A alimentação funcional pode ajudar a atenuar os riscos da exposição solar. Saiba o que deve comer quando o tempo aquece e a praia é o programa preferido.
[shortcode_split_text]Já está a pensar nos dias de praia? Então, está na hora de preparar o corpo e a pele para os dias calor e pode fazê-lo através da alimentação funcional. Mas o que é isto da nutrição funcional?
“É ajudar o organismo a funcionar da melhor forma, fazendo com que nos sintamos bem, plenos e saudáveis”, explica Joana Teixeira, fundadora do Therapist, um restaurante que segue este tipo de alimentação, e autora do livro Cozinha Funcional.
“Acreditamos que o alimento é importante, não só pelas calorias que aporta, mas também pelas suas propriedades, nutrientes e efeitos no nosso organismo”, acrescenta, dizendo ainda que a alimentação pode ser a chave para a prevenção de doenças.
Portanto, “um alimento funcional é aquele que, quando consumido com frequência como parte de uma dieta saudável e equilibrada, traz benefícios à saúde para além das funções básicas de nutrição”, refere.
Esta classificação surgiu no Japão, na década de 80 do século passado, tendo chegado à Europa e aos Estados Unidos da América na década seguinte.
Não se esqueça de que, no diz respeito ao bronzeado, é preciso aumentar a exposição de forma gradual e proteger-se dos danos que o sol provoca no tecido cutâneo. A alimentação funcional pode ser sua aliada para dar um aspeto saudável à sua pele.
Joana Teixeira e Amabile Kolenda, chef funcional do Therapist, dizem-nos quais são os alimentos e nutrientes que não podem faltar nesta preparação para o tempo quente e para os longos dias de praia e de piscina em que o astro-rei é o protagonista.

Cozinha Funcional, Joana Teixeira (Influência, 15,71€)
Ingredientes antioxidantes
“Por estar exposta ao sol, a pele é alvo constante de agressões, ficando inflamada. Assim sendo, é importante reforçar o consumo de alimentos antioxidantes e anti-inflamatórios para neutralizar esta inflamação. Os frutos vermelhos, o chá verde, o chocolate amargo e a curcuma são alguns deles.”
Licopeno
“É um antioxidante importante para a preparação da pele para o verão. Com uma função fotoprotetora, é facilmente encontrado em alimentos da época, como tomate, melancia, alperces e mamão. No entanto, precisa de uma utilização correta para que possamos aproveitar da melhor forma todos os seus benefícios", explicam.
"Deve ser sempre aquecido e adicionado a uma gordura boa, como o azeite, por exemplo. Por isso, sugerimos um shot de sopa de tomate (que pode ser servida fria) diariamente durante os dias de calor.”
Carotenoides
“Devemos também investir no consumo de alimentos de cor amarela e alaranjada, pois são fontes de carotenoides e combatem os radicais livres, estabilizando as moléculas. Em especial, o betacaroteno, precursor de vitamina A, atua na formação de melanina, pigmento responsável pela coloração da pele que possui um papel importante na proteção contra os efeitos nocivos da radiação ultravioleta (UV)", afirmam.
"Podemos encontrá-los em vários alimentos, tais como cenoura, abóbora, beterraba, manga, bagas goji e também em vegetais verdes-escuros, como espinafres e agrião.”
Vitamina E
“Completamos ainda a alimentação com fontes de vitamina E e gorduras boas, como azeite, amêndoas e ovos, que protegem as estruturas celulares, evitando danos na pele.”
Hidratação
“Para finalizar, e, talvez o conselho mais importante, a água. A hidratação é fundamental para os dias mais quentes. Pode ser fresca, natural ou aromatizada, mas deve estar sempre presente.”

Sumos detox
Para a ajudar a preparar-se para o verão e assimilar as dicas mencionadas no artigo, Joana Teixeira e Amabile Kolenda, respetivamente fundadora e chef funcional do Therapist, deixam-lhe uma receita para fazer vários sumos detox.
