O novo diretor criativo da Dior apresentou a sua primeira coleção feminina a 1 de outubro, na Semana da Moda de Paris.
[shortcode_split_text]O Jardin des Tuileries, em Paris, foi o palco escolhido para a estreia de Jonathan Anderson no universo feminino da Dior, com a apresentação da coleção Primavera-Verão 2025/2026, a 1 de outubro, durante a Paris Fashion Week.
As criações do antigo diretor criativo da Loewe traduziram-se numa fusão entre a ousadia que caracteriza Anderson e o legado da maison francesa, num espetáculo em que até o cenário teve um papel crucial.
O espaço de exposição austero, projetado por Luca Guadagnino e Stefano Baisi, fundiu o digital com o físico. Conforme retratado pelas imagens de um trabalho especialmente encomendado ao documentarista Adam Curtis, a história da maison passou diante dos olhos dos convidados numa pirâmide LED invertida.
Herança reinterpretada
Das referências de arquivo interpretadas pelo designer destacamos os clássicos laços, que foram adorados de várias formas, desde os casacos com pinça na frente e minissaias drapeadas até aos vestidos de renda arejados, camisas e carteiras Dior Cigale.
Os casacos Bar encolhidos adquiriram volumes esculturais, e peças como as capas onduladas e os calções volumosos contribuíram para uma comunalidade propositada.
Jonathan Anderson, que liderou a Loewe durante 11 anos, conquistou o prémio Designer of the Year nos Fashion Awards de 2024 pelo segundo ano consecutivo. Com esta nova função, torna-se o primeiro criador a dirigir em simultâneo as linhas masculina, feminina e de alta-costura da Dior.
Conheça a coleção
O que é que ajuda a reduzir o stresse, estimula a criatividade e melhora a função cardiovascular? Rir! Conversámos com a psicóloga Catarina Lucas para descobrir todos os benefícios do riso. Ora veja.
[shortcode_split_text]Já lhe aconteceu estar num "dia não", achar piada a alguma coisa que lhe disseram, rir, e começar a sentir-se melhor? Pode parecer mentira, mas rir talvez seja um dos melhores remédios para aliviar a tristeza ou a ansiedade. Como se uma boa gargalhada nos deixasse mais leves.
A magia pode não funcionar exatamente desta forma, mas a verdade é que "o riso não é apenas uma expressão de alegria, também traz uma série de benefícios para a saúde", começa por explicar Catarina Lucas, psicóloga e diretora do Centro Catarina Lucas.
"Quando rimos ocorre uma ativação cerebral que inclui diferentes áreas do cérebro, como o córtex pré-frontal, o córtex motor e o sistema límbico. Ocorre ainda o estímulo do sistema de recompensa que liberta neurotransmissores associados à sensação de prazer", conta à Saber Viver.
"O riso reduz também a atividade do sistema nervoso simpático, responsável pela resposta ao stresse, e promove a atividade do sistema parassimpático, por sua vez responsável pelo relaxamento. Além disso, rir envolve uma respiração mais profunda, o que pode aumentar o fluxo de oxigénio no cérebro."
O riso como ferramenta contra a ansiedade
"O riso não é psicoterapia, mas pode ser terapêutico", diz a psicóloga. Pode ser uma ferramenta no combate à depressão, ansiedade e stresse, e por isso é frequentemente implementada em terapias complementares ou alternativas.
"Existem várias formas de terapia baseadas no riso, como a terapia do riso e o ioga do riso, que incorporam o riso como uma ferramenta terapêutica para promover o bem-estar emocional e mental. Estas práticas muitas vezes incluem exercícios de riso, jogos e técnicas de respiração destinadas a induzir o riso de forma deliberada", continua.
"Apesar destas abordagens não substituírem um processo psicoterapêutico e até um acompanhamento médico, podem ser usadas como complementos eficazes para melhorar a saúde mental e emocional", afirma.
Benefícios do riso...
...para a saúde física:
• Fortalece o sistema imunológico;
• Reduz o stress;
• Alivia a dor;
• Melhora a função cardiovascular;
• Promove o relaxamento muscular;
• Melhora a função respiratória.
...para a saúde mental
• Reduz o stress e a ansiedade;
• Promove o pensamento positiva;
• Melhora o nosso estado de humor;
• Torna-nos mais resilientes;
• Estimula a criatividade;
• Aumenta a autoestima;
• Fortalece os laços sociais e promove as relações interpessoais.
Rir aumenta a esperança de vida?
"Alguns estudos sugerem que existe uma relação entre o riso e o aumento da esperança de vida", diz Catarina Lucas. "Embora o riso não resolva todos os males, ele pode desempenhar um papel significativo na promoção de uma vida mais longa e saudável. Integrá-lo regularmente na rotina certamente contribui para uma melhor saúde e bem-estar, o que, por sua vez, pode aumentar suas chances de viver mais tempo", aconselha a psicóloga.
