Falta-lhe motivação para treinar? Com a ajuda da personal trainer Ana Cláudia Novo, traçámos um plano de exercícios para pernas e glúteos, para ficar em forma o ano inteiro.
[shortcode_split_text]Este plano atua sobre todos os grandes grupos musculares da parte de baixo do corpo, como os glúteos, os quadricípites e os isquiotibiais.
Ao exercitar estes músculos de grande tamanho, gera-se uma forte resposta metabólica em todo o corpo que a fará queimar gordura da cabeça aos pés, enquanto redefine a sua figura da cintura para baixo. Além disso, estará também a fortalecer outros músculos mais pequenos que, normalmente, são esquecidos.
Faça todos os exercícios seguidos com o mínimo tempo de recuperação entre eles. Depois disso, descanse entre um a dois minutos e repita a série até completar três circuitos.
5 exercícios para pernas e glúteos tonificados
1. Deslocação lateral com banda elástica
• Coloque uma banda elástica pequena por baixo dos joelhos e afaste os pés ao nível das ancas, com as pernas ligeiramente fletidas;
• Contraia o core e dê um passo para o lado com o pé esquerdo. Faça o mesmo com o direito. Continue até contar 30 ou 40 passos curtos e repita o exercício para o lado contrário.
2. Lunge alternado
• Dê um passo grande para a frente com o pé direito e faça um lunge com as duas pernas fletidas em ângulo reto;
• Erga-se sem chegar a apoiar o pé direito e mova-o para trás, fazendo imediatamente um lunge inverso. Regresse à posição inicial. Realize o exercício entre 10 a 12 vezes e mude de lado.
3. Agachamento com elástico
• Afaste os pés um pouco mais do que o nível das ancas, com as pontas ligeiramente para fora e, se quiser, coloque um haltere contra o peito em posição vertical;
• Flita os joelhos de modo a fazer um agachamento o mais profundo possível. Para se erguer, empurre os calcanhares e termine em bicos dos pés. Regresse à posição inicial. Faça entre 15 a 20 repetições.
4. Curl de pernas com fitball
• Deite-se no chão de barriga para cima com os pés apoiados numa fitball. Levante as ancas do chão de maneira a que o corpo forme uma linha reta desde os ombros aos tornozelos.
• Flita os joelhos e eleve a pélvis, movendo a fitball para mais perto de si. Regresse à posição inicial e realize entre 15 e 20 repetições.
5. Agachamento sumo
• Afaste as pernas um pouco mais que a largura dos ombros e afaste ligeiramente os pés, permitindo que o quadril vá para trás. Mantenha as costas retas e os joelhos apontados na mesma direção da ponta dos pés;
• Agache, mantendo a postura e forçando o calcanhar contra o chão. Volte à posição inicial. Os joelhos devem estender-se até que as pernas fiquem numa posição reta.
Elaborar um orçamento mensal, consumir de forma consciente, poupar e ter um fundo de emergência são quatro princípios fundamentais para orientar as finanças pessoais. Siga estes passos para aprender a gerir melhor o seu dinheiro.
[shortcode_split_text]Orçamento, despesas necessárias e acessórias, fundo de emergência, hábitos de poupança são alguns dos conceitos de literacia financeira que vai aprender neste artigo e com eles vai mudar a sua relação com o dinheiro para melhor.
Se seguir estas regras, vai conseguir definir as suas prioridades e sentir-se muito mais tranquila em relação às suas finanças. Ora veja.
1. Definir o orçamento mensal
Este é o primeiro passo para gerir o seu dinheiro da melhor forma. Catarina Brandão, no livro Tenha mais dinheiro na carteira, diz que, em primeiro lugar, precisa de algum tempo para o fazer. O passo seguinte é a escolha de uma ferramenta, que pode ser um simples caderno e caneta, uma aplicação no telemóvel (Boonzi, Toshl Finance) ou uma folha de cálculo.
Depois, calcule o seu rendimento. Some os valores líquidos que ganha e o valor das suas despesas obrigatórias (renda ou empréstimo da casa, água, eletricidade, gás, televisão, telecomunicações, combustível, supermercado, entre outras). Assim, saberá qual o valor que sobra para as despesas acessórias (restaurantes, cinema, saídas à noite, ginásio, cabeleireiro, manicura, formação, compra de livros e roupa).
Isto ajuda a definir as suas prioridades. Liste também as despesas anuais (seguros, impostos, despesas com carros, férias, etc.) do ano transato para perceber quanto irá gastar no ano corrente, dado esses gastos não serem imprevistos.
2. Adotar hábitos de poupança
- Planear bem as compras de supermercado, o que implica a elaboração de uma lista antes de cada ida às superfícies comerciais e estabelecer um valor máximo de quanto quer gastar.
- Pesquisar antes de comprar qualquer coisa. A Internet facilita essa pesquisa prévia e a comparação dos preços.
- Estar atenta a todo os tipos de descontos.
- Em vez de saídas à noite, convide os amigos para a sua casa e partilhem as despesas.
- Evite carregar no acelerador do carro; quanto mais depressa andar, mais combustível consumirá, além de um maior desgaste do automóvel.
- Praticar uma atividade física, dormir bem e ter uma alimentação equilibrada dá saúde e com isso poupa dinheiro em medicação. Em vez de ir ao ginásio, pondere fazer exercício em casa ou na rua, pois não terá de pagar mensalidade.
- Dar mais tempo de atenção às crianças em vez de lhes comprar brinquedos.
- Não ter vícios, como fumar.
- Desligar as luzes sempre que não estão a ser utilizadas e comprar lâmpadas LED, que são mais económicas. Quando comprar eletrodomésticos, escolha os que são mais eficientes energeticamente.
- Viajar fora de época alta. Encontrará preços mais acessíveis seja no avião seja no alojamento.
Fonte: adaptado do livro Como te mais dinheiro, Joana Couto, Contraponto
3. Construir um fundo de emergência
Ao conseguir poupar, consegue ter um fundo de emergência, que serve para fazer face a qualquer imprevisto que surja, que pode ser uma avaria do carro, um despedimento, um problema de saúde, um eletrodoméstico estragado.
Como diz Catarina Brandão, é a ausência deste fundo que muitas vezes leva ao endividamento, tê-lo traz segurança e tranquilidade. Como se lê no livro Tenha mais dinheiro na carteira, “a maioria dos especialistas em finanças pessoais, recomenda uma poupança de, pelo menos, de seis meses de despesas obrigatórias”.
Esse dinheiro deve estar separado do dinheiro corrente para não ter a tentação de o gastar, pode abrir uma conta-poupança, ter um depósito a prazo ou certifiicados de aforro.
4. Pensar bem antes de comprar
Truques para tomadas de decisão inteligentes, quando vai às compras, de acordo com o livro Como ter mais dinheiro (Contraponto), de Jana Couto.
Post-it na carteira. Escreva num post-it os limites financeiros que tinha delineado gastar nas despesas não essenciais. Se o fizer, antes de cada compra será confrontada com o seu orçamento, que deve ser atualizado sempre que faz uma compra. Isso aumenta a responsabilidade nas suas escolhas diárias.
Mentalidade minimalista. Significa ter uma abordagem mais consciente em relação ao consumo. Em vez de pensar em ter mais coisas, deve pensar em ter apenas aquilo que importa. Antes de qualquer compra, pense na felicidade que os bens lhe trazem e no número de horas que tem de trabalhar para os adquirir.
