Relações e família

5 dicas para incentivar os mais novos a estudar

Sente que os seus filhos estão cada vez mais distraídos e com pouca vontade de estudar? Estas cinco dicas vão incentivá-los a focarem-se mais na escola.

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5 dicas para incentivar os mais novos a estudar
© Rawpixel
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Out. 24, 2020

A implementação da telescola trouxe dificuldades tanto aos filhos, como aos pais. Para os mais novos, pode ter sido um verdadeiro desafio manter a concentração, enquanto os adultos, tiveram, muitas vezes, de deixar o próprio trabalho em stand-by para auxiliarem o estudo dos filhos.

É provável que esta nova realidade seja desmotivadora para ambas as partes, mas, felizmente, há algumas dicas práticas que pode implementar no dia a dia para que haja mais incentivo para estudar.

Para incentivar as boas práticas de gestão de tempo e estudo, Patrick Götz, fundador e CEO da Teckies, start-up que promove a aproximação do ensino à tecnologia, partilha cinco dicas que vão ajudar os pais o orientar os seus filhos para o sucesso escolar, mesmo a partir de casa.

Conheça-as em baixo.

5 dicas para incentivar os filhos a estudar

1. Dar responsabilidades à criança

Em família, deve ser definido um plano inicial, que integre atividades para as crianças realizarem de forma autónoma, sem ajuda dos pais, permitindo que interiorizem quais as suas obrigações em casa.

Desde dinâmicas domésticas, como arrumar o seu quarto, passando pelas letivas, o ideal é que aprendam a organizar o seu tempo e gerir as suas prioridades durante o dia, assegurando que os seus objetivos são sempre cumpridos.

2. Alternar os momentos de estudo com a diversão

Ninguém consegue estar concentrado durante muito tempo e os mais novos ainda menos.

Para que não se sintam desmotivados e impacientes, os momentos de estudo devem ser alternados com atividades que gostem de realizar, estimulando a criatividade e garantindo que nem a aprendizagem nem a diversão ficam para trás.

3. Realizar as tarefas letivas de forma interativa

Para promover a constante motivação, os pais, e mesmo as escolas, podem procurar mecanismos interativos para captar mais o interesse da criança, adaptados sempre à sua idade.

Uma solução é, por exemplo, utilizar jogos, músicas ou outras atividades que despertem a sua atenção, o que facilita a evolução.

4. Adotar ferramentas complementares

Se o objetivo é tornar o estudo mais divertido e interessante aos olhos do aluno, o recurso às novas tecnologias, tão apreciadas por estes, é sempre uma boa ideia.

A pensar nisso, existem já ferramentas e aplicações digitais disponíveis para professores, que podem trabalhar fora da sala de aula com os seus alunos e que permitem colmatar as mais diversas dificuldades de aprendizagem, como a BeeFluent, uma ferramenta criada para ajudar os mais novos a aprender a ler de forma divertida.

5. Dar feedback continuamente

Errar é um ponto fulcral na aprendizagem, sendo por isso necessário que, tanto pais como professores, deem feedback em tempo real, relativamente a cada atividade realizada.

Só com uma avaliação construtiva e clara será possível aplicar conhecimentos e melhorar na tarefa seguinte, quer seja escolar ou não, para que aprendam a lidar com o erro.

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