Beleza

7 coisas que deve ter em conta quando escolhe um perfume

Escolher o perfume ideal, que acompanhe o nosso dia a dia, pode parecer uma tarefa árdua. Deixamos-lhe os melhores conselhos para encontrar o seu sem muito esforço.

Untitled-7 Untitled-7 Untitled-7
7 coisas que deve ter em conta quando escolhe um perfume
© Getty Images
Mariana Nave
Escrito por
Mariana Nave
Out. 29, 2019

Usar perfume é um dos gestos mais antigos da sociedade e são poucas as pessoas que saem de casa sem colocar qualquer tipo de aroma. No entanto, quando chega a altura de comprá-lo, existe uma pressão associada que torna a tarefa mais difícil.

Ao entrarmos numa perfumaria, a primeira informação que recebemos é a visual, qual o aspeto de cada embalagem, se são mais ou menos coloridas, o tamanho e até o destaque que tem na loja. Porém, isso não nos dá muita informação e depois de cheirar quase dez amostras, o nariz encontra-se saturado de tantos aromas e sem nenhuma conclusão.

O resultado? Muitas vezes acaba por se sentir obrigada a comprar uma fragrância porque a assistente da loja perdeu mais de 30 minutos consigo.

No entanto, um perfume é uma verdadeira extensão da sua personalidade e encontrar um aroma que adore é extremamente importante. Para que não passe por isso outra vez, deixamos-lhe aqui sete conselhos.

7 conselhos para encontrar o perfume ideal

1. Aprenda a linguagem

Tal como aprende uma língua diferente, deve conhecer os termos mais comuns usados em perfumaria. Assim, quando lhe perguntarem as famílias que mais gosta, não precisa de passar pelo desconforto de não saber do que falam.

Podemos resumir as famílias olfativas em quatro principais:

Cítricos: essências aciduladas, frescas e revigorantes retiradas das cascas dos citrinos;
• Florais: verdadeiros bouquets de flores, onde os mais comuns são o jasmim e a rosa;
• Amadeirados: essências de madeiras exóticas e resinas balsâmicas, densas;
• Orientais: predominância das especiarias exóticas, como a pimenta sensual, a canela ou o anis;

2. Conheça as notas

As notas de topo são as mais evidentes e as primeiras a sentir quando testa uma fragrância. Geralmente têm uma duração de 15 a 20 minutos até desapareceram.

As notas do coração são o corpo do perfume, são mais proeminentes e mantêm-se durante mais tempo, normalmente umas horas.

Quando estas desaparecem, surgem as notas de base que são mais ricas, pesadas e duram até ao final do dia.

3. Faça o trabalho de casa

Pense nos aromas que gosta no seu dia a dia e naqueles que estão presentes nos seus produtos favoritos.

Pode variar do aroma exótico do champô ou o odor suave e mineral do detergente da roupa. Qualquer um destes exemplos serve como ponto de partida para encontrar a sua fragrância ideal.

4. Faça o teste

Pulverize a fragrância numa zona do pulso que seja naturalmente quente, desta forma o perfume vai revelar-se da melhor forma e, quando o fizer, não o cheire logo e saia da loja.

Não se esqueça que as perfumarias são espaços repletos de aromas diferentes, logo nunca conseguirá sentir uma fragrância na sua totalidade.

5. Evite alguns erros

Quando testar um perfume nunca esfregue os pulsos, isto porque a fricção cria calor e estas destroem as moléculas mais rapidamente.

Além disso, não se esqueça que os aromas são sensíveis ao calor, luz e até ao próprio ADN do corpo, como tal um perfume nunca terá o mesmo cheiro em duas pessoas.

6. Viva com ele

Se está indecisa entre dois perfumes peça amostras, leve-as consigo e use-as durante uns dias. Não só irá conseguir perceber como é que a fragrância evolui, mas também como se comporta na sua pele.

7. Seja específica

Tenha atenção ao tipo de perfume que procura, se é algo para usar diariamente ou em momentos específicos. Isto porque, um almíscar sensual é perfeito para uma saída à noite mas não é a melhor opção para um ambiente profissional.

Se procura algo para usar diariamente, os florais leves são uma excelente opção. Os cítricos são ideais para refrescar os dias quentes de verão, enquanto os doces resultam lindamente com o frio do inverno.

A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº 232, outubro 2019.

Últimos