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Esfoliar acelera a renovação celular, limpa a pele em profundidade e liberta-a de células mortas, deixando-a pronta receber os cuidados nutritivos posteriores. Mas será que este ritual semanal está a ter resultados eficazes? Se não, o mal pode estar na forma como o faz. A Saber Viver diz-lhe quais os passos certos para uma boa esfoliação.

Apesar de a pele se autorenovar (logo, esfoliar), naturalmente, a cada 30 dias, o processo pode abrandar e os poros obstruírem-se devido a problemas tão comuns como a menstruação, a transpiração, a gordura, as toxinas acumuladas, o stresse ou uma alimentação desequilibrada. Por isso, há que esfoliá-la, ou seja, ajudá-la a eliminar as camadas superficiais.

Os cremes esfoliantes têm como função facilitar esta função natural da pele. Os seus componentes ajudam a reduzir a espessura da camada córnea e a eliminar toxinas, fazendo com que a pele afine e suavize, recupere luminosidade e fique preparada para absorver muito melhor os princípios ativos de um tratamento posterior. Se não forem o suficiente, use uma escova de cabo longo para não lhe escapar nenhuma zona, como as costas que, apesar de estarem mais protegidas das agressões externas do que o resto do corpo, tendem a acumular impurezas, pontos negros e poros dilatados.

A esfoliação deve ser feita consoante o tipo de pele e ainda há algumas regras a cumprir. Conheça as nossas dicas.

A, B, C dos esfoliantes

A chave do sucesso dos esfoliantes está nos seus componentes, que exercem um efeito de arrastamento das células mortas, sem provocar incómodos nem efeitos secundários indesejados.

  •  Esfoliantes físicos: Combinam agentes com função de arrastamento com produtos suavizantes, refrescantes e calmantes. Podem ser de origem animal (casca de ovo, conchas…), vegetal (casca de sementes, flocos de cereais, açúcar, bambu…), ou mineral (silício, caulino, sal marinho…).
    A esfoliação física tem como missão polir e livrar a superfície cutânea de células mortas. Este processo deve ser feito, pelo menos, uma vez por semana em casa ou num centro de estética, onde será sempre mais completo e profundo.
  • Esfoliantes químicos: Baseiam-se na destruição da camada mais superficial da pele com ácidos de frutas ou alfahidroxiácidos (AHA). Estes ingredientes chegam às camadas mais profundas da pele e, a partir daí, estimulam a regeneração celular. É importante ter atenção à lista de ingredientes dos seus esfoliantes. O que tem de ter em conta é a percentagem do princípio ativo: nas esfoliações químicas, o ácido glicólico encontra-se nos 70% e o salicílico entre os 20 e os 30%.

Quando usar?

  • Uma ou duas vezes por semana, no caso das peles oleosas, já que ajuda a reduzir o excesso de sebo, ou de 15 em 15 dias em peles normais para eliminar impurezas;
  • Em peles maduras, cuja renovação celular fica mais lenta por causa da idade;
  • Antes de realizar qualquer tratamento, sobretudo, antes de aplicar autobronzeador;

Como usar?

  • Normalmente, os esfoliantes são aplicados e esfregados na pele seca, uma vez que assim a capacidade de “arrastamento” de células mortas é maior;
  • Massaja-se o esfoliante por todo o corpo alguns minutos e retira-se com uma toalha húmida ou com água. A sensação é uma pele absolutamente suave, sem impurezas, mas… seca. O que acontece é que o efeito de “arrastamento” também se livra da gordura natural que protege a pele;
  • Por isso, depois da esfoliação, é sempre necessário hidratar a pele em profundidade para a nutrir. Para além disso, estes nutrientes atuam mais eficazmente se forem aplicados sobre uma pele livre de impurezas;

Veja a nossa galeria e aposte neste esfoliantes.

 

Esfoliante de corpo de baunilha e Madagáscar, O Boticário, 15,99€

 

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