Bem-estar

6 formas de acabar com a depressão de inverno

Dias cinzentos, chuvosos, curtos e temperaturas baixas. Tudo isto provoca em 2 a 3% da população mundial um distúrbio psicológico sazonal, a chamada depressão de inverno. Saiba como ultrapassar.

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6 formas de acabar com a depressão de inverno
© Getty Images
Rita Caetano
Escrito por
Rita Caetano
Nov. 01, 2019

A falta de luz mexe verdadeiramente com o nosso relógio biológico. Deprime-nos, torna as tarefas do quotidiano mais penosas. Isto acontece com quase toda a gente, mas 2 a 3% da população tem dificuldade em lidar com isso.

Neste campo, as mulheres estão em maioria e os países do norte da Europa são os mais afetados.

A depressão de inverno, cientificamente chamada de Seasonal Affective Disorder (SAD, que em inglês significa tristeza), foi estudada por investigadores da Universidade de Copenhaga, que concluíram que a culpada deste problema é a proteína sert. Esta está ligada à serotonina, a hormona responsável pelo sentimento de felicidade e do bom humor.

A investigação mostra que os níveis de sert crescem durante os meses do inverno nos indivíduos que sofrem deste distúrbio e verificaram que, simultaneamente, a serotonina diminui quando a primeira aumenta.

Como ultrapassar a depressão de inverno (ou SAD)

Passe o maior tempo possível ao ar livre para apanhar luz natural. Isso acorda o seu relógio biológico e faz com que tenha menos sono e se sinta menos cansada.

Pratique exercício físico, sempre que possível no exterior e de manhã. A prática de desporto ajuda a elevar os níveis de serotonina e isso vai deixa-la mais bem-disposta.

Mantenha os estores e os cortinados abertos sempre que possível quando está em casa ou no trabalho para que entre luz natural. Se esta faltar, então ligue a eletricidade. O importante é não estar às escuras.

Estabeleça um horário para acordar e adormecer e mantenha esses horários mesmo ao fim de semana.

Faça psicoterapia. Falar do que sente, vai ajudá-la a sentir-se melhor.

Nos casos mais graves, a fototerapia é eficaz. Isto consiste na exposição a uma luz branca e intensa, uma hora por dia durante duas a três semanas, e deve ser feita sob controlo médico.

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