Frequência de uso. Analise o custo de um bem em relação ao número de vezes que o usa.
Perguntas inteligentes: ‘Quero realmente isto?’; ‘Preciso mesmo disto?’; ‘Posso ter isto?’; ‘Mereço isto?’; São questões que a vão fazê-la pensar na necessidade e na importância do bem que quer comprar
Se sempre se imaginou a dizer 'o sim' à sua cara-metade, numa ilha, com o mar a servir de cenário, saiba que o casamento dos seus sonhos está a distância de menos de duas horas de avião.
[shortcode_split_text]Traduzindo para português, destination wedding “casamento no destino” é uma tendência que não para de crescer como alternativa aos casamentos clássicos. Já lá vai o tempo em que a decisão passava por decidir se a cerimónia era na terra natal do noivo ou da noiva.
Hoje, os noivos escolhem um destino, viajam sozinhos ou acompanhados pelas pessoas que lhes são fundamentais e celebram a união num local onde já foram felizes ou onde sempre quiseram ir. Na nossa realidade, a Madeira está a ser um dos locais mais procurados e melhor preparados para cumprir os desejos dos noivos.
Como na Saber Viver estamos sempre a antecipar-lhe as tendências em todas as áreas, não podíamos estar indiferentes a esta nova realidade. Voámos até ao Funchal para conhecer todos os cantos, encantos e recantos da ilha… Já em solo madeirense e um sorriso no rosto, fomos desbravar o que a ilha tem para nos dar – entenda-se aos noivos que venham a escolher a Madeira como destination wedding.
Das celebrações mais simples e intimistas a locais com cenários mais charmosos, das zonas de mar ou entre montanhas, existem por aqui múltiplas opções especiais e idílicas para assinalar aquele que é, provavelmente, um dos dias mais importantes da vida de qualquer casal.
Quando a tradição e a história se unem
Com um legado cultural imensurável e um vasto património, aqui encontrei vários monumentos, fortalezas, quintas e hotéis repletos de tradição e personalidade que trazem um encanto único a este dia especial. Vai sempre depender do gosto de cada casal, mas a Quinta do Palheiro Nature é, diria assim, “o lugar”.
A exuberância e singularidade da Natureza, as imponentes vistas proporcionadas pela vegetação verdejante e os jardins tropicais que dão cor ao arquipélago, tornam-na uma escolha fácil para fazer deste dia um verdadeiro conto de fadas. Para Tatiana Nóbrega, coordenadora de eventos, dizer ‘o sim’ na Quinta do Palheiro é como marcar a vida num espaço com uma imensa tradição e personalidade.
O espaço pertence à família Blandy há sete gerações – foi adquirido em 1804 pela família inglesa e, mais recentemente, em 1997, foi transformado num hotel. Alguns dos quartos têm o nome de figuras históricas que ali ficaram hospedadas. Os noivos, por norma, ficam na Junior suite (rei Dom Carlos) ou Deluxe.
Além do romantismo do hotel, Tatiana destaca a possibilidade de fazer a cerimónia religiosa numa capela com 200 anos e o glamour de realizar a sessão fotográfica dos noivos no Jardim Botânico da propriedade.
Relativamente ao catering/festa, depende muito do número de convidados e desejo dos noivos. Se pretendem um casamento mais intimista, o restaurante Oxalis é uma excelente opção. O chef Gonçalo Bita Bota está ao leme deste restaurante recomendado pelo Guia Michelin. Segundo o chef, “o menu de casamento diferencia-se pela aposta nos ingredientes locais. O peixe, frutas e legumes são todos da ilha, a carne vem dos Açores ou do Alentejo. Temos um menu standard, mas adaptamo-lo ao gosto dos noivos. Do mais extravagante ao prato mais tradicional”.
Se quiser fazer um casamento com mais convidados, a Casa Velha dispõe também do restaurante Vista Balancal, com varanda panorâmica e vistas deslumbrantes do Funchal. O momento do cocktail é feito nos jardins do Palheiro e os menus de casamento são da autoria do chef Duarte Oliveira, que privilegia a comida mediterrânea.
Experiências que marcam
Casar-se num destino destes é também uma oportunidade para conhecer melhor a ilha e desfrutar das imensas experiências que tem para oferecer a convidados e noivos.
Passeio de barco
Observar as paisagens madeirenses a partir do mar? Parece interessante? E é de facto! O encontro entre a serra verdejante, que faz uma espécie de anfiteatro à cidade do Funchal, e a serenidade de um mar cintilante como que pinta o cenário perfeito para celebrar o amor ou a amizade.
Fomos vivenciar isso mesmo num passeio de barco com jantar a bordo providenciado pela empresa Happy Tour, que tem muitas outras experiências: desde despedidas de solteiro e jantares românticos ao pôr de sol para noivos, apenas com o mar e o entardecer como ‘padrinhos de casamento’.
O passeio que fizemos durou aproximadamente duas horas e o menu servido a bordo foi da responsabilidade do restaurante Akua by chef Júlio Pereira. Como não poderia deixar de ser, tudo é adaptado aos desejos dos noivos.
Amanhecer na Bica da Cana
Uma das experiências que estávamos com mais curiosidade de fazer era tomar o pequeno-almoço na Bica da Cana. Partimos do hotel às 5h da manhã (!) num jipe 4x4 e chegámos em cerca duma hora. Infelizmente não tivemos sorte com o tempo - estava muito nublado - mas, segundo o nosso guia, a vista dali é incrível. Este é um lugar de excelência para observar os picos Ruivo e Arieiro.
Nuno Pereira, da Green Devil Safari, empresa de animação turística, guiou-nos pela costa sul e com a sua experiência de mais de 20 anos em tours de jipe, levou-nos a mergulhar na riqueza cultural e natural da Madeira. Cheirámos orégãos, menta, entre outras delícias para o olfato. Percorremos caminhos que cruzam montanhas e levadas e fomos parando em lugares com paisagens de perder o fôlego, tendo ficado rendidas a localidades como Paul do Mar, uma pequena vila piscatória com um charme indescritível.
Pela boca morre o peixe
O velho ditado não engana e uma vez na Madeira temos mesmo de provar as principais tentações gastronómicas para sair de lá com uma satisfação plena. Certas de que esta será uma experiência surpreendente para noivos e convidados, não pode deixar de conhecer a agência Food on Foot Tours que organiza, entre outros, passeios de degustação de especialidades madeirenses pela parte história do Funchal.
Começámos pelo restaurante Jaket, onde reinam os sabores dos petiscos da ilha e os apreciáveis pratos de atum e peixe-espada; depois fomos ao Mercado Regional para uma visita única e uma explicação gastronómica ímpar, tudo isto sempre acompanhadas pela best-seller poncha! Esta delícia não precisa de descrição, certo?
Nesta descoberta pelos sabores da Madeira, também passámos pelo Restaurante Razão de Octávio Freitas, com vista para a cidade da Calheta. Com uma cozinha criativa e inovadora, o restaurante oferece uma viagem aos sabores da ilha. Um paraíso para os amantes da boa comida. O restaurante integra também o alojamento Socalco Nature Calheta e várias vinhas destinadas à produção do vinho.
Passámos também pelo Three House Restaurant, localizado no centro do Funchal, mesmo ao lado do Mercado dos Lavradores. O menu do chef Mauricio Faria combina ingredientes madeirenses frescos, vindos do mercado, com uma fusão de sabores do mundo.
