
“Nail Code”: Como escolher as unhas certas para o trabalho
Unhas compridas ou curtas? Nude ou vermelho? E nail art? No regresso ao trabalho, também a manicure merece atenção. Afinal, escolher as unhas certas não é só uma questão de estilo, mas também de conforto e praticidade.
Depois das férias, não é só o nosso armário que chama por mudança. Com o regresso às rotinas, também as unhas procuram um novo equilíbrio entre estilo, conforto e praticidade. Voltar ao trabalho significa, para muitas de nós, mais reuniões, apresentações, encontros com clientes e horas passadas a trabalhar no computador.
E, tal como escolhemos cuidadosamente a roupa para cada contexto profissional, também as mãos podem fazer parte da imagem que queremos transmitir. Depois do dress code, chega o nail code. Não se trata de um conjunto rígido de regras, mas antes de uma forma de pensar a manicure de acordo com quem somos e o que fazemos.
Para Cila Santos, CEO da Hit Nails, estas são as cinco regras principais para escolher a manicure certa para o trabalho, aquela que combina elegância, cuidado e, acima de tudo, confiança.
1. O comprimento deve acompanhar a profissão
Passa várias horas a escrever no computador? Trabalha com as mãos? Está constantemente em movimento? A verdade é que não existe um comprimento de unhas ideal para todas. Curtas ou compridas, a melhor escolha é aquela que não interfere com o trabalho e que permite manter a manicure sem sacrificar o conforto.
“O comprimento deve ser pensado não só em função da estética, mas também da rotina de cada pessoa. Uma manicure bonita é aquela que conseguimos usar com confiança e conforto”, afirma Cila Santos.
2. A forma da unha também comunica
O formato pode parecer apenas um detalhe, mas muda completamente o resultado final. Cila Santos explica que “para um ambiente mais formal, formatos elegantes e equilibrados tendem a ser escolhas seguras”, como é o exemplo de unhas ovais ou amendoadas. “Já em profissões criativas, há maior liberdade para experimentar formatos mais marcantes”, podendo optar por unhas quadradas ou squoval.
3. Quem disse que manicure profissional tem de ser nude?
Se há uma ideia a abandonar, é a de que uma manicure profissional tem obrigatoriamente de passar despercebida. Os tons neutros continuam a ser uma aposta segura, mas estão longe de ser a única possibilidade. Um rosa leitoso pode dar um resultado delicado, enquanto uma french manicure mantém o clássico com um toque mais cuidado. E, para quem não dispensa cor, um vermelho clássico ou até tons mais intensos podem também funcionar muito bem.
4. Sim, pode levar nail art para o trabalho
Quem gosta de unhas decoradas não precisa de abdicar da nail art quando regressa ao escritório. Cila Santos recomenda que, em vez de desenhos elaborados em todas as unhas, pode optar por pequenos apontamentos, linhas delicadas, uma french reinterpretada ou desenhos discretos. Pormenores que acrescentam interesse à manicure sem dominar o visual.
5. Mais importante do que seguir tendências é manter as unhas cuidadas
Por mais interessante que seja experimentar a tendência de unhas do momento, há algo que nunca sai de moda: mãos e unhas cuidadas. Uma manicure começa a perder impacto quando o verniz está lascado, as unhas têm comprimentos diferentes ou a manutenção está em atraso. Por isso, importa escolher uma solução que seja compatível com o nosso quotidiano e que consigamos manter em boas condições.
“Cutículas cuidadas, unhas uniformes e manutenção regular podem fazer mais pela imagem das mãos do que seguir a tendência do momento”, conclui Cila Santos.