1. Escolha uma fruta: maçã, melão, ananás, laranja, pera… são frutas com baixo índice glicémico e que, além dos benefícios, também ajudarão a dar sabor e a adoçar levemente o sumo. Pode ainda optar por frutos vermelhos, pois são uma fonte de antioxidantes ideais para a pele;
2. Folhas verdes-escuras (couves, espinafres...), amargas (rúcula, agrião...) e até ervas frescas, que são ricas em ferro e ajudam o fígado no processo de desintoxicação, além de serem ricas em carotenoides, como referido no artigo. Ervas como salsa, hortelã e coentros também ajudam neste processo e dão um sabor extra;
3. Vegetais à escolha. Aipo é o grande favorito dos sumos detox por ter muitos benefícios, mas também pode utilizar cenoura, abóbora e beterraba, que são ricos em carotenoides;
4. Superalimentos como gengibre, curcuma, espirulina, cogumelos reishi, ashwagandha e tantos outros para dar um boost de saúde e reduzir a inflamação da pele exposta ao sol;
5. Limão é obrigatório, tanto pelos benefícios como a vitamina C e poder alcalino, como pelo sabor. Pode adicionar o sumo ou bater a polpa;
6. Água ou chás frescos para combinar tudo. Ao usar chás, acrescentam-se mais ingredientes que ajudam na retenção e limpeza do organismo. Por exemplo, chá verde, de cavalinha, dente-de-leão, hibisco, entre outros, dependendo do objetivo funcional que procura.
Dica
Coar ou não coar o sumo, eis a questão. Joana Teixeira diz que para o efeito de ajudar o corpo no processo de limpeza e detox, "o ideal é coar, acreditando que tenha uma alimentação com bom aporte de fibras e ingestão de água durante o dia".
"No caso de optar por não coar, lembre-se que está a ingerir muitas fibras de uma só vez, por isso, para que não tenha o efeito contrário e acabe por não conseguir ir à casa de banho, é crucial ingerir bastante água ao longo do dia", termina.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº276, junho de 2023.
Junho é mês de santos populares, por isso, esta semana sugerimos-lhe 14 arraiais, em Lisboa, Porto, Comporta, Ericeira e Lousã para celebrar e dançar até não aguentar mais.
[shortcode_split_text]As ruas já estão enfeitadas, os manjericos já espalham o seu aroma, bem como as sardinhas, e a música popular também já se faz ouvir. Por outras palavras, os santos populares estão de regresso.
Nas nossas sugestões, encontramos arraiais populares (não esquecer que em Lisboa e Porto há arraiais em quase todos os bairros), mas também festas em hotéis, restaurantes e até em barcos que não querem ficar de fora desta celebração que põe toda a gente a cantar e a dançar.
Arraiais a não perder
De festivais de música a estreias de filmes, não perca pitada do que o mês tem a oferecer.
[shortcode_split_text]Junho é mês do pontapé de saída dos festivais de música com o Primavera Sound, no Porto, e o Rock in Rio em Lisboa. Já em Amarante, estreia a Bienal de Artes Performativas e, no cinema, o novo filme do realizador de Pobres Criaturas .
Estes são os eventos que não pode perder em junho!
Festivais de música
Primavera Sound

SZA, PJ Harvey, Mitski, Lana Del Rey, Justice, Pulp e os National são os cabeças de cartaz do Primavera Sound Porto deste ano, que se prolonga por três dias.
Quando: De 6 a 8 de junho.
Onde: Parque da Cidade, Porto.
Preço: 82,62€ (um dia); 192,78€ (três dias).
Rock in Rio
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O Rock in Rio Lisboa faz 20 anos e celebra-os em dois fins de semana com muita música e numa nova localização, o Parque Tejo. Scorpions, Ed Sheeran, Jonas Brother, Camila Cabello, Carolina Deslandes, Ornatos Violeta, Capitão Fausto e Xutos & Pontapés são alguns dos nomes que vão passar pelos vários palcos.
Quando: 15, 16, 22 e 23 de junho.
Onde: Parque Tejo Lisboa, Lisboa.
Preço: 84€ (um dia); 147 (um fim de semana).
Bienal de Artes Performativas
A arte educa

Amarante vai ser palco da primeira edição da Bienal de Artes Performativas. A BapAmarante junta a arte com a educação e o pensamento. Do programa constam vários espetáculos, uma caminhada performativa pelas ruas da cidade, oficinas artísticas e debates.
Quando: De 7 a 16 de junho.
Onde: Amarante, Vila Meã e Travanca.
Entrada livre.