"Façam sempre tudo com amor, que o amor fará o resto", lê-se na nova decoração da vitrine da casa de joias.
[shortcode_split_text]A marca de joalharia conhecida uniu-se ao artista português Another Angelo para uma colaboração exclusiva na qual exploram a fusão entre a arte e a moda, transformando a Tous da Rua Garrett num obra de arte.
O resultado está à vista (e que bem) na vitrine da loja, com frases e ilustrações do artista português, que reinterpretou ícones pela qual a marca é conhecida, como o urso e o coração.
"Esta colaboração com Another Angelo é uma celebração da arte e da cultura portuguesa. Na Tous, acreditamos que a joalharia é uma forma de expressão única e, ao integrar a arte local de forma tão autêntica, conseguimos criar uma experiência que vai além do produto. A loja da Rua Garrett, com toda a sua história e simbologia, tornou-se o cenário ideal para espelhar como a moda e a arte podem, juntos, conectar a marca com o público português de uma forma inovadora e imersiva”, afirma Lubélia Marques, country manager da Tous Portugal.
Além disso, a colaboração inclui também três postais exclusivos, criados por Another Angelo, que estarão disponíveis como parte da experiência em compras realizadas na loja.
No mês em que a luta contra esta doença está no centro das atenções, entrevistámos diversos especialistas que nos falam sobre sinais a que devemos estar atentas, tratamentos, autoestima, cuidados com a pele e com o cabelo...
[shortcode_split_text]Desde a década de 1990 que outubro é considerado o mês da luta contra o cancro da mama – o mais prevalente, em Portugal e no mundo, no sexo feminino. A saúde é a prioridade perante o diagnóstico, mas a aparência não tem de ser um estigma nem relegada para segundo plano, pois a autoestima não deve ser descurada e entra nesta equação.
Os últimos dados disponíveis, relativos a 2022, mostram que, nesse ano, nove mil mulheres foram diagnosticadas com esta doença e o sucesso de tratamento depende muito da precocidade do diagnóstico.
“Felizmente, hoje, as taxas de sobrevivência do cancro da mama são altas, aproximando-se dos 100% em casos muito precoces. O grande desafio está em minimizar ou dar resposta às sequelas dos tratamentos, físicas e emocionais. Sendo os sobreviventes cada vez em maior número e tendo uma longa esperança de vida após o diagnóstico, acredito que esta área será alvo de grande atenção e avanços num futuro muito próximo”, afirma Catarina Rodrigues Santos, coordenadora da Unidade da Mama CUF Lisboa.

1. Sintomas a ter em atenção
A deteção precoce do cancro da mama é crucial no sucesso do tratamento, por isso, todas as mulheres devem estar atentas a alguns sinais ou sintomas, tais como “nódulo ou espessamento da mama ou na zona da axila, detetável ao toque; alterações no tamanho e formato da mama; dor persistente na mama; alterações na mama ou mamilo visíveis ou ao toque; secreção ou perda de líquido do mamilo; retração do mamilo; pele da mama, mamilo ou aréola gretada ou descamativa, vermelhidão ou inchaço”, alerta José Carlos Marques, coordenador nacional de Imagiologia Mamária da rede CUF.
2. Fatores de risco
"Há vários anos que se reconhecem como fatores de risco que aumentam a probabilidade de desenvolver cancro da mama, alguns dos quais podem ser modificáveis. São exemplos destes a prática não regular de exercício físico, ter excesso de peso ou ser obesa e algumas terapêuticas anticoncecionais, não ter filhos ou ter a primeira gestação após os 30 anos e não amamentar. Também os hábitos alcoólicos e tabágicos foram apontados como potenciais fatores de risco”, afirma Miguel Abreu, oncologista no Hospital CUF Porto. O médico especialista em Oncologia diz ainda que “a hereditariedade constitui uma minoria dos casos (5-10%); se pensarmos que o risco da população em geral de desenvolver este cancro é de 12%, este aumenta para 72% na presença da mutação no gene BRCA1 ou 69% no caso do BRCA2”.

3. A importância do autoexame da mama
“O autoexame, que deve ser realizado mensalmente, após o final da menstruação, é uma ferramenta útil, embora não substitua os exames, nem as consultas regulares. No entanto, pode contribuir para o diagnóstico precoce e aumentar as possibilidades de um tratamento bem-sucedido”, explica José Carlos Marques.

