Chegar à meta de uma corrida começa muito antes do dia da prova. Se falarmos de um Ironman então tudo fica mais exigente. Disciplina, foco, superação, equilíbrio, descanso e ajuda importante da tecnologia certa. Mas vamos conhecer em detalhe o estilo de vida da embaixadora Huawei, Cláudia Dias.
Como e quando é que o desporto entrou na tua vida?
Na verdade, acho que o desporto esteve sempre presente na minha vida. Fui sempre aquela miúda que jogava futebol, subia árvores, escalava paredes, rugby, karaté, dança… Mas acho que o desporto começou a ganhar outro peso por volta dos meus 16 anos, quando comecei a dedicar-me seriamente à dança e tirei um curso de ballet e dança contemporânea. Depois tive a oportunidade de trabalhar com coreógrafos e, dos 18 aos 24 anos, chegava a dançar cerca de seis horas por dia. Durante muito tempo, a dança foi mesmo a minha vida.
Depois precisei de fazer uma pausa e comecei a procurar outras formas de me desafiar. Criei uma rubrica no YouTube chamada Cláudia à Prova, em que a ideia era precisamente experimentar coisas que me tirassem da zona de conforto. Fiz equitação de obstáculos, escalada em rocha, kickboxing, muay thai, bungee jumping… até que um desses desafios foi correr uma maratona. Creio que foi aí que tudo mudou.
Apaixonei-me não só pela corrida, mas principalmente pela jornada. Pela sensação de começar uma coisa sem saber se era capaz e, pouco a pouco, perceber que o meu corpo e a minha cabeça conseguiam ir muito mais longe do que eu imaginava. Terminar aquela maratona deu-me uma sensação de superação e de confiança que eu nunca tinha sentido. E foi esse clique que acabou por me trazer até à pessoa que sou hoje, às provas que faço, aos desafios que procuro e à minha atual vida profissional.
A maioria das pessoas conhece-te pelo desporto, pelo desafio. Mas quem és além de uma pessoa que adora desporto? A que outras áreas gostas de te dedicar?
É difícil separar-me completamente do desporto, porque ele define uma grande parte da pessoa que sou hoje. E o desporto permite-me fazer uma das coisas de que mais gosto: ajudar as pessoas a acreditarem nelas próprias. Vê-las superarem-se, perceberem que conseguem fazer coisas que achavam impossíveis. Acho que transporto muito isso para fora do desporto. Sou muito de estar presente para a minha família, para os meus amigos, de apoiar, incentivar e tentar puxar pelas pessoas de quem gosto. Aliás, o desporto também me tornou muito mais social, mais dada e mais aberta aos outros.
Depois, há uma paixão minha que não tem nada a ver com treinar: comida. Sou muito foodie. Adoro cozinhar, experimentar receitas, conhecer restaurantes e ter experiências gastronómicas diferentes. Por isso, apesar de o desporto ocupar uma parte gigante da minha vida, acho que o que mais me define é a curiosidade, a vontade de me desafiar e, principalmente, o gosto por ver as pessoas à minha volta acreditarem mais nelas próprias.
O que é que te desafia tanto no desporto? É a competição, a superação, a disciplina, a sensação de levar o corpo ao limite…?
Acho que o que mais me desafia no desporto é precisamente o facto de nunca termos garantias. Podemos treinar, ser disciplinados, fazer tudo aquilo que é suposto e, mesmo assim, há dias em que simplesmente o corpo não responde. E é difícil aceitar isso. Depois há outros dias em que fazemos exatamente o mesmo e sentimo-nos incríveis, fortes, quase imparáveis. E acho que essa imprevisibilidade é uma das coisas que mais me prende ao desporto. Obriga-nos a aprender a lidar tanto com a frustração como com a superação.
Uma das funcionalidades dos relógios Huawei que mais me ajuda em prova é o Marathon Mode. Antes da prova, conseguimos definir o tempo que queremos fazer e, durante a corrida, o relógio vai-nos mostrando se estamos dentro do ritmo necessário para atingir esse objetivo. É quase como ter um pacer no pulso, ajudando-nos a gerir melhor o ritmo e o esforço e a perceber, em tempo real, se estamos no caminho certo para cumprir a nossa meta.
Nas redes sociais, fundaste uma comunidade que inspira várias mulheres a correr, a praticar exercício, a integrar hábitos saudáveis no dia a dia. O que te levou a sentir esta necessidade de criar esta comunidade e o que esperas alcançar?
À medida que fui entrando mais neste mundo, comecei a reparar na falta de mulheres à minha volta. Em muitas provas, treinos ou desafios, continuo muitas vezes a estar rodeada maioritariamente por homens. E comecei a sentir uma vontade muito grande de contribuir para mudar isso. É daí que vem o “Reminding women they’re capable of more”. Porque eu precisei de descobrir isso em mim e hoje quero ajudar outras mulheres a descobrirem o mesmo nelas. Não quero necessariamente que uma mulher veja aquilo que faço e pense “eu também quero fazer um Ironman” ou “eu também quero correr uma maratona”.