Cinema
Três narrativas

Depois do premiado Pobre Criaturas, o realizador grego Yorgos Lanthimos aposta numa uma fábula tríptica. Histórias de Bondade segue um homem sem escolha que tenta assumir o controlo de sua própria vida; um polícia cuja mulher desaparecida regressa e não parece a mesma; e uma mulher que quer encontrar alguém que se possa tornar um prodigioso líder espiritual.
Quando: 20 de junho.
Onde: Salas de cinema de todo o País
Sabia que a pele dos bebés e das crianças está mais suscetível aos efeitos nocivos do sol? E que uma queimadura solar na infância duplica o risco de desenvolvimento de cancro da pele? Conversámos com uma dermatologista para não sobrarem mais dúvidas sobre os protetores solares infantis.
[shortcode_split_text]“Ainda não estamos no verão, precisamos mesmo de proteção solar?”, podem questionar algumas leitoras. Ao que os especialistas irão responder de imediato: “A proteção solar é imprescindível o ano inteiro e é ainda mais importante em idades pediátricas”. Por esse motivo, criámos um guia rápido com tudo o que precisa de saber sobre os protetores solares infantis, para que os mais novos desfrutem do verão protegidos dos efeitos negativas do sol.
Conhecimentos essenciais
“Os benefícios da exposição solar são conhecidos. Contudo, a exposição solar excessiva e não protegida tem consequências negativas a curto e a longo prazo para a nossa pele”, explica Marta Ribeiro Teixeira, dermatologista da Clínica Espregueira no Porto, à Saber Viver. Queimaduras solares e cancro da pele são apenas alguns exemplos.
“De recordar que o uso de protetor não se limita à praia, mas também a qualquer atividade no exterior, como passeios, desporto e brincadeiras ao ar livre. No caso de crianças, além do uso do protetor solar infantil, o uso de fotoproteção têxtil (chapéu e roupa com proteção ultravioleta) e óculos de sol são extremamente importantes”, afirma a dermatologista, lembrando ainda que o uso de chapéu de sol na praia não oferece proteção absoluta.
“Tanto a água como a areia são superfícies refletoras dos raios ultravioleta e, por este motivo, mesmo à sombra deve ser usada fotoproteção. Outro aspeto importante a ter em conta é a radiação ultravioleta, que é especialmente intensa entre as 10h e as 16h”.
Os bebés devem usar protetor solar?
A fotoproteção assume especial importância em idades pediátricas, como já tinha referido Marta Ribeiro Teixeira, uma vez que a pele nesta fase da vida ainda é imatura e está mais suscetível aos efeitos nocivos do sol. “Hoje sabe-se que uma queimadura solar na infância duplica o risco de desenvolvimento de cancro de pele. É por este motivo que as crianças não devem, de forma alguma, ser expostas diretamente ao sol durante os primeiros 12 meses de vida”.
Dos 6 aos 24 meses
A especialista não recomenda o uso de protetor solar em bebés com menos de 6 meses. Já entre os 6 e os 24 meses, a escolha deverá recair num protetor mineral (ou físico), que deve ser colocado diariamente nas áreas de pele expostas ao sol. “Estes formam uma camada protetora que reflete a radiação ultravioleta, não sendo absorvidos pela pele e, portanto, apresentam um menor risco de sensibilização e irritação. Os protetores minerais são nestas idades mais seguros. Exemplos destes filtros minerais são o óxido de zinco e o dióxido de titânio”, afirma.

A partir dos 2 anos
As crianças com mais de 2 anos podem usar filtros solares físicos e químicos, presentes em vários fotoprotetores usados por adultos. “Contudo, deve ser dada preferência a protetores solares pediátricos”, avisa a especialista. “Na impossibilidade do uso de um pediátrico, pode ser usado um protetor solar considerado para adulto, porque o mais importante é a fotoproteção”.

Escolher o protetor solar infantil certo
Um protetor solar para os mais novos deve:
- ter um filtro mineral;
- ser hipoalergénico e adequado a peles sensíveis;
- ser resistente à água;
- oferecer proteção UVB e UVA;
- ter fator de proteção elevado (FPS/SPF 50+);
- não deve conter parabenos, fragrâncias ou corantes, pois podem causar irritação ou sensibilização da pele.