4. Exames de diagnóstico
Fundamentais para a deteção do cancro da mama em fases iniciais, aumentando as chances de cura e possibilitando um tratamento eficaz e menos agressivo, são os exames de diagnóstico. Como diz José Carlos Marques, “permitem diagnosticar lesões pré-malignas e estabelecer as condutas mais adequadas de vigilância ou tratamento. Exames como a mamografia, a mamografia de contraste, a tomossíntese, a ecografia, a ressonância magnética e as várias técnicas de biopsia, permitem, atualmente, estabelecer diagnósticos precisos, avaliar com rigor a extensão das lesões e contribuir para a seleção de um tratamento preciso e personalizado”.

O médico especialista em Radiologia adianta ainda que “os exames regulares de mamografia, complementados com ecografia mamária, devem iniciar-se a partir dos 40 anos e devem ser feitos todos os anos ou de dois em dois anos, dependendo da densidade mamária, da presença de alterações e de outros fatores de risco. Quando existem antecedentes familiares, começam por volta dos 30 anos”.
5. O impacto dos tratamentos no cabelo
Contrariamente ao que a generalidade das pessoas possa pensar, a queda de cabelo não é uma consequência direta ou obrigatória do início de qualquer procedimento para remover um cancro. Como explicam Sara Magno e Pedro Meireles, médicos da Oncologia Médica do IPO Lisboa, os fios poderão “cair, parcial ou totalmente, dependendo do tipo de tratamento realizado”, mas “não é espontâneo”. “Geralmente, fica mais quebradiço após as duas primeiras semanas, acabando por cair de forma mais intensa a partir da segunda administração”, adicionam.
Os fios poderão voltar a crescer durante os tratamentos ou apenas no fim destes, eventualmente com uma cor e textura diferentes. Durante a quimioterapia, “não é aconselhável usar produtos de pintura, uma vez que podem provocar irritação cutânea do couro cabeludo”. O ideal é “aguardar seis meses após o término” do tratamento.
6. Personalização é a palavra-chave
O tratamento do cancro da mama é multimodal. De uma forma resumida, Miguel Abreu divide “em tratamentos com ação local e locorregional, como é o caso da cirurgia ou da radioterapia; e os tratamentos que têm ação sistémica, atuando no corpo todo, como a quimioterapia e as terapêuticas-alvo (como os anticorpos monoclonais, a imunoterapia, a hormonoterapia, entre outros)”. Para o oncologista, “a busca da medicina personalizada tem orientado a investigação na área da oncologia e tem permitido desenvolvimentos com impacto na melhoria da quantidade e qualidade de vida das doentes.

7. Sentir-se bem na própria pele
O diagnóstico é avassalador e traz uma montanha de dúvidas e inseguranças com a imagem – seja porque parte ou a totalidade dos fios de cabelo cai, seja pela eventual necessidade de se remover uma ou as duas mamas. “No entanto, existem procedimentos e ações que podem ajudar a aumentar a autoconfiança, como utilizar próteses capilares (perucas), aplicar stencils ou fazer microblading de sobrancelhas, pintar as unhas com verniz normal, além da cirurgia mamária, que é também fundamental para a maioria das mulheres”, referem os oncologistas do IPO de Lisboa.
É ainda possível optar pela micropigmentação paramédica das aréolas mamárias, que “consiste na aplicação intradérmica de um corante, funcionando como uma tatuagem semipermanente”. Deve ser realizada antes do início dos tratamentos de quimioterapia, “uma vez que a cicatrização e fixação do pigmento podem ser mais difíceis e o risco de infeção após o procedimento poderá ser superior”.
8. O papel da mente
“O bem-estar mental é fundamental para os tratamentos. Não raras vezes, as doentes com cancro da mama experienciam momentos de depressão/ansiedade. Um estudo recente mostrou que a fadiga pode ser combatida com o estímulo à prática regular de exercício físico. Contribui ainda de forma decisiva o apoio social, começando na rede familiar, amigos ou mesmo um bom ambiente de trabalho”, afirma Miguel Abreu.
9. Os grandes avanços cirúrgicos
• Técnicas oncoplásticas, isto é, o planeamento do tratamento oncológico integrado numa abordagem estética, que visa manter ou restabelecer o contorno da mama e a sua simetria.
• A mastectomia poupadora de pele e do complexo areolomamilar, com reconstrução imediata, em que se preserva o invólucro natural da mama, permitindo, na mesma cirurgia, uma reconstrução mais natural e sem necessidade de utilização de retalhos cutâneos de outras área dadoras do corpo, minimizando a agressão cirúrgica. A reposição da mama com prótese pré-peitoral (imediatamente debaixo da pele), fixada por uma membrana artificial (sintética ou de origem animal) tem sido amplamente utilizada, por permitir uma recuperação mais rápida e funcional.