In the name of love
Seja onde for, o dia de casamento é uma fusão de adrenalina que termina num inevitável cansaço agradável. Certo é que nos dias seguintes só queremos relaxar e recuperar. E na ilha há um nome inquestionável: Savoy Palace. Este resort urbano é inevitavelmente uma das principais escolhas para ficar e desfrutar. Mas é o seu Laurea Spa que quero destacar.
Um verdadeiro oásis de bem-estar inspirado na incrível Laurassilva da ilha – classificada como Património Mundial da Unesco. Tem 3100 m2 e é um dos maiores spas da Europa. Onze salas de tratamento com arquitetura de nota máxima. É preciso dizer mais? Poderia continuar a escrever e escrever sobre a magia da ilha da Madeira, mas acho preferível convidá-la a ir lá experienciar.
Se depois de ler este texto decidir casar-se por lá, talvez sejamos umas potenciais convidadas desse seu momento. Tal é a vontade de voltar a repetir essas experiências.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº302, agosto de 2025.
Um paraíso onde a beleza intocada das praias se encontra com a riqueza cultural da sua história ancestral. Zanzibar é um dos destinos do momento e tem inúmeras razões para isso. Levamo-la até lá...
[shortcode_split_text]Calor de África, águas quentes e transparentes, areais imaculados e um povo que só sabe sorrir. Jambo, Jambo! Bem-vindos a Unguja, mais conhecido pela ilha de Zanzibar. A viagem é longa! De Lisboa, demora, em média, entre 16 e 20 horas, dependendo das escalas – as mais comuns são em Istambul, Dubai ou Amesterdão. Mas com o imaginário do destino final, tudo se relativiza.
Partimos de Portugal, já com o VISA – visto de entrada no país – preenchido e o seguro de viagem obrigatório. Mesmo que tenha contratado um seguro na sua agência de viagens, é obrigatório adquirir o Zanzibar Insurance Corporation, um seguro de viagem emitido online, que custa 44 dólares por adulto. Jambo! Chegámos a Zanzibar por volta das 23h e seguiu-se uma viagem de carro até ao The Residence Zanzibar, o resort onde ficámos seis dias e que serviu de base para irmos conhecer algumas das principais atrações da ilha.

Como já conhecíamos a zona norte da ilha – que tem as maiores praias de areia branca –, desta vez, quisemos explorar as zonas oeste e este. A primeira impressão? Zanzibar é mesmo um destino de sonho para quem procura praias paradisíacas, história e cultura fascinante, assim como uma experiência autêntica de África, sobretudo se quiser complementar com um safári na Tanzânia.
De Zanzibar à Tanzânia são 45 minutos de voo e de lá tem voos internacionais para regressar à Europa. Não fomos ao safári – alguma coisa tem de ficar para a próxima vez –, mas Zanzibar já 'chega e sobra'. Sente-se algo diferente em todas as zonas da ilha. Não sabemos como Zanzibar estará no futuro – as grandes construções já começam a surgir –, mas não temos dúvidas em recomendar que vá lá o quanto antes para sentir a ilha no seu estado mais natural.

Zanzibar é cultura e, sobretudo, é povo. Tem muito para se ver e viver. É um destino com uma oferta rica para vários perfis de turistas. Para os que só querem praia e descanso, para os que não abdicam de sentir de perto as vivências do povo, a arte e a cultura. É um destino também para aventureiros e desportistas. Porém, como em qualquer destino, escolher onde ficar é muito importante. E nós acertámos...
Onde ficar
The Residence Zanzibar, eis um resort que nos surpreendeu todos os dias. Pertence à cadeia Cenizaro Hotels & Resorts e fica na costa sudoeste da ilha. É um resort de luxo com uma praia de areia branca com cerca de 1,6 km de extensão. É, sem dúvida, perfeito para descansar a dois ou em família. Tem 66 villas com múltiplas tipologias – nós ficámos numa no jardim com piscina, a Frangipani Garden Pool Villa – a menos de cem passos da praia.

Apesar dos 32 hectares, a deslocação no resort faz-se bem a pé ou nas tradicionais bicicletas que deixam à porta das villas ou no buggie do hotel. A localização é soberba, a decoração, as infraestruturas, a gastronomia tudo está em perfeita harmonia com a Natureza envolvente. Há a preocupação em garantir o 'conforto' da modernidade mas sem descurar a cultura, nomeadamente as influências suaíli, omanense e britânica.
Aqui encontra o que se espera dum hotel cinco estrelas que procura interferir o menos possível com tudo o que a Natureza local tem para dar. E isso percebe-se até pelos 'hóspedes' residentes do hotel – não fomos ao safári, mas no hotel não faltam macacos empoleirados nas árvores a observar-nos e a tentar perceber a melhor oportunidade para nos pregar umas partidas. A piscina fica junto ao restaurante principal e é o ‘ponto de encontro’ dos hóspedes. Está perto da praia, do bar, da zona de desportos aquáticos gratuitos e do bar do pontão, o melhor spot para ver o pôr do sol enquanto desfruta de umas das cervejas locais.

Bar da praia
Aquela imagem que temos do céu de África ao entardecer é mesmo assim! Nem parece real. Os últimos raios de sol vêm acompanhados duma brisa quente e o céu pinta-se de mil cores. Nos restaurantes The Dining Room e The Pavilion –, durante o dia os almoços são à la carte, e à noite os jantares são temáticos. Para quem não dispensa uma massagem relaxante, o hotel dispõe de um Spa By Clarins com tratamentos holísticos inspirados nos elementos naturais locais.

Spa by Clarins
No passado mês de maio, o resort foi totalmente renovado, pelo que promete ainda trazer mais pontos positivos ao The Residence Zanzibar. Mesmo sabendo que Zanzibar tem dificuldades com a eletricidade e rede de comunicações, existe wifi por todo o resort, mas não à velocidade a que estamos habituados na Europa. Em geral, destacamos a qualidade do serviço, o conforto e a privacidade que o The Residence Zanzibar oferece. E, claro, a simpatia e disponibilidade de todos os funcionários sem exceção.

Piscina principal
Na zona sudeste...
Os últimos dias desta viagem foram passados na zona este da ilha. Reservámos duas noites em regime de meia-pensão num boutique hotel que tinha sido inaugurado em dezembro, o Kaskazi Hotel Zanzibar. Assim que entrámos, decidimos de imediato reservar mais duas noites, tal foi a boa vibe que se sente assim que se pisa aquele lugar onde a brisa é quente, a paisagem é infinita e o tempo passa mais devagar.

Vista aérea
O nome Kaskasi homenageia os ventos quentes do norte que sopram por Zanzibar e é sinónimo de refúgio. Fica em Jambiani, na costa sudeste de Zanzibar, na primeira linha do mar. E que vista se tem desde o hotel! E que mar aquele que o rodeia. Não temos dúvidas em afirmar que aquelas foram as águas mais quentes e cristalinas em que já mergulhámos. Superior às Maldivas.

Acesso do Kaskazi Hotel Zanzibar à praia
Aliás, há um fenómeno natural incrível nesta praia: quando a maré está baixa, ficamos com cerca de um quilómetro de areia ou água pelos tornozelos para caminhar mar adentro. Quando a maré começa a subir, enche em cerca de duas horas. É inesquecível! Mas voltando ao Kazkazi... O hotel dispõe de 16 villas espaçosas, 2 villas deluxe com piscinas privativas e 14 quartos duplos. A decoração é moderna e muito bem conseguida. O design exterior assemelha-se às casas gregas, havendo inclusive um terraço com um zona de lazer para descansar ou brindar a ver o sol adormecer… A piscina é incrível e a comida deliciosa.