Recomendam-se ainda produtos com texturas leves e de fácil aplicação, “uma vez que isto permite uma aplicação mais uniforme e uma maior aceitação do protetor por parte da criança”.
O protetor solar deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar e reaplicado de duas em duas horas, assim como após o banho (em caso de praia ou piscina) e em caso de transpiração.
Como sei que coloco protetor solar suficiente?
Esta é uma daquelas perguntas que nos deixa sempre na dúvida, e conseguimos perceber porquê. As recomendações dizem que devemos aplicar dois miligramas de protetor por cada centímetro quadrado de superfície corporal (2mg/cm2), mas o que quer isto dizer ao certo?
Felizmente, existem alguns truques que nos ajudma a perceber se estamos a seguir bem as regras.
“Para a face usamos frequentemente a “regra dos dois dedos” ou a “regra da colher de chá”, que nos ajuda de uma forma mais visual e simples a determinar a quantidade de protetor solar necessária”, explica a dermatologista.“Isto é, se aplicarmos uma linha de protetor solar na face palmar dos dedos indicador e médio, essa é a quantidade de protetor que deve ser aplicada no rosto”. E para a zona do pescoço, basta acrescentar um dedo extra de protetor solar.
@belasemfiltro Se você ainda tinha dúvidas, elas acabaram agora! Depois que viralizou a regra dos 3 dedos, vejo muita gente passando 3 dedos de protetor no rosto e sofrendo pra espalhar. E gente, 3 dedos é a quantidade pra espalhar no colo e pescoço também! Lembrando que textura e espalhabilidade do protetor variam de produto para produto, mas a ideia é sempre a mesma 😉 #protetorsolar #skincare #peleprotegida #pelesaudavel ♬ Catch & Release - Deepend Remix - Matt Simons
“Estamos a falar de bastante quantidade de fotoprotetor. Infelizmente ninguém faz isto!", lamenta a dermatologista, deixando, ainda assim, um último alerta. "Ao aplicarmos uma quantidade insuficiente de protetor solar não estamos a obter a proteção indicada nas embalagens, dando-nos uma falsa sensação de segurança”.
O cuidado e a higiene vaginal são motivos de preocupação para as mulheres. Ainda assim, cuidar da vagina pode dar mais trabalho do que se pensa. Será que anda a fazer tudo certo?
[shortcode_split_text]Porque será que tudo o que envolve genitais, ou a zona genital, é levado ou demasiado a brincar ou muito a sério? Só o nome "vagina" é tão dramático, que podia andar vestido de fato e gravata. Porque não "pipi"? Já percebemos: não estamos a falar para crianças de 6 anos. Ficamo-nos por vagina.
Ainda que sussurremos, seja quando falamos no assunto ou dizemos a dita palavra, temos de desmistificar este tema. A nossa relação com a vagina equivale a uma relação com uma amiga: esta tem de ser cultivada, cuidada e fomentada. Queremo-la feliz.
Se o nosso órgão genital não for bem cuidado, vai perceber de imediato. Para isso não acontecer, o melhor será ler as sugestões que evidenciamos de seguida.
8 cuidados para a sua vagina ser mais feliz
1. Use cuecas de algodão

Não se deixe enganar pelas boas dezenas de tecidos que existem à venda nas lojas. No que diz respeito às partes íntimas, o algodão é o único material recomendado pelos especialistas para ser usado no dia a dia. A razão é simples: o algodão deixa a pele respirar e absorve a humidade. Ainda assim, se estiver sozinha em casa, o ideal é não ter nada vestido - pelo menos na parte de baixo. O verbo "arejar" deve ser aqui aplicado.
2. Exercite-a! (e não estamos a falar das pernas)

Os exercícios kegel são ótimos para fortalecer toda a zona pélvica. Estas simples contrações vaginais prometem resultados na sua saúde: por um lado, são ótimos para um maior controle da bexiga, que contribui para a prevenção de problemas como a incontinência; por outro, ajudam a aumentar o prazer e a facilitar o orgasmo. Pode incluir estes exercícios no seu treino diário. Saiba tudo sobre exercícios de kegel.
3. Não lave a vagina (pelo menos, diretamente)

Neste aspeto, não tem de se preocupar com a sua vagina, pois ela trata bem de si mesma. Acontece que este órgão genital limpa-se sozinho através de uma bactéria boa chamada lactobacilos, que deixa um ácido que não permite que os germes se desenvolvam.
