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A 28 de maio comemora-se o Dia Internacional da Saúde Feminina, uma data que alerta para a importância de um acompanhamento médico regular. Uma das mais-valias? Vai ajudá-la a prevenir as típicas doenças femininas. Conheça-as a seguir.

Desde 1987 que o 28 de maio é um dia importante para todas as mulheres. Com o propósito de sensibilizar todas elas para a importância da saúde e do devido acompanhamento médico, foi criado, neste dia, o Dia Internacional da Saúde Feminina. Aproveitámos a data para alertá-la sobre quais são as doenças femininas típicas.

Todas elas merecem uma atenção especial. Para prevenir males maiores, deve estar atenta a todos os sinais. Assim, irá conseguir reconhecê-las com tempo – o que resultará num tratamento e consequente recuperação mais rápida. A seguir, conheça as doenças femininas mais comuns.

Endometriose

É uma doença silenciosa, que afeta muitas mulheres em idade reprodutiva. Os sintomas, esses, são difíceis de identificar, pois resumem-se a dores intensas e cólicas, que o sexo feminino identifica como “dores de menstruação”. A endometriose é uma doença em que as camadas similares ao endométrio (membrana mucosa que reveste o útero) se desenvolvem fora dele, provocando dores fortes na zona dos ovários, abdómen e útero.

Fibromioma

Outra doença de difícil diagnóstico, pois não padece de qualquer sintoma. É um tumor benigno (que tanto pode ter o tamanho de uma noz, como de um fruto muito maior), que se forma na superfície ou interior do tecido muscular do útero. Embora a lesão seja silenciosa há sinais que a identificam, como a perda de sangue fora da menstruação e a anemia.

Cancro do colo do útero

Segundo o departamento de Oncologia da CUF, Portugal é o País da Europa Ocidental com a taxa de incidência mais elevada deste tipo de cancro. Esta é uma doença que resulta da infeção do vírus HPV (Human Papiloma Virus), que começa por trazer lesões benignas e, quando não tratado, malignas. É muito importante que vá ao ginecologista de seis em seis meses fazer o despiste desta doença!

Cancro na mama

Estima-se que cerca de 85% das mulheres estão bem após cinco anos de lhe ter sido diagnosticado cancro na mama. Embora o número seja satisfatório, é muito importante que haja um controlo anual, para que quando diagnosticada, a doença seja tratada o mais rápido possível. Veja aqui os vários subtipos de cancro na mama.

Vulvovaginite

Doença que atinge maioritariamente mulheres na menopausa. Causada por uma inflamação simultânea da vulva e da vagina, a vulvovaginite pode ser causada por bactérias, fungos, gonorreia ou, até mesmo, substâncias químicas de sabonetes ou gel de banho.

Conhece de perto alguma destas doenças femininas? Conte-nos a sua história.

 

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