O restaurante do Kaskazi serve uma variedade de pratos internacionais, europeus e grelhados, com opções de pequeno-almoço continental, inglês/ irlandês completo, vegetariano e sem glúten. Os funcionários são de um carinho enorme e o hotel é 'guardado' pelos Massais. Os Massais são uma tribo cristã oriunda do Quénia e Tanzânia que sazonalmente vêm até Zanzibar vender o seu artesanato aos turistas. Neste hotel, são os seguranças. Ao fim do dia é vê-los a jogar futebol perfeitamente integrados com os locais e hóspedes do hotel.

De beleza natural, luxo acolhedor e um ritmo que a deixa respirar e recuperar o fôlego — assim é o Kaskazi. Um lugar incrível ao qual não vemos a hora de regressar!
Quando visitar
O arquipélago de Zanzibar pode ser visitado durante todo o ano, mas há épocas mais favoráveis do que outras. Os dias são sempre quentes, mas tenha em atenção as duas épocas das chuvas: de março a maio e de novembro a meados de dezembro.
O que visitar
Stone Town

Classificada como Património Mundial pela Unesco, Stone Town é o coração histórico e cultural de Zanzibar. Um labirinto de ruelas estreitas, casas coloniais, portas de madeira e mercados vibrantes fazem da capital um lugar fascinantepara explorar a pé. Visite o antigo Mercado de Escravos, a Casa das Maravilhas, o Forte Árabe e a casa onde nasceu Freddie Mercury.
Praias inesquecíveis
Zanzibar é famoso pelas suas praias de areia branca e águas azul-turquesa. As mais populares?
- Nungwi e Kendwa (norte da ilha) são as mais conhecidas e admiradas até pelos locais. Nas ruelas de Nungwi aproveite e vá conhecer os estaleiros onde se constroem os tradicionais barcos dhow;
- Paje e Jambiani (costa este) são conhecidas pelos ventos ideais para kitesurf e pela tranquilidade, perfeitas para relaxar. Adorámos Jambiani! Tem as águas mais claras e quentes que alguma vez vimos na vida! Apetecia viver ali para sempre;
- Matemwe (nordeste) é mais sossegada, ideal para quem deseja fugir das multidões. Aconselharam-nos, mas não fomos.
Ilhas e excursões

- Prison Island: uma pequena ilha com ruínas de uma antiga prisão e tartarugas gigantes;
- Mnemba Atoll: famoso pela vida marinha e um dos melhores locais para mergulho e snorkeling;
- Safari Blue: uma excursão de dia inteiro com paragens para nadar, fazer snorkeling e explorar bancos de areia. Se procura sol, mergulho e descanso, não pode deixar de ir;
- Salaam Cave: Se procura um momento divertido e de conexão com a Natureza, não deixe de ir nadar com majestosas tartarugas marinhas no seu habitat natural.
- Fazendas de especiarias: Zanzibar é conhecida como a “Ilha das Especiarias”. Uma visita a uma fazenda permite conhecer o cultivo de cravinho, nozmoscada, canela, baunilha, entre outras especiarias, com direito a cheiros, sabores e demonstrações locais.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº300, junho de 2025.
Dietas milagrosas? Superalimentos? Jejum intermitente? Produtos mágicos para desinflamar? É possível iniciar 2026 com uma alimentação mais saudável, mas há mitos que importa combater.
[shortcode_split_text]A lista de questões sobre supostas soluções perfeitas no que à alimentação diz respeito podia continuar nas próximas linhas. Somos cada vez mais bombardeados por promessas que, se por um lado nos fazem sentir culpadas, por outro, causam pressão desnecessária. E dúvidas. Muitas dúvidas. No começo de cada ano somam-se as metas e a vontade de fazer diferente. Tudo certo. O problema é criado quando os objetivos são superiores à realidade. Ou seja, o melhor é mesmo começar com pouco e ir aumentando gradualmente. É um caminho, uma corrida, não é uma maratona.
“Costumo dizer aos meus clientes que o melhor é ter uma meta de cada vez e até dois objetivos semanais relacionados com a nutrição”, explica a nutricionista Bárbara Cancela de Abreu, com especialização em nutrição clínica e oncológica, a dar consultas na CUF Cascais e CUF Sintra. “A nutrição é uma ciência e não o que funcionou com a vizinha ou um acho que”, acrescenta.
Desde logo o que é recomendado para uma pessoa pode não ser adequado a outra. É preciso fazer uma história clínica e avaliar cada situação, adaptando-a ao contexto individual. “Quando alguém estranha a sugestão de uma dieta completamente diferente da que propus a um amigo, respondo: ‘Eu recomendo tantas dietas quantos clientes tenho’. Não faz nenhum sentido ter propostas de alterações de comportamentos ligados à saúde sem analisar as grandes dificuldades das pessoas, o orçamento familiar, a sua genética e as suas individualidades.”
Também a nutricionista Ligia Moreira, do Departamento de Evidência Científica da Ordem dos Nutricionistas (ON), considera que “as metas devem ser alcançáveis, para funcionarem, para que a motivação permaneça”. Não adianta querer perder dez quilos em pouco tempo,por exemplo. Da mesma forma, a comparação com outros também pode não ser benéfica para cada caso, e os nutricionistas são fundamentais. “Avaliam o que é possível e necessário equilibrar conforme as necessidades de cada um.”
Opções mais saudáveis
Uma alimentação saudável é “a que contém todos os macro e micronutrientes, a mais semelhante à dieta mediterrânica, um padrão de dieta à base de vegetais, de frutas, cereais integrais, frutos secos, gorduras à base de azeite e peixes com o baixo consumo de carne vermelha, de açúcares e produtos ultraprocessados”, explica a representante da Ordem dos Nutricionistas.
É preciso ter o cliente à frente para Bárbara Cancela de Abreu conseguir prescrever um plano alimentar, que se quer personalizado. Mas, existem indicações mais generalistas que se adaptam a todos. “Os alimentos querem-se naturais. Sacos de polpa de fruta, compotas de fruta e sumos de fruta não são fruta. Fruta é aquilo que a natureza dá e o que se apanha da árvore”, defende.
Por outro lado, vê em consulta “pessoas excessivamente suplementadas e que se desresponsabilizam”. Ou seja, há quem opte por tomar vários suplementos e seguir conselhos de dietas aleatórias que se encontram facilmente na ‘internet’, seguindo o que a nutricionista intitula “manobras de marketing” e diminuem a responsabilidade que devem ter de cuidar de si e da sua alimentação.
As refeições devem iniciar-se com uma sopa ou salada e metade do prato acompanhado com legumes. Não se culpe quando come algo menos saudável. Por outro lado, adotar compensações muito restritivas dos excessos não é recomendado. A saúde não depende de um alimento, mas sim do estilo de vida. “No caso de duas mulheres da mesma idade, em que uma faz atividade física e outra não, as necessidades nutricionais são completamente diferentes. E importa também a qualidade do sono, o número de horas que passam no exterior, a profissão, etc. Na consulta não falamos apenas de dieta ou daquilo que a pessoa come”, explica a nutricionista da CUF.