No entanto, Alison Bourne, especialista em saúde feminina, explica ao jornal Mirror que é importante lavar bem toda a área externa, como os grandes lábios e o clitóris. "Esta área pode ficar contaminada com urina ou fezes que, consequentemente, provocam infecções. Lavar com água quente uma vez por dia é suficiente.
4. E se não tivesse de usar pensos higiénicos ou tampões?
Ainda que não provoquem grandes problemas de saúde no dia a dia, os tampões e pensos higiénicos são feitos com substâncias tóxicas. Em 2016, a revista francesa 60 Millions fez uma investigação e análisou várias marcas de produtos de higiene feminina. Nestes, foram encontrados resíduos tóxicos em marcas como O.B e Tampax. Porém, além de já existirem pensos higiénicos orgânicos e a opção do copo menstrual, há uma outra opção - totalmente inovadora.
Foram lançadas umas cuecas de algodão orgânico que absorvem a menstruação e que pode usar durante o dia inteiro. As Thinx são umas cuecas normais (estão até disponíveis vários formatos, como de cintura subida, tanga ou ainda fio dental), que não acumulam bactérias, e que absorvem a menstruação de dois tampões grandes. Depois da utilização, basta lavá-las e estão prontas a serem usadas de novo.
5. Introduza o iogurte grego nas suas refeições
Voltamos a falar da lactobacilos. Pode parecer estranho mas, como explica a Columbia University, o iogurte grego contém uma bactéria semelhante à que a vagina produz, a lactobacilos, que ajuda a prevenir e a tratar infeções fúngicas.
Ainda que não tenham sido feitos estudos científicos que provam que o iogurte grego ajuda a curar estas doenças, já foi provado que ajuda a travar o seu crescimento. A universidade americana vai mais longe e afirma que há mesmo estudos que recomendam colocar iogurte diretamente na vagina. Talvez um pouco exagerado?
6. Dê descanso à lâmina
As lâminas são a forma mais fácil de fazer a depilação. Não provocam dor, o
processo é rápido e a pele fica como a de um bebé. Porém, trazem outros problemas. "Ao estar constantemente a cortar o pelo estimula o seu crescimento e irrita a pele", explicou ao Style Caster Noemi Grupenmager, fundadora e CEO da Uni K Wax Centers, em Nova Iorque.
A cera é, assim, um dos melhores métodos a adotar, ainda que deva ser feita por um profissional para reduzir o risco de queimaduras. Saiba mais sobre depilação total e se deve mesmo adotar este método.
7. Diga sim aos sabonetes sem cheiro e géis intímos
Os aromas frutados e doces podem ser muito agradáveis, mas não são os melhores para a vagina. Acontece que os sabonetes e géis de duche com cheiro secam a pele e podem até deixá-la irritada. O melhor é mesmo lavar os genitais com água quente ou usar um gel íntimo próprio que não desiquilibra o pH vaginal.
8. Lubrifique, sem vergonhas
O lubrificante pode ser o melhor amigo da sua vagina, até porque só traz vantagens! A secura vaginal pode ser um problema, uma vez que causa algumas dores e desconforto durante o acto sexual.
Anti-histamínicos, antidepressivos ou até mesmo a pílula são algumas das medicações que podem causar secura vaginal. A solução é usar lubrificante quando tiver relaçãoes sexuais! Isto vai ser tão prazeroso para si, como para o seu parceiro. Veja as nossas sugestões de lubrificantes.
Temas como o upcycling começam a fazer parte do léxico daqueles que se preocupam com a sustentabilidade ambiental – mas o que significa exatamente esta palavra? E como se relaciona com a reciclagem e o downcycling, nomeadamente na indústria da moda?
[shortcode_split_text]Diria que já todas ouvimos falar de reciclagem, mas, à medida que a sustentabilidade se torna num assunto cada vez mais urgente, começa a ser comum ouvir-se falar noutros termos como o upcycling ou o downcycling. Mas o que significam e porque é que são importantes?
Ora, há anos que se fala na importância da reciclagem: esta permite-nos manter em utilização matérias-primas que já foram extraídas do planeta, diminuir o desperdício e, várias vezes, reduzir a utilização de recursos como energia e água na produção de novos objetos.