Quero que pense: “Se calhar eu também consigo fazer aquela coisa que acho que não sou capaz de fazer.” E é isso que espero alcançar com esta comunidade. Criar um espaço onde mais mulheres se sintam representadas, acompanhadas e confiantes para experimentar, falhar, voltar a tentar e perceber que são capazes de muito mais do que imaginavam. E se depois levarem essa confiança que ganharam no desporto para o trabalho, para a vida pessoal ou para qualquer outra área da vida, então acho que conseguimos algo ainda maior.
A tua relação com a beleza, o corpo, a forma como te vês, também mudou muito à medida que os anos foram passando?
Mudou bastante. Quando era mais nova, não pensava muito sobre o meu corpo. Sempre fui naturalmente magra. Hoje tenho uma relação mais consciente. Tenho 30 anos, vejo celulite, estrias, vejo o meu corpo transformar-se. Cuido mais da minha alimentação, mas não apenas por uma questão estética. Quero alimentar-me bem, ter energia, recuperar dos treinos e sentir que estou a cuidar de um corpo ao qual exijo imenso diariamente.
E a Huawei tem sido uma marca aliada nesta minha gestão diária. É uma marca que desenvolve tecnologia a pensar na saúde real e que apoia mulheres reais, por exemplo este smartwatch (HUAWEI Watch GT 7) monitoriza o ciclo menstrual. É uma love brand que incentiva a autodescoberta, o nosso bem-estar e cuidado. E o mesmo aconteceu com outros aspetos. Por exemplo, hoje preocupo-me mais com a minha pele, hidratação, proteção solar… Já não sou aquela pessoa que quer passar horas ao sol sem pensar nas consequências.
Hoje, cuido muito mais de mim, mas também aprendi a aceitar que há coisas que mudam no nosso corpo com o passar dos anos e, em vez de estar constantemente a lutar contra isso, tento encontrar um equilíbrio entre gostar daquilo que vejo e tratar bem o corpo que tenho.
O novo HUAWEI WATCH GT 7 Series
És uma das embaixadoras da Huawei em Portugal. É importante para ti dar a cara por marcas que na sua mensagem se associam ao bem-estar e a um estilo de vida saudável?
Sim, sem dúvida. O bem-estar e a saúde não pertencem apenas a atletas de alta competição. Dizem respeito a todos: a forma como dormimos, gerimos o stresse, nos movimentamos e criamos pequenos hábitos saudáveis. E é precisamente aí que a Huawei se destaca. A marca tem uma gama muito versátil e completa, com equipamentos elegantes pensados para qualquer ocasião. Seja para treinos mais exigentes ou simplesmente para serem o par feito num evento ou ocasião social.
Embora eu utilize os relógios de uma forma muito focada na performance do triatlo, eles têm um design tão sofisticado que servem perfeitamente para quem não pratica desporto e simplesmente aprecia um bom relógio no seu dia a dia. Dar a cara pela Huawei é gratificante porque passa essa mensagem: não é preciso correr maratonas para cuidar da saúde e é possível ter tecnologia de topo e monitorização de bem-estar num acessório bonito, elegante e adaptado a qualquer pessoa.
Qual é a tua expectativa face ao novo HUAWEI Watch GT 7?
Já tive oportunidade de usar o HUAWEI Watch GT 7 e é um smartwatch cada vez mais completo e preciso, que me acompanha tanto nos treinos mais exigentes como no resto do meu dia. Como faço triatlo e tenho uma carga de treino elevada, valorizo muito a precisão do GPS, da frequência cardíaca e dos ritmos, mas também toda a informação que consigo recolher fora do treino.
Também valorizo muito a autonomia. Quando fazemos treinos longos ou provas de várias horas, é fundamental termos um smartwatch em que podemos confiar e não estar constantemente preocupados com a bateria. E devo realçar também a versatilidade. Quero um smartwatch que consiga usar para correr, pedalar ou nadar, mas que depois continue no meu pulso durante o resto do dia.
A preparação para um plano de treino intensivo, como os que normalmente fazes, exige um controlo minucioso do corpo. De que forma é que um dispositivo como o HUAWEI Watch GT 7 pode ajudar a ajustar estes planos?
Quando temos uma carga de treino mais intensa, para mim é fundamental ter dados que me ajudem a perceber não só aquilo que estou a fazer durante o treino, mas também como é que o meu corpo está a responder. Na corrida, por exemplo, consigo olhar para o smartwatch e perceber o meu ritmo naquele momento, mas também o ritmo médio do treino, e perceber se estou realmente a cumprir aquilo que estava planeado.