Quanto mais descascarmos um alimento, em vez de o “desembalarmos”, mais natural será. “Um prato variado e colorido vai conter uma maior quantidade de micronutrientes (ferro, cálcio, fósforo, vitaminas e minerais), sempre equilibrado com macronutrientes (hidratos de carbono, gorduras e proteínas), salienta Ligia Moreira.
O corpo reconhece aquilo que é natural, avança Bárbara Cancela de Abreu. “A vitamina C vinda da salsa, do kiwi e da laranja tem uma ação positiva no organismo. Recomendo sempre às pessoas optarem pelos alimentos naturais.” A saúde está nas pessoas, não está nos alimentos, garante. “Os nutrientes é que têm a ação, não são os alimentos em si.”
A hidratação também é essencial, afirmam ambas as nutricionistas. “Costumo prescrever água como um medicamento, distribuída pelo tempo e várias vezes ao dia, para aumentar a eficácia da sua absorção”, explica Bárbara Cancela de Abreu. Recomenda-se também limitar a quantidade de sal e álcool. Comer lentamente às refeições sem televisão nem telemóveis e praticar atividade física são sugestões a ter em consideração. “É um caminho gradual e o que importa é começar por algum lado e combater a inércia.”
Descodificar mitos
Bárbara Cancela de Abreu, especialista em nutrição clínica, refere alguns dos principais mitos que importa combater.
‣ As regras de alimentação saudável resultam de estudos científicos e de sociedades internacionais e não da opinião de cada médico ou nutricionista.
‣ As dietas que excluem alguns grupos de alimentos e a culpabilização de um nutriente ou de um alimento.
‣ A venda de suplementos e produtos milagrosos sem se saber o estilo de vida e as características das pessoas.
‣ Quando o discurso passa por culpabilizar algum nutriente ou alimento entramos num mundo em que se quer vender e em que não se pretende comunicar ciência.
‣ As regras excessivamente rígidas, a linguagem extrema em que se repetem expressões como “detox”, “limpar”, “jejum” sem haver um respeito pelas funções biológicas de cada pessoa.
‣ Ter alimentos proibitivos. Tudo é gerível. Temos de assegurar um caminho fácil para a exceção e o retorno para a vida saudável. Se ambos os caminhos são muito difíceis, isto significa que o plano não está bem-adaptado ao seu caso.
Dos “superalimentos” à inflamação
É comum vermos publicações e até publicidade associadas aos “superalimentos”. Ligia Moreira explica que este não é um conceito científico, mas que surgiu associado à venda de alimentos que “contêm benefícios, compostos bioativos, nutrientes com ação antioxidante e anti-inflamatória”. É o caso, por exemplo, da semente de linhaça e da semente de chia, que contêm propriedades nutricionais, mas “de forma isolada não são capazes de tratar ou curar alguma doença. Ou mesmo prevenir algo”.
Quando colocamos vários alimentos naturais num padrão de alimentação saudável “o benefício em termos de saúde já existe, mas isoladamente, não têm o mesmo impacto positivo”, sublinha Bárbara Cancela de Abreu. O grande “segredo” é o equilíbrio, não as restrições exageradas ou as dietas fundamentalistas. “Não existe um padrão único ou uma dieta anti-inflamatória mágica”, acrescenta. “De igual modo, comer uma dada quantidade de alimentos ocasionalmente não vai ser uma bomba inflamatória, esta é uma ideia errada. Há exceção para tudo.”
Relativamente ao inchaço abdominal, uma das queixas frequentes, a par do aumento de peso, Ligia Moreira considera que é preciso identificar a causa. “Pode ser pontual, devido a algum alimento que a pessoa comeu, dificuldade de digestão da lactose, ou qualquer outro diagnóstico a ser feito por um profissional. Só assim é possível prescrever algo para melhorar as queixas.”
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº307, janeiro de 2026.
Inclusiva, descontraída e versátil: é assim a nova coleção de primavera-verão da C&A, que torna a escolha do que vestir todas manhãs numa tarefa tão simples quanto somar um mais um.
[shortcode_split_text]O sol brilha ainda com alguma timidez, mas os raios já têm intensidade suficiente para nos aquecer o corpo e a alma. Já conseguimos sentir a primavera aproximar-se, passo a passo. E, não, não é pelo aumento da temperatura ou pelos dias cada vez mais longos. Sabemo-lo porque a vontade de tirar do armário peças repletas de cor, padrões entusiasmantes e tecidos leves cresce, assim como o desejo de pegar em peças práticas e confortáveis que nos permitam passear e aproveitar o bom tempo.
Com isto em mente, a ganga ganha um protagonismo nos nossos visuais, de forma inconsciente. Símbolo de liberdade e versatilidade, torna-se no ponto de partida para uma infinidade de looks para o dia a dia, tanto casuais e descontraídos, como elegantes e femininos. O mesmo acontece com a nova coleção de primavera-verão da C&A, perfeita para combinar, misturar e sobrepor.
Nesta, o denim, uma das tendências fortes da estação, reina. Encontra-o em jeans dos mais variados modelos, desde os clássicos retos aos barrel ou bootcut, que garantem resultados cool e cómodos, em vestidos elegantes, jaquetas funcionais e blusas despojadas. São ideais para um mix and match ou coordenados completos neste material.
Maximizar as possibilidades
Pensados para todos os gostos e tipos de corpos, com uma grande diversidade de tamanhos, a nova coleção da C&A aposta em materiais de qualidade, intemporalidade e versatilidade. Assim, descomplica o ato de vestir. Com um pequeno conjunto de peças consegue construir um grande número de looks, adaptáveis a diferentes estilos e acessíveis a todas as carteiras.

Foca-se, deste modo, em itens obrigatórios em todos os guarda-roupas, como uma boa gabardina ou umas calças de ganga, mas vai além, acompanhando as tendências da temporada.
Deixe-se inspirar e descubra as peças da nova coleção de primavera-verão da C&A que vai querer adicionar ao seu armário.
O inverno é um problema para a pele sensível dos lábios, no entanto, há formas de não a deixar totalmente vulnerável aos fatores externos. Siga estas dicas e consiga lábios hidratados e suaves, mesmo nos dias mais frios.
[shortcode_split_text]Mudanças de temperatura, vento e frio são alguns fatores que podem causar secura dos lábios, porém, nem sempre nos conseguimos proteger destas condições climáticas.
Mas há algo que podemos proteger: os lábios. A pele da boca é uma das mais sensíveis do corpo humano e, agora que já não é obrigatório o uso de máscara, está de novo exposta, o que a deixa vulnerável a comichão, feridas e até hemorragias.
Este inverno, esqueça as dores e os golpes, porque reunimos dicas e ainda sugestões de produtos que pode adquirir, não só para tratar como para prevenir os lábios gretados.
O que são, na verdade, lábios gretados
Tal como o nome indica, os lábios gretados são lábios que aparentam estar secos e rachados. Para além de desconfortável, esta condição pode ser dolorosa e até embaraçosa.
Fatores externos como lamber os lábios, o uso de certos cosméticos e o frio secam a barreira cutânea, o que leva à irritação, inflamação e descamação da mesma.
Na verdade, há vários graus de severidade de lábios gretados. Em alguns casos, um simples bálsamo labial resolve o problema, contudo, em casos mais graves, os lábios podem sofrer golpes e até sangramento.
Principais causas
Há imensas razões que podem justificar os lábios gretados, contudo, estas são as mais comuns que deve ter em atenção.
Alergias
Se costuma ter os lábios secos, é essencial descartar a hipótese de alergia.