Imaginemos o caso de um frasco de vidro (cuja matéria-prima é infinitamente reciclável, o que significa que pode ser continuamente reciclada, sem perder as suas qualidades): ao reciclarmos este objeto, poderá ser fabricado um novo frasco, com o mesmo vidro, reduzindo-se a necessidade de extração de sílica, por exemplo.
Desta forma, evitou-se que o objeto original fosse desperdiçado, ao ser colocado no lixo, e diminuiu-se a extração de mais recursos naturais para o fabrico de um novo frasco.
Mas atenção, a reciclagem também envolve investimento energético, emissões, e uso de água, por exemplo, por isso o melhor é sempre tentar reutilizar, antes de reciclar.
No caso do frasco de vidro, este poderia ser reutilizado como recipiente para guardar refeições, ou alimentos comprados a granel, até eventualmente um dia se partir e, aí, ser encaminhado para reciclagem.
O caso do vidro é um exemplo clássico de reciclagem: através da reciclagem de um pedaço deste material, conseguimos obter outro igual.
O plástico, por sua vez, já não representa uma situação propriamente equivalente: a sua sucessiva reciclagem faz com que vá perdendo qualidade e valor, e que, eventualmente, deixe de ter utilidade.
Na verdade, a sucessiva reciclagem do plástico é um downcycling, tal como no caso do papel. Já no caso do metal, podemos, geralmente, falar em reciclagem (recycling).
Upcycling, downcycling e recycling
Então e o que é o upcycling? Enquanto que no downcycling estamos a diminuir (down) o valor dos materiais, no upcycling estamos a elevá-lo (up).
Um detergente feito a partir de óleo alimentar usado, por exemplo, é um caso de upcycling, uma vez que estamos a dar um novo, e superior, valor a este óleo.
O downcycling, a reciclagem e o upcycling são ferramentas importantes para uma economia mais circular, sendo, naturalmente, a reciclagem e o upcycling as mais desejáveis. Estas podem, e devem, ser aplicadas nos diversos setores e indústrias, e a moda não é exceção.
Tem-se, na verdade, vindo a verificar o surgimento de novas ideias e tecnologias que permitem tornar a moda numa indústria mais circular, nas suas várias vertentes.
No caso do upcycling, têm surgido várias empresas e marcas que utilizam plástico recolhido dos oceanos para a criação de tecidos (utilizados, por exemplo, no fabrico de vestuário de banho ou desportivo). Outro caso são os têxteis feitos a partir de resíduos da indústria alimentar, como as cascas de ananás.
Já a segunda mão, por exemplo, pode ser vista como um modo de “reciclar” peças usadas. A transformação de peças em algo que continue atual e relevante para quem o usa é também um modo de reciclagem.
Por fim, o downcycling acontece, por exemplo, quando transformamos peças estragadas e sem arranjo possível em discos desmaquilhantes, panos ou enchimento para almofadas.
Passo a passo
Neste momento, estamos ainda muito aquém daquilo que é necessário para uma economia verdadeiramente circular, em que as matérias-primas são constantemente reutilizadas, circulando entre propósitos e indústrias.
A transição para uma economia circular é, na verdade, apontada como algo essencial para se atingir os objetivos do Acordo de Paris. Desta forma, fazer parte dela e apoiar quem o faz é contribuir para uma mudança positiva e importante rumo a um futuro mais sustentável.
Rita Tapadinhas formou-se em Gestão, e foi quando começou a trabalhar que se tornou cada vez mais alerta para os problemas ambientais. Em 2019 criou o Plant a Choice, um projeto que pretende alertar para os problemas ambientais e mostrar, de forma prática, como podemos tornar os nossos hábitos diários mais ecológicos e sustentáveis. Atualmente, o @plant.a.choice (no Instagram) conta também com um podcast e dois e-books.
Não há quem não a conheça, mesmo que nunca a tenha usado. Referimo-nos, claro, à polo shirt. Veja como a pode usar.
[shortcode_split_text]Mundialmente associada ao designer Ralph Lauren, a icónica polo shirt, ou camisa polo, só chegou ao mundo ocidental no século XIX, quando os soldados britânicos que estavam em Manipur, na Índia, gostaram tanto dos uniformes dos jogadores de polo do país - cujas camisas tinham botões de modo a que os colarinhos não subissem - que decidiram trazer o modelo consigo.