A frequência cardíaca é igualmente importante, porque muitos dos meus treinos são definidos por zonas e preciso de saber se estou a respeitar a intensidade pretendida, principalmente em treinos mais longos. No triatlo, também preciso de um equipamento muito versátil. Uso-o na corrida, no ciclismo, na natação em piscina e em águas abertas. E em prova, ter o modo de triatlo é particularmente útil porque consigo acompanhar as diferentes modalidades e perceber também o tempo que estou a demorar nas transições.
Depois existe toda a parte que acontece fora do treino e que, para mim, é cada vez mais importante. Através da monitorização do sono, consigo perceber como foi a minha noite e cruzar essa informação com a forma como me sinto no dia seguinte. Se tenho um treino muito exigente, saber se dormi e recuperei bem ajuda-me a ter uma noção muito mais completa do estado em que o meu corpo está.
Quais são os teus gadgets favoritos atualmente? E como os integras na tua rotina?
No meu caso, a Huawei tem sido a parceira perfeita nesta jornada, tanto na preparação para o Ironman como no meu dia a dia. Já não dispenso o smartwatch da marca, pela precisão técnica e pelas métricas de recuperação essenciais no treino e no sono, e hoje sou também fã incondicional dos auriculares FreeClip 2 S, que se tornaram os meus companheiros indispensáveis em cada corrida.
Que características/dados/métricas consideras essenciais num dispositivo para os dias normais?
Para mim, um bom dispositivo não pode ser útil apenas durante o treino. Uma das métricas a que dou mais atenção é o sono. Gosto de perceber quanto tempo dormi, a qualidade desse sono e acompanhar a pontuação de sono, porque muitas vezes consigo relacioná-la com a forma como me sinto no dia seguinte. Também gosto de acompanhar os níveis de stress e a frequência cardíaca em repouso. São dados que me ajudam a ter uma visão mais completa de como estou naquele dia e, principalmente, a perceber padrões ao longo do tempo.
Que dicas darias a uma leitora que quer começar a fazer exercício físico, cuidar mais da sua saúde mental e gerir melhor o stress e o sono?
A minha primeira dica é mesmo começar. Não pensar demasiado, não esperar pela segunda-feira perfeita, pelo mês perfeito ou por ter tudo organizado. Simplesmente começar. E, depois, menos é mais. Um dos maiores erros que vejo é alguém decidir que quer começar a correr e, de repente, tentar correr cinco ou seis vezes por semana quando nunca tinha corrido. Outra coisa que acho fundamental é não fazermos tudo sozinhas. Encontrar uma comunidade, um amigo ou uma amiga com os mesmos objetivos ajuda imenso. E, à medida que vão evoluindo, procuram ter ferramentas que vos deem mais liberdade para sair da rotina.
Por exemplo, outra das funcionalidades que valorizo no novo HUAWEI Watch GT 7 é poder descarregar rotas para navegação offline e registar os percursos com grande detalhe. Quem corre sabe como é ótimo podermos descobrir novos sítios e aventuramo-nos em percursos diferentes, tendo sempre a rota disponível no pulso.
Existe alguma meta que queiras muito conquistar futuramente enquanto mulher?
Sim. Fora das provas, dos tempos e dos objetivos desportivos, há uma meta muito pessoal que gostava muito de concretizar um dia: ser mãe. Acho que será provavelmente um dos maiores desafios da minha vida, mas também um daqueles que mais gostava de viver. A ideia de educar uma criança, acompanhar o seu crescimento, transmitir-lhe valores e ajudá-la a tornar-se na sua própria pessoa é uma responsabilidade enorme e, ao mesmo tempo, algo que me entusiasma muito.
Estou muito habituada a definir objetivos que dependem de treino, disciplina e de um plano, mas acho que há coisas na vida que não conseguimos controlar dessa forma. E talvez seja precisamente isso que torna esta vontade tão especial. Por isso, a nível pessoal, se pensar numa próxima grande etapa que gostava de viver enquanto mulher, sem dúvida que ser mãe é uma delas.
Perguntas rápidas com Cláudia Dias
- Onde é que te sentes em casa? Em Gouveia
- Um gadget? HUAWEI FreeClip 2 S
- Um filme? Dirty Dancing
- Um produto de beleza favorito? Máscara de pestanas em castanho
- Um guilty pleasure? Comer uma tablete de chocolate inteira
- Não saio de casa sem…? O meu HUAWEI Watch GT 7
- Qual é aquela pequena coisa que consegue sempre melhorar o teu dia? Correr!
- Uma peça que melhor te define? Sapatilhas de corrida
- 1 música da tua Playlist para um mini-treino? Dance with me – Ciara, Tyga
- Uma viagem/destino que gostarias de conhecer? Japão
- Um spot incrível? Serra da Estrela