Batons, alimentos ou fragrâncias podem ser a raiz desta condição, por isso, consulte um médico dermatologista para eliminar estas preocupações.
Maus hábitos
Lamber os lábios e arrancar a pele dos mesmos são duas práticas que prejudicam (e muito) a saúde da boca.
Como tal, sugerimos que tente livrar-se destes comportamentos para evitar secar e até cortar os lábios.
Fatores ambientais
Naturalmente, os fatores ambientais são os principais culpados de lábios gretados.
Temperaturas baixas, dias de muito vento e exposição solar (mesmo quando está frio!) são alguns das causas mais comuns deste problema.
Procure ter sempre um bálsamo labial à mão para conseguir proteger os seus lábios nestas condições.
Como tratar
A melhor maneira de tratar lábios gretados é a prevenção, ou seja, utilizar um batom hidratante sempre que estiver no exterior.
Contudo, e se já sente a boca seca e com golpes, aconselhamos a que aplique um bálsamo hidratante durante o dia, depois das refeições, e uma máscara labial antes de ir dormir.
Um pouco de esfoliação pode ajudar no processo de cura, mas deve ter cuidado para não cair no exagero e piorar o problema.
Recomendamos que utilize um pouco de açúcar e mel para eliminar qualquer pele seca dos lábios, sem nunca esquecer de aplicar um bom hidratante labial de seguida, de preferência sem cheiro e com proteção solar.
Veja as nossas sugestões de bálsamos labiais e comece já hoje a proteger os seus lábios!
https://www.saberviver.pt/beleza/balsamo-labial-a-experimentar/
Já imaginou uma base que cuida da sua pele enquanto a maquilha? A Maybelline Lifter Plump & Glow Foundation transforma a maquilhagem numa rotina de cuidado, iluminando, hidratando e preenchendo a pele desde a primeira aplicação.
[shortcode_split_text]Durante anos, habituámo-nos a escolher: uma base com boa cobertura ou um cuidado de pele eficaz. Hoje, essa divisão deixa de fazer sentido. A nova geração de maquilhagem responde às exigências das mulheres millennial e X com fórmulas que acompanham a maturidade da pele, respeitam a sua sensibilidade e oferecem resultados imediatos sem comprometer o futuro.
É neste território híbrido entre skincare e maquilhagem que surge a Maybelline Lifter Plump & Glow Foundation, uma base com tratamento incorporado que promete luminosidade, hidratação e efeito preenchido desde a primeira aplicação, com benefícios visíveis ao longo do tempo.
Mais do que cobertura: uma fórmula que cuida
Com 90% de ingredientes de cuidado, esta base foi desenvolvida para responder a necessidades concretas: perda de luminosidade, primeiras linhas de expressão, textura irregular e sensação de desconforto ao longo do dia. A cobertura é leve a média e construível, uniformizando o tom sem apagar a identidade da pele. O acabamento é luminoso, mas controlado, refletindo a luz de forma natural e saudável. O resultado é um look sofisticado, contemporâneo e natural.
A base hidrata a pele até 24 horas sem sensação oleosa, é não comedogénica e adequada para peles sensíveis. A textura fluida funde-se facilmente, garantindo um acabamento uniforme sem marcar linhas. Após quatro semanas de utilização, a pele apresenta-se mais luminosa e com aspeto visivelmente preenchido, suavizando a aparência das linhas de expressão.
Ingredientes que fazem a diferença
O que distingue esta base são os ativos escolhidos com critério. O ácido hialurónico retém água, conferindo efeito de preenchimento imediato e mantendo a pele confortável ao longo do dia. A niacinamida a 2% ajuda a uniformizar o tom, reforçar a barreira cutânea e melhorar a luminosidade. Com o uso continuado, a pele torna-se mais homogénea, equilibrada e visivelmente saudável. Estes ingredientes transformam a maquilhagem num gesto de cuidado diário, não apenas estético.
O complemento ideal para um olhar desperto
Para potenciar o efeito de pele descansada e luminosa, a rotina completa-se com o Maybelline Lifter Serum Concealer, um corretor com a mesma abordagem: cobertura e tratamento numa só fórmula. Enriquecido com 2% de péptidos e cafeína, atua numa das zonas mais exigentes do rosto, o contorno ocular. A textura leve e flexível evita acumulação nas linhas finas e oferece correção eficaz de olheiras e sinais de fadiga.
A cafeína devolve frescura ao olhar e melhora a aparência de cansaço, enquanto os péptidos contribuem para uma pele mais firme e uniforme ao longo do tempo. O resultado é um efeito imediato de luminosidade, confortável durante todo o dia.
Uma nova geração de maquilhagem
A linha Lifter da Maybelline reflete uma mudança clara no comportamento de consumo: a maquilhagem deixou de ser apenas performance estética e passou a ser extensão do cuidado diário. Mulheres que valorizam a própria pele e procuram realçar a beleza natural encontram aqui uma abordagem híbrida, que acompanha o ritmo exigente da vida moderna. Mais do que maquilhagem, é um gesto diário de cuidado que revela a sua pele no seu melhor, todos os dias.
Dormir em quartos separados pode ser a melhor decisão para impedir que noites maldormidas possam causar problemas nos relacionamentos amorosos.
[shortcode_split_text]Em dezembro de 2023, Cameron Diaz surpreendeu tudo e todos quando disse, ao microfone do podcast Lipstick on the Rim, que dormir em quartos separados deveria ser normalizado. A atriz garante que não é o seu caso hoje em dia, porque afirma que o seu marido, Benji Madden, músico da banda Good Charlotte, é maravilhoso, mas não será um problema se acontecer no futuro.
Segundo rezam várias vozes, quem sempre dormiu em quartos separados foi rainha Isabel II e o príncipe Philippe e outras referem que David e Victoria Beckham também são adeptos desta tendência. A atriz Bette Midler admitiu recentemente que ela e o marido, Martin von Haselberg, também o fazem há 40 anos e que esse é o segredo para a felicidade do casamento, até porque ele ressona.
Noites maldormidas
Dormir em quartos separados pode ser apenas a melhor forma para se dormir bem. De acordo com a Sleep Foundation, dormir com um parceiro pode afetar negativamente a qualidade do sono, o que pode causar problemas no relacionamento.
A explicação para isso é simples: “Uma pessoa que não dorme o suficiente ou cujo sono é regularmente interrompido tem menor qualidade de vida, é mais propensa a acidentes de viação e erros de trabalho, corre maior risco de problemas cardíacos, desenvolve um sistema imunitário mais fraco e pode ter mais problemas de saúde”. Além disso, há uma maior probabilidade de irritações, ansiedade, alterações de humor e menor empatia e tolerância com os parceiros, o que pode levar ao divórcio efetivo.
Benefícios e desvantagens
O divórcio do sono, como também é conhecida esta tendência nos Estados Unidos da América, nunca teve tantos adeptos e, nesse país, as estatísticas mostram que um casal em cada três dorme em quartos separados. De acordo com a Sleep Foundation, 53 por cento registou uma melhoria qualidade do sono desde que optou por esta solução. Em média, dormir em camas separadas acresce 37 minutos ao sono.
A adoção desta prática deve-se a diversos motivos, tendo benefícios e desvantagens, como nos diz Catarina Lucas, terapeuta de casal. “Tem como vantagens melhorar a qualidade do sono já que reduz acordares por movimentos ou ruídos do outro. Reduz conflitos decorrentes de horários e hábitos diferentes e pode melhorar a saúde global. Contudo, apresenta também várias desvantagens como o impacto na intimidade, preconceito social e familiar e questões de logística e custos, pois nem todos têm um quarto extra”.