De Jean René Lacoste a Ralph Lauren
O jogador de ténis Jean René Lacoste levou a polo shirt um passo além quando, numa tentativa de melhorar o uniforme desportivo da época (uma camisa de manga comprida), estreou a sua própria versão no Campeonato Open U.S de ténis em 1926: uma camisa de manga curta com apenas três botões, um colarinho confortável e o famoso crocodilo bordado, feita de algodão piqué. Por outras palavras, uma peça leve, transpirável e que não lhe restringia os movimentos, de acordo com a publicação L'officiel.
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Depois de Lacoste lançar a sua marca nos anos 30, foi a vez de Ralph Lauren: Polo Ralph Lauren foi criada em 1967, mas os polos que tão bem conhecemos só começaram a ser vendidos alguns anos mais tarde.
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Com uma história tão rica, não é de admirar que a polo shirt continue a ser uma peça-chave no roupeiro de muitos de nós, para não falar da sua presença assídua nas coleções Primavera-Verão 2024.
@deanaharlande Delievry all over 🇳🇵• DM TO ORDER • #fyp #fypシ #deanaharlande #oldmoneyoutfitnepal #oldmoneyaestheticnepal #foryou #viral #xyzbca #ralphlaurenshirt #polotshirt ♬ original sound - deanaharlande
Como usar
Se há quem prefira combinar a polo shirt com umas boas calças de ganga e umas sapatilhas, também há quem goste de conjugar a camisa com uma minissaia e sandálias de salto alto. Para um look mais clássico, basta trocar os sapatos de salto por umas sabrinas.
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Se quiser um visual mais elegante e que grite old money, porque não usar a camisa com uma saia comprida e stilettos? Complete o conjunto com joias discretas e uma carteira minimalista. Nos meses mais frios, pode ainda usar o polo com uma malha por cima. Et voilà!
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Entre romances e biografias, as novidades literárias são tantas que decidimos compilar neste artigo mensal os livros que queremos ler nos próximos tempos. Descubra as nossas escolhas para junho.
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No que toca a livros, a decisão é só uma: comprar e encher as prateleiras, até acumular uma pilha na mesa de cabeceira. Além disso, com os dias quentes e compridos à porta, nada melhor do que um livro para se entreter na sua esplanada preferida.
De livros sobre o comportamento humano a romances e biografias, as opções são muitas.
Conheça as sugestões da Saber Viver para o mês de junho.
Livros para ler em junho
Sabia que uma boa rotina de Yoga logo pela manhã tem o poder de a deixar cheia de energia e pronta para enfrentar o dia? Ora veja como.
[shortcode_split_text]Iniciar o dia com uma prática de yoga pode transformar a sua rotina matinal, proporcionando-lhe uma sensação de bem-estar e energia renovada logo pela manhã. Como professor de yoga há mais de 15 anos, tenho o prazer de partilhar convosco uma rotina matinal simples e eficaz que qualquer pessoa pode incorporar no seu dia a dia.
Despertar Suave
Comece o dia com uma transição tranquila do sono para a vigília. Sente-se na cama, feche os olhos e respire profundamente algumas vezes. Este momento de respiração consciente ajudará a centrar a mente e preparar o corpo para o dia que se inicia.
Saudação ao Sol (Surya Namaskar)
A Saudação ao Sol é uma sequência de posturas que aquecem, alongam e fortalecem os músculos principais do corpo. Esta prática é ideal para energizar o corpo logo pela manhã.
Passos da Saudação ao Sol A (versão simplificada):
- Tadasana (Postura da montanha): Fique em pé com os pés à largura das ancas e os braços ao lado do corpo;
- Hasta Uttanasana: Inspire e leve os braços acima da cabeça;
- Uttanasana (Flexão para a frente): Expire e dobre o corpo para a frente;
- Ardha Uttanasana (Meia-flexão para a frente): Inspire, suba o queixo e alongue a coluna;
- Palakasana (Prancha): Salte para trás, mantenha os ombros alinhados com as mãos;
- Chaturanga Dandasana: Expire e dobre os cotovelos junto às costelas;
- Urdhva Mukha Svanasana (Cão que olha para cima): Inspire, baixe as ancas e estique os braços;
- Adho Mukha Svanasana (Cão que olha para baixo): Expire. Leve as ancas para trás;
- Uttanasana (Flexão para a frente): Ande ou salte para frente. Com o corpo dobrado para frente, expire e junte o queixo ao peito;
- Ardha Uttanasana (Meia-flexão para a frente): Inspire, queixo para a frente e alongue a coluna;
- Utkatasana (Cadeira): Estique os braços para cima com as pernas fletidas.