• A biopsia do gânglio sentinela e linfadenectomia seletiva. O objetivo é preservar a drenagem linfática da axila, de modo a reduzir o potencial linfedema (inchaço) do membro superior. No entanto, importa salientar que esta abordagem não deve comprometer o tratamento oncológico, e há casos em que não se pode aplicar.
• As técnicas de microcirurgia linfovascular, nos casos em que a linfadenectomia seletiva não é possível. O risco de linfedema após o esvaziamento axilar não é totalmente conhecido com as técnicas recentes. As estimativas apontam para taxas de 12-30%, após esvaziamento axilar com radioterapia. As formas de prevenção e tratamento mais conhecidas e com resultados demonstrados assentam na drenagem manual especializada. Contudo, técnicas cirúrgicas que tentam restabelecer, pelo menos, parte da drenagem linfática têm sido testadas.
Fonte: Catarina Rodrigues Santos, coordenadora da Unidade da Mama CUF Lisboa.
10. Cuidados cutâneos
Durante os tratamentos de quimioterapia e radioterapia, a pele poderá ficar irritada e friável. Para o combater, deverá ser hidratada com cremes gordos. Devem ser colocados de parte produtos irritantes e abrasivos, inclusivamente esfoliantes demasiado agressivos, dada a maior sensibilidade da pele. Além disso, a proteção contra os raios UV é igualmente importante, pelo que a utilização de protetor solar com SPF50, diariamente, e de chapéu, preferencialmente de abas largas, assim como a evicção da exposição solar nas horas de maior intensidade de radiação são obrigatórias. Quando submetidos a radioterapia, os pacientes devem preferir toalhetes de limpeza sem álcool, em vez de desodorizantes, sempre que necessário, na axila irradiada.
Produtos criados a pensar em quem luta contra o cancro da mama
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº 292, outubro de 2024.
As palavras da diretora da Saber Viver na edição de outubro da revista.
[shortcode_split_text]Agora que já estamos definitivamente de regresso e habituadas às boas rotinas (espero eu!), é inevitável voltarmos a centrar as atenções em nós mesmas, sem esquecer a velha máxima que diz que se estivermos bem, os que nos rodeiam também o estão. Mas... e se estivermos a cometer pequenos erros sem nos apercebermos? Vou direta ao assunto: já ouviu falar em mankeeping? É aquele momento em que, sem dar por isso, a mulher passa a ser gestora do lar, da agenda, das emoções e até da vida social do parceiro. Identifica-se?
Então não deixe de ler o artigo Procura-se chief male maintenance officer (pág. 104), que ajuda a identificar estes padrões e, acima de tudo, a transformá-los em relações mais saudáveis, equilibradas e verdadeiramente recíprocas.
https://www.saberviver.pt/bem-estar/outubro-nas-bancas/
Outro tema que destaco nesta edição são as finanças no feminino. Culturalmente, fomos habituadas a ver os homens como os “gestores do dinheiro” – eles é que investem, arriscam, multiplicam património –, enquanto nós, mulheres, ficamos com o papel de gestoras do orçamento doméstico, sempre com o foco na poupança. Mas esse cenário está a mudar, e queremos que faça parte desta transformação.
No artigo Passo a passo para a liberdade financeira (pág. 100), damos-lhe dicas práticas para começar a investir, independentemente da idade ou da experiência. Descomplicamos conceitos, explicamos os primeiros passos e mostramos que investir não é (nem deve ser) um privilégio de poucos, mas sim uma ferramenta de autonomia, liberdade e visão de futuro. Porque saber cuidar do próprio dinheiro também é uma forma de cuidar de si.
Por falar em cuidar de si... falemos de moda e beleza – temas habituais na sua Saber Viver que ganham um novo fôlego com a chegada da nova estação. Nesta edição, damos-lhe a conhecer as principais tendências de outono-inverno: analisamos as propostas dos desfiles, destacamos peças-chave, cores, padrões, cortes e texturas que marcarão os próximos meses, e ainda a desafiamos a renovar o guarda-roupa.
Quando escrevo renovar, não me refiro a gastar imenso dinheiro, mas sim a atualizar a sua própria narrativa de estilo com o que já tem ou com aquisições pontuais e conscientes. Porque a forma como nos vestimos está muito vezes ligada à forma como nos sentimos – e a moda, para mim, é isso mesmo: um diálogo entre o que se passa cá dentro e o que escolhemos expressar cá fora.
O mesmo se aplica ao cabelo. Um novo corte, cor ou penteado (temos várias sugestões na pág. 60) pode ser aquele pequeno gesto que nos dá um novo impulso, uma sensação de mudança, de cuidado e de confiança. Porque, às vezes, para nos sentirmos diferentes por dentro, basta começar por fora.
