá manter a sua vigilância e limites adequados); proteger a privacidade do casal (guardar para o relacionamento algumas confidências que não se compartilham com terceiros); ou definir a utilização consciente da tecnologia (procurar definir limites claros sobre redes sociais, apps ou mensagens com terceiros, o que é aceitável ou não na sua relação).
Quando olhamos pela janela da infidelidade e vemos tudo o que se encontra numa caso extraconjugal, como o cultivo constante do desejo, uma atenção plena, romantismo, disponibilidade, curiosidade, abertura, jovialidade, partilha de sonhos, projetos, afeto e paixão, percebemos que estes ingredientes são na verdade tudo o que precisamos de cultivar diariamente nas nossas relações para estas prosperarem continuamente e não haver espaço para uma infidelidade.
E que tal (re)começarmos por aqui?
Com um livro mergulhamos noutra realidade, viajamos, sonhamos e aprendemos e não é isso que queremos das férias? Escolha qual ou quais levar de acordo com a forma como se sente...
[shortcode_split_text]Se ainda não foi de férias, ou quer prolongar o espírito do verão em casa, desafiamos-lhe a pôr o mundo digital de lado por umas horas e mergulhar no mundo encantado dos livros, onde pode viver várias vidas através das suas personagens preferidas.
Quer ler uma história romântica, um thriller, ou uma biografia? Temos várias sugestões de livros para ler nas férias de verão.
Diga-nos como se sente, dir-lhe-emos que livro levar para as férias
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº302, agosto de 2025.
Agosto traz ainda muitas oportunidades para aproveitar o sol com os pés livres e gastar a sola das sandálias da estação em mil passeios junto à praia.
[shortcode_split_text]O mês mais quente do ano pode estar a chegar ao fim, mas não guarde ainda as sandálias no armário! Não tenha vergonha de andar com os pés à mostra e aproveitar o bom tempo enquanto dura, ao mesmo tempo que desfruta das tendências do momento.
Veja as nossas sugestões de sandálias na galeria abaixo.
4 estilos de sandálias para usar até mais não
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº302, agosto de 2025.
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante a próxima semana? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que a semana lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo semanal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas – O Dilema, da SIC.
A perfumaria brasileira uniu-se à gelataria Gulato para transformar os seus aromas mais populares em autênticas sobremesas.
[shortcode_split_text]Quando gostamos tanto de um aroma, queremos banhar-nos nele todos os dias, mas e se pudéssemos prová-lo?
Foi com base nesta premissa que a Granado, a perfumaria mais tradicional do Brasil, começou a criar gelados artesanais inspirados nas suas fragrâncias mais emblemáticas. Primeiro no Rio de Janeiro e em São Paulo, e agora do outro lado do Atlântico, em Lisboa, em parceria com a gelataria Gulato.
Um encontro entre o olfato e o paladar, o passado e o presente, Brasil e Portugal.
Três fragrâncias, três sabores
As criações da Gulato retiram inspiração dos três aromas mais vendidos da Granado, uma verdadeira viagem pelos sentidos. São eles:
Bossa: sorvete de coco e maracujá, inspirado na fragrância criada pela perfumista francesa Cécile Zarokian. "Quando pisei no Rio pela primeira vez, lembro-me do cheiro das flores de frangipani, do calor na pele, de um suco gelado de maracujá à beira-mar. Era leveza. Era Bossa".
Esplendor: sorvete de caramelo salgado, que reflete a sofisticação suave de uma fragrância que envolve e encanta, como um pôr do sol dourado sobre o mar.
Fervo Intenso: sorvete de cacau com um toque de cachaça. Intenso e hipnotizante, refletindo a ousadia tropical de uma das linhas mais provocantes da Granado.
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Comer com o olhar
Não são apenas os gelados artesanais que tornam esta parceria tão única. A gelataria Gulato mergulhou no universo olfativo da Granado de cabeça, bebendo a alma brasileira e transformando-se num pedaço do país visualmente.
Paulo Mariotti, artista brasileiro "que desenha o Rio com uma caneta azul", criou uma ilustração exclusiva para a Granado inspirada em Bossa, reunindo "ícones tradicionais como o Pão de Açúcar, o mar, as praias e a arquitetura solar da cidade".
Aventais, almofadas, ombrelones, displays e detalhes da loja foram inspirados e alterados pela estética tropical e vintage da Granado, prometendo um verdadeiro take over artístico e afetivo.
Vista a sua casa de amarelo e sinta-se mais próxima da costa Amalfitana, em Itália, cuja paisagem é embelezada pelos limoeiros.
[shortcode_split_text]Se há coisa que nos remete para o verão é o contraste da frescura do limão com o calor que se faz sentir, mesmo que ainda estejamos a sonhar com as férias que ainda não tirámos, ou a ganhar de novo forças para voltar ao trabalho após os merecidos dias de descanso.
Seja como for, a decoração ajuda sempre a melhorar a nossa disposição - somos mais felizes num espaço acolhedor e alegre! Por isso, reunimos algumas peças para que decore a casa tal como se estivesse em Itália, a aproveitar as férias de verão.
Decoração de verão para sentir que está de férias em Itália
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº301, julho de 2025.
Anda cansada, a trabalhar demais e tem dormido pouco? Precisa de ficar com um olhar mais luminoso? Ataque já os papos nos olhos com os truques que sugerimos a seguir.
[shortcode_split_text]O primeiro confronto diário com o espelho nunca é bonito. Cabelo desgrenhado, pijama mal ajeitado e, se dormirmos mal, papos nos olhos. Embora também possam ter origem genética, estes "sacos" são, muitas vezes, consequência de stresse, noites mal dormidas e cansaço extremo.
Nestes casos, a primeira coisa a fazer é tentarmos reformular os nossos dias e arranjarmos mais tempo para (cuidar de) nós. Acontece que nem sempre isso é assim tão fácil. Há meses em que o trabalho parece que duplica e os miúdos estão mais exigentes. Quando finalmente nos conseguimos deitar, já só temos quatro horas para dormir.
E pronto... de manhã lá estão eles, a tornarem o nosso rosto carregado e com um ar nada luminoso. Por isso, reunimos os melhores truques para fazer xeque-mate aos papos nos olhos.
Como evitar e reduzir os papos nos olhos
• Corte duas rodelas de batatas e coloque uma em cada olho. Como estão frias, as batatas ajudam a desinflamar e a aumentar a circulação sanguínea. Além disso, os antioxidantes ajudam a nutrir a pele;
• Pode também fazer o mesmo, mas com duas rodelas de pepino (quem é que não conhece esse truque antigo?) É aconselhável que o pepino esteja fresco, por isso mantenha-o durante a noite no frigorífico;
• Utilize um desmaquilhante específico, não gorduroso, adaptado à fragilidade e delicadeza do contorno dos olhos, sem repuxar a pele a fim de evitar a instalação de rugas;
• Tenha especial atenção aos produtos de limpeza de pele oleosa: não se sirva deles para desmaquilhar os olhos;
• Não esfregue os olhos para não irritar a pele e provocar um ligeiro inchaço;
• Modere a ingestão da quantidade de sal porque estará a provocar a retenção de líquidos;
• Evite fumar. A associação do tabaco a problemas vasculares contribui para que estes sobressaiam na zona do contorno dos olhos.
Costuma ter papos nos olhos? Quais são os truques que utiliza?