Respeito pela individualidade
Catarina Lucas recomenda esta prática a “casais com padrões de sono diferentes (horários, por exemplo); pessoas com condições de saúde específicas que impactem na qualidade de sono do outro, como por exemplo a apneia obstrutiva do sono, que muitas vezes é a culpada de as pessoas ressonarem; casais com preferências diferentes quanto ao conforto (tipo de colchão ou temperatura do quarto); casais que privilegiam o espaço individual”.
Os casos que a também psicóloga e diretora-clínica do Centro Catarina Lucas conhece de casais que optam pelo divórcio do sono estão “habitualmente mais associados a condições médicas que interferem com a qualidade do sono do outro elemento do casal. E, mesmo nessas condições, existe resistência em adotar esta mudança, pelo valor simbólico que se atribui ao ‘dormir junto na mesma cama’”. Isto, continua a especialista, porque continua a ser “sinónimo de união e partilha. Muitos casais usam também esse espaço para conversarem antes de dormir, promovendo a sua ligação”.
Dormir em quartos separados: sim ou não?
Dormir em quartos separados pode ser adotado tanto no início de um relacionamento como em relacionamentos já estabelecidos, mas, avisa Catarina Lucas, “a abordagem e a adaptação podem variar conforme o estádio de desenvolvimento do relacionamento, as necessidades e as circunstâncias. Numa fase inicial, é mais comum que as pessoas queiram estar mais tempo juntas, pelo que a adaptação pode ser mais desafiante. Contudo, numa fase mais avançada, também poderemos ter hábitos de anos instalados que dificultam a adaptação”.
Por outras palavras, “não há regras neste campo, cada casal é único e olha de forma diferente para as suas necessidades e dinâmicas. O importante é que faça sentido para cada casal”, sublinha. Para a terapeuta de casal, esta prática “pode influenciar a intimidade e a frequência das relações sexuais de um casal, visto que uma parte significativa do envolvimento sexual ocorre à noite, ao ir dormir”.
No entanto, acrescenta, “se o casal estiver ciente e proativo, é possível minimizar este impacto, promovendo o contacto físico regular, comunicando abertamente, planeando momentos de intimidade e desenvolvendo rotinas de conexão em casal”.
A versão original deste artigo foi publicada na revista Saber Viver nº293, novembro de 2024.
Há mulheres que não precisam de se impor para serem notadas. A sua presença faz-se sentir na forma como ocupam o espaço, na serenidade do olhar, na clareza das escolhas. Sofia Ribeiro é uma delas. Nesta conversa com a Saber Viver, a atriz fala-nos do tempo como aliado, do amor-próprio como aprendizagem contínua e da beleza que nasce da escuta interior.
[shortcode_split_text]Ao longo de uma carreira sólida e coerente, Sofia Ribeiro construiu um percurso marcado mais pela consistência do que pelo excesso, mais pela verdade do que pela urgência. Entre rotinas de bem-estar, reflexões sobre o amor e o privilégio de envelhecer com consciência, Sofia revela uma feminilidade segura, que já não precisa de provar nada. Apenas de ser.
Ver esta publicação no Instagram
Entrevista a Sofia Ribeiro
Quem és quando a atriz se cala?
Sou uma apaixonada e profundamente curiosa pela vida. Admiro o silêncio, a Natureza, gosto de casa, de cozinhar, de cuidar. Encanta-me o que é mais simples. Adoro sentar-me a observar, amo a sensação de sentir-me presente. Quando a atriz se cala, fico eu — alguém que procura viver com propósito e verdade. Inteira, imperfeita mas consciente.
Ao longo da tua carreira, construíste um per- curso marcado pela consistência e pela entrega. O que consideras essencial para manter uma carreira longa e relevante numa indústria tão exigente?
Disciplina, ética e entrega. Mas, acima de tudo, evolução emocional. Sem maturidade, o talento estagna. É preciso continuar a questionar-se, a escutar e a aceitar que a carreira é uma maratona, não um sprint.
Houve algum momento em que pensaste mudar de profissão?
Sim. Houve momentos de cansaço extremo e de alguma desilusão. Mas nunca deixei de amar a minha profissão. E sinto-me uma privilegiada por poder continuar a fazer o que me faz brilhar os olhos.
Há personagens que ficam connosco muito para além das gravações. Existe alguma que te tenha transformado profundamente, pessoal ou artisticamente?
Há várias, mas sobretudo aquelas que me obrigaram a confrontar fragilidades que eu própria ainda estava no meu processo para as compreender e resolver. Cada personagem ensina-me sempre alguma coisa e transforma algo em mim de alguma maneira.
Que tipo de histórias femininas sentes falta de ver representadas na televisão e cinema?
Hoje vemos mais diversidade de perfis e mais protagonismo feminino. Mas a meu ver continua a faltar complexidade emocional. Ainda vemos demasiadas vezes as mulheres reduzidas ao papel de mãe, amante, gira, tonta. Faltam personagens contraditórias, maduras, líderes, frágeis e fortes ao mesmo tempo. Falta espaço para a mulher que erra, que muda de ideias, que envelhece, que tem poder e vulnerabilidade em simultâneo.
Existe algum papel de sonho que ainda gostasses de interpretar?
Existe! Todos os que ainda não fiz. Mas personagens densas, com nuances, contradições, fragilidades. Personagens complexas que desafiam o corpo e a alma são as que mais me atraem.
Sei que estás com ensaios para uma peça de teatro. O que nos podes revelar acerca deste projeto?
Estou em ensaios para teatro, um projeto que me entusiasma muito, a peça Dona Flor e seus dois maridos. Uma obra do grande Jorge Amado, que vai estar em cena no Auditório dos Oceanos, no Casino de Lisboa a partir de Fevereiro. Estou muito feliz com este projeto e com a possibilidade de voltar ao teatro. Rodeada de uma equipa encantadora como a da Plano 6 e de um elenco que tem tanto de generoso como de talentoso. É uma enorme honra! Há novos desafios alinhavados mas para já estou inteiramente dedicada a esta Flor.
Em que medida a tua maturidade emocional transformou o teu trabalho enquanto atriz?
Deu-me mais escuta, paciência e precisão. Mais empatia e tolerância para com os que me rodeiam, na própria abordagem do personagem e para comigo também. Trouxe mais confiança em mim, no meu trabalho e valor. Consequentemente menos pressão para agradar e foco em servir a verdade da personagem.
Há papéis que só agora fazem sentido?
Sim. Há vivências, dores, silêncios e escolhas que só a experiência permite compreender e a meu ver retratar com mais profundidade e honestidade.
O palco, a representação foram, em algum momento, lugares de salvação pessoal?
Muitas vezes. O palco e a representação foram e são ainda, por vezes, lugares de salvação e sobrevivência. Para mim, o meu trabalho sempre foi como um eixo que me coloca no caminho certo.
Como lidas com o julgamento do público, da crítica e de ti própria?
Com humildade e firmeza. O mais exigente é sempre o meu. Eu serei sempre a minha maior critica! O olhar externo importa, mas na medida certa, não pode governar. Há que saber filtrar, nem sempre é fácil, é uma aprendizagem também.