Boas leituras!
A edição de outubro da Saber Viver já está nas bancas, num local perto de si.
Durante meses, irão perguntar-lhe se acabou de sair do salão.
[shortcode_split_text]A luminosidade que o nosso cabelo irradia e a intensidade impressionante que notamos depois de lhe conferirmos uma nova cor perde-se, tantas vezes, ao fim de um par de semanas. Mas não tem de ser assim. O segredo? A nova gama L'Oréal Professionnel, Vitamino Color Spectrum, capaz de fixar a cor e manter os seus resultados desde o primeiro dia e por um período de 100 dias após a coloração.
Concebida com uma combinação de 2,5 por cento de ácido cítrico – que penetra profundamente na fibra para fortalecer a rede de ligações e reforçar a fibra a partir do interior – e ácido ferúlico, esta gama protege contra a água e os raios ultravioleta, dois dos piores inimigos da coloração.
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Também atua em cinco relevantes dimensões do espectro da cor: brilho, saturação, contraste, tom e luminosidade. Porque, não, já não basta reparar os danos com o brilho. É preciso ir além e a marca sabe-o.
Por essa razão, em colaboração com os melhores cabeleireiros a nível mundial, desenvolveu a fórmula perfeita para cabelo com coloração. Com eficácia comprovada nestas cinco esferas, proporciona um brilho cristalino, uma cor rica e vibrante, uma profundidade ótima, um nível de luminosidade preservado e neutraliza os reflexos indesejados. Não podíamos pedir melhor, certo?
A equipa completa
Esta linha é composta por um shampoo adequado a cabelos com coloração, sem sulfatos, que limpa o couro cabeludo e fios, enquanto os deixa nutridos e mais fortes; um condicionador pensado para fortalecer o cabelo desde o interior, tornando-o mais suave e disciplinado; e uma máscara cremosa, especialmente pensada para quem tem fios mais espessos, cujos resultados duram até 72 horas.
Porém, a estrela é o sérum de brilho. Impulsionado por Alfa-silano, cria uma camada em torno da fibra capilar, deixando os fios tão radiantes quanto o sol, além de hidratados e suaves. Ao mesmo tempo, limita a penetração da água, protege a fibra contra os impactos dos raios UV e fixa os pigmentos no interior da fibra.
Ativado pelo calor, promete combater o frizz e deixar os fios suaves mesmo em dias particularmente húmidos (até 80 por cento de humidade no ar). Os resultados duram até dez lavagens.
Passo a passo para um cabelo extremamente brilhante e cuidado
Quer saber qual a influência do tarot no seu signo durante o mês de outubro? A Saber Viver diz-lhe o que esperar.
[shortcode_split_text]Descubra o que o próximo mês lhe reserva no amor, saúde e carreira, e ainda qual a sua carta dominante, nas palavras da taróloga e cartomante Margarida Fernandes.
Horóscopo mensal: as previsões para cada signo
Margarida Fernandes é licenciada em Educação para o Ensino Básico, mas o Universo decidiu oferecer-lhe uma profissão bem diferente. Taróloga Cartomante há mais de 20 anos, trabalhou em rádio e online desde 2011, em espaços de tarot dedicados aos ouvintes. Em 2016, estreou-se em televisão no programa A Vida Nas Cartas – O Dilema, da SIC.
A maturidade é o momento perfeito para cuidar de si e realçar a sua beleza única com os produtos ideais para iluminar, hidratar e valorizar cada detalhe. Descubra-os e mime-se com o cuidado que merece.
[shortcode_split_text]A sociedade tende a colocar a juventude no centro do conceito de beleza feminina, mas os números provam que essa visão está ultrapassada. Muitos boomers sentem-se invisíveis, mas o mercado de beleza reconhece que este é o público do futuro.
A beleza após os 50 anos vai muito além da aparência: é confiança, segurança e, acima de tudo, atitude. As mulheres maduras valorizam a sua essência e procuram cuidados que respondam a esta fase da vida com eficácia e sensibilidade. L’Oréal Paris criou soluções que celebram a beleza da maturidade, cuidando da pele, do cabelo e da confiança de cada mulher.
Aproveite a promoção nas lojas Continente
Até 6 de outubro, aproveite estes cuidados com até 35% de desconto, nas lojas Continente. É o momento ideal para se mimar, acrescentar um toque de glamour ao dia a dia e celebrar a sua beleza madura. Afinal, se há idade para brilhar, é agora.
Os produtos de beleza mais recomendados para mulheres com mais de 50 anos
Descubra os benefícios imediatos e a longo prazo da decisão de deixar de fumar e diga olá a uma nova vida.