- Hasta Uttanasana: Inspire e estique as pernas.
- Samasthiti: Junte as mãos ao peito para completar o ciclo.
Repita a sequência de 3 a 5 vezes para sentir o corpo despertar completamente.
Posturas de Equilíbrio
Incorporar posturas de equilíbrio, como Vrksasana (Postura da Árvore), ajuda a melhorar a concentração e o foco.
- Fique em pé e transfira o peso para o pé direito;
- Coloque a planta do pé esquerdo na parte interna da coxa direita;
- Junte as palmas das mãos frente ao peito ou levante os braços acima da cabeça;
- Mantenha-se assim por 5 a 10 respirações e troque de lado.
Alongamento Suave
Após as posturas de equilíbrio, faça alguns alongamentos suaves como Paschimottanasana (Flexão para a frente sentado) e Janu Sirsasana (Postura da cabeça ao joelho) para alongar a coluna e as pernas.
Meditação e Relaxamento
Termine a prática com alguns minutos de meditação ou relaxamento em Savasana (Postura do Cadáver). Deite-se de costas, com os braços ao lado do corpo e as palmas voltadas para cima. Feche os olhos e concentre-se na sua respiração.
Dicas Adicionais
Hidratação: Beba um copo de água morna com limão após a prática para hidratar o corpo.
Regularidade: Tente praticar estas rotinas diariamente para colher os benefícios a longo prazo.
Adaptação: Ajuste as posturas conforme necessário e esteja sempre atenta ao seu corpo.
Incorporar estas práticas na sua rotina matinal pode ajudá-la a começar o dia com mais energia, clareza mental e dar-lhe um sentido de bem-estar. A consistência é fundamental para obter os melhores resultados. Namastê!
Não há fórmulas mágicas para ser um bom pai ou uma boa mãe, mas o mindfulness pode ajudar e, muito, até no caso das birras. A coach Mikaela Övén diz-nos como...
[shortcode_split_text]Pensar a educação de forma consciente e plena é o desafio que a coach e pratitioner em Programação Linguística, Mikaela Öven, lançou a todos os pais com o livro Educar com Mindfulness (Porto Editora).
O objetivo é perceber o desenvolvimento psicológico e emocional das crianças e estar preparado para lidar com isso. A obra aborda diferentes temáticas da vida da parentalidade e as birras são uma delas. Assim, a autora deixa dez passos para aprender a lidar com estes momentos de tensão em família.
Em caso de birra, seja paciente e mantenha a tranquilidade. Os mais pequenos não fazem birra para aborrecer os pais, mas porque não conseguem lidar com as emoções de outra forma.
O que fazer em caso de birra passo a passo
1. Lembre-se que o comportamento é uma forma de comunicar e o que o seu filho faz numa birra é tentar satisfazer as suas necessidades.
2. Se o seu filho permitir o contacto físico, faça-lhe um carinho ou dê-lhe um abraço. Se não, mantenha-se presente.
3. Se o espaço onde se encontra não for seguro físico e emocionalmente, pegue na criança e encontre um local melhor.
4. Reconheça a emoções da criança: "Estás muito irritada/triste/frustrada porque…?"
5. Pense nas necessidades emocionais que podem estar em falta nesse momento.
6. Se for necessário, comunique os seus limites através da linguagem pessoal, o mais cedo possível.
7. Quando as palavras não são suficientes, intervenha com calma, paciência e sem julgamentos. "Sei que estás muito zangado por não poderes ver os desenhos animados agora, mas não te posso deixa estragar o televisor, por isso, vou segurar-te aqui até sentir que é seguro largar-te".
8. Esqueça a opinião dos outros. A relação com o seu filho vem sempre primeiro.
9. Não tente proteger as crianças das suas emoções, nem as julgue. Ofereça apenas um espaço seguro para que elas aconteçam.
10. Aproveita para se reconectar com o seu filhos assim que a birra terminar.