Foste a nossa protagonista da edição de fevereiro. Uma edição que fala de amor, nas suas mais diversas versões. Com o passar do tempo, a forma como vivemos o amor muda? Quer seja uma pessoa, a família, a carreira, a vida?O amor, nesta fase, pede menos ilusão e mais verdade?
Eu acredito que sim . Tudo muda! Nós não somos os mesmos que há 10 anos atrás. Hoje o amor pede menos fantasia e mais presença. Menos promessa e mais ação. Pede mais calma! (Risos)
A maturidade trouxe-te mais serenidade ou mais exigência nas relações?
Ambas. Serenidade para aceitar, para receber. Exigência para não negociar o essencial.
Quando pensas no futuro, o que mais desejas preservar na tua vida e o que ainda queres conquistar?
Preservar saúde, vínculos verdadeiros, autonomia e liberdade. Conquistar tempo, qualidade de vida e e projetos que me representem.
O que é que o tempo te ensinou sobre ser mulher que ninguém te tinha dito aos 20 anos?
Entre tantas coisas, ensinou-me que embora nos façam crer que sim, não temos o dever de provar nada a ninguém, nem de tentar encaixar nas expectativas externas. Ensinou-me que não precisamos de pedir licença para ocupar o nosso espaço ou fazer escolhas que nos servem.
Que peso as mulheres carregam sem perceber que não lhes pertence?
O peso de termos que “ser” conciliadoras, recatadas e submissas, por exemplo. Fomos ensinadas a carregar pesos que não nos pertencem. Somos responsabilizadas pelo bem-estar alheio, pela harmonia familiar, pelo sucesso do outro e até por não sermos “perfeitas” o tempo todo. Carregamos o peso quando dizemos não, não quero, basta!
Hoje, o que já não fazes para agradar?
Diminuir-me. Encolher-me para caber. Dizer sim, quando na verdade quero dizer não.
Em que momentos te sentes mais vulnerável?
Quando abraço um projeto novo, uma nova personagem. É um processo tão apaixonante quanto doloroso. Quando olho para as minhas sobrinhas e me dá um medo tamanho de não saber se estou a conseguir fazer e ser o melhor para elas. Quando me apaixono. Quando algo me apaixona, quando amo. Sempre.
Que conversa achas urgente entre mulheres da tua geração?
Conversar sobre limites, amor-próprio, autonomia emocional. Sobre união genuína, entre nós, mulheres.
Onde encontras prazer sem culpa?
No silêncio, sem dúvida! Na praia, nas viagens, no corpo em movimento, na comida, no afeto…
O que é que hoje proteges com mais cuidado?
A minha paz.
O que mais te dá medo hoje?
Perder tempo com o que não é essencial.
Em que situações ainda te encolhes?
Sempre que vou fazer exames de rotina. É uma reação involuntária. Un medo que ainda estou a aprender a lidar. Medo de algo inesperado mas não desconhecido, que possa vir a ameaçar a minha harmonia . Mas vou com medo! É fundamental olharmos por nós. Salvou-me a vida.
Há sonhos que deixaram de fazer sentido? E outros que só agora começaram a nascer?
Sim. Ou tomaram novas formas! Outros estão agora a nascer, mais alinhados comigo.
Se tivesses de definir este momento da tua vida numa palavra, qual seria?
Presente.
O tempo passou a ser um aliado ou uma ameaça?
Aliado. O tempo afina. O tempo só se tornou uma ameaça no dia que recebi o meu diagnóstico de cancro, e com ele a possibilidade de que talvez pudesse não ter o tempo todo que imaginei que teria até então, para viver tudo o que ainda me faltava viver. E esse momento trouxe-me a consciência do quando o nosso tempo é valioso.
És frequentemente associada a uma beleza elegante e natural. Como te relacionas com o espelho e com o envelhecimento num meio que ainda valoriza tanto a juventude?
Hoje, é uma relação gentil. Naturalmente que todas temos dias. Eu tenho os meus! Por força da minha história muita coisa mudou em mim, no meu corpo, na forma como ele reage. Mas depois de tudo o que ele já enfrentou, eu só posso agradecer a força que teve. Hoje, olho para o espelho com outra consciência. Vejo uma mulher com histórias, escolhas, cicatrizes e conquistas. O espelho é um reflexo da minha vida, do meu percurso e também do meu autocuidado. O corpo muda, a pele muda, mas isso não diminui a nossa beleza, transforma-a. E isso dá serenidade, confiança e até prazer em olhar para nós, sem exigências irreais.
Que expetativas sociais sentes ainda a pesar sobre uma mulher na fase dos 40 anos?
Que sejamos jovens, produtivas, belas e sempre disponíveis. É irreal!
O teu corpo é hoje um lugar de conflito ou de reconciliação?
Reconciliação. O meu corpo é a minha casa, é o meu templo, a minha ferramenta de trabalho, nunca um inimigo.
Há algum ritual de autocuidado que seja indispensável no teu dia a dia?
Dormir 8 horas, beber 2 litros de água, alimentar-me bem, cuidar da minha pele e fazer exercício físico.
Quais são os teus favoritos de beleza no momento?
Estou a usar a gama Hyaluron Activ Procedure, da Avène e a experiência tem sido surpreendente.
O que é que te atraiu nesta gama?
O facto de ser uma rotina simples e fácil de encaixar no meu dia a dia e os resultados. Confesso que não imaginei que os resultados fossem tão bons e tão imediatos. Sinto a pele muito mais firme e uniforme, está menos baça, bastante luminosa e macia, como se fosse veludo. E tem um efeito lifting, noto as linhas de expressão menos marcadas na zona da testa, no contorno dos olhos e no “bigode chinês”. Consequentemente, ajuda-me a ter uma expressão mais leve, mais descansada, um ar mais rejuvenescido.
Para ti, de que forma uma rotina de beleza eficaz contribui para a confiança e bem-estar emocional?
Envelhecer é um processo, faz parte! Mas parece-me inteligente querer fazê-lo com qualidade. Escolher produtos que respeitam os diferentes tipos de pele e momentos que atravessa, com ingredientes testados e comprovados para o efeito, só representa mais valias a nosso favor. Por isso, sim! Cuidar da pele é também autocuidado. Olharmos ao espelho e sentirmo-nos bem com o que vemos, reforça o nosso bem-estar e confiança. Cuidar da pele também é cuidar de mim, é um gesto de respeito e amor por mim mesma. E isso reflete-se no resto...

Vestido, Cult Gaia, na Loja D'Adélia; Luvas, Jil Sander; Óculos, Chanel, na Óptica Boavista; Pulseira, Mango
A atriz terminou este shooting com a mesma elegância com que entrou: de sorriso aberto, sem pressa, nem máscaras. O que fica é a imagem de uma mulher inteira, alinhada consigo, atenta ao corpo, às emoções e ao mundo à sua volta. Numa época em que ainda se confunde juventude com valor, a sua voz lembra-nos que a verdadeira beleza nasce da coerência entre quem somos e a forma como vivemos. Obrigada, Sofia!
Créditos
Produção e styling: Bárbara Marinho
Fotografia: Dulce Daniel
Vídeo: Diogo Almeida assistido por: Eliana Pinheiro
Digitech & Light Assistant: Luís Pedro Ferreia
Cabelos: Rui Rocha
Maquilhagem: Andreia de Almeida
Retouch: Do Retouch
Assistente de styling: António Bernardo
Agradecimentos: Vinha Boutique Hotel





