[shortcode_split_text]Sabemos os riscos associados, mas deixar de fumar continua a estar entre as listas de objetivos ainda por concretizar de muitas pessoas. O fator decisivo para se libertar do tabaco está no apoio de um profissional de saúde e no compromisso consigo própria!
Uma vitória... em cada área!
Embora o tabaco seja altamente viciante, a verdade é que o corpo reconhece imediatamente quando paramos. Assim que deixamos de fumar, o corpo reage de forma positiva. Os benefícios são imediatos e prolongam-se no tempo, refletindo-se em várias áreas. Melhora, por exemplo, a circulação sanguínea para o coração e músculos, o que tornará a atividade física mais fácil. Ao fim de um ano, o risco de doença cardíaca é reduzido para metade.

E mais, o paladar e o olfato recuperam, a pele ganha luminosidade e o corpo mais energia. O corpo entra em modo de regeneração – e isso motiva-nos a fazer escolhas mais saudáveis, entramos num ciclo¹.
O que acontece no seu corpo
• Após 20 minutos: a pressão arterial e a frequência cardíaca voltam ao normal;
• Após 12h os níveis de monóxido de carbono no sangue descem, melhorando a oxigenação;
• Entre 2 a 12 semanas a circulação melhora e a função pulmonar começa a recuperar, o risco de enfarte do miocárdio diminui⁴.
Agora, imagine ao fim de um, cinco e quinze anos!
Passo a passo
- Faça uma lista de como será a sua nova vida;
- Conheça os seus hábitos, para preparar recaídas;
- Calcule quanto vai poupar mensalmente;
- Fixe uma data para deixar de fumar (dia D) e conte à sua volta;
- Substitua o tabaco por comida saudável e aumente a atividade física⁴.
Fazer a viagem acompanhada
É certo que a motivação para deixar de fumar tem de ser sua, mas sabe-se que os profissionais de saúde têm um papel crucial. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o aconselhamento breve pode aumentar até 30% a taxa de sucesso na cessação, e o intensivo em até 84%² .

Procure o seu médico ou apoio no seu centro de saúde: existem consultas gratuitas de cessação tabágica, com profissionais preparados para avaliar o grau de dependência e ajudar a definir o dia em que deve começar o processo de deixar de fumar. Deve estar preparada para o que poderá sentir pela ausência do tabaco no seu organismo e estar alerta que estes sintomas, apesar de desagradáveis, não são perigosos para a saúde. O SNS 24 disponibiliza apoio telefónico e online, e o Ministério da Saúde oferece programas especializados em unidades de saúde por todo o país³.
Deixar de fumar é sobre tudo o que se ganha, e menos sobre o que se perde. Ao deixar o tabaco, está imediatamente a escolher uma nova vida. Mais saudável, mais ativa e mais feliz.
NPS-PT-NP-00383 (agosto de 2025)
1 NHS (National Health Service). Benefits of quitting smoking. www.nhs.uk/better-health/quit-smoking/why-quit-smoking/benefits-of-quitting-smoking/
2 WHO (World Health Organization who.int/activities/quitting-tobacco
3 Serviço Nacional de Saúde (SNS 24). Tabagismo. (adaptado) www.sns24.gov.pt/pt/tema/dependencias/tabagismo/
4 Serviço Nacional de Saúde (SNS 24). Deixar de fumar. (https://www.sns24.gov.pt/pt/tema/prevencao-e-cuidados-de-saude/deixar-de-fumar/)
Por muito tempo, acreditou-se que a felicidade a dois residia no encontro da pessoa certa, a metade da nossa laranja, e desta forma aconteceria um encaixe perfeito que garantisse uma harmonia para sempre. Vamos percebendo, na experiência do dia a dia de uma relação, que não é exatamente assim. Mas afinal, o que faz uma relação feliz?
[shortcode_split_text]Ainda fantasiamos o amor! Talvez os contos de fadas, os filmes de Hollywood e algumas crenças populares reforcem a idealização das relações. Ainda acreditamos que o encontro com a pessoa certa, uma espécie de alma gémea, seria a garantia de uma química perfeita e inabalável ao longo do tempo!
Contudo, a metade da nossa laranja também não poderá ser uma pessoa qualquer. Desfilamos mentalmente um conjunto de características que, na verdade, criam uma tremenda pressão e expectativas irreais que futuramente poderão ser bastante destrutivas para uma relação, porque é simplesmente impossível alguém cumprir todos esses papéis em todos os momentos da mesma.
Assim sendo, consideramos que a nossa pessoa parceira deverá conter em si tudo aquilo que consideramos ser próprio de uma alma gémea (um amante apaixonado, um melhor amigo, um confidente emocional e terapeuta improvisado, parceiro de aventuras e capaz de exercer uma inspiração/motivação pessoal, uma base segura e um porto de abrigo de estabilidade). Estas são as características que acreditamos que devem existir e que poderão garantir a relação feliz e douradora que tanto ambicionamos.
Trazemos as crenças de que um casal feliz não discute, que os conflitos ou discussões seriam a metáfora de uma relação imperfeita da qual o amor não faz parte. Afinal, todas lemos contos de fadas, e sabemos que o casal encontrou-se e “foram felizes para sempre”. Nunca soubemos é como esse casal dos contos de fadas construiu o seu feliz para sempre! Nunca soubemos como foi para esse casal gerir opiniões distintas, crenças diferentes, cansaço acumulado de dias de trabalho intenso, mudar fraldas, noites sem dormir para acompanhar um filho que ficou doente, negociar a educação e a parentalidade, a desconexão e distanciamento quando surgem, dificuldades ou desencontros sexuais que podem surgir ao longo do ciclo de vida de um casal!
Esta é a realidade de uma relação moderna e de um amor de carne e osso, e salvo poucos exemplos, não sabemos nem vimos como se faz de uma relação um lugar feliz!
Muitos de nós aprendemos sobre o amor ao longo da vida como um lugar onde a comunicação de emoções não existia, onde a agressividade e violência fizeram parte, ou a família foi um lugar de uma perfeição aparente com total ausência de espaço para discussões. Um lugar de uma aparente paz, mas pobre por não permitir aos seus elementos um espaço onde podiam ter voz e negociar o que poderia ser melhor ou importante para cada um ou mesmo para todos. Por isso mesmo, torna-se mais desafiante compreender o que permite, afinal, uma relação ser mais feliz.
O que é uma relação feliz?
Por tudo o que foi anteriormente mencionado, torna-se importante criar algum espaço de reflexão sobre as crenças e ideias que trazemos dentro de nós sobre tudo aquilo que julgamos o amor ser ou não, sobre o que é ou foi para nós a ideia de uma relação feliz. Por vezes, poderemos ter de desconstruir algumas crenças em particular.
Neste sentido, uma relação feliz não é uma relação onde não existem problemas ou discussões. É uma relação onde existe mais ligação do que desconexão, mais momentos de cuidado do que crítica, mas que, quando acontecem, os seus elementos procuram reparar e corrigir. Uma relação feliz é um lugar onde podemos ser quem somos de verdade, com a segurança e o suporte emocional como dois aliados essenciais.
O que torna uma relação feliz?
1. Segurança emocional: Sentir que somos aceites, respeitados e que podemos contar com o outro, mesmo nos momentos difíceis.
2. Cuidado e atenção recíproca: Pequenos gestos diários, como ouvir, abraçar, agradecer, que alimentam o sentido de valorização mútua.
3. Comunicação aberta e respeitosa: Não é a ausência de conflito que faz a relação feliz, mas sim a capacidade de expressar necessidades e frustrações sem medo, procurando compreender e reparar.
4. Apoio mútuo no crescimento individual e a dois: Cada um mantém a própria identidade e sente que o relacionamento é um espaço que impulsiona, que acrescenta e não limita.
5. Mais experiências positivas do que negativas: A ciência indica que as relações duradouras tendem a ter cinco interações positivas para cada negativa, mesmo em fases de maior stresse.
Uma relação feliz é aquela que oferece vínculo, respeito e vitalidade, permitindo que ambos os elementos cresçam enquanto permanecem conectados.
Como construir uma relação feliz e duradoura?
A construção de uma relação feliz e douradora pressupõe, antes de mais, a existência de dois elementos que continuam a procurar um lugar de bem-estar e crescimento individual. Oferecermo-nos numa relação pressupõe termos algo para dar, com consciência e amor.
Neste sentido, é importante que cada elemento procure amadurecer emocionalmente, ter uma maior consciência de si mesmo e trabalhar os diferentes aspetos de si, enquanto individual, que lhe possam facultar maior saúde física e mental e, consequentemente, maior bem-estar, satisfação e curiosidade perante a vida e o outro elemento.
Contudo, existem diferentes pontos que poderão ajudar o casal a construir a relação feliz e duradora que tanto desejam.
1. Manter uma base de amizade e admiração: Casais felizes continuam curiosos sobre a vida do outro. Perguntam, lembram-se de detalhes e celebram pequenas conquistas. Poderá ser importante perguntar “como foi o teu dia?”, “o que te está a entusiasmar ultimamente?” ou “que necessidades tens sentido ultimamente na nossa relação?”. Sermos curiosos e mostrarmos interesse fortalece a intimidade.
2. Pequenos gestos diários de conexão: No lugar de grandes gestos românticos ocasionais e que muitas vezes parecem que ficam perdidos e esquecidos no tempo, são os pequenos momentos de atenção que fortalecem o vínculo. Diariamente cultivar gestos como um abraço, um sorriso, um toque no braço, um elogio, dirigir o nosso suporte e apoio, ajudam a construir um saldo emocional positivo.
3. Responder aos pedidos de conexão: São os terapeutas de casal John e Julie Gottman, que se debruçam de forma intensa na investigação na área da conjugalidade, que indicam a importância de bids for connection, ou seja, respondermos aos pedidos de conexão. Por exemplo, quando uma pessoa parceira procura a atenção do outro por um motivo (alguma coisa a preocupa ou algo simples do dia a dia), a forma como o outro elemento responde, com interesse ou indiferença, irá influenciar intensamente o sentimento de satisfação na relação a longo prazo. Sublinha-se assim a importância da sintonização emocional e da responsividade emocional às iniciativas, pedidos e necessidades dos elementos entre si.
4. Cultivar a regra dos 5:1: Manter cinco interações positivas para cada interação negativa. Verbalizar e nomear pequenas palavras de apreço, de humor e gestos carinhosos ajudam a equilibrar o impacto de críticas ou tensões que podem surgir no dia a dia.
5. Gerir conflitos de forma suave: A ciência indica que os casais deverão iniciar conversas difíceis suavemente (conhecido como o soft star-up) e não de forma exaltada, com volume emocional mais elevado, conduzindo desta forma a um escalar da conversa. Desta forma, o casal poderá apresentar as suas necessidades e fazer os seus pedidos de uma forma mais calma, o que potencia a escuta e a resolução das mesmas necessidades. Por exemplo, “sinto-me sobrecarregada com as tarefas, podemos rever a divisão?” em vez de “nunca fazes nada!”.
Assim, deveremos evitar as 4 caracteristicas consideradas mais destrutivas da comunicação do casal: a crítica, o desprezo, a defensividade e o bloqueio emocional (virar costas, fugir, silenciar).
6. Reparar rapidamente depois de um desentendimento: Em vez de se ficar na mágoa e no ressentimento, quando o casal se depara com um desentendimento na relação, deverá movimentar-se para a reparação emocional da situação. Ou seja: um pedido de desculpa honesto, um gesto de humor (atenção para não ser confundido com ridicularização e humilhação do outro), um toque carinhoso após o conflito, o querer escutar com disponibilidade e respeito o outro elemento, o relembrar que estão juntos e que em conjunto irão concertar e fazer o que é necessário para que ambos se sintam bem.
Estes gestos ajudam a restaurar a ligação e a confiança na relação. Não é a ausência de discussões que define a felicidade na relação, mas a rapidez e a forma como o casal volta a conectar-se depois do desentendimento.
7. Partilhar sonhos e significados: Casais mais felizes conversam sobre valores, objetivos de vida, emoções, sobre o que dá mais sentido à relação, metas e planos, ajudando a criar um sentimento de “Nós” que vai além do dia a dia.
8. Sentir-se seguro na relação: Somos mais felizes quando, em momentos de vulnerabilidade, o outro está disponível e responde. Todos nós enquanto seres humanos, necessitamos de um vínculo seguro, disponível, que nos abrace e com que sabemos que podemos contar. Todos trazemos em nós as grandes questões: “Posso contar contigo?” ou “Posso alcançar-te e vais responder”. Somos mais felizes quando sentimos que o outro nos responde com segurança e disponibilidade.
9. Expressar necessidades e vulnerabilidade: A partilha de medos e carências, e pedir apoio, em vez de atacar ou fechar-se, fortalece o vínculo e reduz padrões de afastamento e crítica.
10. Criar momentos de conexão emocional profunda: Momentos de conexão profunda, em que o casal se escolhe, se prioriza e aprofunda o vínculo e a segurança deste. Abraços demorados, olhares, palavras de carinho e escuta ativa não são apenas gestos românticos, também ajudam a regular o stresse, aumentam a sensação de segurança e nutrem o vínculo.
Construir uma relação feliz e douradora não é fácil, mas também não tem de ser tão complicado. Não existe um guião e uma forma certa, mas exige algumas condições essenciais. Porque uma relação feliz é aquela em que os parceiros se sentem emocionalmente seguros, conseguem recorrer um ao outro nos momentos de necessidade e mantêm viva a ligação através da responsividade e do cuidado mútuo. Para tal, talvez tenhamos de cultivar em nós uma atitude de disponibilidade emocional que envolve uma total presença emocional, que é muito diferente de uma simples e só presença física.










